<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-8994675472344404784</id><updated>2012-01-27T14:22:55.778-02:00</updated><category term='festas'/><category term='santidade'/><category term='avaliação'/><category term='RdV'/><category term='bíblia'/><category term='martírio'/><category term='desafios'/><category term='sustentabilidade'/><category term='metodologia'/><category term='música'/><category term='wiphala'/><category term='Igreja'/><category term='coordenação'/><category term='militância'/><category term='representantes'/><category term='Liderança'/><category term='advento'/><category term='crisma'/><category term='ação'/><category term='comunicação'/><category term='história'/><category term='organização'/><category term='perguntas'/><category term='articulação'/><category term='Espírito Santo'/><category term='RdP'/><category term='CF'/><category term='diferença'/><category term='utopia'/><category term='dicas'/><category term='DNJ'/><category term='índice'/><category term='dinâmicas'/><category term='JMJ'/><category term='afetividade'/><category term='Jesus Cristo'/><category term='ética'/><category term='definições'/><category term='Pastoral'/><category term='educação'/><category term='Reino de Deus'/><category term='nova humanidade'/><category term='parceria'/><category term='juventude'/><category term='protagonismo'/><category term='mensagem'/><category term='grupo de jovens'/><category term='assessoria'/><category term='RVP'/><category term='sete'/><category term='identidade'/><category term='Maria'/><category term='espiritualidade'/><category term='tempo'/><category term='cores'/><category term='finanças'/><category term='símbolo'/><category term='formação'/><category term='virtudes'/><category term='setor juventude'/><category term='Civilização do Amor'/><category term='planejamento'/><category term='dificuldades'/><category term='comunidade'/><title type='text'>E por falar em pastoral...</title><subtitle type='html'>Permitir troca de experiências sobre a PJ (Pastoral da Juventude) e sobre a sua identidade, espiritualidade, história e metodologia.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://pejotando.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8994675472344404784/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pejotando.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8994675472344404784/posts/default?start-index=101&amp;max-results=100'/><author><name>Rogerio Oliveira</name><uri>https://profiles.google.com/108669675731056659230</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-TyrrSk5pJ8E/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAEf0/E_yoVEC_7Zk/s512-c/photo.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>106</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8994675472344404784.post-5253746875086681786</id><published>2012-01-18T10:00:00.000-02:00</published><updated>2012-01-19T09:23:52.078-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pastoral'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='identidade'/><title type='text'>Todo mundo pode ser pejoteiro?</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-jsapvwcltkw/TxaxgGB6H5I/AAAAAAAAEfM/x3zoIJqqMw0/s1600/CORA%25C3%2587%25C3%2583O.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://1.bp.blogspot.com/-jsapvwcltkw/TxaxgGB6H5I/AAAAAAAAEfM/x3zoIJqqMw0/s200/CORA%25C3%2587%25C3%2583O.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;“&lt;i&gt;Não. Não pode. Próxima questão?&lt;/i&gt;” Seria um artigo muito curto, se o jeito pejoteiro de questionar as coisas não impedisse o caro leitor de querer saber o porquê da resposta. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ser pejoteiro significa que a pessoa é participante e/ou articuladora desta proposta chamada "Pastoral da Juventude". E há pessoas que não podem ser pejoteiras porque isso implica assumir esta proposta com a própria identidade pastoral. Já falamos sobre isto aqui no blog. Identidade é algo que se constrói e se escolhe. Não é algo com a qual nascemos. E no que consiste a identidade pejoteira? Temos mais de 100 artigos neste blog e a maioria deles trata, direta ou indiretamente, sobre esta questão. Ou seja, é um assunto que dá o que escrever!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resumindo, identidade pejoteira tem a ver com a vivência de uma espiritualidade libertadora e do cotidiano, de uma preferência pedagógica pelos pequenos grupos, de uma metodologia que valoriza a história, a prática, os meandros sócio-políticos, um olhar bíblico e profético sobre a realidade e a ação concreta, primando sempre pela decisão colegiada, democrática, ética e coerente. &lt;/div&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Pejoteiros não ficam toda hora querendo reinventar a roda; querem conhecer sempre mais sobre a cultura juvenil; sabem que o jovem é o protagonista de sua ação; valorizam a pastoral de conjunto; promovem a vida; são missionários, críticos e articulados; optam por uma formação que leve em conta a pessoa como um todo; sua ação é a partir da opção pelos mais empobrecidos e pela juventude; e sabem que não sabem tudo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você olha para sua comunidade, para seu grupo na escola ou faculdade, para outros grupos juvenis na própria igreja e se pergunta: dá para todo mundo ser assim? Queria conhecer alguém que dissesse que sim. Daria uma boa conversa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E há outro aspecto decorrente deste: o direito de escolha. Identidade é opção política e como tal tem suas consequências. Para que todo mundo se tornasse pejoteiro (assumindo suas características) seria preciso uma massificação plena, um decreto eclesial dizendo que a partir de tal data só valem tais práticas, posturas ou pensamentos. Sinceramente, você aceitaria isso?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A PJ sofre em muitos lugares com uma desarticulação num sentido oposto. Justamente por terem uma postura como esta que está resumida logo acima, é vista como “pedra no sapato” de muita gente que tem outra visão de mundo. E acabam sofrendo perseguições, acusações e desmantelamentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A PJ não tem característica de massa, mas de fermento. Não tem graça nenhuma um bolo feito só de fermento. E se tudo for fermento, ele acaba por perder sua função e vira massa também.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se você chegou até este ponto do texto, há uma pergunta que não quer calar: se acreditamos na nossa postura e na nossa prática, se queremos fermentar a massa, se desejamos ser profetas que apontam onde estão os sinais contra o Reino e contra a justiça, por que não é certo que desejemos que todas as pessoas também sejam assim? Por duas razões bem simples, no meu modo de ver as coisas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em primeiro lugar, você não pode obrigar ninguém a pensar como você. As pessoas são livres para agirem como quiserem e assumirem as consequências pelos seus atos. Se a gente prima pela liberdade, por que iríamos tirar o direito de escolha dos outros? Contudo, que fique claro: respeitar o direito dos outros, sim. Ser omisso e abrir mão do direito de debater ideias e discordar delas, não.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E, em segundo lugar, porque a gente não tem a verdade absoluta. Embora tenhamos todos estes princípios, o mundo gira e as coisas mudam a todo o momento. A gente precisa aprender com as mudanças. A gente precisa aprender com os outros, em especial com quem discorda da gente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sim, somos poucos. E, em hipótese alguma, isto deveria nos deixar tristes. Somos poucos mas nos fazemos notar. Somos poucos, mas temos espírito missionário para levar a proposta de Jesus adiante. Somos poucos mas somos bonitos e cativantes. E, parafraseando Thiago de Mello, somos poucos, mas não somos melhores e nem piores que ninguém. Melhor mesmo é a nossa causa.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8994675472344404784-5253746875086681786?l=pejotando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pejotando.blogspot.com/feeds/5253746875086681786/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://pejotando.blogspot.com/2012/01/todo-mundo-pode-ser-pejoteiro.html#comment-form' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8994675472344404784/posts/default/5253746875086681786'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8994675472344404784/posts/default/5253746875086681786'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pejotando.blogspot.com/2012/01/todo-mundo-pode-ser-pejoteiro.html' title='Todo mundo pode ser pejoteiro?'/><author><name>Rogerio Oliveira</name><uri>https://profiles.google.com/108669675731056659230</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-TyrrSk5pJ8E/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAEf0/E_yoVEC_7Zk/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-jsapvwcltkw/TxaxgGB6H5I/AAAAAAAAEfM/x3zoIJqqMw0/s72-c/CORA%25C3%2587%25C3%2583O.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8994675472344404784.post-2949099789357596896</id><published>2012-01-14T00:47:00.001-02:00</published><updated>2012-01-14T00:47:13.844-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='símbolo'/><title type='text'>Compromisso com a causa</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-zOkwSUl6OYI/TxDrZPpYZqI/AAAAAAAAEeg/WWpLCKC8fPM/s1600/buque-de-coracao1.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://3.bp.blogspot.com/-zOkwSUl6OYI/TxDrZPpYZqI/AAAAAAAAEeg/WWpLCKC8fPM/s200/buque-de-coracao1.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-lV5ivEtXsJA/TxDruOhe4jI/AAAAAAAAEew/uFIDUBnAELA/s1600/tenis-google.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="125" src="http://2.bp.blogspot.com/-lV5ivEtXsJA/TxDruOhe4jI/AAAAAAAAEew/uFIDUBnAELA/s200/tenis-google.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;Imagine a seguinte cena: um rapaz chega numa casa, toca a campainha e ao encontrar determinada moça oferece-lhe, com sorrisos, um buquê de rosas vermelhas. Ela retribui os sorrisos e o convida para entrar. Este tipo de flor, em nossa cultura, tem o sentido de uma paixão mais arrebatadora, de um sentimento forte. Mas são apenas flores...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando eu era mais jovem, escutava sempre a notícia de rapazes que roubavam tênis de outros jovens. Eram sempre calçados de alguma marca de certa relevância. Tênis de marcas mais populares dificilmente eram roubados. Quem os roubava estava sempre nos níveis mais básicos da pirâmide social. Para eles, ter um par de tênis de marca famosa era sinal de status, de maior relevância. Mas são apenas tênis...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um símbolo é sempre algo que representa algo além dele mesmo para alguém. O que isto quer dizer? Que flores não representam diretamente paixão, mas alguém entende que rosas vermelhas significam. Tênis não representa diretamente status, mas para alguém, um par de algumas marcas representa sim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No mundo pastoral, utilizamos fartamente os símbolos. Nossas reuniões, encontros, formações, ritos e cursos são extremamente simbólicos. As cores, as músicas, os cheiros, a maneira de organizar os objetos geralmente tem um sentido por trás deles.&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-xBT9QRnrQhA/TxDsCAQxfEI/AAAAAAAAEfA/-Y5t2iL3HEk/s1600/tucum.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="150" src="http://1.bp.blogspot.com/-xBT9QRnrQhA/TxDsCAQxfEI/AAAAAAAAEfA/-Y5t2iL3HEk/s200/tucum.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Na nossa maneira de nos vestirmos também carregamos nossos símbolos. É a camiseta com a “marca” da PJ, é o boné, é a sandália rasteirinha, é o embornal, é a mochila nas costas, é o anel de tucum.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não somos um grupo fechado e existem símbolos que extrapolam nossas fronteiras, inclusive religiosas. O anel de tucum é um deles. Aqueles que topam o desafio de estar ao lado dos menos favorecidos, comprometendo-se com eles são identificados por portarem este anel. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trata-se da semente de uma palmeira amazônica que é trabalhada para formar um anel negro. Dizem que seu uso estende-se à época do Império, quando as pessoas mais pobres não podiam comprar alianças de ouro e acabavam utilizando as alianças feitas com esta semente. Além do pacto matrimonial, a amizade e a resistência frente à opressão marcavam os portadores deste anel.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há quem utilize o anel de tucum sem saber do significado que ele tem. Isto, porém, não se dá somente com o anel. Com muitos símbolos isto também ocorre. Por isto é bom esclarecer. Usar o anel é um compromisso, é uma luta diária por justiça, fraternidade, contra a exploração e a injustiça. É colocar-se ao lado dos pobres contra os opressores. É saber que esta não é uma tarefa nem simples, nem fácil e, pela qual, muitos já deram suas vidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não. Não é apenas um anel. É um símbolo que diz muito mais do que sua própria aparência. É uma aliança com quem sofre, é humilhado e explorado. Para o pejoteiro e para a pejoteira é um compromisso com a juventude que é violentada, assassinada e envolvida num círculo vicioso da cultura da morte. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os portadores e portadoras do anel devem ser profetas e dizer aos quatro cantos do mundo : “Basta! Chega de violência e extermínio de jovens!”, mas também devem anunciar que isto tudo só vale a pena porque a luta é carregada de amor. Amor à causa, amor ao compromisso, amor ao projeto de Deus e amor à juventude.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8994675472344404784-2949099789357596896?l=pejotando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pejotando.blogspot.com/feeds/2949099789357596896/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://pejotando.blogspot.com/2012/01/compromisso-com-causa.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8994675472344404784/posts/default/2949099789357596896'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8994675472344404784/posts/default/2949099789357596896'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pejotando.blogspot.com/2012/01/compromisso-com-causa.html' title='Compromisso com a causa'/><author><name>Rogerio Oliveira</name><uri>https://profiles.google.com/108669675731056659230</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-TyrrSk5pJ8E/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAEf0/E_yoVEC_7Zk/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-zOkwSUl6OYI/TxDrZPpYZqI/AAAAAAAAEeg/WWpLCKC8fPM/s72-c/buque-de-coracao1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8994675472344404784.post-7325375905502478633</id><published>2012-01-01T18:13:00.002-02:00</published><updated>2012-01-01T18:13:47.155-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='organização'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pastoral'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='história'/><title type='text'>Tem cheiro de PJ no ar</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-WIWP0d3Pw78/TwC9ajIJ0xI/AAAAAAAAEeY/Ufx9iIkuwh0/s1600/avatar.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://3.bp.blogspot.com/-WIWP0d3Pw78/TwC9ajIJ0xI/AAAAAAAAEeY/Ufx9iIkuwh0/s200/avatar.jpg" width="106" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Janeiro de 2012 ficará marcado pela realização do 10° Encontro Nacional da Pastoral da Juventude. Pela primeira vez na região Sul do país, a cidade escolhida para acolher os jovens pejoteiros é Maringá, no Paraná, entre os dias 8 e 15.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Números redondos chamam a atenção. O fato de este ser o décimo encontro nacional, portanto, é algo marcante. Desde 1998, no quinto encontro nacional, priorizou-se a representação diocesana nestes eventos. Portanto, desde lá, sempre houve uma ou duas vagas para cada diocese brasileira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É uma oportunidade única para que tantas lideranças diocesanas, envolvidas na condução das atividades pastorais possam trocar experiências, conhecer outras possibilidades de trabalhos e voltar revigorados com as discussões, vivências e contatos que só um encontro deste porte pode proporcionar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;O caráter que se dá para o encontro nacional é celebrativo, festivo e de vivência. Diferente da Ampliada Nacional, este evento não é deliberativo, ou seja, não define projetos ou ações. Contudo, isto não torna o encontro algo vazio ou algo a ser visto como uma oportunidade de um turismo pastoral. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como disse antes, é a chance de que coordenadores e lideranças diocesanas encontrem outros coordenadores e lideranças de todos os cantos do Brasil e que permite algo que nem toda a plenitude da internet é capaz de proporcionar: o olho no olho acompanhado do abraço pejoteiro, da troca de ideias, da oportunidade de aprender e ensinar quando se está no trabalho em grupo, na plenária, na roda de violão ou no bate papo das noites culturais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Participar de um encontro nacional é algo marcante na vida de qualquer pejoteiro. Tive a grande chance de participar de dois: o quinto encontro em Salvador como participante e o oitavo em Campinas como equipe de trabalho. Tive a chance também de colaborar na elaboração do hino do sétimo encontro nacional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Interessante perceber que o 10° encontro trabalha, num outro contexto, a mesma temática do 7° encontro: o ser Igreja. E creio que seja uma temática interessante: como contribuímos, a partir do nosso caráter e do nosso jeito de ser, com a continuidade da missão profética e libertadora de Jesus Cristo? Como a Pastoral da Juventude, esparramada por este país, pode ser semente e terra boa para a continuidade desta proposta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Embora eu não possa estar neste encontro, espero ansioso pelos seus resultados. E sei que as delegações que forem para lá voltarão cheias de energia, garra e vontade de fazer mais e melhor pelo bem da juventude. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Torço que Maringá possa ter a oportunidade de fazer o melhor de todos os encontros nacionais. Torço que o cheiro de PJ se esparrame no ar. Que todos fiquem contagiados com a alegria e a esperança juvenil. Que os esforços desta galera que preparou e planejou o encontro sejam recompensados. Que assessores voltem mais motivados. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que lideranças encarnem o tema “&lt;i&gt;Somos Igreja Jovem&lt;/i&gt;” e façam rejuvenescer suas comunidades, bairros, paróquias, vilas e cidades. Que as coordenações que lá estiverem presentes se entusiasmem com o lema “&lt;i&gt;Na ciranda da vida, a nossa missão é amar sem medida&lt;/i&gt;” para que o próprio testemunho fale antes do que as palavras e que este testemunho marque outros jovens e arraste multidões. E que todos que lá estiverem presentes ou que de uma forma ou de outra tenham contato com a motivação bíblica (&lt;i&gt;Ele, tendo amado os seus, amou-os até o fim&lt;/i&gt; – Jo 13, 1) se sintam realmente iluminados por esta palavra no seu dia a dia pastoral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deixem florescer a semente pastoral por todos estes cantos do Brasil. Este ano será de muita luta, esforço, batalhas e vitórias. E, parafraseando Dom Bosco, eu posso deixar registrado que não será fácil, mas valerá a pena!&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8994675472344404784-7325375905502478633?l=pejotando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pejotando.blogspot.com/feeds/7325375905502478633/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://pejotando.blogspot.com/2012/01/tem-cheiro-de-pj-no-ar.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8994675472344404784/posts/default/7325375905502478633'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8994675472344404784/posts/default/7325375905502478633'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pejotando.blogspot.com/2012/01/tem-cheiro-de-pj-no-ar.html' title='Tem cheiro de PJ no ar'/><author><name>Rogerio Oliveira</name><uri>https://profiles.google.com/108669675731056659230</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-TyrrSk5pJ8E/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAEf0/E_yoVEC_7Zk/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-WIWP0d3Pw78/TwC9ajIJ0xI/AAAAAAAAEeY/Ufx9iIkuwh0/s72-c/avatar.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8994675472344404784.post-236201634127619768</id><published>2011-12-22T08:52:00.003-02:00</published><updated>2011-12-22T08:56:29.360-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='mensagem'/><title type='text'>Todo fim de ano é assim</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-uURFtKdUWnA/TvMKwzVN5fI/AAAAAAAAEeM/pKW0JksrkfU/s1600/quase+ano+novo.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://1.bp.blogspot.com/-uURFtKdUWnA/TvMKwzVN5fI/AAAAAAAAEeM/pKW0JksrkfU/s200/quase+ano+novo.jpg" width="181" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Todo fim de ano muita gente para alguns instantes para fazer uma avaliação do que viveu nos últimos doze meses. E reflete sobre como pretende viver as próximas 52 semanas. É tempo de novas promessas, novos compromissos, novas possibilidades. Há quem pense que tudo pode ser novo afinal e que o velho fica para trás com o ano que está quase terminando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fim de ano sempre é encarado como um fechamento de um ciclo e início de outro. Sempre nos últimos meses ou nas últimas semanas do ano é quando pensamos como serão nossos calendários de atividades, quando priorizamos nossas metas. E você? Como encara este momento?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;b&gt;“Estou esgotado”&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;O calendário consumiu você. Você teve 52 finais de semana e contabilizou 51 deles ocupados no sábado ou no domingo também. Meu amigo e minha amiga, a vida não se resume em reuniões, atividades, encontros, assembléias e seminários nos finais de semana. E além disso tudo, ainda tem escola, trabalho, parentes e namoros. Será que você aguenta mais um ano neste pique? Olhe para o próximo ano com mais carinho pela sua saúde física e mental também. Reserve finais de semana para você, sua família, amigos e amores. Não assuma tantas responsabilidades e tente priorizar atividades. Não dá para abraçar o mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;“Estou frustrado”&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Possivelmente você é o “esgotado” acima que não conseguiu dar conta de tudo aquilo a que se planejou. E é bem mais provável que encontremos mais pejoteiros aqui do que no item anterior. E isso é porque nem sempre temos o controle ou autonomia sobre aquilo que iremos fazer. E há também tarefas que nos são dadas e que inicialmente não faziam parte da nossa programação, bem como aquelas que normalmente não iríamos fazê-las ou aceitá-las, mas que são estrategicamente necessárias. Penso que você deve dividir tarefas ou atribuições com o seu grupo. Não assuma tudo para si. Se as responsabilidades são várias, você deve aprender a delegá-las. E se o seu grupo é pequeno, diminua também seu planejamento. Não faça além daquilo que pode fazer, mesmo porque, certamente, outras atividades surgirão e precisarão ser encaixadas no seu calendário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;“Acaba logo, ano velho”&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;É a sensação daqueles para quem o ano que passou trouxe muitos problemas e para aqueles que desejam que o novo ano seja, de fato, uma virada de ciclo. Sinto desapontar você. Mas o dia primeiro de janeiro, fora o fato de ser feriado, é um dia como qualquer outro. E os dias subsequentes também o são. Culturalmente queremos a virada do ciclo, como se as coisas mudassem magicamente ou astrologicamente porque houve uma mudança no calendário. Mas como dizia Gonzaguinha, “Hoje é semente do amanhã (...) nós podemos mais, vamos lá fazer o que será”. O futuro é plantado com aquilo que fazemos no nosso cotidiano. Se quisermos mudança, que sejamos nós esta mudança. Claro que problemas podem acontecer e que podemos olhar para trás e ver que muita coisa aconteceu fora daquilo que foi planejado. E é por isso que avaliamos. Faz parte da nossa metodologia pastoral. Se aprendermos com os erros e com as variáveis que não havíamos analisado, há muito mais chance do novo ano ser de fato um ano bom.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;“Vai ser um ano bom”&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;É a postura do pejoteiro que encara a novidade com o peito aberto. Não esquece dos desafios passados e olha com confiança no futuro. Não é uma confiança tola de quem não vê os prováveis e anunciados problemas. Mas é a confiança de alguém que acredita num projeto, numa proposta, sente-se animado espiritualmente e conta com a colaboração de um grupo. Pé no chão da história, passo certeiro em direção ao horizonte e as mãos na batalha do dia a dia. Assim a gente constrói o futuro. Assim a gente é semente de um novo amanhã. E assim a gente vive feliz e confiante num cotidiano bacana, cheio de surpresas e alegrias e que por conta de tudo isso que se chama PRESENTE. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Um ótimo ano para todos nós. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;object class="BLOGGER-youtube-video" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0" data-thumbnail-src="http://3.gvt0.com/vi/IHpuJ0ulvkM/0.jpg" height="266" width="320"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/IHpuJ0ulvkM&amp;fs=1&amp;source=uds" /&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF" /&gt;&lt;embed width="320" height="266"  src="http://www.youtube.com/v/IHpuJ0ulvkM&amp;fs=1&amp;source=uds" type="application/x-shockwave-flash"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8994675472344404784-236201634127619768?l=pejotando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pejotando.blogspot.com/feeds/236201634127619768/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://pejotando.blogspot.com/2011/12/todo-fim-de-ano-e-assim.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8994675472344404784/posts/default/236201634127619768'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8994675472344404784/posts/default/236201634127619768'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pejotando.blogspot.com/2011/12/todo-fim-de-ano-e-assim.html' title='Todo fim de ano é assim'/><author><name>Rogerio Oliveira</name><uri>https://profiles.google.com/108669675731056659230</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-TyrrSk5pJ8E/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAEf0/E_yoVEC_7Zk/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-uURFtKdUWnA/TvMKwzVN5fI/AAAAAAAAEeM/pKW0JksrkfU/s72-c/quase+ano+novo.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8994675472344404784.post-3604546009168323599</id><published>2011-12-08T08:24:00.001-02:00</published><updated>2011-12-08T11:37:33.718-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='identidade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='espiritualidade'/><title type='text'>PJ não reza</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-mb0D-PFRrB4/TuCRUIHfQnI/AAAAAAAAEd8/cp_Ksd5GIDY/s1600/LogoOficial.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://1.bp.blogspot.com/-mb0D-PFRrB4/TuCRUIHfQnI/AAAAAAAAEd8/cp_Ksd5GIDY/s200/LogoOficial.jpg" width="187" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sabe aquelas histórias sobre a PJ que vira e mexe a gente gasta um tempo enorme para desmentir? Se eu lhe oferecer a chance de pensar em três destas histórias, certamente uma delas será “a PJ não reza” ou “a PJ não tem espiritualidade”, não é verdade?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este caso chega a ser repetido por tantas e diferentes pessoas, que acaba se tornando parte da mitologia pejoteira: um grupo de histórias fantásticas e/ou fantasiosas que servem para explicar ou justificar para um grupo de pessoas porque a PJ é do jeito que é.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem acompanha este blog sabe que eu defendo a espiritualidade pejoteira como uma das marcas fortes de nossa identidade pastoral. E se esta é uma das características marcantes do nosso jeito de ser, é claro que este mito de que a PJ não reza é algo que nos foi atribuído e que muita gente repete por aí, mas não é algo que faça parte de nossas características.&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;E como é que nós rezamos? Nossa espiritualidade tem características bem definidas: ela é centrada na pessoa de Jesus e na sua missão, parte sempre de nossa realidade concreta e leva sempre a uma transformação pessoal, grupal e social.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas se a nossa espiritualidade é tão bem definida, como podem algumas pessoas dizer que a PJ não reza? Porque na cabeça de algumas pessoas, oração é algo extremamente individualista, que é cercado de mistério e que celebra uma relação vertical (entre a pessoa e Deus) e deixa de lado a relação horizontal (entre as pessoas). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há também aqueles que apontam para a espiritualidade como algo que esteja desligado das coisas da vida cotidiana. Herdeiros de um platonismo mal explicado, acham que só valem mesmo a pena as “coisas do alto” e que as “coisas do mundo” só servem para nos corromper.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por fim, entre os que acham que a PJ não reza há também aqueles que despiram Jesus de sua vida e de sua proposta. Para estes, Jesus é o maior dos milagreiros, quase um super mágico. E quase ignoram o que venha a ser Reino de Deus, quase sempre associado ao prêmio da vida após a morte para aqueles que se sacrificaram durante esta vida mundana, seguindo ao pé da letra regras e preceitos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então, se é assim, é fácil ter uma espiritualidade pejoteira, não é?. Infelizmente isto não é verdade. Eu já pude presenciar muitos lugares em que, de fato, a PJ não reza. E isso normalmente acontece porque não se faz a integração fé e vida de forma harmônica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já fui em tantas reuniões e encontros em que as pessoas simplesmente não param um minutinho para uma reflexão em torno dos mistérios da vida e da fé que nos motiva a seguir adiante. E tantas outras em que havia no cronograma o momento da “espiritualidade”, mas que estes eram momentos de discursos chatos que só falavam e falavam, mas não mexiam, provocavam ou motivavam as pessoas. Há pejoteiro que confunde oração com formação e despeja sobre os demais sua boa (ou má) oratória.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há pejoteiro que descuida ou que acha pouco importante a oração pessoal. Para eles, bons mesmo são os momentos em que ele reza com o grupo. Claro que estes são momentos importantes, mas não se pode abrir mão do momento de rezar sozinho. Se você é capaz de guardar cinco minutos diários para estar em sintonia com a sua própria vida, com a vida dos seus irmãos, amigos, familiares, conhecidos, pedir a Deus por eles, pedir paciência para lidar com suas relações, agradecer os momentos vividos e, como dizia o padre Zezinho, pedir a sabedoria para dizer “a palavra certa, na hora certa e do jeito certo e para a pessoa certa”, você já fez grande coisa. Isto também é alimentar diariamente sua espiritualidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É claro que estes momentos não substituem as orações em grupo ou a celebração eucarística de sua comunidade. Todas elas têm sua importância e nenhuma delas toma o lugar da outra. A PJ tem como característica enriquecer os momentos de espiritualidade em grupo com elementos que saltam aos sentidos. Há muita cor, luzes e sombras, cheiros e sabores, vida e história, sonhos e desafios, toques e movimento, música e dança, símbolos e significados presentes nestas celebrações e orações. Este é um diferencial. E isto é muito importante. Basta ver, como exemplo, o uso da Leitura Orante da Bíblia ou do Ofício Divino da Juventude.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A PJ reza? Claro que reza! Que pergunta! Mas é preciso estarmos atentos sobre o valor que damos a estes momentos e como eles são conduzidos. Momentos de espiritualidade não são “blocos” a serem preenchidos num cronograma de reunião ou encontro, mas sim elementos fundamentais para fortalecimento da nossa identidade e da nossa missão.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8994675472344404784-3604546009168323599?l=pejotando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pejotando.blogspot.com/feeds/3604546009168323599/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://pejotando.blogspot.com/2011/12/pj-nao-reza.html#comment-form' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8994675472344404784/posts/default/3604546009168323599'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8994675472344404784/posts/default/3604546009168323599'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pejotando.blogspot.com/2011/12/pj-nao-reza.html' title='PJ não reza'/><author><name>Rogerio Oliveira</name><uri>https://profiles.google.com/108669675731056659230</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-TyrrSk5pJ8E/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAEf0/E_yoVEC_7Zk/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-mb0D-PFRrB4/TuCRUIHfQnI/AAAAAAAAEd8/cp_Ksd5GIDY/s72-c/LogoOficial.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8994675472344404784.post-3891107043516127712</id><published>2011-11-29T09:36:00.001-02:00</published><updated>2011-11-29T09:43:42.269-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='nova humanidade'/><title type='text'>Ei homem, por que choras?</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-fSNGEh__fww/TtTECU57PwI/AAAAAAAAEdw/pdGawnySscU/s1600/nova+humanidade.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="169" src="http://4.bp.blogspot.com/-fSNGEh__fww/TtTECU57PwI/AAAAAAAAEdw/pdGawnySscU/s200/nova+humanidade.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Na Pastoral da Juventude falamos muito de um tal de homem novo e de uma mulher nova. Sempre foi muito tranquilo para mim falar deles. Eles sempre estiveram em meus manuais de pastoral e ouvi falar deles em várias palestras e conversas que participei. Até aqui neste blog &lt;a href="http://pejotando.blogspot.com/2010/04/nova-mulher-e-novo-homem.html"&gt;eles já apareceram&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não que eu seja masoquista, mas eu tomei um belo de um “tapa na cara” quando o teólogo e escritor Jung Mo Sung, numa conversa com militantes pastorais, disse que há muita teoria e idealização nesta história de novo homem e nova mulher. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu gosto de ser questionado. Isso me faz pensar. E refletindo mais eu posso mudar de posição ou reafirmar com maior certeza aquilo em que eu acredito. Seria então este novo homem e esta nova mulher algo irrealizável? Um horizonte utópico inalcançável?&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;A PJ sempre disse que a nova sociedade seria formada sem opressores e oprimidos, em que:&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;A mulher e o homem estivessem acima de todo poder ou projeto.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;A vida estivesse antes de qualquer outro valor ou interesse,&lt;/li&gt;&lt;li&gt;O(a) trabalhador(a) tivesse mais valor do que o capital.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;A verdade predominasse sobre a mentira e a manipulação,&lt;/li&gt;&lt;li&gt;A ética fosse mais importante que a técnica,&lt;/li&gt;&lt;li&gt;A realidade e o testemunho falassem mais alto do que os projetos e discursos.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;Isto é ponto de chegada, desejo a ser alcançado. Entre o olhar para onde se vai e chão em que se pisa há uma estrada que muitas vezes ainda não foi concluída, um caminho por onde alguns já iniciaram os passos. Mas não há graça se somente poucos traçarem este caminho. A grande festa no ponto de chegada é para muitos. E as transformações acontecem no caminho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sim. No caminho. Dizem os antigos que o melhor da festa é a preparação. A gente vive e revive, planeja e sonha com o momento final inúmeras vezes. E outras tantas vezes acaba modificando o roteiro original e por outras tantas acaba se convencendo de mudanças por conta do diálogo com outros companheiros de caminhada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E assim é nessa história de novo homem e nova mulher. A gente olha para o horizonte e os enxerga lá. Mas ele e ela já estão aqui no momento presente, sendo lapidados e testados no fogo das relações diárias. E agradeço o cutucão que o Jung nos deu quando tratou do assunto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por causa do questionamento dele, pude olhar para minha história e perceber a importância da Pastoral da Juventude na minha formação. Embora eu não me recorde de ninguém ter dito isso diretamente para mim, a PJ me ajudou a entender que o dualismo (ou é isso ou é aquilo) não é a solução pastoral. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que eu quero dizer é que ninguém é puramente razão ou emoção, objetividade ou subjetividade, homem ou mulher. Até então, eu havia aprendido que o homem é feito para o mundo e a mulher para o lar, que aos machos não é dada a fraqueza de chorar em público ou de demonstrar sentimentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Graças a Deus apareceu a PJ na minha vida para modificar esta lógica de pensamento. Uma das primeiras lembranças fortes de meus primeiros anos na pastoral é a acolhida calorosa. Abraços eram ABRAÇOS mesmo. Fortes e completos. A gente partilhava vida num simples encontro de corpos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aprendi que na PJ nenhum rapaz é constrangido quando quer mostrar o que sente. Que as garotas são grandes lideranças e conduzem, organizam e motivam encontros, formações e reuniões. Elas são tão inteiras quanto eles. Eles podem ser tão subjetivos quanto elas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aprendi também que isto tudo é processo. Que a gente, por vezes, comete falhas. E que, por isso a gente precisa programar momentos de parada e reflexão para olhar nosso chão, nossas relações, nossa estrada e nosso horizonte. E é no aqui e agora que a nova mulher é gestada, testada e acompanhada; que o novo homem é gestado, testado e acompanhado. Graças a Deus.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8994675472344404784-3891107043516127712?l=pejotando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pejotando.blogspot.com/feeds/3891107043516127712/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://pejotando.blogspot.com/2011/11/ei-homem-por-que-choras.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8994675472344404784/posts/default/3891107043516127712'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8994675472344404784/posts/default/3891107043516127712'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pejotando.blogspot.com/2011/11/ei-homem-por-que-choras.html' title='Ei homem, por que choras?'/><author><name>Rogerio Oliveira</name><uri>https://profiles.google.com/108669675731056659230</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-TyrrSk5pJ8E/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAEf0/E_yoVEC_7Zk/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-fSNGEh__fww/TtTECU57PwI/AAAAAAAAEdw/pdGawnySscU/s72-c/nova+humanidade.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8994675472344404784.post-8872942608957907926</id><published>2011-11-20T20:55:00.001-02:00</published><updated>2011-11-22T18:58:43.976-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='militância'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='metodologia'/><title type='text'>E o pejoteiro saiu a pejotar</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-kuAv1bGHZRE/TsmHl4Je-MI/AAAAAAAAEdo/bm4-EvMUNzk/s1600/semeador.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="154" src="http://1.bp.blogspot.com/-kuAv1bGHZRE/TsmHl4Je-MI/AAAAAAAAEdo/bm4-EvMUNzk/s200/semeador.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E o pejoteiro lembrou aquilo que disse Jorge Boran sobre as “etapas percorridas”. Ele olhou para a sua própria história pastoral e se admirou ao perceber que tudo então fazia sentido, desde a convocação ao grupo de jovens, a nucleação, as reuniões todos os domingos, os retiros, as discussões, as festas, as formações, os encontrões e os encontrinhos... Tudo estava claro agora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E ele lembrou também sobre o que a Carmem Lucia dizia a respeito da importância da vivência no grupo e na comunidade. E ele pode entender que tudo o que partilhou em sua capela, com aquela gente simples que celebrava e refletia sobre a vida e a missão de Jesus também fazia todo o sentido agora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi na restauração destas lembranças que ele fez memória da frase do Hilário Dick que dizia que a história de um povo é a sua coluna vertebral. Foi olhando para sua própria "coluna" que o pejoteiro percebeu que havia muito ainda para poder caminhar.&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Por fim, o pejoteiro lembrou também o que disse o Gisley: “&lt;i&gt;Vamos juntos gritar, girar o mundo. Chega de violência e extermínio de jovens&lt;/i&gt;”. O pejoteiro olhou para seu passado, sua história e olhou também para seu presente. Há tanta gente que precisa conhecer o que ele viveu, há tantos que podem fazer esta mesma experiência, mas não a fazem porque nunca ouviram falar de Pastoral de Juventude. Há tanto bem para ser feito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então o pejoteiro tomou uma decisão. Ele pegou sua Bíblia, suas fichas de dinâmicas, seus livros sobre pastoral e sobre juventude, sua pasta de cantos, seu violão e muitos papéis coloridos, fitas, panos, bandeiras, botões, cola e tesoura. Ele iria partir em missão. Tinha muitas sementes que gostaria de lançar. E o pejoteiro saiu a pejotar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Num primeiro momento chegou num grupo fantástico. A turma era dinâmica e alegre. Ele chegou e se apresentou. Embora eles não soubessem o que significava ser pejoteiro, o jovem foi acolhido de uma forma exemplar. Lá ele aprendeu e ensinou coisas. Foi uma experiência bacana estar com eles. Saiu de lá fortalecido. E deixou um grupo mais animado ainda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chegou num segundo grupo. Passou um tempo com eles. Ele falou, provocou, tocou, cantou, fez dinâmicas, mas não sentia profundidade neles. Quando parecia que a ideia lançada ali ia produzir algo, logo a proposta morria. E o pejoteiro achou suas sementes preciosas demais para serem gastos com jovens sem tanta acolhida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E partiu novamente para sua missão num terceiro grupo. E ficou bastante tempo com eles também. E foi percebendo que embora as propostas que ele chegou a lançar ali parecessem surtir algum efeito, na verdade ninguém as assumia de fato. Os jovens dali tinham tantas opções, que não priorizaram o que o pejoteiro havia proposto. Quando havia conflitos de interesses ou as datas batiam, suas propostas, embora bem acolhidas, não vingavam. E o pejoteiro achou novamente que suas sementes eram preciosas demais para serem desperdiçadas com jovens com outras prioridades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas quando chegou no quarto grupo se deparou com uma situação ainda pior. Por mais que ele insistisse, por mais criativo que ele fosse, não importava quantas piruetas desse ou quais músicas cantasse, o grupo não saia do marasmo. A proposta lançada parecia não surtir efeito. Eram como sementes jogadas num concreto seco e quente. Nada vingava ali. E o pejoteiro partiu novamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Voltou para sua capela. Precisava recarregar as baterias. Participou então de um círculo bíblico. Eles refletiam o segundo capítulo de Mateus. E um versículo soou para ele como uma epifania: “&lt;i&gt;As pessoas que têm saúde não precisam de médico, mas só as que estão doentes&lt;/i&gt;”. Foram as palavras de Jesus que lhe deram um ânimo novo. O problema não era o que fazia, as dinâmicas que usava ou a música cantada. Muito menos o problema estava na sabedoria e na vontade do pejoteiro. Era preciso tratar da doença. Ir até as causas e não olhar somente para as consequências.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A realidade de cada grupo foi pouco valorizada por ele. O problema era o “como”. Cada um dos grupos merecia um tratamento e uma abordagem diferente de acordo com o chão em que ele pisava. A semente que ele lançava era importante? Claro que era. Mas um bom agricultor sabe cuidar da terra antes do plantio. Assim, ele pode tirar as pedras, adubar e revirar aquelas pouco profundas, como também pode retirar os espinhos que sufocam as plantinhas recém brotadas e carpir o mato que brotava junto com elas. E mesmo que seja uma superfície de concreto, não há nada que o tempo, a chuva e o vento não faça brotar nas rachaduras. Há sempre de se encontrar as brechas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;E o pejoteiro, criativo como era, voltou. E antes de lançar as sementes procurou conhecer a realidade dos grupos por onde passava. Tão importante quanto apresentar a proposta e motivar sua vivência é conhecer o chão que se pisa. Só assim se pode por a mão na massa com eficiência, ousadia e confiança.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8994675472344404784-8872942608957907926?l=pejotando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pejotando.blogspot.com/feeds/8872942608957907926/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://pejotando.blogspot.com/2011/11/e-o-pejoteiro-saiu-pejotar.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8994675472344404784/posts/default/8872942608957907926'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8994675472344404784/posts/default/8872942608957907926'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pejotando.blogspot.com/2011/11/e-o-pejoteiro-saiu-pejotar.html' title='E o pejoteiro saiu a pejotar'/><author><name>Rogerio Oliveira</name><uri>https://profiles.google.com/108669675731056659230</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-TyrrSk5pJ8E/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAEf0/E_yoVEC_7Zk/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-kuAv1bGHZRE/TsmHl4Je-MI/AAAAAAAAEdo/bm4-EvMUNzk/s72-c/semeador.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8994675472344404784.post-8782475011558932040</id><published>2011-11-15T22:37:00.001-02:00</published><updated>2011-11-15T22:58:01.849-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='crisma'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Jesus Cristo'/><title type='text'>Sobre converter-se e crer na Boa Notícia</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-kDnk_lb8hpE/TsMKP8FWkbI/AAAAAAAAEdY/b-F6GZXt5GU/s1600/semaforo.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="193" src="http://2.bp.blogspot.com/-kDnk_lb8hpE/TsMKP8FWkbI/AAAAAAAAEdY/b-F6GZXt5GU/s200/semaforo.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Neste terceiro e último artigo sobre o versículo 15 do primeiro capítulo de Marcos, o trabalho é conversarmos sobre a segunda frase: “Convertam-se e acreditem na Boa Notícia”. Para aqueles que não acompanharam os dois artigos anteriores, trata-se de uma reflexão preparada para um retiro de crismandos às vésperas de receber o sacramento. A primeira parte você pode &lt;a href="http://pejotando.blogspot.com/2011/11/o-tempo-ja-se-cumpriu.html"&gt;acessar aqui&lt;/a&gt; e a &lt;a href="http://pejotando.blogspot.com/2011/11/o-reino-de-deus-esta-proximo.html"&gt;segunda, aqui&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São dois verbos em destaque no título deste artigo: &lt;b&gt;converter-se&lt;/b&gt; e &lt;b&gt;crer&lt;/b&gt;. São duas palavras chaves para falarmos de comprometimento cristão, espiritualidade pejoteira e seguimento de Jesus. Vamos falar do primeiro verbo: converter-se.&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Conversão é uma palavra que geralmente nos remete àqueles que mudaram de religião ou que aderiram a alguma (Fulano se converteu ao islamismo). Para aqueles que estão estudando para conseguir a carteira de habilitação, existem as recomendações “&lt;i&gt;Conversão à esquerda&lt;/i&gt;”, por exemplo, indicando como realizá-la. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Naquele que se converte ocorre necessariamente uma mudança. Ele muda de ponto de vista, muda de atitude, muda o pensamento, muda de lugar, muda de direção. Mas nem todas as conversões servem para explicar a proposta deste trecho do Evangelho. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existem aqueles que se convertem apenas intelectualmente ou espiritualmente. Estes passam a achar que as coisas “deste mundo” são imperfeitas demais e que boas mesmo são as coisas “do alto”. Pode haver um desprezo grande pelo corpo e um afastamento daquilo que possa representar um prazer terreno. A realização pessoal está no aprendizado intelectual ou na ritualidade dos sacrifícios diários e na relação direta com o sagrado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entretanto, se olharmos na tradição profética da Bíblia, veremos que a conversão envolve todo o nosso ser. Ela exige mudanças de postura, mas também compromisso com aqueles que sofrem. Como em Isaías 1, 16-17: “&lt;i&gt;Lavem-se, purifiquem-se, tirem da minha vista as maldades que vocês praticam. Parem de fazer o mal, aprendam a fazer o bem: busquem o direito, socorram o oprimido, façam justiça ao órfão, defendam a causa da viúva&lt;/i&gt;”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma espiritualidade vazia de compromisso é repudiada por Deus. Ela não leva a mudanças. Veja, por exemplo em Amós 5,21-24: “&lt;i&gt;Eu detesto e desprezo as festas de vocês; tenho horror dessas reuniões. Ainda que vocês me ofereçam sacrifícios, suas ofertas não me agradarão, nem olharei para as oferendas gordas. Longe de mim o barulho de seus cânticos, nem quero ouvir a música de suas liras. Eu quero, isto sim, é ver brotar o direito como água e correr a justiça como riacho que não seca&lt;/i&gt;”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olhando para a vida de Jesus, percebemos que isso foi extremamente coerente com suas práticas. A explicação dos profetas cabe perfeitamente no anúncio do Reino de Deus feito por Jesus. Quem ouve Sua proposta é provocado a tomar uma decisão: ou aceita ou rejeita.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há aqueles, porém, que ao invés de aceitarem ou rejeitarem a proposta de Jesus acabam por deturpá-la. Transformam a conversão integral à mensagem do Reino em uma conversão intelectual ou espiritual, no modelo visto acima. E isso se deve ao medo de perder privilégios. Vejam o caso do jovem rico em Mateus 19,16-22. Ele foi capaz de se converter integralmente à proposta do Reino?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você crê nisso? Acredita na Boa Notícia? Bota fé na mesma missão de Jesus descrita em Lucas 4, 18-19? “&lt;i&gt;O Espírito do Senhor está sobre mim, porque ele me consagrou com a unção, para anunciar a Boa Notícia aos pobres; enviou-me para proclamar a libertação aos presos e aos cegos a recuperação da vista; para libertar os oprimidos, e para proclamar um ano de graça do Senhor&lt;/i&gt;”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Crer na Boa Notícia é colocar o Evangelho de Jesus em prática. É olhar para as “Bem Aventuranças” (Mateus 5) e vivê-las. É refletir sobre Mateus 25, 31-46 e se sentir incomodado porque ainda não faz todo o bem como ele deve ser feito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já disse isso uma vez aqui e repito: Muita gente não terá a oportunidade na vida de folhear e refletir sobre o Evangelho escrito. Você meu caro, você minha querida são Evangelhos vivos onde estas pessoas poderão ver o testemunho de um Reino de Deus que se faz presente, mesmo que ainda não em plenitude. Vocês são sinais onde estas pessoas poderão ler esperança, fé e amor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que a conversão de vocês não seja meramente intelectual. Que suas atitudes sejam de um Evangelho vivo, encarnado, profético e libertador. Que possamos testemunhar que o Reino de Deus está próximo, porque o tempo é agora e o lugar é aqui. Vamos em frente! Coragem!&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8994675472344404784-8782475011558932040?l=pejotando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pejotando.blogspot.com/feeds/8782475011558932040/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://pejotando.blogspot.com/2011/11/sobre-converter-se-e-crer-na-boa.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8994675472344404784/posts/default/8782475011558932040'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8994675472344404784/posts/default/8782475011558932040'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pejotando.blogspot.com/2011/11/sobre-converter-se-e-crer-na-boa.html' title='Sobre converter-se e crer na Boa Notícia'/><author><name>Rogerio Oliveira</name><uri>https://profiles.google.com/108669675731056659230</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-TyrrSk5pJ8E/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAEf0/E_yoVEC_7Zk/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-kDnk_lb8hpE/TsMKP8FWkbI/AAAAAAAAEdY/b-F6GZXt5GU/s72-c/semaforo.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8994675472344404784.post-1715051010834797212</id><published>2011-11-08T15:59:00.000-02:00</published><updated>2011-11-08T15:59:14.202-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Reino de Deus'/><title type='text'>O Reino de Deus está próximo</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-YvUNq46yA8s/TrltIo7Ua6I/AAAAAAAAEdQ/bpPh_XpUBIg/s1600/reinodedeus.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="97" src="http://3.bp.blogspot.com/-YvUNq46yA8s/TrltIo7Ua6I/AAAAAAAAEdQ/bpPh_XpUBIg/s200/reinodedeus.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://pejotando.blogspot.com/2011/11/o-tempo-ja-se-cumpriu.html"&gt;No último artigo&lt;/a&gt; eu havia comentado sobre o “tempo que já se cumpriu” e apresentei algumas reflexões a respeito do significado desta expressão. Ela está contida versículo 15 do primeiro capítulo do Evangelho de Marcos. A primeira parte deste versículo diz: “O tempo já se cumpriu, e o Reino de Deus está próximo”. O versículo inteiro era a temática de uma fala que eu faria para um grupo de crismandos que vão receber o sacramento pelos próximos dias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As reflexões de hoje vão com a continuidade da frase acima: “O Reino de Deus está próximo”. Em torno desta expressão, muitas outras bem bonitas também surgiram e outras se agregaram: Civilização do Amor, Terra sem males, por exemplo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na cabeça de um jovem de pastoral da juventude está a ideia clara de que é necessário e urgente espalhar e viver esta proposta de que o Reino de Deus está próximo. A questão toda, porém, é como vamos colocar em prática esta ideia.&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Desde o começo da minha militância pastoral, eu sempre usei a expressão “construir o Reino de Deus”. Gosto do verbo construir. Dá a ideia de algo feito em grupo, mutirão, algo que aos poucos vamos deixando do jeito que deve ser.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem perceber, eu também alimentei por bastante tempo a expressão “horizonte do Reino de Deus”. Trabalhava a ideia de Eduardo Galeano (já expressa &lt;a href="http://pejotando.blogspot.com/2011/02/por-que-voce-caminha.html"&gt;aqui no blog&lt;/a&gt;) de que o horizonte serve para te fazer caminhar, mesmo que você nunca o alcance. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Percebem a contradição entre as expressões? Quem constrói algo, quer ver aquilo pronto, acabado, pleno. Quem caminha em direção a um horizonte, nunca chegará nele, por mais que ande e gaste a sola do sapato. Percebem? Pois bem, eu custei a perceber. E usava livremente as duas expressões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi numa palestra com o teólogo e escritor Jung Mo Sung que eu me dei conta desta diferença. Nem eu, nem você, nem ninguém próximo ou distante de nós construiu, constrói ou construirá o Reino de Deus. Temos nossas limitações, falhas e instituições imperfeitas. Quando tentamos consertar uma demanda, surgem outras demandas novas para serem trabalhadas. Quem quiser maiores detalhes sobre esta abordagem, sugiro o livro “&lt;i&gt;Deus em nós&lt;/i&gt;” de Jung Mo Sung e Hugo Assmann.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A percepção de “horizonte do Reino de Deus” é mais factível e próxima a nós. Não pelo lado de que a gente nunca chega lá, mas pelo aspecto de que quando caminhamos em sua direção, vamos tornando nossas relações, instituições e a nós mesmos mais próximos daquilo que sonhamos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O tempo se cumpriu e o Reino de Deus está próximo. Há, então, alguma maneira de torná-lo mais próximo? Há como viver experiências deste Reino no aqui e no agora? Como eu já disse aqui no blog, o Reino é um “já, ainda não”. Um presente que ainda não alcançou a plenitude nem a realização definitiva (Cf. Lc 21,31).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É um “já”, porque podemos lançar sementes desta experiência na transformação de nossas próprias vidas e de nossas relações. Fazemos experiência deste Reino quando a solidariedade, o amor e a compaixão tomam contam de nossas vidas. Quando ajudamos a transformar a vida de alguém. Quando as práticas de libertação se mostram eficientes. Quando participamos de uma comunidade que vive aquilo que celebra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É um “ainda não” porque nossas práticas são limitadas, os resultados nem sempre são duradouros, novos problemas surgem todos os dias e consequentemente novos desafios também. É um “ainda não” porque o Reino é de Deus e só ele é perfeito. É um “ainda não”, porque precisamos caminhar e construir muito ainda para que a vida seja valorizada e as instituições sejam mais humanas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Reino está próximo. É preciso, portanto, caminhar em direção a ele. Quem fica parado, não faz a diferença. Quem não se movimenta, não deixa que estas sementes do Reino se espalhem. É preciso por o pé na estrada e caminhar. Um passo de cada vez, um seguido do outro. E transformando a realidade por onde a gente passar.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8994675472344404784-1715051010834797212?l=pejotando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pejotando.blogspot.com/feeds/1715051010834797212/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://pejotando.blogspot.com/2011/11/o-reino-de-deus-esta-proximo.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8994675472344404784/posts/default/1715051010834797212'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8994675472344404784/posts/default/1715051010834797212'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pejotando.blogspot.com/2011/11/o-reino-de-deus-esta-proximo.html' title='O Reino de Deus está próximo'/><author><name>Rogerio Oliveira</name><uri>https://profiles.google.com/108669675731056659230</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-TyrrSk5pJ8E/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAEf0/E_yoVEC_7Zk/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-YvUNq46yA8s/TrltIo7Ua6I/AAAAAAAAEdQ/bpPh_XpUBIg/s72-c/reinodedeus.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8994675472344404784.post-5616728393713539159</id><published>2011-11-01T10:01:00.002-02:00</published><updated>2011-11-01T10:01:46.495-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='crisma'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Jesus Cristo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='tempo'/><title type='text'>O tempo já se cumpriu</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-HahoJVJhACk/Tq_ecTa3ZII/AAAAAAAAEdI/qUu9GhmyAGE/s1600/tempoescorre.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://1.bp.blogspot.com/-HahoJVJhACk/Tq_ecTa3ZII/AAAAAAAAEdI/qUu9GhmyAGE/s200/tempoescorre.jpg" width="140" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Comigo isso já aconteceu algumas vezes. Fui convidado para falar com um grupo, acertamos as datas, fechamos o tema e eu fui pensar na metodologia a ser adotada no dia. Algumas semanas depois sou avisado de que, por algum problema, na data já estabelecida não poderia ser realizado o tal encontro. Quando vamos verificar na agenda, a nova data não seria possível para mim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois é. Isso aconteceu há poucas semanas novamente. O grupo para quem eu iria falar era uma turma bacana de crismandos que estão a poucos dias de receber o sacramento da confirmação. E haviam me pedido para falar do compromisso do jovem crismado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu já fui catequista de crisma por alguns anos. É uma experiência formativa muito boa. E conheço um pouco deste universo, embora cada grupo seja diferente e cada geração nova apresente um novo desafio. Eu tinha claro para mim que a mensagem tinha que ser clara e direta, fácil de entender, mas desafiadora.&lt;/div&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Lembrei de um texto que meu assessor havia me dado quando eu tinha 20 e poucos anos. Ele trabalhou a questão da centralidade da mensagem de Jesus e da boa notícia que Ele transmitiu. Até aí tudo bem, nenhuma novidade. Mas o fascínio todo do texto é que ele trabalhou o tema a partir de um único versículo bíblico. Está em Marcos, capítulo 1, versículo 15.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então pensei a minha fala a partir também deste versículo. Ele tem quatro ideias chaves que eu pretendia trabalhar com a turma. Como não foi possível estar com eles e trabalhar com esta chave bíblica, vou sistematizar as ideias e mandá-las por aqui. Quem sabe possa ser útil para alguém, não é?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O versículo diz assim: “O tempo já se cumpriu, e o Reino de Deus está próximo. Convertam-se e acreditem na Boa Notícia”. Esta fala é dita por Jesus, após os 40 dias no deserto, no início de sua “vida pública”, após a prisão de João Batista. São quatro as ideias que gostaria de trabalhar com os crismandos: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;ol style="text-align: justify;"&gt;&lt;li&gt;O tempo já se cumpriu&lt;/li&gt;&lt;li&gt;O Reino de Deus está próximo&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Convertam-se&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Acreditem na Boa Notícia&lt;/li&gt;&lt;/ol&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quando se diz que o tempo se cumpriu, tem-se a ideia de que algo está pronto ou terminado, ou que o tempo se esgotou. Afinal, de que tempo estamos falando? Seria o tempo do nosso relógio? Do calendário na nossa parede?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este tempo do relógio é o tempo cronológico. Segundos, minutos e horas. Dias, meses e anos. O próximo instante engole este. Estamos sempre atrasados ou “perdendo tempo”, sempre envelhecendo, sempre defasados diante das novidades. Não. Não é deste tempo que o Evangelho trata. Ele fala de um tempo que se cumpre, de algo que era esperado e apareceu. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sabe aquela história de que “agora é tempo de feijão”, “está no tempo de colher milho”, “a laranja lima baixou de preço na feira porque agora é tempo dela”? Não é um tempo quantificado. É um tempo qualificado, propício, adequado, de preparação, colheita e frutificação dos dons.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O tempo se torna pleno com a mensagem de Jesus. Até o próprio tempo cronológico tenta absorver esta ideia, dividindo os anos antes e depois de Cristo. Mas não estamos falando de Chronos! Estamos falando de Kairós, o tempo adequado, em plenitude. O tempo do amadurecimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando tempo se cumpriu, Jesus apareceu em público e começou a organizar um movimento. Quando o tempo ficou maduro para Ele, foi que resolveu que era a hora de partir para a ação, de refletir mais profundamente com o povo, de apontar o que estava errado e anunciar qual era o desejo de Deus.&lt;br /&gt;Quem se crisma, assume que está preparado para ser testemunha desta mesma proposta de Jesus. Quem se crisma, é porque percebeu que este é o momento de dar-se em público, por uma vida de justiça, fraternidade e amor ao próximo, de agir segundo as propostas do Reino de Deus. E é hora de colher frutos também. Há tempos que se espera pelo seu sim. Será agora o momento de dá-lo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo o tempo kairológico também precisa ser aproveitado de maneira adequada, afinal não dura para sempre. Mesmo o fruto maduro, tem o seu momento certo. Se passar muito tempo para ser colhido, não cumpriu com a sua finalidade. Zé Vicente, um cantor pastoral bem conhecido pela PJ, disse muito bem numa de suas composições sobre o tempo maduro que devemos aproveitar:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“É esta a nossa hora e o tempo é pra nós. Que chegue em todo o canto a nossa voz. Miremos bem no espelho da memória. Faremos jovem e linda nossa história”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOGGER-youtube-video" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0" data-thumbnail-src="http://2.gvt0.com/vi/qsaeKSwTa5o/0.jpg"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/qsaeKSwTa5o&amp;fs=1&amp;source=uds" /&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF" /&gt;&lt;embed width="320" height="266"  src="http://www.youtube.com/v/qsaeKSwTa5o&amp;fs=1&amp;source=uds" type="application/x-shockwave-flash"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;No próximo artigo a gente continua a reflexão! Até lá!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8994675472344404784-5616728393713539159?l=pejotando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pejotando.blogspot.com/feeds/5616728393713539159/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://pejotando.blogspot.com/2011/11/o-tempo-ja-se-cumpriu.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8994675472344404784/posts/default/5616728393713539159'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8994675472344404784/posts/default/5616728393713539159'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pejotando.blogspot.com/2011/11/o-tempo-ja-se-cumpriu.html' title='O tempo já se cumpriu'/><author><name>Rogerio Oliveira</name><uri>https://profiles.google.com/108669675731056659230</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-TyrrSk5pJ8E/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAEf0/E_yoVEC_7Zk/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-HahoJVJhACk/Tq_ecTa3ZII/AAAAAAAAEdI/qUu9GhmyAGE/s72-c/tempoescorre.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8994675472344404784.post-8342888722794729463</id><published>2011-10-26T09:09:00.000-02:00</published><updated>2011-10-26T09:09:45.777-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='grupo de jovens'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='dinâmicas'/><title type='text'>Olhar, sentir-se e ouvir</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-27o3UN-aPFU/TqfqIPrA31I/AAAAAAAAEc8/VHZTqC52dIc/s1600/gvgo.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://4.bp.blogspot.com/-27o3UN-aPFU/TqfqIPrA31I/AAAAAAAAEc8/VHZTqC52dIc/s200/gvgo.jpg" width="178" /&gt;&lt;/a&gt;Um dia eu tive a intenção de ter um segundo blog. Diferente deste, era um blog prático, algo como um repositório, um baú, de onde as pessoas poderiam tirar novas ideias e velhas lembranças. Porém, seria igual a este blog também. Igual no sentido de que serviria para a pastoral da juventude animar seus encontros.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Um dia esta intenção se tornou vontade. E esta vontade se transformou em páginas de blog. E eu criei o “Dinâmicas para grupos de Pastoral da Juventude”. Em dois, três dias eu havia colocado algumas dinâmicas lá. Mas não divulguei publicamente.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O motivo foi simples. Ele não era um baú cheio. E ainda não é. São 31 dinâmicas presentes lá. Pouca coisa mesmo. Então resolvi fazer algo diferente da proposta original. Hoje os dois blogs irão “conversar”.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;Há uma dinâmica que sempre uso e que eu fiz questão de deixar disponível lá. Chama-se GVGO. Quem quiser consultá-la é só entrar em &lt;a href="http://dinamicaspj.blogspot.com/2010/06/gvgo-grupo-de-verbalizacao-e-de.html"&gt;http://dinamicaspj.blogspot.com/2010/06/gvgo-grupo-de-verbalizacao-e-de.html&lt;/a&gt;. Acho que é uma dinâmica muito interessante porque permite que a gente trabalhe o olhar crítico, a empatia e o saber ouvir. A ideia deste artigo é comentar estes aspectos da dinâmica.&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Um primeiro olhar sobre a dinâmica diz respeito à disposição dos participantes. São dois círculos concêntricos, um dentro do outro. A turma que está na roda de dentro são os atores, eles verbalizam. A turma que está do lado de fora são espectadores, eles observam. Mas a ideia de dois círculos é pedagógica além daquilo que se vive nesta dinâmica. É uma prática da PJ que coloca a todos num mesmo patamar de igualdade em importância. O olhar de um se volta para todos, independente de quem seja.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A dinâmica poderia acontecer como num teatro. Quem verbaliza fica numa posição mais alta, num palco por exemplo, e quem observa ficaria num local mais baixo, com olhares somente para o primeiro grupo. Mas a atividade não é assim. O fato do circulo interno estar tão próximo do círculo externo permite que o segundo grupo tenha a sensação de estar envolvido nos acontecimentos ali simulados, sem no entanto participar ativamente deles.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Já utilizei desta dinâmica com diversos fins: para tratar de um uso adequado da metodologia nas reuniões, da postura das lideranças, da presença da assessoria, para estimular a discussão de um tema ou para trabalhar na resolução de conflitos, por exemplo. Talvez um bom segredo para que a atividade dê certo seja criar um clima de liberdade para expressar opiniões ou interpretar papéis. Há quem vá para a verbalização com a intenção definida de ser o “chato”. Como a coordenação daquele grupo que verbaliza consegue lidar com uma figura assim?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para o grupo de observação, sugere-se que sejam anotados todos os fatos percebidos como importantes para retorno. Que eles sejam estimulados a tentarem se colocar no lugar daqueles que verbalizam. Por que Fulano tomou tal atitude? Se Beltrano tivesse sido mais firme na sua argumentação, a discussão teria tomado outro rumo? Para aquele que conduz a dinâmica, a dica é que seja o último a falar, seja para dar o fechamento do tema, seja para encaminhar a próxima atividade.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A grande sacada, porém, é a inversão de papéis. Quem verbalizava passa a observar e vice versa. Pessoalmente, antes da mudança, eu costumo conduzir a análise do primeiro grupo que verbalizou. O motivo é bem simples. Percebendo os erros e acertos do primeiro grupo, o segundo tende a atenuá-los ou corrigi-los e nesta tentativa podem surgir situações novas que caibam bem numa segunda discussão.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Outro gancho que pode ser dado nesta opção é de como é importante valorizar o entendimento histórico. Ninguém poderia cair no mesmo erro duas vezes se teve a oportunidade de entender como a primeira falha se deu. E se, porventura, caiu na mesma cilada, é importante que se discuta o porquê.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Além de trabalhar o olhar crítico e a empatia, outra vantagem desta dinâmica é ajudar o grupo a aprender a ouvir os outros. Quem fala demais vai se esforçar a ficar calado e observando quando estiver no círculo de fora. E esta mesma pessoa depois que atuou no círculo interno, terá de escutar as observações de quem estava do outro lado.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Olhar crítico, empatia e saber ouvir. Três características que queremos desenvolver nas lideranças pastorais. Três qualidades fundamentais para o bom líder comunitário e grupal. Três contribuições que uma dinâmica simples pode dar se soubermos aplicá-la bem. Desejo bons resultados para quem for utilizá-la!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8994675472344404784-8342888722794729463?l=pejotando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pejotando.blogspot.com/feeds/8342888722794729463/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://pejotando.blogspot.com/2011/10/olhar-sentir-se-e-ouvir.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8994675472344404784/posts/default/8342888722794729463'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8994675472344404784/posts/default/8342888722794729463'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pejotando.blogspot.com/2011/10/olhar-sentir-se-e-ouvir.html' title='Olhar, sentir-se e ouvir'/><author><name>Rogerio Oliveira</name><uri>https://profiles.google.com/108669675731056659230</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-TyrrSk5pJ8E/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAEf0/E_yoVEC_7Zk/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-27o3UN-aPFU/TqfqIPrA31I/AAAAAAAAEc8/VHZTqC52dIc/s72-c/gvgo.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8994675472344404784.post-5274410062077940351</id><published>2011-10-16T21:38:00.000-02:00</published><updated>2011-10-16T21:38:08.427-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='metodologia'/><title type='text'>Qualquer método serve para a PJ?</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-wsrfQCvxB_k/TptqrPDB26I/AAAAAAAAEcw/7oh_NZSz4qo/s1600/m%25C3%25A9todo.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="145" src="http://1.bp.blogspot.com/-wsrfQCvxB_k/TptqrPDB26I/AAAAAAAAEcw/7oh_NZSz4qo/s200/m%25C3%25A9todo.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Trabalhamos com jovens e fazemos parte de uma organização chamada Pastoral da Juventude. Nossas práticas pastorais têm como marca principal sermos sinais presentes do Reino de Deus na vida dos jovens e nas relações criadas com eles e por eles. E se é para sermos sinais que sejamos claros naquilo que transmitimos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É certo, porém, que nem sempre conseguimos ser perfeitos. Algumas atitudes que tomamos são anti-evangélicas e contrárias ao protagonismo juvenil. Mas uma grande graça divina é que contamos com a correção fraterna de companheiros e companheiras que nos ajudam a melhorar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas se o erro for discreto ou envolvido numa "capa" bem pejoteira? Será que ele passaria sem ser percebido? Será que atrapalharia os trabalhos pastorais? Será que, mesmo com ele, conseguiríamos atingir um objetivo cristão real e autêntico?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aos meios e maneiras que usamos para chegar a um determinado fim, damos o nome de métodos. Na Pastoral da Juventude, um método com elementos anti-evangélicos pode nos ajudar a chegar a um resultado evangélico? Vejamos alguns exemplos &lt;em&gt;(Todos reais, mas adaptados a partir de diferentes histórias)&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;1° Caso&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Uma coordenação paroquial de PJ tem na sua organização o trabalho com 10 grupos de jovens de diferentes comunidades. O pároco tem confiança nesta coordenação e deu a eles carta branca. Este grupo acredita que são eles tem a obrigação de dar a linha pastoral que será seguida pelos grupos. Por esta razão, eles usam das suas reuniões para dar uma cara ao planejamento e que este possa ser seguido pelos  grupos de base, afinal eles são a autoridade pastoral. E eles acreditam que não devem ter a falsa modéstia de ignorar este fato. Eles se acham importantes sim, porque o peso da organização da PJ na paróquia cabe primeiro a eles.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A falha metodológica aqui é achar que existe um grupo pensante e um grupo executante; que uns dão a linha e outros seguem; que a coordenação é mais importante que os grupos porque os primeiros são “planejadores”; e, o pior, é um tipo de planejamento baseado na “autoridade” ou no “poder” concedido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;2° Caso&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Um assessor disse numa assembléia setorial de pastoral da juventude que não havia a possibilidade de que aquele grupo pudesse pensar num planejamento de três anos. Disse que a juventude está numa mudança constante. E num intervalo de tempo tão longo, muitas coisas na conjuntura juvenil e mesmo eclesial podem acontecer. Ele afirmou que é preciso que a PJ trabalhe com seus planejamentos em curto ou curtíssimo prazo, levando sempre em conta, também, as transformações juvenis e eclesiais. E que nesta “conjuntura eclesial”, é preciso, mesmo que alguns não admitam publicamente, observar o “andar” dos movimentos de juventude, das outras pastorais e das novas comunidades, que juntamente com a PJ compõe o Setor Juventude. Disse que é preciso olhar para eles e aprender com os erros deles sobre como ter relevância no ambiente eclesial. Quem não tem relevância é excluído.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por baixo de uma aparente boa intenção há duas falhas neste discurso do assessor. Apesar das mudanças eclesiais e juvenis, é importante ter um olhar a médio e longo prazo no planejamento pastoral. Quem só pensa em prazos curtos dificilmente consegue realizar mudanças que, necessariamente, demandariam mais tempo. Dificilmente consegue realizar o que chamamos de processos pastorais. E a outra falha é pensar nosso agir pastoral em razão da caminhada de outros grupos e das falhas por eles cometidas. Quem tem relevância não é quem comete menos erros, mas quem tem um trabalho importante. E isso, tenho certeza plena que nós pejoteiros temos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;3° Caso&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Quando pensarmos o nosso planejamento é preciso sempre focar o horizonte em que queremos chegar. Esta perspectiva nos aponta para onde devemos seguir. E, como criatividade é marca registrada da PJ, para atingir este horizonte, precisamos moldar formas criativas para nossas atividades cotidianas.&lt;br /&gt;É o horizonte que conta. Tropeços no caminho sempre existirão. Mas o foco no nosso objetivo não pode sair de frente. Dele, não podemos abrir mão.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse é o discurso mais bonito até aqui. E o mais maquiavélico também. Por trás desta fala meiga de horizontes e criatividades (e que já vi muitos amigos meus reproduzirem) está uma lógica não admitida de que os fins podem justificar os meios. Há duas coisas mais importantes que o “horizonte” (ou situação almejada ou ainda situação final): você parte de que realidade? E qual é o caminho que vai percorrer? Nem todo caminho serve para o Reino de Deus, mesmo que você o esteja procurando. Não se pode, por exemplo, prejudicar a imagem de um grupo do movimento XYZ com mentiras, para conseguir o financiamento para um retiro do seu grupo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;4° Caso&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Quem planeja sozinho, erra. Quem planeja com poucos erra. Ninguém assume plenamente algo que não ajudou a criar. Se valorizamos o caminhar da juventude, não podemos fazer Pastoral “para” a Juventude. E quando planejamos, há três passos que não podemos abrir mão: o chão em que pisamos, o horizonte para o qual caminhamos e a massa na qual colocamos as mãos. Sem ver a realidade criticamente e sem entender como a luz do horizonte ilumina esta realidade para podermos agir com maior eficácia, nosso possível planejamento é um fio no qual nos agarramos para não cair no buraco. Fatalmente falhará.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Queremos chegar no nosso destino indo pelo melhor caminho. E esse é o caminho pastoral que estamos traçando a quase quarenta anos. Ver. Julgar. Agir. Já ouvi relatos de gente dizendo que este é um método  ultrapassado. Como não falei diretamente com a pessoa, não tive como entender seu ponto de vista e argumentar com o meu modo de ver. Talvez esta pessoa não tenha compreendido toda a riqueza do método. E este é um assunto que não se esgota aqui. Já foi tema de &lt;a href="http://pejotando.blogspot.com/2010/07/pensando-as-reunioes-parte-2.html"&gt;artigo neste blog&lt;/a&gt; e certamente voltará a ser assunto. O método é uma das &lt;a href="http://pejotando.blogspot.com/2011/01/sete-maravilhas-da-pj.html"&gt;maravilhas da PJ&lt;/a&gt; e marca importante da &lt;a href="http://pejotando.blogspot.com/2011/10/tem-sentido-ser-pj-hoje-em-dia.html"&gt;nossa identidade&lt;/a&gt;. Saibamos usá-lo bem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8994675472344404784-5274410062077940351?l=pejotando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pejotando.blogspot.com/feeds/5274410062077940351/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://pejotando.blogspot.com/2011/10/qualquer-metodo-serve-para-pj.html#comment-form' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8994675472344404784/posts/default/5274410062077940351'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8994675472344404784/posts/default/5274410062077940351'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pejotando.blogspot.com/2011/10/qualquer-metodo-serve-para-pj.html' title='Qualquer método serve para a PJ?'/><author><name>Rogerio Oliveira</name><uri>https://profiles.google.com/108669675731056659230</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-TyrrSk5pJ8E/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAEf0/E_yoVEC_7Zk/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-wsrfQCvxB_k/TptqrPDB26I/AAAAAAAAEcw/7oh_NZSz4qo/s72-c/m%25C3%25A9todo.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8994675472344404784.post-3262390411983798342</id><published>2011-10-03T18:59:00.001-03:00</published><updated>2011-10-04T19:34:06.137-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='utopia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pastoral'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='identidade'/><title type='text'>Tem sentido ser PJ hoje em dia?</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-ir-AOK2AgR8/ToouUJdFfpI/AAAAAAAAEcs/WPJ-oYLQHuE/s1600/fim+est%25C3%25A1+proximo.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://4.bp.blogspot.com/-ir-AOK2AgR8/ToouUJdFfpI/AAAAAAAAEcs/WPJ-oYLQHuE/s200/fim+est%25C3%25A1+proximo.jpg" width="122" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Vez ou outra surgem alguns profetas do fim dos tempos anunciando a morte da PJ. Uma vantagem de se ter a idade que eu tenho e de ter passado tanto tempo na vida pastoral é saber que estes profetas são frequentes ao longo da história. E que nem sempre suas profecias são cem por cento erradas e nem cem por cento certas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É certo que estes tais profetas falam a partir da visão de mundo que eles tem. E a partir dos interesses que os motivam a falar. Há também aqueles que fazem tais anúncios como forma de provocação. E a estes eu recomendo que se escute. Provocações são boas porque nos fazem reagir. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há quem fale, por exemplo, da sua realidade local de Pastoral da Juventude. Dos grupos que estão desarticulados, dos jovens desmotivados e das assessorias perdidas. É fácil ser profeta do fim do mundo num contexto assim. É a tal da crônica da morte anunciada. &lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Mas onde alguns enxergam problemas, outros enxergam possibilidades. Um profeta assim, que cutuca sobre o fim da PJ de determinado local, pode mexer com os brios, com o orgulho da galera que ajudou a construir e a fazer aquela história. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem fala do fim da PJ pode parecer que é também um frustrado em termos pastorais. O que isto significa? Que o sujeito perdeu todas as suas esperanças neste modo pastoral de agir e só enxerga o lado negativo. Volto a dizer, quem só vê o lado bom das coisas, não ajuda o grupo a avançar, porque pode haver buracos ou desfiladeiros adiante que o excesso de otimismo impede de enxergar. Por outro lado, um negativismo exagerado é um mal também. Afinal ninguém gosta de ficar do lado de um chato.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas enfim, há algum sentido nestas profecias de fim da PJ? Sim, há sentido sim. Se olharmos para trás, nestes quase quarenta anos de pastoral, veremos que muita coisa está diferente. Se você olhar aí para sua realidade verá que as soluções de cinco ou dez anos atrás não funcionam tão bem hoje em dia. Ou seja, foi preciso mudar, adaptar-se aos tempos novos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Falava outro dia com amigos pejoteiros que é muito mais claro para mim hoje o jeito de fazer pastoral do que quando eu estava na coordenação diocesana. Hoje, as assembléias, os encontros, os cursos, tem uma lógica e uma maneira de se encaminhar as decisões que são diferentes para mim. Antes, tudo eram atividades que precisavam ser cumpridas. Hoje, estas atividades estão claramente dispostas dentro de um processo. Cada uma delas tem uma contribuição a dar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por exemplo, quem faz assembleia para simplesmente eleger um representante ou secretário, perdeu uma oportunidade fantástica de articulação pastoral ou discussão e encaminhamentos de rumos da PJ. Hoje, as novas lideranças cobram mais os porquês das atividades e os para quês também. E isso é formidável. Aquela PJ que tínhamos há doze, quinze anos, não é mais a mesma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por outro lado, os desafios que aparecem hoje no nosso quintal são diferentes também. Diferentes ou mais gritantes. Falávamos antes, por exemplo, que pastoral é o agir da Igreja num determinado campo. Esta era uma definição que cabia bem para a PJ. Será que ainda faz sentido dizer hoje que Pastoral da Juventude é a ação da Igreja para, com e pela juventude? Se hoje estamos dentro de uma organização chamada Setor Juventude da qual somos parte e muitas vezes não damos a linha, e outras tantas vezes pouco podemos contribuir, será preciso revisar o que significa ser “Pastoral”? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu já disse algumas vezes para amigos pejoteiros que se fosse necessário mudar o nome de Pastoral da Juventude, entendida como a ação pastoral que eu desempenho, para qualquer outra coisa (fosse Setor Juventude, Movimento Juvenil, Ação da Juventude, por exemplo), eu aceitaria a mudança DESDE QUE a essência permanecesse a mesma. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E PJ tem essência? Claro que tem! São opções fundamentais das quais não podemos abrir mão sob risco de nos descaracterizarmos. São estas opções que nos dão a nossa Identidade. E identidade não é algo que ganhamos, mas é algo que construímos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando falamos, entre outras coisas, na opção pedagógica por pequenos grupos, pelo uso do método ver julgar agir rever e celebrar, da importância da formação integral, da centralidade da proposta de Jesus que ele encarnou em sua própria vida e que hoje nos motiva a continuar, falamos de opções necessárias para a Igreja e para o mundo juvenil. Falamos de identidade pejoteira. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E reafirmamos que, independente das mudanças que o tempo nos obrigue a realizar, estas opções são marcas que levamos adiante. São expressões que gritam de volta para os profetas do fim do mundo que a PJ vive. São afirmações que ajudam os pessimistas a refletirem, que reanimam os caídos e as sem forças. “&lt;i&gt;Apesar de todo cansaço, de toda decepção e amargura, não temos o direito de perder a esperança; a desesperança é heresia!&lt;/i&gt;”, disse Dom Pedro Casaldáliga. Por isso, vamos embora, andar, pejoteiros e pejoteiras. Identidade se faz com opções sim, mas olhando também os gritos e necessidades do mundo ao nosso redor. E quem anda, amplia o olhar. Há muita necessidade de PJ por aí. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8994675472344404784-3262390411983798342?l=pejotando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pejotando.blogspot.com/feeds/3262390411983798342/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://pejotando.blogspot.com/2011/10/tem-sentido-ser-pj-hoje-em-dia.html#comment-form' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8994675472344404784/posts/default/3262390411983798342'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8994675472344404784/posts/default/3262390411983798342'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pejotando.blogspot.com/2011/10/tem-sentido-ser-pj-hoje-em-dia.html' title='Tem sentido ser PJ hoje em dia?'/><author><name>Rogerio Oliveira</name><uri>https://profiles.google.com/108669675731056659230</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-TyrrSk5pJ8E/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAEf0/E_yoVEC_7Zk/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-ir-AOK2AgR8/ToouUJdFfpI/AAAAAAAAEcs/WPJ-oYLQHuE/s72-c/fim+est%25C3%25A1+proximo.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8994675472344404784.post-2045844683461265628</id><published>2011-09-26T08:07:00.001-03:00</published><updated>2011-09-26T11:03:59.417-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pastoral'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='bíblia'/><title type='text'>Ler pra quê?</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-jQ3dXafh4Vc/TnlL97X1D4I/AAAAAAAAEco/wfnJnTJqcTg/s1600/biblia_juventude_cebi1.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="102" src="http://2.bp.blogspot.com/-jQ3dXafh4Vc/TnlL97X1D4I/AAAAAAAAEco/wfnJnTJqcTg/s200/biblia_juventude_cebi1.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Queridos amigos e queridas amigas, leitores e leitoras deste blog, a satisfação em partilhar este texto com vocês é enorme. O companheiro José Luiz Possato Júnior, da lista da PJ e do &lt;a href="http://osperegrinos.blogspot.com/"&gt;blog "Os peregrinos"&lt;/a&gt;, foi convidado e aceitou prontamente a tarefa de partilhar conosco um texto sobre Bíblia e Juventude. Mas ele fez mais do que isso. Conseguiu condensar num texto de quase duas páginas um exemplo de motivação e comprometimento com a leitura bíblica. Mas não vou adiantar mais nada do que ele escreveu. A leitura é fácil, prazerosa e instigante. Valeu Possato!!!&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;+-+-+-+-+-+-+-+-+-+-+-+-+-+-+-+-+-+-+-+-+&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;De tudo o que passarei a discorrer agora, guarde principalmente isto: ler a Bíblia é comprometer-se. Não é que as outras coisas não tenham importância, mas tenho pressa de chegar ao que realmente interessa. Além disso, é como diz aquela canção sobre o profeta: “Tenho que gritar! Ai de mim, se não o faço!”&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Irrita-me o falso zelo pela Bíblia. Dizem por aí que ela é a Palavra de Deus, que devemos reverenciá-la, que nela se encerra toda a Verdade etc. Mas o que vejo em nossos grupos é a sua leitura, muitas vezes, servindo apenas para iniciar as reuniões. Pensa-se garantir, assim, um momento de espiritualidade para introduzir os temas que “realmente interessam”. Em vez de colocá-la no centro das reflexões, servindo como um norte, um guia, fazem dela um “aperitivo a ser servido antes do prato principal”. Ignora-se, com isso, seu verdadeiro papel: iluminar as situações do dia-a-dia, especialmente aquelas onde a vida do povo encontra-se oprimida.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ler a Bíblia deve transformar-nos. Caso contrário, não estamos lendo a Palavra de Deus. Claro, para que isso aconteça, muito depende da nossa abertura ao texto. Se nossa atitude não é de escuta, nada assimilaremos do que está diante de nossos olhos. Mas vejamos o que diz o profeta Isaías: “A palavra que sai de minha boca não volta para mim sem efeito, sem ter realizado o que eu quero e sem ter cumprido com sucesso a missão para a qual eu a mandei” (Is 55,11). A verdadeira Palavra de Deus incomoda, inquieta, desinstala, faz pensar e faz agir.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Esse incômodo, esse compromisso não é com qualquer causa. Segundo Jesus: “nem todo aquele que me diz ‘Senhor, Senhor’, entrará no Reino do Céu” (Mt 7,21a). É comum que, para abafar o chamado de Javé, alguns trechos das Escrituras sejam relativizados. Assim acontece com afirmações categóricas de Jesus como: “Vá, venda tudo o que tem, dê o dinheiro aos pobres, depois venha e me siga” (Mt 19,21). Alguns dizem que, aqui, Jesus refere-se às riqueza e pobreza espirituais. Dentro dessa lógica, qual a explicação para “dê o dinheiro aos pobres”? Alguém me disse, certa feita: “Se te chamam para falar a um grupo de banqueiros, vai... é tua missão! Se te chamam uma segunda vez... repense a missão!” O Cristo diz de outra forma: “Onde estiver teu tesouro, aí estará o teu coração” (Mt 6,21). O Reino é promessa de vida abundante para todas e para todos (Jo 10,10). Logo, o compromisso do Evangelho é com aquelas e aqueles que ainda não têm vida em plenitude, ou seja, os pobres.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nos tempos bíblicos, os pobres eram representados por alguns grupos: leprosos, viúvas, órfãos, estrangeiros etc. A maior parte dos profetas diz que o louvor agradável a Javé é defender a causa desses grupos (veja, por ex., Is 1,10-11.17). Em Naim, Jesus vê uma viúva ficar “órfã” do filho. Naqueles tempos, ser mulher não era muito fácil. Sem um marido, então... Agora, imaginem uma viúva sem filhos homens para ampará-la. Compadecido pela situação, Jesus restitui a vida ao rapaz (Lc 7,11-17). Só isso já é suficiente para percebermos que nosso Deus toma partido, isto é, mesmo amando a todas e a todos, indiscriminadamente, Ele fica do lado dos que mais sofrem, como que a denunciar: “Olha, pessoal... Essas irmãs e irmãos aqui precisam de um pouquinho mais de dignidade.”&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os fatos são evidentes. Entretanto, há grupos exímios em distorcer os textos bíblicos. Por exemplo, em relação à Cruz! Para eles, qualquer sofrimento é um Calvário. Com isso, alegam estar seguindo a Cristo. “Esquecem” (muito convenientemente) os motivos que O levaram à crucifixão. Basta qualquer atrito, seja por um cargo ou função dentro do grupo ou comunidade, seja pelo “horário nobre” da missa (isto é, o horário onde a missa é mais frequentada), seja por causa da organização do bingo ou quermesse paroquial, e pronto: “Esta é a minha provação; estou sendo perseguida/o, assim como Jesus”. Alguns até batem no peito e citam as Escrituras de cor: “Quem não toma a sua cruz e não me segue, não é digno de mim” (Mt 10,38). Mas Jesus não morreu por um cargo na Igreja. Ele foi assassinado! E o motivo da barbárie é muito simples: alguém não gostou que o Messias defendesse a vida do povo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os pseudos-cristãos, isto é, aqueles que não se comprometem com nada nem ninguém, a não ser consigo mesmos, estão em toda parte. Ministrei, já faz um bom tempo, um curso de liderança. Lá pelas tantas, o grupo deveria responder a duas perguntas: 1) “Qual a maior dificuldade do seu bairro, grupo ou comunidade?”; 2) “Indique com gestos concretos como solucionar este problema?”. As respostas foram as seguintes: 1) “Problema: esgoto a céu aberto”; 2) “Solução: fazer uma tarde de louvor”. Mais recentemente, trabalhando o mesmo curso, alguém me disse: “Não quero discutir a situação dos carroceiros; quero discutir o meu grupo”. Fica evidente que alguns grupos usam o espaço da Igreja para auto-promoção. Dizem ser fiéis a Jesus, mas estão preocupados única e exclusivamente com a própria “salvação”.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O Messias também teve que enfrentar o “corpo mole” de alguns grupos para os quais falava. Mas Ele não entrava no jogo. Sua reação era enérgica: “Não pensem que eu vim trazer paz à terra; eu não vim trazer a paz, e sim a espada. De fato, eu vim separar o filho de seu pai, a filha de sua mãe, a nora de sua sogra. E os inimigos do homem serão os seus próprios familiares. Quem ama seu pai ou mãe mais do que a mim, não é digno de mim. Quem ama seu filho ou sua filha mais do que a mim, não é digno de mim. Quem não toma a sua cruz e não me segue, não é digno de mim. Quem procura conservar a própria vida, vai perdê-la. E quem perde a sua vida por causa de mim, vai encontrá-la” (Mt 10,34-39). Diante disso, como afirmar-se cristão e manter-se, ainda, alheio aos problemas à nossa volta?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O Evangelho diz: “Quem tiver duas túnicas, dê uma a quem não tem” (Lc 3,11). Ele não diz “olhe primeiro se o ‘vagabundo’ merece a túnica”, nem “fique com a melhor e dê a rasgada pra ele”, nem “dê aquela que está sobrando”. O ensinamento é simples e radical: partilhe. Por que, então, tanta resistência em ajudar (aliás... ajudar não: restituir a dignidade!) aos mais necessitados?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Que a Bíblia tome seu verdadeiro espaço em nossos grupos. Que nossas ações sejam pautadas pelos ensinamentos de Jesus. Que a nossa prática seja sempre inclusiva. E, por fim, que a partir da Bíblia busquemos incessantemente promover/defender a vida, principalmente onde ela é mais ferida, pois é isso que Cristo quer de nós. Amém!!!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8994675472344404784-2045844683461265628?l=pejotando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pejotando.blogspot.com/feeds/2045844683461265628/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://pejotando.blogspot.com/2011/09/ler-pra-que.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8994675472344404784/posts/default/2045844683461265628'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8994675472344404784/posts/default/2045844683461265628'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pejotando.blogspot.com/2011/09/ler-pra-que.html' title='Ler pra quê?'/><author><name>Rogerio Oliveira</name><uri>https://profiles.google.com/108669675731056659230</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-TyrrSk5pJ8E/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAEf0/E_yoVEC_7Zk/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-jQ3dXafh4Vc/TnlL97X1D4I/AAAAAAAAEco/wfnJnTJqcTg/s72-c/biblia_juventude_cebi1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8994675472344404784.post-2470745016607742414</id><published>2011-09-21T08:07:00.001-03:00</published><updated>2011-09-21T08:07:00.425-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Igreja'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='juventude'/><title type='text'>A Igreja e a Juventude – parte 2</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-UJMatQ3LzSU/TnlH59VgPVI/AAAAAAAAEck/tRPje9SpmIg/s1600/Foto0166.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="150" src="http://2.bp.blogspot.com/-UJMatQ3LzSU/TnlH59VgPVI/AAAAAAAAEck/tRPje9SpmIg/s200/Foto0166.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em diversos documentos a Igreja se pronuncia sobre as questões da juventude. Vimos um pouco disto no &lt;a href="http://pejotando.blogspot.com/2011/09/igreja-e-juventude-parte-1.html"&gt;último artigo&lt;/a&gt;. A proposta desta segunda parte é trabalhar a partir da lógica oferecida por Dom Eduardo Pinheiro quando falou deste tema durante o 9° Encontro Nacional da Pastoral da Juventude. E acrescentar a sua fala um último documento.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Durante o 9° ENPJ, realizado em 2009, Dom Eduardo Pinheiro, então bispo responsável pelo Setor Juventude da CNBB, apresentou uma palestra tratando a respeito dos jovens nos documentos da Igreja. Ele falou sobre os três dos mais recentes à época: As diretrizes da ação Evangelizadora da Igreja no Brasil (2008-2010), o documento de Aparecida (V Conferência do Episcopado Latino Americano e do Caribe) e o documento da CNBB sobre a Evangelização da Juventude.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O documento 85 da CNBB - Evangelização da Juventude: Desafios e Perspectivas - foi fruto da 45ª Assembléia da entidade, em 2007. É um tema que trata da importância crescente que o mundo juvenil vem tendo. Além disto, acabou se tornando um pronunciamento oficial sobre como se deve dar este processo de evangelização, o que reorientaria algumas práticas, que não coincidiam com a doutrina eclesial.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ele é estruturado dentro da metodologia utilizada pela Pastoral da Juventude. É dividido em três segmentos. Parte-se da realidade do mundo juvenil (ver), faz-se uma análise a partir da Bíblia e do Magistério da Igreja (julgar), apresentando então algumas linhas de ação (agir).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em seu início há uma retomada da idéia do documento de Santo Domingo, quando os bispos reafirmam querer “&lt;i&gt;renovar a opção afetiva e efetiva de toda a Igreja pela juventude na busca conjunta de propostas concretas&lt;/i&gt;”.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No documento os jovens são reconhecidos como “&lt;i&gt;um lugar teológico&lt;/i&gt;”, ou seja, acredita-se que Deus se expressa por meio deles (Documento 85, 81), pois na juventude se encontram “&lt;i&gt;sementes ocultas do Verbo&lt;/i&gt;”(Documento 85, 80) e que para serem encontradas deve-se compreender melhor a cultura juvenil. Inspirados no amor incondicional de Jesus, o texto também reafirma o amor da Igreja pela juventude como sendo “&lt;i&gt;gratuito, independente do que possa nos oferecer&lt;/i&gt;” (Documento 85, 248).&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Um segundo documento citado por Dom Eduardo foi o das conclusões da conferência de Aparecida. O Papa Bento XVI veio ao Brasil para abrir esta quinta conferência. Alguns dias antes da abertura ele se encontrou com os jovens no estádio de futebol do Pacaembu, em São Paulo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Durante seu discurso aos jovens ele relembrou palavras do seu antecessor ao visitar o país em 1991: “&lt;i&gt;‘os jovens são os primeiros protagonistas do terceiro milênio [...] são vocês que vão traçar os rumos desta nova etapa da humanidade’. Hoje, sinto-me movido a fazer-lhes idêntica observação&lt;/i&gt;”.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O Papa retomou os discursos anteriores da Igreja sobre a juventude e, durante a conclusão da sua fala, apresentou esta bela síntese (Quem quiser conferir o discurso completo é só &lt;a href="http://www.bispado.org.br/aspx/Noticias.aspx?c=9&amp;amp;n=1186&amp;amp;p=122"&gt;clicar aqui&lt;/a&gt;): “&lt;i&gt;Meu apelo de hoje, a vós jovens, que viestes a este encontro, é que não desperdiceis vossa juventude. Não tenteis fugir dela. Vivei-a intensamente. Consagrai-a aos elevados ideais da fé e da solidariedade humana. Vós, jovens, não sois apenas o futuro da Igreja e da humanidade, como uma espécie de fuga do presente. &amp;nbsp;Pelo contrário: vós sois o presente jovem da Igreja e da humanidade. Sois seu rosto jovem. A Igreja precisa de vós, como jovens, para manifestar ao mundo o rosto de Jesus Cristo, que se desenha na comunidade cristã. Sem o rosto jovem a Igreja se apresentaria desfigurada&lt;/i&gt;”.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O texto de Aparecida traz algumas reflexões a respeito da juventude e da adolescência, dedicando-lhes, entre outras citações, uma parte do nono capítulo. O documento volta a afirmar a importância dos jovens como presente e futuro da Igreja e atenta para que se tenha especial atenção a esta etapa de vida, pelos perigos e descasos que a sociedade lhes impõe.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Diante dos desafios e ameaças para a juventude e para os adolescentes, a conferência reafirma a opção preferencial pelos jovens e sugere algumas linhas de ação, dentre as quais estão a necessidade de um novo impulso à Pastoral da Juventude, o estímulo ao processo de acompanhamento vocacional, a freqüência aos sacramentos e a leitura orante, os processos de educação na fé, a formação gradual, baseada na Doutrina Social da Igreja, para ação social e política mirando as mudanças estruturais , a capacitação dos jovens para o mercado de trabalho, entre outras.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O último documento citado por Dom Eduardo durante o 9° ENPJ foram as Diretrizes Gerais da ação evangelizadora da Igreja no Brasil para os anos de 2008 a 2010. Seguindo o modelo da Conferência de Aparecida, o documento também traz os perigos e ameaças pelas quais passam os jovens e os adolescentes.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em razão desta situação e por perceber que eles “&lt;i&gt;merecem melhor acolhida e sincero amor nas comunidades eclesiais e maior espaço para a ação&lt;/i&gt;” (CNBB, Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil (2008-2010), Documento 87, n° 122), o documento propõe um esforço conjunto entre pastorais, grupos, movimentos e serviços &amp;nbsp;para incentivar o jovem na evangelização dos outros jovens e no comprometimento com a construção de um mundo cada vez mais próximo do Reino de Deus.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;As diretrizes retomam o documento sobre a evangelização da juventude apontando algumas ações a serem tomadas, como a garantia da formação integral, a valorização dos projetos e processos de educação de valores, o acompanhamento de programas que contribuam no projeto pessoal de vida e amadurecimento vocacional, a valorização da dimensão missionária, a atenção aos processos de educação na fé para a missão e transformação do mundo, o assumir a opção preferencial pelos pobres, a criação do setor juventude nas dioceses e o acompanhamento nas dioceses por assessores.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Um último documento publicado pela CNBB são as Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil para o quadriênio 2011-2015. Em linhas gerais, o texto reafirma o documento anterior. Há de se destacar dois itens: a necessidade das comunidades estarem abertas para a sociedade, para as demais culturas e num diálogo ecumênico, como forma de se abrir para a evangelização da juventude (Documento 94, 80). E também merece destaque o reconhecimento da Pastoral da Juventude como meio para se trabalhar com os jovens “expostos ao drama do abandono e ao perigo das drogas, da violência, da venda de armas, do abuso sexual, bem como à falta de oportunidades e perspectivas de futuro” (Documento 94, 119).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sim, mais do que o fato de estarmos novamente às vésperas de uma Campanha da Fraternidade que fale da juventude é preciso que motivemos nossas lideranças a conhecerem cada vez mais os documentos e pronunciamentos da Igreja a nosso respeito. Porque é importante que caminhemos em unidade e também é importante que pequenos erros ou desvios sejam apontados para que outros entendam e respeitem nossa maneira de ser e evangelizar.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8994675472344404784-2470745016607742414?l=pejotando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pejotando.blogspot.com/feeds/2470745016607742414/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://pejotando.blogspot.com/2011/09/igreja-e-juventude-parte-2.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8994675472344404784/posts/default/2470745016607742414'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8994675472344404784/posts/default/2470745016607742414'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pejotando.blogspot.com/2011/09/igreja-e-juventude-parte-2.html' title='A Igreja e a Juventude – parte 2'/><author><name>Rogerio Oliveira</name><uri>https://profiles.google.com/108669675731056659230</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-TyrrSk5pJ8E/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAEf0/E_yoVEC_7Zk/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-UJMatQ3LzSU/TnlH59VgPVI/AAAAAAAAEck/tRPje9SpmIg/s72-c/Foto0166.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8994675472344404784.post-4028925990487748620</id><published>2011-09-19T12:40:00.002-03:00</published><updated>2011-09-21T09:02:11.130-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Igreja'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='juventude'/><title type='text'>A Igreja e a Juventude – parte 1</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-4hnb7yUUwB4/TndiKntgVcI/AAAAAAAAEcg/sQUUDkejsjQ/s1600/meusdocumentos.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="133" src="http://4.bp.blogspot.com/-4hnb7yUUwB4/TndiKntgVcI/AAAAAAAAEcg/sQUUDkejsjQ/s200/meusdocumentos.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;; font-size: 15px;"&gt;Estamos às vésperas de uma nova Campanha da Fraternidade sobre Juventude. Isto já foi tema de &lt;a href="http://pejotando.blogspot.com/2011/04/vamos-falar-da-cf-2013.html"&gt;artigo neste blog&lt;/a&gt;. E estamos também nas vésperas da primeira Jornada Mundial da Juventude por aqui. Os dois acontecimentos ocuparão o cenário eclesial no ano de 2013. É natural, portanto, que muitos pronunciamentos da Igreja nos últimos tempos sejam direcionados para a juventude.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;; font-size: 15px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;; font-size: 15px;"&gt;A proposta deste artigo é resgatar alguns dos pronunciamentos da Igreja sobre os jovens nos últimos 50 anos. Diz o documento 85 da CNBB sobre a evangelização da juventude que &amp;nbsp;“&lt;i&gt;a Igreja Católica é uma das organizações que tem mais experiência acumulada e sistematizada no trabalho com a juventude. É importante resgatar essa experiência, estando atentos aos sinais dos tempos&lt;/i&gt;” (CNBB, Evangelização da Juventude – Doc. 85, n° 49).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;; font-size: 15px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;; font-size: 15px;"&gt;Além de resgatar estes pronunciamentos, a proposta é apontar onde podem ser consultados. Como a pesquisa foi relativamente grande e muito material foi colhido, este artigo será dividido em duas partes. Vejamos a primeira delas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;; font-size: 15px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;; font-size: 15px;"&gt;O decreto “&lt;i&gt;Apostolicam Actuositatem&lt;/i&gt;”, do Concílio Vaticano II, inspirado na ACE, trouxe a reflexão de que os jovens “&lt;i&gt;devem tornar-se eles os primeiros e imediatos apóstolos dos jovens, realizando o apostolado no meio deles e através deles, levando em conta o ambiente em que vivem&lt;/i&gt;” (Decreto “Apostolicam Actuositatem”, 12).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;; font-size: 15px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;; font-size: 15px;"&gt;Durante a conferência de Medellín, para atualizar as conclusões do Concílio Vaticano II para a América Latina, o tema da juventude voltou à tona. Ela é tida como “&lt;i&gt;uma grande força nova de pressão&lt;/i&gt;” e como “&lt;i&gt;um novo organismo social com valores próprios&lt;/i&gt;”, capaz de renovar constantemente a vida da humanidade, e como símbolo da própria renovação enquanto Igreja (CNBB, Evangelização da Juventude – Doc.85, n° 89). A conferência também aponta para a necessidade de se desenvolver, dentro da pastoral de conjunto, uma autêntica pastoral de juventude, para educação dos jovens a partir de sua vida, com o ingresso e participação plena na comunidade eclesial.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;; font-size: 15px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;; font-size: 15px;"&gt;Onze anos depois, os bispos da América Latina se reuniram novamente, agora em Puebla, no México. Se em Medellín a marca foi a opção preferencial pelos pobres, em Puebla, esta marca foi confirmada e ampliada: opção preferencial pelos pobres e pelos jovens, com vista à missão evangelizadora no continente. Estes são vistos novamente como dinamizadores do corpo social e modelo de renovação para a própria Igreja. &lt;i&gt;“O serviço prestado com humildade à juventude deve fazer com que mude na Igreja qualquer atitude de desconfiança ou incoerência para com os jovens&lt;/i&gt;” (Puebla 1178).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;; font-size: 15px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;;"&gt;Em Puebla também houve indicações para dinamizar a pastoral da juventude. A conferência pediu que ela levasse em conta a realidad&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;Helvetica&amp;quot;, sans-serif;"&gt;e social dos jovens e os ajudassem na condução de um processo de educação na fé, que levasse à própria conversão e a um compromisso evangelizador. Pediu também que os orientassem em sua opção vocacional, oferecendo-lhes, inclusive, elementos para se converterem em fatores de transformação, seja na Igreja ou na sociedade. Que esta fosse uma pastoral articulada, alegre e portadora da esperança.&amp;nbsp;. (Sobre Pastoral da Juventude, ver no documento de Puebla os itens 1187, 1200, 1205, 1189, 1190, 1193, 1195, 1196, 1197, 1199).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoBodyTextIndent2"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;; font-size: 15px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;; font-size: 15px;"&gt;Em 1980, durante sua primeira visita ao Brasil, o Papa João Paulo II disse aos jovens: “&lt;i&gt;É urgente colocar Jesus como alicerce da existência humana. (...) A vida, o destino, a história presente e futura de um jovem, depende da resposta nítida e sincera, sem retórica, sem subterfúgios, que ele puder dar a esta pergunta. Ela já transformou a vida de muitos jovens&lt;/i&gt;” (João Paulo II aos jovens brasileiros em Belo Horizonte (1/7/1980) em A palavra de João Paulo II no Brasil. São Paulo: Paulinas, 1980, pp. 37 e 38.).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;; font-size: 15px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;; font-size: 15px;"&gt;O Papa João Paulo II trata do diálogo cordial, claro e corajoso que deve existir entre a juventude e a Igreja, retomando palavras do Concílio Vaticano II: “&lt;i&gt;A Igreja olha para vós com confiança e amor... Ela é a verdadeira juventude do mundo... Olhai para ela e nela encontrareis o rosto de Cristo&lt;/i&gt;” (Exortação Apostólica &amp;nbsp;“Christifideles laici” 46).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;; font-size: 15px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 15px;"&gt;Após realizar a primeira jornada mundial da juventude, o Papa João Paulo II disse em sua &amp;nbsp;&lt;a href="http://www.jmjbrasil.com.br/jmj/index.php?option=com_content&amp;amp;view=article&amp;amp;id=119&amp;amp;Itemid=41"&gt;mensagem pascal de 7 de abril&lt;/a&gt;: “O&lt;i&gt;s jovens estão diante de uma missão cada vez mais difícil e fascinante: a de mudar os mecanismos fundamentais que fomentam o egoísmo e a opressão nas relações entre os Estados e de assentar novas estruturas orientadas à verdade, à solidariedade e à paz&lt;/i&gt;”.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;; font-size: 15px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;; font-size: 15px;"&gt;Em 1992, ocorreu a Campanha da Fraternidade sobre a juventude. O texto base foi estudado por inúmeros grupos de jovens no país. Era um estudo sobre a realidade juvenil e um parecer novo para muitos jovens, que liam, pela primeira vez, algo da Igreja exclusivamente sobre eles.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;; font-size: 15px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;; font-size: 15px;"&gt;Em Santo Domingo, conferencia latino americana ocorrida também em 1992, os bispos reafirmam a opção preferencial pelos jovens de Puebla, não só de modo afetivo, mas efetivamente (opção por uma pastoral da juventude orgânica, com acompanhamento, com apoio real, com diálogo, com maiores recursos pessoais e materiais e com dimensão vocacional).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;; font-size: 15px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;; font-size: 15px;"&gt;No documento de Santo Domingo lemos sobre a necessidade de ampliar parcerias com organizações eclesiais e laicas, que assumem com ousadia e transparência a causa dos jovens e dos pobres. &lt;i&gt;“É tempo da Igreja se renovar e assumir um rosto e um coração mais juvenil e uma opção mais afetiva e efetiva pela causa dos jovens e dos pobres&lt;/i&gt;”(Documento de S. Domingo, item 114).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;; font-size: 15px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;; font-size: 15px;"&gt;O Documento de Santo Domingo, no item 113, pede que na Igreja da América Latina os pastores acompanhem espiritualmente e apoiem os grupos. Apresenta também a necessidade de se ter uma linha pastoral em cada país que contribua claramente com uma pastoral juvenil orgânica.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;; font-size: 15px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;; font-size: 15px;"&gt;O Projeto Rumo ao Novo Milênio da CNBB reconheceu oficialmente o Dia Nacional da Juventude, as Missões Jovens e a Semana da Cidadania. Esta passou a ser uma atividade nacional da Pastoral da Juventude a partir de 1996. Ela surgiu com o objetivo de concretizar os compromissos assumidos na 11ª Assembléia Nacional, bem como dar continuidade ao tema da Campanha da Fraternidade e impulsionar os grupos de jovens a desenvolverem atividades concretas em seus ambientes de atuação.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;; font-size: 15px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;; font-size: 15px;"&gt;No final de 1997, foi publicado o Marco Referencial da PJB. Ele é fruto de uma longa caminhada, iniciada em 1986, quando a CNBB divulgou o documento de estudos número 44 sobre a Pastoral da Juventude no Brasil. Muita coisa aconteceu, diversos estudos ocorreram de lá para cá. Um pouco disto tudo, está nestas páginas. O Marco Referencial é um documento que ajuda a situar a PJ do Brasil no contexto da Igreja no país, da sociedade e da sua própria caminhada.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;; font-size: 15px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;; font-size: 15px;"&gt;Na &lt;a href="http://www.vatican.va/holy_father/john_paul_ii/apost_exhortations/documents/hf_jp-ii_exh_22011999_ecclesia-in-america_po.html"&gt;exortação sinodal Eclesia in América&lt;/a&gt;, o Papa João Paulo II fala da importância do trabalho pastoral com os jovens, seja nos ambientes específicos, seja na comunidade eclesial. Além de indicar a necessidade constante de atualização com o mundo juvenil, o Papa incentiva que se articule o trabalho da PJ nas paróquias e dioceses, e se fortaleça as articulações interdiocesanas e internacionais:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;; font-size: 15px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;; font-size: 15px;"&gt;"&lt;i&gt;A ação pastoral da Igreja logra alcançar muitos destes adolescentes e jovens, mediante a animação cristã da família, a catequese, as instituições educacionais católicas e a vida comunitária na paróquia. Mas existem muitos outros, especialmente entre os que sofrem várias formas de pobreza, que se situam fora âmbito da atividade eclesial. Devem ser os jovens cristãos, formados numa consciência missionária amadurecida, os apóstolos dos seus coetâneos. Faz falta uma ação pastoral que alcance os jovens nos seus vários ambientes: nos colégios, nas universidades, no mundo do trabalho, nos ambientes rurais, com uma adaptação apropriada à sua sensibilidade. Será também oportuno desenvolver, no âmbito paroquial e diocesano, uma atividade pastoral da juventude que leve em conta a evolução do mundo dos jovens, que procure dialogar com eles, que não exclua as ocasiões propícias para encontros mais amplos, que anime as iniciativas locais e valorize o que já se realiza a nível interdiocesano e internacional&lt;/i&gt;”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;; font-size: 15px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;; font-size: 15px;"&gt;Além disso, há nos documentos da Igreja do Brasil uma atenção sempre especial à juventude. O item 236 das Diretrizes gerais da ação evangelizadora da Igreja (de 1999 a 2002) diz assim:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;; font-size: 15px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;; font-size: 54px; font-weight: 700;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 15px; font-weight: normal;"&gt;&amp;nbsp;“&lt;i&gt;Os jovens ‘são um grande desafio para o futuro da Igreja’. Eles não são apenas destinatários da evangelização, mas dela devem tornar-se sempre mais sujeitos ativos, ‘protagonistas da evangelizaç&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 15px; font-weight: normal;"&gt;&lt;i&gt;ão e artífices da renovação social’. A Pastoral da Juventude, portanto, deve estar entre as principais preocupações dos pastores e das comunidades&lt;/i&gt;”. (CNBB – Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil (1999-2002) – Paulinas – p. 145).&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;; font-size: 54px; font-weight: 700;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 15px; font-weight: normal;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;; font-size: 54px; font-weight: 700;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 15px; font-weight: normal;"&gt;Continua no &lt;a href="http://pejotando.blogspot.com/2011/09/igreja-e-juventude-parte-2.html"&gt;próximo artigo&lt;/a&gt;!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8994675472344404784-4028925990487748620?l=pejotando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pejotando.blogspot.com/feeds/4028925990487748620/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://pejotando.blogspot.com/2011/09/igreja-e-juventude-parte-1.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8994675472344404784/posts/default/4028925990487748620'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8994675472344404784/posts/default/4028925990487748620'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pejotando.blogspot.com/2011/09/igreja-e-juventude-parte-1.html' title='A Igreja e a Juventude – parte 1'/><author><name>Rogerio Oliveira</name><uri>https://profiles.google.com/108669675731056659230</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-TyrrSk5pJ8E/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAEf0/E_yoVEC_7Zk/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-4hnb7yUUwB4/TndiKntgVcI/AAAAAAAAEcg/sQUUDkejsjQ/s72-c/meusdocumentos.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8994675472344404784.post-700592250601883226</id><published>2011-09-12T00:18:00.000-03:00</published><updated>2011-09-12T00:19:59.318-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Reino de Deus'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='grupo de jovens'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='formação'/><title type='text'>Somos gente que quer ir além</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-x3D3dtf5V_g/Tm15mNqE0jI/AAAAAAAAEcc/yhzD6zEUJX8/s1600/iralem.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;img border="0" height="174" src="http://2.bp.blogspot.com/-x3D3dtf5V_g/Tm15mNqE0jI/AAAAAAAAEcc/yhzD6zEUJX8/s200/iralem.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Esse assunto todo começou &lt;a href="http://pejotando.blogspot.com/2011/09/qualquer-caminho-serve.html"&gt;num outro artigo&lt;/a&gt;, e teve continuidade no texto que contém &lt;a href="http://pejotando.blogspot.com/2011/09/somos-gente-de-principios.html"&gt;a primeira metade dos princípios pastorais&lt;/a&gt;&amp;nbsp;que vão orientar os Grupos de Trabalho (GT’s) iniciados na 30ª Assembleia Regional da PJ do Sul 1.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O texto que segue abaixo contém a segunda parte destes doze princípios. É interessante perceber que estes princípios nos fazem olhar para como realizamos nossa prática pastoral, mas também permite que olhemos para os resultados dela.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;b&gt;7.&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space: pre;"&gt;	&lt;/span&gt;Viver a Missionariedade;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Há tantas experiências de missão jovem acontecendo por aí. Esta é uma manifestação linda da qual a juventude pejoteira tem sido protagonista em muitos lugares deste país. Todo GT, da mesma maneira que todo pejoteiro, tem o caráter missionário. Isto significa sair de si, de sua própria zona de conforto para adentrar no mundo do outro. É preciso desenvolver a empatia, o respeito pelo diferente e os dons da escuta, partilha e descoberta.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;8.&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space: pre;"&gt;	&lt;/span&gt;Trabalhar com Pequenos Grupos;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Esta é uma das características básicas e fundamentais da Pastoral da Juventude. Pequenos grupos são grãos de mostarda, pitadas de sal, fermento na massa. Quase não são percebidos, mas acabam por fazer uma grande diferença no final. Grupos pequenos são mais propícios para as pessoas se conhecerem, se respeitarem e aprender a conviver com a diferença. E geralmente os grupos pequenos acabam lidando com a escassez de recursos (humanos, materiais, logísticos, por exemplo) e por isto precisam exercitar a criatividade para superar estas limitações. E por privilegiar grupos com poucas pessoas, aprende-se que em ambientes assim as responsabilidades assumidas são maiores e, consequentemente, há uma maior chance de se desenvolverem boas lideranças.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;9.&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space: pre;"&gt;	&lt;/span&gt;Promover a Formação Integral e Libertadora no caminho;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Já foi dito aqui no blog, que a PJ lida com o jovem como um ser inteiro, pleno e em relações. Relação consigo, com o outro, com o mundo, com a fé e com a experiência. A PJ não olha para o jovem como departamento (agora é a hora de ativar a espiritualidade, agora é hora da militância) e nem como um objeto que só faz determinada coisa. A formação adotada pela PJ é integral, porque visa o jovem como um todo, e libertadora, porque quer que ele seja um diferencial evangélico nas relações que ele fizer e tiver.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;10.&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space: pre;"&gt;	&lt;/span&gt;Não achar que sabemos tudo, fazer sempre juntos;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nenhum grupo, GT ou articulação pastoral é feito de uma pessoa só. Ninguém pode comandar sozinho os destinos da PJ, não importa em que nível esteja. Mesmo quando eu sou chamado a falar num grupo de crisma ou de jovens, tenho a certeza de que sempre eu saio de lá aprendendo também. Isto é uma coisa. A outra, que complementa a primeira, é que a graça de se fazer PJ é o trabalho em conjunto, a articulação e o aprendizado que isto tudo proporciona. Somos diferentes. E o diferente nos faz crescer como seres humanos.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;11.&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space: pre;"&gt;	&lt;/span&gt;Pensar no Reino como uma prática concreta de postura e Projeto de Vida;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A espiritualidade da PJ é cristocêntrica, mas também é reinocêntrica, ou seja, Jesus e o Reino de Deus fazem parte da grande motivação que impulsiona a nossa espiritualidade. Pensar no Reino não é algo para quando morrermos, é uma semente que já brota: “O Reino de Deus está próximo. Convertam-se. Acreditem na Boa Notícia”. E esta semente se mostrava viva na prática de Jesus, quando ele se colocou a favor da vida, dos que mais necessitavam, dos que mais careciam de atenção, afeto e cuidado. Este era seu projeto de vida. Esta é a inspiração para que os jovens na PJ também façam os seus próprios projetos.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;12.&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space: pre;"&gt;	&lt;/span&gt;A opção pelos pobres.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os bispos em Aparecida afirmaram: a “opção pelos pobres corre o risco de ficar em plano teórico ou meramente emotivo, sem verdadeira incidência em nossos comportamentos e em nossas decisões. É necessária uma atitude permanente que se manifeste em opções e gestos concretos, e evite toda atitude paternalista” (DA 397). Jesus nos dá uma boa dica sobre como colocar esta opção de forma concreta: “Eu tive fome, sede, era estrangeiro, estava nu, doente e preso e vocês me deram o que comer e beber, me acolheram, vestiram, cuidaram de mim e me visitaram. Todas as vezes que fizeram isso ao menor dos meus irmãos, foi a mim que o fizeram”. É a partir desta constatação que nosso método, espiritualidade, ação, formação e organização fazem realmente sentido.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;+-+-+-+-+-+-+-+-+-+-+-+-+-&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E quem leu estes 12 princípios pode sair por aí para fazer PJ? Claro que pode. E já está preparado para qualquer parada? Claro que não! Quem prepara para a vida pastoral são os desafios que aparecem no dia a dia. E todo desafio é sempre uma oportunidade nova de crescer, aprender e poder ensinar.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8994675472344404784-700592250601883226?l=pejotando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pejotando.blogspot.com/feeds/700592250601883226/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://pejotando.blogspot.com/2011/09/somos-gente-que-quer-ir-alem.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8994675472344404784/posts/default/700592250601883226'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8994675472344404784/posts/default/700592250601883226'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pejotando.blogspot.com/2011/09/somos-gente-que-quer-ir-alem.html' title='Somos gente que quer ir além'/><author><name>Rogerio Oliveira</name><uri>https://profiles.google.com/108669675731056659230</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-TyrrSk5pJ8E/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAEf0/E_yoVEC_7Zk/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-x3D3dtf5V_g/Tm15mNqE0jI/AAAAAAAAEcc/yhzD6zEUJX8/s72-c/iralem.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8994675472344404784.post-3936154059196927254</id><published>2011-09-09T08:47:00.002-03:00</published><updated>2011-09-09T08:47:33.322-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='protagonismo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='juventude'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='definições'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pastoral'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='formação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='história'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='espiritualidade'/><title type='text'>Somos gente de princípios</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-7_onEAUavw0/Tmn8txAe9kI/AAAAAAAAEcY/-Mzmem4a0HQ/s1600/princ%25C3%25ADpios.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="189" src="http://1.bp.blogspot.com/-7_onEAUavw0/Tmn8txAe9kI/AAAAAAAAEcY/-Mzmem4a0HQ/s200/princ%25C3%25ADpios.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Num &lt;a href="http://pejotando.blogspot.com/2011/09/qualquer-caminho-serve.html"&gt;outro artigo&lt;/a&gt;, comentava sobre a decisão que a Coordenação Regional da Pastoral da Juventude do Sul 1 (estado de SP) tomou em relação aos grupos de trabalho criados na última assembleia regional. Estes grupos de trabalho (GT’s) estão a serviço não da coordenação regional, mas sim dos grupos de pastoral da juventude (paróquias, dioceses e sub regiões) deste estado. E eles foram criados sob a inspiração dos &lt;a href="http://www.pj.org.br/noticias.php?op=ExibeNoticia&amp;amp;idNot=586"&gt;projetos nacionais aprovados na última ampliada nacional&lt;/a&gt;. Cada GT recebe um nome de um dos projetos e procura desenvolver trabalhos a partir das motivações destes mesmos projetos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Pois bem, a decisão que a CRPJ Sul 1 tomou diz respeito às orientações que estes GT’s terão para poder desenvolver o próprio caminhar. Foram dadas duas prioridades pastorais: “&lt;b&gt;&lt;i&gt;Nucleação de Grupos de Jovens&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;” e “&lt;b&gt;&lt;i&gt;Trabalhar e Fortalecer a Identidade da PJ&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;”. Isto significa que toda ação que estes GT’s tomarem tem que ter como objetivo último estas duas prioridades.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A pergunta que caberia fazer aqui é se vale qualquer ação para dar conta destas prioridades? A resposta clara é não! A CRPJ do Sul 1 elencou doze princípios pastorais que servem para balizar estas prioridades. E é sobre metade delas que falaremos hoje. Antes, vale ressaltar que estas dicas são direcionadas para os GT’s, mas podem ser utilizadas por qualquer grupo de pastoral que esteja interessado.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;1.&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space: pre;"&gt;	&lt;/span&gt;Partir do que já existe;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Imagine que estamos falando do GT “&lt;i&gt;Teias da Comunicação&lt;/i&gt;”. Eles foram chamados para ajudar uma diocese a melhorar sua forma de repassar as informações para as paróquias e grupos. O princípio “partir do que já existe” cabe muito bem aqui. Nenhum GT pode querer começar a inventar a roda. Nós já conhecemos a roda, mas talvez não conheçamos todas as formas de aplicar seu uso. No caso deste exemplo, se a diocese chamou o GT para melhorar seus métodos é porque eles têm algo que pode suprir ou não suas necessidades. É preciso antes conhecer como as coisas são por lá para dar sugestões que possam de fato melhorar a situação. É importante inovar, sem dúvida. Mas não se pode deixar de lado a história construída.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;2.&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space: pre;"&gt;	&lt;/span&gt;Compreender a cultura juvenil e falar a sua língua;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No regional Sul 1, um dos enfoques do projeto &lt;i&gt;Ajuri&lt;/i&gt; trata sobre a diversidade das culturas juvenis. Sentimos que além de um princípio, esta também é uma urgência. Não compreender o mundo jovem e não saber se comunicar com ele é uma falha pastoral imensa. Quem não fala a língua da juventude, corre o risco de acabar falando sozinho. Portanto, as manifestações culturais e típicas dos grupos juvenis não nos devem assustar. Em muitos casos são manifestações de busca de uma identidade e de auto afirmação. É preciso distinguir quando é um caso, quando é outro e quando não é nada disso... Compreender a cultura juvenil não implica em impor nosso jeito de pensar, ser, agir ou crer. É preciso aproximar-se e entender os contextos presentes.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;3.&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space: pre;"&gt;	&lt;/span&gt;Fomentar o Protagonismo Juvenil;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Protagonismo juvenil é uma das balizas da Pastoral da Juventude. Não é, como muitos dizem e muito se lê por aí, uma forma de amenizar os problemas do mundo. Protagonismo juvenil é uma forma concreta de realizar mudanças em contextos sociais. É uma forma de mudar pensamentos e atitudes. O GT “&lt;i&gt;A juventude quer viver&lt;/i&gt;”, por exemplo, acredita nesta proposta quando realiza conferências livres para discutir políticas públicas para juventude. É missão de todos os GT’s (e de toda a PJ) trazer o jovem para o centro das discussões para que ele tenha as rédeas nas mãos. É mais do que ajuda-lo a refazer algo, é ajuda-lo a criar!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;4.&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space: pre;"&gt;	&lt;/span&gt;Fortalecer a Pastoral de Conjunto;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não somos PJ se estivermos desligados do contexto eclesial. Não se pode abrir mão desta dimensão. Pelo contrário. É preciso ser e se fazer Igreja, apesar dos desencontros e dificuldades. É preciso saber que não temos todas as respostas e não temos a obrigação e a condição de acolher todas as juventudes. É preciso fazer parcerias numa relação onde todas as partes contribuam e todas elas ganhem também. Interagir não significa deixar de ser quem se é. O GT “&lt;i&gt;Caminhos da Esperança&lt;/i&gt;”, por exemplo, apresenta uma contribuição valiosa quando aponta para a necessidade de formação e acompanhamento das lideranças. Sabe-se que não formamos só para a PJ, mas para a vida. E a dimensão eclesial, de pastorais se ajudando faz parte desta formação.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;5.&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space: pre;"&gt;	&lt;/span&gt;Ser Boa Notícia e seguidor/a de Cristo;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A dimensão teológica da PJ não é algo acessório, do qual se pode abrir mão às vezes. É algo central, que nos dá identidade e fortalece nossa caminhada. Por isto, os momentos de espiritualidade vividos nos encontros da PJ são tão importantes. O GT “&lt;i&gt;Mística e construção&lt;/i&gt;” tem como uma de suas tarefas ajudar na capacitação de grupos e lideranças para que possam compreender e trabalhar este aspecto de nossa formação. E a primeira maneira de qualquer grupo pejoteiro apresentar este lado místico e espiritual é com o próprio testemunho de vida. Para muitas pessoas que encontraremos em nossa caminhada, a relação que teremos com eles e a maneira como eles nos veem é o único Evangelho que “lerão” na vida. Temos que ser Boa Notícia para eles. E ser seguidor de Cristo não é ficar só falando de Jesus o tempo todo, mas carregar a nossa vida e os nossos relacionamentos de valores cristãos autênticos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;6.&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space: pre;"&gt;	&lt;/span&gt;Promover a Vida;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Promover a vida tem tudo a ver com os princípios já expostos aqui. É lutar contra a violência, em especial aquela contra a juventude, é valorizar as relações, é apontar caminhos que nos tornem melhores para que o mundo seja melhor, é cuidar melhor do outro e daquilo que nos cerca. Para exemplificar, o GT “&lt;i&gt;Tecendo relações&lt;/i&gt;” busca despertar e fomentar na turma pejoteira este aspecto da uma vida com qualidade, que valha a pena ser vivida. Para isso, quando você for pensar em cursos de formação, fique atento para esta dimensão do cuidado. Não coloque como um dos temas do encontro, mas como algo presente a cada momento. Quem cuida do outro, ajuda a promover a vida, porque sabe a importância que ela tem.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;-+-+-+-+-+-+-+-+-&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para o próximo texto, trataremos dos outros seis princípios restantes. Até lá.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8994675472344404784-3936154059196927254?l=pejotando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pejotando.blogspot.com/feeds/3936154059196927254/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://pejotando.blogspot.com/2011/09/somos-gente-de-principios.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8994675472344404784/posts/default/3936154059196927254'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8994675472344404784/posts/default/3936154059196927254'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pejotando.blogspot.com/2011/09/somos-gente-de-principios.html' title='Somos gente de princípios'/><author><name>Rogerio Oliveira</name><uri>https://profiles.google.com/108669675731056659230</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-TyrrSk5pJ8E/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAEf0/E_yoVEC_7Zk/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-7_onEAUavw0/Tmn8txAe9kI/AAAAAAAAEcY/-Mzmem4a0HQ/s72-c/princ%25C3%25ADpios.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8994675472344404784.post-1168836747401190080</id><published>2011-09-05T08:19:00.000-03:00</published><updated>2011-09-09T08:47:56.551-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='organização'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='metodologia'/><title type='text'>Qualquer caminho serve?</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É fato sabido por mim que muita gente do Brasil (e no exterior também) lê o que se publica neste blog. Eu tento ser o mais abrangente possível naquilo que se discute por aqui para que tanto o jovem do Sul, quanto do Centro-Oeste ou do Norte possam se sentir contemplados.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-GLkaKOELnfY/TmSv5c2147I/AAAAAAAAEcQ/CuTJjTXEIhM/s1600/quecaminho.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://3.bp.blogspot.com/-GLkaKOELnfY/TmSv5c2147I/AAAAAAAAEcQ/CuTJjTXEIhM/s320/quecaminho.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E creio que não seja surpresa também que, por vezes, eu deixe transparecer aqui a minha origem paulista e algumas das experiências no IPJ, na diocese de São Miguel, na paróquia de Santa Luzia ou na convivência com os salesianos. Falo daqui das minhas raízes, mas sabe lá onde os meus galhos e ramos vão alcançar...&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Seguindo esta linha, a proposta deste texto é partilhar com você uma discussão que tivemos na Coordenação Regional da Pastoral da Juventude do Sul 1 (estado de SP). Apontou bons caminhos para nós e espero que sirva para a realidade em que você vive, seja no grupo, na paróquia, na diocese, na congregação, no movimento, no oratório, na região ou para própria formação.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Tivemos em junho de 2011 nossa 30ª assembleia regional. Queríamos que este fosse um momento de construção coletiva. Destaco dois exemplos: no levantamento da realidade, os presentes apontaram dificuldades e necessidades do trabalho pastoral. E no momento do iluminar tivemos um toró de ideias sobre aquilo de que não abrimos mão e que firma nossa identidade pejoteira.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Durante a assembleia sentimos que estas necessidades se encaixavam perfeitamente nos seis projetos nacionais da Pastoral da Juventude (&lt;a href="http://www.pj.org.br/noticias.php?op=ExibeNoticia&amp;amp;idNot=586"&gt;http://www.pj.org.br/noticias.php?op=ExibeNoticia&amp;amp;idNot=586&lt;/a&gt;). No momento de planejar a ação os presentes foram divididos, portanto, em seis grupos. A nossa surpresa foi que estas equipes passaram a se auto denominar “grupos de trabalho” ou GT’s, acrescentando o nome do projeto que estavam estudando e desenvolvendo com o rosto paulista.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No pós-assembleia, estes grupos procuraram manter contato e alguns estão em atividades bem avançadas. Ao menos uma pessoa da equipe regional faz parte de cada equipe. E engana-se quem pensa que estes GT’s estão a serviço da equipe regional. Não, não estão. Eles querem estar a serviço da PJ no estado. E para quem viveu os momentos daquela 30ª ARPJ, isto faz todo o sentido.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Felizes com os encaminhamentos e com um olhar para o futuro, a equipe regional se reuniu e discutiu o futuro destes GT’s. O que balizou suas criações foram as necessidades, sonhos e desejos percebidos durante a assembleia. E para qual horizonte eles irão caminhar? Que motivações irão impulsionar esta força de vontade de ir além? E para a equipe regional? Basta ter um representante em cada GT e deixar que as ondas deem o rumo que bem entender a esta proposta?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Afinal, não somos como a Alice no País das Maravilhas que, ao encontrar-se perdida, pergunta ao gato: "Para onde vai essa estrada?", ao que ele responde com outra pergunta: "Para onde você quer ir?". Ela lhe disse: "Eu não sei, estou perdida." Ele, então, diz assim: "Para quem não sabe para onde vai, qualquer caminho serve."&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nós achamos que era preciso que algumas linhas, princípios e prioridades estivem bem claros para que estes grupos pudessem, cada um a sua maneira, caminhar num princípio de unidade. E pensamos no horizonte que eles deveriam nortear seus trabalhos. Olhamos novamente para aquilo que a 30ª Assembleia produziu e chegamos um acordo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Haviam duas necessidades e urgências que foram gritadas pela assembleia e que, cremos enquanto equipe, são prioridades que os grupos ligados à PJ não podem perder de foco:&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Nucleação de Grupos de Jovens;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Trabalhar e Fortalecer a Identidade da PJ.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Cada um dos GT’s deve olhar para estas prioridades com a preocupação de pensar como seus trabalhos podem se aproximar da concretização deles. Particularmente, eu creio que não só os GT’s devem se preocupar com isso, mas como disse acima, isto é um pensamento que precisa rodear a cabeça de todo aquele que se importa com os rumos da PJ.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E vale para, por exemplo, fortalecer a identidade da PJ usar de todo recurso, possibilidade, artimanha ou desculpa? Nós cremos que não. E para embasar esta opinião, olhamos novamente para a 30ª ARPJ e pescamos ali 12 princípios pastorais que vão balizar a busca pelo cumprimento destas prioridades.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E quais são estes doze princípios? Infelizmente o espaço do artigo de hoje acabou e o assunto é importante demais. Vai ficar para aprofundarmos no artigo que vem. Até lá!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8994675472344404784-1168836747401190080?l=pejotando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pejotando.blogspot.com/feeds/1168836747401190080/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://pejotando.blogspot.com/2011/09/qualquer-caminho-serve.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8994675472344404784/posts/default/1168836747401190080'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8994675472344404784/posts/default/1168836747401190080'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pejotando.blogspot.com/2011/09/qualquer-caminho-serve.html' title='Qualquer caminho serve?'/><author><name>Rogerio Oliveira</name><uri>https://profiles.google.com/108669675731056659230</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-TyrrSk5pJ8E/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAEf0/E_yoVEC_7Zk/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-GLkaKOELnfY/TmSv5c2147I/AAAAAAAAEcQ/CuTJjTXEIhM/s72-c/quecaminho.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8994675472344404784.post-1233026861969871033</id><published>2011-08-22T09:36:00.000-03:00</published><updated>2011-08-22T09:36:09.037-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pastoral'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='espiritualidade'/><title type='text'>Pelo fruto se conhece a árvore</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-ZBzJJvyVtuM/TlJMuFmFktI/AAAAAAAAEcI/Ei32_0GRMBA/s1600/tangerina.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="150" src="http://3.bp.blogspot.com/-ZBzJJvyVtuM/TlJMuFmFktI/AAAAAAAAEcI/Ei32_0GRMBA/s200/tangerina.jpg" style="cursor: move;" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Um dos textos que mais me deixou feliz quando terminei de escrever foi o da &lt;a href="http://pejotando.blogspot.com/2011/02/arvore-pejoteira.html"&gt;Árvore Pejoteira&lt;/a&gt;. Foi tão gostoso escreve-lo e deu uma repercussão tão bacana (veja, &lt;a href="http://www.4shared.com/photo/UG18a0r3/arvore_pejoteira_grande_escala.htm"&gt;por exemplo aqui&lt;/a&gt;) que, apesar de ter sido escrita em fevereiro de 2011, até hoje tem gente me escrevendo a respeito deste texto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde muito tempo, árvores e frutos são exemplos de boas metáforas a respeito do trabalho e da dedicação humana em diversos empreendimentos. Na PJ também se usa deste tipo de linguajar: “frutos do trabalho pastoral”, “plantar uma boa semente”, “esta missão frutificou muito”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na lógica do mercado fala-se muito na gestão por resultados. Claro que os resultados são importantes, mas na pastoral privilegiamos os processos, o “&lt;em&gt;como é feito&lt;/em&gt;”. Na metáfora arboril, podemos dizer que a PJ sabe da importância dos frutos, mas tem um cuidado especial e um acompanhamento dedicado para com a árvore até que cheguem estes frutos.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;Aqui em casa eu tenho um cantinho de terra no quintal. Já tinha um pé de laranjas. Conseguimos plantar uma bananeira, um pé de mexerica e outra laranjeira. Estas duas últimas foram mudas enxertadas, plantadas há uns dois anos e meio. A primeira laranjeira está no terreno há mais de onze anos. Perceber os ciclos delas dá um bom aprendizado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A laranjeira velha produzia frutos bem pequenos e secos. Por mais de uma vez achamos que não valia a pena cuidar mais dela. Meu pai podou a árvore num período em que poderia ser podada, adubou-a e disse que daríamos mais uma chance a ela. Ela voltou a dar frutos pequenos. Só que desta vez eram bem doces. Mantivemos a árvore por mais um ano. Ontem eu estava reparando nela. Estava linda. Repleta de flores brancas nos galhos e pelo chão. Acho que estará carregada antes do próximo outono.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A laranjeira nova é pequenina, mas já está florida novamente. Já deu bons frutos. O pé de mexerica não. Nunca deu frutos. É pequeno e mirrado. Voltou a ser adubado. Vamos aguardar mais alguns anos. Talvez não tenha chegado o tempo dele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um problema de nossas comunidades e grupos é que muitas vezes nos esquecemos deste cuidado. Como árvores no fundo do quintal, deixamos nossos grupos à própria sorte, sem adubá-los, sem podá-los no tempo certo ou podando-os a todo e qualquer momento. Como vão dar fruto? E, se derem fruto, será que ele será saboroso ou nutritivo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um outro e tão grave problema quanto este é o do grupo que acha que sua sombra basta. Claro que em dias de calor, uma boa sombra é certeza de alívio. Mas o Agricultor não quer um monte de árvores que só deem sombras. Quer bons frutos.Terrenos escuros ou com pouca luz praticamente não produzem outras plantas e se elas teimam em nascer, não crescem muito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Evangelho de Mateus há a seguinte passagem: “&lt;em&gt;Na manhã seguinte, voltando para a cidade, Jesus ficou com fome. Viu uma figueira perto do caminho, foi até lá, mas não achou nada, a não ser folhas. Então Jesus disse à figueira: ‘Que você nunca mais dê frutos.’ E, no mesmo instante, a figueira secou&lt;/em&gt;”. (Mt 21, 18-19). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Somos promotores da vida. Viemos para dar frutos e fazer frutificar o Reino de Deus. Nossos processos de acompanhamento, adubagem e poda são importantes. Mas o resultado tem que sair. Não podemos criar grupos que façam só sombra e que impeçam os outros de crescerem. Vivemos num tempo em que os próprios jovens não têm paciência de esperar tanto tempo para ver o resultado de seu próprio trabalho. O tipo de fruto que se colhe diz muito da árvore e de como ela foi cuidada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por fim, que ninguém tenha a ilusão de que plantando limoeiros irá colher maçãs. A semente que plantamos dará frutos semelhantes aos que a originaram. Se plantamos autoritarismo, centralidade das decisões, um espiritualismo barato e rasteiro, panelinhas, discussões, não espere colher um grupo pejoteiro, democrático, libertador e sinal do Reino de Deus. Quem planta, colhe. Pelos frutos, sabe-se muito a respeito da árvore.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8994675472344404784-1233026861969871033?l=pejotando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pejotando.blogspot.com/feeds/1233026861969871033/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://pejotando.blogspot.com/2011/08/pelo-fruto-se-conhece-arvore.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8994675472344404784/posts/default/1233026861969871033'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8994675472344404784/posts/default/1233026861969871033'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pejotando.blogspot.com/2011/08/pelo-fruto-se-conhece-arvore.html' title='Pelo fruto se conhece a árvore'/><author><name>Rogerio Oliveira</name><uri>https://profiles.google.com/108669675731056659230</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-TyrrSk5pJ8E/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAEf0/E_yoVEC_7Zk/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-ZBzJJvyVtuM/TlJMuFmFktI/AAAAAAAAEcI/Ei32_0GRMBA/s72-c/tangerina.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8994675472344404784.post-4642698505706904373</id><published>2011-08-16T09:15:00.000-03:00</published><updated>2011-08-16T09:15:54.485-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='grupo de jovens'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='desafios'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='articulação'/><title type='text'>Já está chegando a hora de ir...</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-whAZle5mYNQ/TkpfJOGceNI/AAAAAAAAEb8/FmNN9l_R-bk/s1600/Mao2.JPG" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="150" src="http://3.bp.blogspot.com/-whAZle5mYNQ/TkpfJOGceNI/AAAAAAAAEb8/FmNN9l_R-bk/s200/Mao2.JPG" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;“&lt;i&gt;...venho aqui me despedir e dizer em qualquer lugar por onde eu andar vou lembrar de você. Só me resta agora dizer adeus e depois o meu caminho seguir. O meu coração aqui vou deixar. Não ligue se acaso eu chorar, mas agora adeus&lt;/i&gt;”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sim, é música do Roberto Carlos. Singela e bonitinha. E, sim. Eu gosto das músicas dele. Essa foi uma das primeiras que aprendi a tocar no violão. Lembrei dela quando comecei a pensar sobre como começaria o artigo de hoje. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há algumas coincidências que são engraçadas. Em menos de duas semanas, três pessoas diferentes acabaram relatando um problema pastoral semelhante. Os casos tratam de uma mesma situação vivida em instâncias diferentes da PJ. E como perguntaram o que eu achava disto, resolvi escrever aqui.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Imagine que você seja parte da coordenação de um grupo de jovens e que, por um motivo importante você precise deixar este serviço. Você sabe da importância do grupo, tanto para você, como para os outros participantes e a comunidade onde ele está inserido. Você quer bem a estas pessoas. Elas são significativas na sua história. &lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Há também o detalhe do momento histórico. Nos últimos meses, pelas atividades que o grupo vinha desempenhando, sua visibilidade era crescente. Participar desta história seria importante. Mas você tem que partir e deixar o grupo. Outras pessoas importantes para o trabalho do grupo terão que sair também. Você teme pelo futuro do grupo. Como contribuir com ele, mesmo estando fora dele?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta foi a questão que, surpreendentemente, três pessoas me fizeram a partir de suas próprias realidades. E eu digo que esta é uma etapa não muito fácil na vida de um coordenador. Há quem insista ficar, uns pelas melhores intenções, como estas expostas acima, outros porque não querem “largar o osso” e não conseguem se ver fora daquele espaço. Deixo claro que este não foi o caso de nenhum dos três amigos que contaram suas histórias. Porém, é necessário entender que chega uma hora que é preciso partir, é preciso diminuir para que outros cresçam e que é possível sim contribuir de fora, já que abandonar de vez o pessoal está fora de cogitação. Segue abaixo “&lt;i&gt;uma mão cheia&lt;/i&gt;” de sugestões:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;ol&gt;&lt;li&gt;Acompanhamento pessoal de um ou mais participantes deste espaço. Você não determina o que o outro deve fazer, mas escuta, aconselha, cumpre a missão pastoral de faze-lo crescer.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Indicação de materiais, subsídios. Se gosta de escrever, escreva. Se gosta de compor, componha. Se conhece muitos materiais, partilhe, divulgue, empreste, indique, explique, debata, motive a leitura e a compreensão deles.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Apresentação de pessoas, instituições ou grupos que possam contribuir na caminhada e no crescimento do grupo que você está deixando. Este olhar externo ao grupo é enriquecedor. “Examinem tudo, fiquem com o que é bom”.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Apoio a outros grupos ou espaços que direta ou indiretamente tem ligação com o seu espaço de origem. Há tantos grupos dentro e fora da Igreja com o qual o seu grupo pode ter relações. Apoiar quem também é companheiro de caminhada é uma forma importante de contribuir com o Reino.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Participando de espaços paralelos que servem de modelo ou indicativo de ação / formação para o grupo de origem. Eu digo daquilo que vi e vivi. Há muita gente que olha hoje para o IPJ, por exemplo, e quer se espelhar naquilo que fazemos lá. E há tantos outros bons espaços onde a ajuda é bem vinda.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Cutucando esporadicamente este ou aquele participante individualmente de maneira com esta pessoa possa contribuir mais.&lt;/li&gt;&lt;/ol&gt;&lt;br /&gt;Vivi algo assim também na minha vida pastoral. Fui catequista de um bom grupo de crisma. Éramos bem amigos. O grupo era referencial na paróquia. Preparei uma turma para assumir o próximo grupo. Eram cinco jovens excelentes. Nas primeiras reuniões eu fui participar junto. Fui gostando da maneira como faziam e fui ficando. Chegou um ponto em que eles pediram para eu não ir mais. Temiam que eu os estivesse avaliando e se sentiam presos ali com a minha presença. Compreendi e passei a apóia-los de fora. Formaram um grupo melhor do que o que haviam participado como crismandos. E, creio, todos crescemos com isto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lembre-se sempre de um princípio básico da pastoral: É natural que a gente saia dos espaços. Primamos pelo protagonismo juvenil e sabemos que não somos jovens para sempre. E um outro princípio tão importante quanto este é: temos a obrigação pastoral de capacitar jovens melhores do que a gente para ficar no lugar que ocupávamos. Sempre.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8994675472344404784-4642698505706904373?l=pejotando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pejotando.blogspot.com/feeds/4642698505706904373/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://pejotando.blogspot.com/2011/08/ja-esta-chegando-hora-de-ir.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8994675472344404784/posts/default/4642698505706904373'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8994675472344404784/posts/default/4642698505706904373'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pejotando.blogspot.com/2011/08/ja-esta-chegando-hora-de-ir.html' title='Já está chegando a hora de ir...'/><author><name>Rogerio Oliveira</name><uri>https://profiles.google.com/108669675731056659230</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-TyrrSk5pJ8E/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAEf0/E_yoVEC_7Zk/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-whAZle5mYNQ/TkpfJOGceNI/AAAAAAAAEb8/FmNN9l_R-bk/s72-c/Mao2.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8994675472344404784.post-2990460342335205465</id><published>2011-08-11T22:45:00.000-03:00</published><updated>2011-08-11T22:45:31.613-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='JMJ'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='desafios'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='utopia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='identidade'/><title type='text'>Onde está teu tesouro, aí estará teu coração</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-dZNxtukXpyA/TkSFoQoVfJI/AAAAAAAAEb0/yYguS0Z0nMs/s1600/coracao.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="165" naa="true" src="http://1.bp.blogspot.com/-dZNxtukXpyA/TkSFoQoVfJI/AAAAAAAAEb0/yYguS0Z0nMs/s200/coracao.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Há alguns dias aconteceu na cidade de Araras, em São Paulo, a 17ª Romaria da Juventude, promovido pela PJ do Sul 1. Eu estive lá. Foi uma atividade que teve &lt;a href="http://www.cnbb.org.br/site/regionais/sul-1/7277-mais-de-8-mil-pessoas-participam-da-17o-romaria-da-juventude"&gt;uma repercussão interessante&lt;/a&gt;, em especial pela presença de aproximadamente oito mil pessoas. Por estes dias também irá acontecer em Madri a Jornada Mundial da Juventude. Há uma delegação grande de brasileiros e entre estes há muitos jovens da PJ. Há de ser uma das maiores Jornadas Mundiais em termos de participação. E certamente repercutirá pela quantidade de participantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dadas as devidas proporções, ambos os eventos tem uma preocupação primeira que não é a quantidade de participantes. Mas é esta a marca que fica para quem está fora da atividade. Eventos relevantes juntam milhares de pessoas. Gente acaba chamando mais gente.&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Participar da Romaria foi uma experiência significativa para mim. É bom não se sentir sozinho. Ver outras tantas e muitas pessoas que acreditam no mesmo que você e que trilham o mesmo caminho, cantam as mesmas canções, são solidárias, alegres e entusiasmadas acabou me enchendo mais de ânimo. Era de fato muita gente. E vi muitos rostos conhecidos, dei muitos abraços e beijos. Falei muitos “como vai”, “quanto tempo”, “que bom te ver”. E nada muito além disto. A massa tem esta desvantagem. Você é um entre tantos. E os outros também o são.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Claro, óbvio, evidente que esta desvantagem não desqualifica a beleza, a mensagem e a intenção do evento. Contudo, eu volto a bater no mesmo ponto que já tratei anteriormente (&lt;a href="http://pejotando.blogspot.com/2011/01/ta-na-base-ou-ta-na-massa.html"&gt;Ta na base ou ta na massa&lt;/a&gt;). Verdadeiros encontros, troca de afetos e contatos reais acontecem no dia a dia dos pequenos grupos. Não é uma pastoral de eventos que a PJ deve viver, mas uma pastoral de processos, do cotidiano, dos projetos de vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu me lembro dos tempos em que eu estava somente na pastoral da juventude da minha paróquia. Nosso calendário era uma loucura, porque a cada dois meses sempre tínhamos encontrões de jovens. Eles aconteciam por ocasião das festas dos padroeiros, nas semanas da juventude, da cidadania, do estudante, nos passeios, bailes, gincanas ou quermesses. Nossas reuniões eram só para preparar atividades. Numa das avaliações que fizemos num final de ano, percebemos que aquilo era pouco eficaz na organização e identidade de uma PJ paroquial. Não investíamos adequadamente em formação das lideranças e de grupos de jovens. Não acompanhávamos ninguém. E nos desgastávamos para que os eventos acontecessem da melhor forma possível. Eram forças mal aplicadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Claro que os eventos são importantes. Digo novamente que&amp;nbsp;voltei animado da Romaria. Creio que haverá bastante gente que voltará animada da jornada mundial. Mas uma boa pergunta que se faz é no que a gente transforma esse ânimo todo? Se o entusiasmo que temos é pela quantidade de pessoas, creio que seja fogo de palha. A motivação tem que ser mais profunda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se um pejoteiro volta de um destes eventos de massa e não aproveita esta disposição toda para motivar os seus em sua realidade não adiantou nada ter ido para esta atividade. Se o encontro na massa não ajudou a fortalecer suas convicções na proposta de Jesus e do Reino, das duas uma, ou não foi uma atividade que queria alimentar sua vivência cristã ou você não estava prestando atenção. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gente de igreja que pensa uma atividade de massa com a intenção de ganhar visibilidade para seu grupo, movimento, pastoral ou comunidade, creio, deve repensar seu conceito de cristianismo. Eventos de massa devem ser consequência de um processo, onde a pessoa que participa sabe que está num ponto alto para o qual se preparou bem e no qual vai se alimentar para prosseguir a caminhada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Povo pejoteiro não olha o evento de massa (seja romaria, dia nacional da juventude, jornadas diocesanas ou mundiais da juventude) como um objetivo a ser alcançado, um tesouro a ser conquistado, exibido ou consumido. Não. O coração do povo pejoteiro está nos fortalecimento e acompanhamento dos grupos, na indignação pela juventude que é violentada e exterminada e, principalmente, no exemplo do jovem de Nazaré, fiel e coerente ao seu compromisso de vida. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8994675472344404784-2990460342335205465?l=pejotando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pejotando.blogspot.com/feeds/2990460342335205465/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://pejotando.blogspot.com/2011/08/onde-esta-teu-tesouro-ai-estara-teu.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8994675472344404784/posts/default/2990460342335205465'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8994675472344404784/posts/default/2990460342335205465'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pejotando.blogspot.com/2011/08/onde-esta-teu-tesouro-ai-estara-teu.html' title='Onde está teu tesouro, aí estará teu coração'/><author><name>Rogerio Oliveira</name><uri>https://profiles.google.com/108669675731056659230</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-TyrrSk5pJ8E/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAEf0/E_yoVEC_7Zk/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-dZNxtukXpyA/TkSFoQoVfJI/AAAAAAAAEb0/yYguS0Z0nMs/s72-c/coracao.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8994675472344404784.post-1244876924929065145</id><published>2011-08-05T07:51:00.022-03:00</published><updated>2011-08-05T22:44:56.257-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='afetividade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='grupo de jovens'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='juventude'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='identidade'/><title type='text'>Jovem: ser pessoa</title><content type='html'>&lt;blockquote style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;É uma grande alegria poder ter entre os artigos deste blog um texto da querida Ana Cláudia. Corre um sangue legitimamente pejoteiro nas veias desta mulher. Foi coordenadora e assessora regional no Sul 1. É até hoje um dos meus referenciais no que diz respeito ao amor que deve se dar ao trabalho pastoral. É uma honra tê-la por aqui, Ana.&lt;/i&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;+-+-+-+-+-+-+-+-+-+-+-&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-uqbcUYh2G8E/TjycczyZCMI/AAAAAAAAEbw/CIU3mVm-y-o/s1600/serpessoa.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="216" src="http://2.bp.blogspot.com/-uqbcUYh2G8E/TjycczyZCMI/AAAAAAAAEbw/CIU3mVm-y-o/s320/serpessoa.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Quando Rogério me pediu para falar sobre o tema jovem ser pessoa, vieram diversas idéias na cabeça, várias histórias, algumas músicas que fizeram e marcaram o período “jovem” da minha vida. Apesar de me sentir bem disposta para muita coisa, os anos passam e tenho clareza &amp;nbsp;que para algumas questões o tempo já passou e mesmo com toda disposição do mundo, sei que agora cabe a outros continuar a caminhada. Claro que posso contribuir, existem diversas outras formas de fazê-lo sem fazer o que cabe aos protagonistas desta história.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Bem, mas chega de enrolação e vamos ao que interessa! Mas afinal, o que entendemos por “Jovem: ser pessoa”? Não vou dar nenhuma denominação teórica, &amp;nbsp;mas romantica da coisa, um pouco parecido comigo. Ser jovem é aprender que o amor vai além do que compreendemos, é não ter medo, é saber se encantar com as pequenas coisas, sentir a brisa no rosto, sem se preocupar com as rugas. Compromissos (e quanto compromisso!), para outros descompromisso, momento de arriscar e buscar o que nos faz feliz.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Contudo, para falar deste tema, nada melhor que destacarmos a importância da dimensão afetiva nesse processo. Pois é na experiência do grupo que podemos crescer enquanto pessoa. Neste período da vida gostamos de falar de nós mesmos, da família, do trabalho, da escola, dos momentos de lazer. E a experiência grupal contribui para esse crescimento pessoal.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Com o passar do tempo estarão &amp;nbsp;preocupados com a comunidade e os &amp;nbsp;problemas que a cercam. Por isso nesta perspectiva pedagógica é importante uma formação integral. Para os pjoteiros e pjoteiras de plantão, nem precisamos nos aprofundar. Mas para aqueles que desconhecem o assunto vale a pena ler sobre o assunto.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os jovens sempre estiveram inseridos em diversos espaços, mas atualmente mais do que nunca este processo se torna muito mais dinâmico e podemos ver jovens que ocupam os mesmos espaços que os adultos, por isso é importante, que não sejamos tentados simplesmente à comparar os jovens dos anos 60, 70, 80 e 90 com os jovens de agora, pois isso não reflete a realidade juvenil atual. Os jovens de hoje são pessoas inseridas no mundo da informação, com anseios e desejos diferenciados. Que devem ser respeitados.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O importante para quem está lendo este artigo é apenas entender, &amp;nbsp;que quando nos tornamos adultos, o grande encanto é &amp;nbsp;perceber que tudo aquilo que fizemos não foi em vão e que um dos frutos que ficam deste processo são os amigos e amigas deste período que permanecem. Pra não ser injusta com o numeroso número de pessoas que continuam contribuindo com a minha existência, prefiro não citá-los. Com certeza posso deixar alguém de fora!&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;As experiências do período da nossa juventude retratam a nossa maneira de lidar com questões que nos deparamos na idade adulta, por isso o trecho da música “Linda Juventude”, que versa: “Nossa linda juventude, página de um livro bom”, reflete bem o quanto este é um momento rico da nossa vida e que devemos viver intensamente.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;object class="BLOGGER-youtube-video" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0" data-thumbnail-src="http://3.gvt0.com/vi/-Juf844BFOc/0.jpg" height="266" width="320"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/-Juf844BFOc&amp;fs=1&amp;source=uds" /&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF" /&gt;&lt;embed width="320" height="266"  src="http://www.youtube.com/v/-Juf844BFOc&amp;fs=1&amp;source=uds" type="application/x-shockwave-flash"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mas um livro bom cabe a cada um e cada uma &amp;nbsp;escrever. Os jovens tem um imenso campo de escolhas no mundo de hoje. &amp;nbsp;Não podemos dizer mais que a origem determina o projeto de vida. É possível experimentar e inserir-se muito mais.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O mundo oferece tantas possíbilidades mas cabe a cada um e cada uma responder as perguntas: “Quem sou eu? Com quem me identifico e me reconheço? Quais valores são realmente importantes para minha vida? E o que quero da minha vida?”.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E apoderado destas respostas escrever as páginas do seu &amp;nbsp;livro e que sejam páginas de um livro bom! Escrevam estas páginas com a tinta mais duradora do universo: o AMOR! Tenho certeza que assim o nosso mundo será muito mais SER pessoa, fraterna e feliz.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Um grande abraço,&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ana Cláudia Brito de Moura König&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;object class="BLOGGER-youtube-video" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0" data-thumbnail-src="http://3.gvt0.com/vi/ftugTi0dnWs/0.jpg" height="266" width="320"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/ftugTi0dnWs&amp;fs=1&amp;source=uds" /&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF" /&gt;&lt;embed width="320" height="266"  src="http://www.youtube.com/v/ftugTi0dnWs&amp;fs=1&amp;source=uds" type="application/x-shockwave-flash"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8994675472344404784-1244876924929065145?l=pejotando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pejotando.blogspot.com/feeds/1244876924929065145/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://pejotando.blogspot.com/2011/08/jovem-ser-pessoa.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8994675472344404784/posts/default/1244876924929065145'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8994675472344404784/posts/default/1244876924929065145'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pejotando.blogspot.com/2011/08/jovem-ser-pessoa.html' title='Jovem: ser pessoa'/><author><name>Rogerio Oliveira</name><uri>https://profiles.google.com/108669675731056659230</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-TyrrSk5pJ8E/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAEf0/E_yoVEC_7Zk/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-uqbcUYh2G8E/TjycczyZCMI/AAAAAAAAEbw/CIU3mVm-y-o/s72-c/serpessoa.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8994675472344404784.post-2221912875660227011</id><published>2011-08-02T17:55:00.001-03:00</published><updated>2011-08-02T18:47:27.196-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='educação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='desafios'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pastoral'/><title type='text'>PJ e os desafios da educação</title><content type='html'>&lt;blockquote style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Hoje eu tenho a grata satisfação de compartilhar com os leitores deste blog um texto do amigo e eterno pejoteiro Raimundo. Ele também é assessor no &lt;a href="http://www.ipejota.org.br/"&gt;Instituto Paulista de Juventude&lt;/a&gt;, historiador e professor. Foi membro da coordenação da Pastoral da Juventude de São Miguel Paulista e é um dos três poetas do &lt;a href="http://miraze-miraze.blogspot.com/"&gt;blog Mirazé&lt;/a&gt;. Ele foi convidado a compartilhar um texto conosco sobre a PJ e os desafios da Educação. Texto cheio de desafios e inquietações. Valeu Raimundão!!! Você foi (para não fugir da regra) bem preciso! Aproveitem do texto!&lt;/i&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;+-+-+-+-+-+-+-+-+-+-+-+-+-+-&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-bHmYw6Xgbk8/TjhkDUOW9zI/AAAAAAAAEbs/QjS6UYyAYgs/s1600/educacao.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://1.bp.blogspot.com/-bHmYw6Xgbk8/TjhkDUOW9zI/AAAAAAAAEbs/QjS6UYyAYgs/s200/educacao.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O que a PJ tem a ver com o Mundo da Educação? O que os jovens que alimentam os grupos e comunidades por todo o país podem ou devem fazer em relação a esse tema?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;São muitas as esquinas em que PJ e Educação se encontram e se abraçam. Creio que um desses pontos tem a ver com o Projeto de Vida de muitos dos líderes da PJ, que é ser Educador no sentido mais amplo da palavra. Podemos afirmar que a &lt;i&gt;“Pedagogia Pastoral&lt;/i&gt;” (As palavras-chave dessa Pedagogia aparecem em negrito ao longo do texto), fortemente inspirada na Prática de Jesus, acaba desembocando em uma escolha profissional, uma opção de trabalho pela vida toda.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Como conseqüência, quando chegamos às instituições educativas - escolas, ong’s, universidades - certamente o peso dessa formação falará alto, e queremos colocar nosso tijolinho no muro do universo educacional.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Universo complexo, diverso, muitas vezes confuso. Na escola pública, que para muitos passa por uma crise sem fim desde os anos 80, os educadores tem que se equilibrar entre um ideal de qualidade e &lt;b&gt;Democracia&lt;/b&gt; (escola para todos, gestão democrática, ampliação de metodologias, novas formas de aprender e ensinar) e uma realidade na qual suas intenções e anseios são quase sempre podados.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Um professor diferenciado, que quer proporcionar novas experiências aos educandos, propôr novos temas, aproximar-se da comunidade, etc, provavelmente encontrará resistência de diretores e coordenadores, ou ainda pior, dos próprios pares e estudantes.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Dentro de uma escola, a expressão “matar um leão por dia” é perfeita para ilustrar a rotina do Educador comprometido com seus alunos e com a importância da profissão docente.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em suma, para (re)humanizar a escola, é necessário frequentemente ceder em alguns pontos, aceitar acordos, “morder o fruto amargo e não cuspir”, como dizia Geir Campos. E isso é tarefa dura, pois parte da premissa de que o &lt;b&gt;Diálogo&lt;/b&gt; jamais pode ser cessado.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Esse desafio permanece nos espaços não-formais, feito ong’s &amp;nbsp;e projetos, já que fora da escola também há, em menor escala, uma lógica do controle e da acomodação. Mas, com certeza há mais horizontes, mais energia positiva, mais chances de oferecer e partilhar &lt;b&gt;novas visões&lt;/b&gt; aos jovens.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Da mesma forma, hoje, mais do que executores de práticas educativas, alguns jovens (e ex-jovens) da PJ estão na linha de frente da formação de educadores e agentes sociais, pois perceberam que na vida universitária também há a necessidade de inserir novas possibilidades, de reler algumas teorias, revisitar algumas idéias. Perceberam, acima de tudo, que as palavras de Paulo Freire, que renegavam uma “educação bancária”, na qual o aluno (do latim, sem luz) espera receber a luz de seu mestre sábio, eram quase uma profecia do distanciamento entre o que é proposto pelo sistema oficial e a vida das pessoas que compõem o mundo da escola.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Acredito que uma vivência pastoral que possa colaborar na gestação de uma “Nova Educação” deva dar a seus participantes duas ferramentas vitais: estímulo à &lt;b&gt;leitura&lt;/b&gt; (&lt;i&gt;“Leitura” que aqui não deve ser compreendida como mera questão técnica, mas como possibilidade de ler o mundo, de compreender as expressões humanas em seus diversos campos do conhecimento&lt;/i&gt;) e capacidade de &lt;b&gt;argumentação&lt;/b&gt;. Quem lidera grupos de jovens precisa fazer e incentivar o exercício constante de ler - pois formação sem leitura não existe; e precisa propiciar um clima no grupo no qual todos possam falar e serem ouvidos, que todos possam se expressar e refletir de forma profunda sobre as questões importantes para daquela comunidade.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Além desse processo “natural” da formação, penso que já passou da hora da PJ liderar o debate sobre os temas ligados ao Mundo da Educação. Que tal uma campanha pela valorização dos professores, por mais espaço para expressões culturais dos jovens nas escolas, por um maior comprometimento e transparência do poder público com a questão, por uma abordagem menos superficial da mídia? Por que não estimular e produzir subsídios para os grupos façam aproximações mais estreitas dos ambientes educacionais de suas regiões? Por que não fugir do voluntarismo e criar, inventar, entusiasmar discussões e ações mais concretas?&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Essa semana, de volta do recesso, uma aluna comentou comigo ao me abraçar: “&lt;i&gt;Que bom que o senhor voltou, por que muitos professores passam por aqui e a gente não os vê mais...&lt;/i&gt;”. Que bom que eles estavam lá... que iríamos retomar a aventura de aprendermos juntos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;São 500 anos de História e um milhão de desafios... mão com mão, companheiro! Apenas começamos...&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8994675472344404784-2221912875660227011?l=pejotando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pejotando.blogspot.com/feeds/2221912875660227011/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://pejotando.blogspot.com/2011/08/pj-e-os-desafios-da-educacao.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8994675472344404784/posts/default/2221912875660227011'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8994675472344404784/posts/default/2221912875660227011'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pejotando.blogspot.com/2011/08/pj-e-os-desafios-da-educacao.html' title='PJ e os desafios da educação'/><author><name>Rogerio Oliveira</name><uri>https://profiles.google.com/108669675731056659230</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-TyrrSk5pJ8E/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAEf0/E_yoVEC_7Zk/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-bHmYw6Xgbk8/TjhkDUOW9zI/AAAAAAAAEbs/QjS6UYyAYgs/s72-c/educacao.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8994675472344404784.post-3548691376309700250</id><published>2011-07-27T23:44:00.000-03:00</published><updated>2011-07-27T23:44:34.257-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='organização'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='grupo de jovens'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='desafios'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ação'/><title type='text'>Estatísticas pejoteiras</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Uma coisa que eu aprendi no curso de jornalismo e que a PJ me ajudou a entender melhor foi a importância  das estatísticas. Elas servem para dizer um monte de coisas, sejam verdades, meias verdades, ou mesmo mentiras. Isso se dá porque os números tendem a impressionar, ainda mais se estiverem acompanhados de gráficos bonitos e textos bem escritos. Mas é importante observar o que está nas entrelinhas e nas possíveis intenções de quem escreve e de quem publica.&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-UuTkfcGptdI/TjDLWMOM5LI/AAAAAAAAEbo/abxMLmwHwH8/s1600/estat%25C3%25ADstica2.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="209" src="http://4.bp.blogspot.com/-UuTkfcGptdI/TjDLWMOM5LI/AAAAAAAAEbo/abxMLmwHwH8/s320/estat%25C3%25ADstica2.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Por que digo isso? Porque muitas vezes nem temos dimensão do que alguns valores querem dizer. Por exemplo, dizem que a minha diocese tem mais de três milhões de habitantes. O que significa três milhões de pessoas? Você consegue quantificar isso? Consegue enxergar um povaréu deste tamanho? É muita gente! Ainda mais numa diocese pequenina territorialmente como é São Miguel Paulista. E eu acho que vou demorar muitos e muitos anos pra ter convivido ou conhecido três milhões de pessoas, se é que isso seja possível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Números soltos, portanto, impressionam. Mas estamos falando aqui de estatísticas. E elas podem ajudar bastante nosso trabalho pastoral. Basta entender as entrelinhas, como já disse. Veja só: Você sabe hoje quantos grupos de Pastoral da Juventude existem em sua diocese? E quantos jovens são ligados a estes grupos? Saberia dizer qual o impacto que os grupos de PJ tem sobre a realidade juvenil da sua região?&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São números e pesquisas que ajudariam muito a discernir a melhor forma de trabalhar. São informações que dão um norte, fazem com que possamos dar passos mais seguros. Eu me lembro que em 1998, quando o Marco Referencial da Pastoral da Juventude do Brasil foi lançado, havia uma informação muito interessante lá. Uma pesquisa havia sido feita e levantado que no Brasil haviam cerca de trinta mil grupos de jovens ligados à PJ. Eu achei aquilo fantástico. Dava uma força para a gente, melhorava nossa autoestima. Ter tantos colegas comungando dos mesmos ideais fazia com que nos sentíssemos mais importantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas a pesquisa não apontava qual o perfil destes grupos. Que idade média os jovens teriam? Quantos jovens participavam destes grupos? O que é que estes grupos faziam? Não dá para saber agora... E passado quase 15 anos desta pesquisa, é bem possível que a realidade hoje seja diferente. Uma nova geração nasceu e já está participando nos grupos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E, que tal entrarmos no terreno das suposições? Imaginemos que não pioramos e não evoluímos. Mantivemos os 30 mil grupos. Imaginemos também que dentro da ideia de adolescentização dos grupos, a média de idade dos participantes está entre os 15 e 19 anos. E que em média, também, há cerca de 20 participantes por grupo. O que teríamos? Atingiríamos diretamente seiscentos mil jovens. Fantástico isso, não?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você sabe quantos adolescentes existem no Brasil nesta faixa etária? Quase dezessete milhões de pessoas, segundo o último censo de 2010. A turma da PJ é pouco mais de 3,5% deste total. Você acha pouco? Se aos quase dezessete milhões citados, nós somarmos a turma de 20 a 24 anos (que dá mais de dezessete milhões), que também são jovens, a porcentagem cairia pela metade (1,75%).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Claro que nem todos estes mais de 34 milhões de jovens não são católicos. Segundo os dados preliminares já divulgados pelo último censo, a população católica gira em torno dos 74%. Se esta porcentagem se refletisse sobre o contingente jovem, teríamos pouco mais de 25 milhões de jovens católicos. Os jovens da PJ seriam algo em torno de 2,4% desta população.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Amigos mais chegados, ao lerem tudo isto, podem certamente dizer: “Que viagem essa do Rogério!!!!”. Eu não culparia você caso tenha este mesmo pensamento, porque de fato é uma viagem. Viagem pelas possibilidades. Primeiro porque não sabemos quantos grupos realmente a PJ atinge, nem quantos jovens participam deles e nem o que estes grupos fazem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em segundo lugar, porque pensar que atingimos diretamente tão poucos jovens não é uma viagem de números hipotéticos. Olhe aí para os grupos que você conhece. E olhe depois para os bairros onde estes grupos existem. Há uma multidão de jovens que não participa deles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isto desanima você? Sim? Que pena!!! Deparar-se com números assim não deveria desestimular nenhum pejoteiro. Pelo contrário. Ser 1%, 2% num mar de juventude escancara diante de nós um mar de possibilidades. Olha só quantos jovens que podem ainda conhecer nossa proposta?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E é sabido que a PJ acontece nos grupos e além deles também. Há uma juventude externa aos muros paroquiais que se beneficia das nossas atividades externas (vide os DNJ’s) e entram em contato com nossos valores, sem nunca terem pisado num grupo de jovens. E há muitos outros jovens ligados à entidades parceiras de eventos que compartilham sonhos em comum. Há muito bem que pode ser feito. E isso, nem sempre as estatísticas conseguem demonstrar.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8994675472344404784-3548691376309700250?l=pejotando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pejotando.blogspot.com/feeds/3548691376309700250/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://pejotando.blogspot.com/2011/07/estatisticas-pejoteiras.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8994675472344404784/posts/default/3548691376309700250'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8994675472344404784/posts/default/3548691376309700250'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pejotando.blogspot.com/2011/07/estatisticas-pejoteiras.html' title='Estatísticas pejoteiras'/><author><name>Rogerio Oliveira</name><uri>https://profiles.google.com/108669675731056659230</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-TyrrSk5pJ8E/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAEf0/E_yoVEC_7Zk/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-UuTkfcGptdI/TjDLWMOM5LI/AAAAAAAAEbo/abxMLmwHwH8/s72-c/estat%25C3%25ADstica2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8994675472344404784.post-410585408373298864</id><published>2011-07-21T22:32:00.000-03:00</published><updated>2011-07-21T22:32:32.778-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pastoral'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='formação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='espiritualidade'/><title type='text'>É a vista de um ponto</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-lx01niNqeIg/TijRsfFZCQI/AAAAAAAAEbk/6PSfjfgQ6Rs/s1600/Ruah.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="150" src="http://4.bp.blogspot.com/-lx01niNqeIg/TijRsfFZCQI/AAAAAAAAEbk/6PSfjfgQ6Rs/s200/Ruah.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;Eu me recordo bem de um dos encontros de formação que fizemos no Instituto Paulista de Juventude. Era um grupo de 50 jovens que batizamos de Ruah. Ao término daquele fim de semana, no momento de oração final, posicionamos 50 velas de tal maneira que elas formavam o nome do grupo. Contudo quando as pessoas entravam na sala, parecia apenas que eram velas posicionadas umas ao lado das outras, ao acaso. Contudo, ao se posicionarem num local estrategicamente pensado, era possível ter clareza da mensagem por trás daquela organização.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Assim foi no encontro, assim também é no restante de nossa vida. Nossa compreensão do mundo que nos cerca é estabelecida pelo nosso posicionamento e pelo olhar que temos a partir de onde estamos. É claro que há uma tendência da sociedade como um todo de padronização das práticas e costumes. Igrejas, escolas, a mídia e instituições em geral tentam normatizar o entendimento da realidade a partir daquilo que elas próprias concebem por padrão.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Jovens que participaram da PJ tem um diferencial neste processo. Eles aprenderam a exercitar a consciência crítica. Não é que olham tudo com ceticismo e desconfiança, mas sabem aplicar a frase de Leonardo Boff de que “&lt;i&gt;todo ponto de vista é a vista de um ponto&lt;/i&gt;”, a partir do ponto de vista dos empobrecidos, excluídos e vitimizados.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ah! Então é um olhar puramente social? Um olhar para grandes agrupamentos humanos, muitas vezes deixados de lado nas decisões e distribuição da riqueza das nações? Não, não, não... O olhar pejoteiro vai além disso. É um olhar de quem sabe que Deus está do lado dessa gente que sofre. “&lt;i&gt;Eu vi a miséria do meu povo, ouvi seus clamores, conheço seu sofrimento. Desci para libertá-lo e para fazê-lo ir a uma terra onde corre leite e mel&lt;/i&gt;” (conf. Ex 3, 7-8).&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Deus está ao lado do que sofre e está naquele que sofre. “&lt;i&gt;Pois eu estava com fome e me destes de beber, com sede e me destes de beber, era estrangeiro e me acolhestes, estava sem roupas e me vestiram, doente e cuidaram de mim, preso e foram me visitar. (...) Todas a vezes que fizeram isso ao menor dos meus irmãos, foi a mim que fizeram&lt;/i&gt;” (O texto todo está em Mateus 25, 31-46).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E é um Deus que pede não a conversão externa, mas a mudança interior, verdadeira. Pois não é “&lt;i&gt;todo aquele que diz ‘Senhor, Senhor’ que entrará no Reino dos Céus, mas quem obedece ao Pai&lt;/i&gt;”. (Mt 7,21). Ele deseja que rasguemos nossos corações (Jl 2,13), que façamos este processo de mudança, de conversão e que procuremos enxergar o mundo através do Seu olhar.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Então o jeito pejoteiro de olhar o mundo é através do olhar a partir do excluído, vítima de um sistema social injusto, contrário ao plano de Deus. E este mesmo Deus nos pede que nos convertamos pessoalmente e tentemos reverter este sistema de coisas, pois Ele mesmo é parceiro deste povo sofrido? Sim, é isto, mas vai além!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Neste mundo de exclusão, a PJ enxerga no jovem, em especial no mais pobre, a vítima principal. A sociedade sabe que o jovem tem um grande potencial. Mas ela não o entende. E tem medo do jovem. Por isso ele é a grande vítima. A PJ sabe que é preciso conhece-lo, estar próximo, quere-lo bem, buscar um diálogo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Neste convívio, para superar o extermínio da juventude ou a sua transformação em massa de manobra, a PJ sabe que o potencial de cada jovem que cruza nossos grupos deve ser descoberto e exercitado para o bem comum para que ele consiga descobrir que é &lt;a href="http://pejotando.blogspot.com/2010/09/protagonismo-juvenil.html"&gt;protagonista&lt;/a&gt;, não sendo submisso e nem sendo autoritário, mas trabalhando suas particularidades em vista de algo maior.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E a partir deste cuidado com a pessoa, a proposta pedagógica da PJ é que os jovens convivam em &lt;a href="http://pejotando.blogspot.com/search/label/grupo%20de%20jovens"&gt;pequenos grupos&lt;/a&gt;. Neles, os jovens podem se conhecer melhor, aprender uns com os outros, tanto a superar suas próprias limitações como também a descobrir suas qualidades e dons.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E é preciso que consigamos ir além, superando esta visão tímida e limitada. Estudo, convivência, debate, diálogo, leitura, oficinas. É uma exigência natural. Preparar-se bem é uma tarefa importante. Principalmente para nós que costumamos remar contra a maré e a teimamos em olhar sempre de um outro ângulo.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-small;"&gt;PS. Do seu ponto de vista, é possível enxergar neste texto as cinco dimensões da formação integral, proposta pela PJ? É possível ver a importância da pessoa, do grupo, da espiritualidade, da política e da capacitação?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-small;"&gt;PS2. Agradeço ao &lt;a href="http://caradapalavra.blogspot.com/"&gt;Fernando&lt;/a&gt;&amp;nbsp;a foto que ele me emprestou para este artigo, mesmo que ele não saiba que o fez!!! #Tamojunto!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8994675472344404784-410585408373298864?l=pejotando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pejotando.blogspot.com/feeds/410585408373298864/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://pejotando.blogspot.com/2011/07/e-vista-de-um-ponto.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8994675472344404784/posts/default/410585408373298864'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8994675472344404784/posts/default/410585408373298864'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pejotando.blogspot.com/2011/07/e-vista-de-um-ponto.html' title='É a vista de um ponto'/><author><name>Rogerio Oliveira</name><uri>https://profiles.google.com/108669675731056659230</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-TyrrSk5pJ8E/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAEf0/E_yoVEC_7Zk/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-lx01niNqeIg/TijRsfFZCQI/AAAAAAAAEbk/6PSfjfgQ6Rs/s72-c/Ruah.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8994675472344404784.post-1047587847352766683</id><published>2011-07-16T11:50:00.000-03:00</published><updated>2011-07-16T11:50:41.629-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='martírio'/><title type='text'>Não há libertação sem risco de perder</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-4bZPfxRf5gs/TiGjM3avVjI/AAAAAAAAEbM/AirB5jQ0DnE/s1600/martires.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="163" src="http://1.bp.blogspot.com/-4bZPfxRf5gs/TiGjM3avVjI/AAAAAAAAEbM/AirB5jQ0DnE/s320/martires.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Outro dia estava ouvindo um CD que eu aprecio muito. Era do Padre Zezinho. Dentre as canções que ele interpretava, parei para refletir numa letra que eu já cantara tantas vezes. A música era “&lt;a href="http://letras.cifras.com.br/padre-zezinho/o-amor-e-a-resposta"&gt;O amor é a resposta&lt;/a&gt;”. E acabei ficando com o verso que dá título a este artigo na cabeça por alguns dias. Não há libertação sem risco de perder.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A princípio vieram a minha mente tantos mártires que celebramos em nossas comunidades e atividades. A partir deles nós fazemos memória das vidas doadas por uma causa. Mas no fim das contas, este é o grande paradoxo. Se nós celebramos o Deus da vida, porque lembramos daqueles que morreram por uma causa e até os colocamos como exemplos de uma vida com propósito?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Eu lembro aqui de um velho amigo assessor que nos ajudava na preparação de um encontro com lideranças juvenis. Queríamos utilizar no momento de celebração as fotos, os relatos e as memórias de mártires da caminhada. E ele, num momento de provocação, acabou nos questionando do porquê daquilo. Disse que os jovens de hoje não entendem o martírio, por se tratar de uma geração que valoriza demais o momento presente e as delícias da vida.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E este foi justamente o enfoque dado. Qual o propósito da vida? Vale a pena gastar a única vida que sabemos ter por uma causa? A pessoa que dedica seu viver a uma ideia ou a uma prática importante não morre depois que seu corpo tomba. A gente olha para Jesus e tem esta confirmação.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O que Jesus disse e viveu foi tão importante e tão significativo que não poderia ser esquecido, não poderia ter morrido naquela tarde de sexta feira que hoje chamamos de santa. E não morreu. A derrota numa batalha é momentânea. A vida tem que prevalecer.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A vitória sobre a morte é a fonte de inspiração para outros tantos e outras tantas seguidores e seguidoras da proposta de Jesus. Gente que ama viver, mas vive por um propósito. E este propósito aparece nas ações desta pessoa, pelo seu testemunho.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A expressão “dar testemunho” em grego se expressa pela palavra “martyria”. Nas primeiras comunidades cristãs, este “dar testemunho” era sinônimo de “dar a vida” pela causa do Evangelho. E, mesmo hoje, o exemplo de um antievangelho continua a nos interpelar e a nos cutucar no comodismo que muitos vivem.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quantos sinais de morte existem? Quantos pobres, excluídos ou jovens continuam a viver numa situação de opressão que deveria servir para incomodar nossa fé e prática cristã? Eles continuam a viver só os sofrimentos e dores da sexta-feira da Paixão. Eles estão, como disse o &lt;a href="http://www.paulinas.org.br/loja/DetalheProduto.aspx?idProduto=7904"&gt;pe. Agenor Brighenti&lt;/a&gt;, estampando em seu rosto, o rosto desfigurado do Senhor.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Retomo aqui a lembrança, dentre tantos que deram a própria vida por uma causa, da &lt;a href="http://www.cnbb.org.br/site/imprensa/sala-de-imprensa/notas-e-declaracoes/1413-nota-da-cnbb-sobre-assassinato-do-pe-gisley"&gt;vida do Pe. Gisley&lt;/a&gt;. Ele era assessor nacional do setor juventude quando as pastorais da juventude lançaram a campanha nacional contra a violência e o extermínio de jovens em 2008. E foi morto num assalto por alguns jovens em 2009.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ele não foi morto porque combatia a violência e o extermínio de jovens, mas morreu porque vivemos num sistema em que jovens são lançados à margem da sociedade e que não valoriza a vida. A vida do Pe. Gisley foi de combate pela vida da juventude. E o seu sangue derramado é sinal de que há muito a ser feito ainda.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O testemunho de mártires de ontem e de hoje é como a semente que se lança na terra. Regadas pelo sangue do testemunho, são vidas que não acabam na sexta feira santa. Mas cultivadas pela memória e pela caminhada dos cristãos, são árvores fortes e firmes que nos alimentam com seus frutos e nos fazem seguir em frente numa Páscoa que não acaba. Vem, vamos em frente. Há muita vida a ser defendida. Há uma Boa Nova a ser testemunhada!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8994675472344404784-1047587847352766683?l=pejotando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pejotando.blogspot.com/feeds/1047587847352766683/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://pejotando.blogspot.com/2011/07/nao-ha-libertacao-sem-risco-de-perder.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8994675472344404784/posts/default/1047587847352766683'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8994675472344404784/posts/default/1047587847352766683'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pejotando.blogspot.com/2011/07/nao-ha-libertacao-sem-risco-de-perder.html' title='Não há libertação sem risco de perder'/><author><name>Rogerio Oliveira</name><uri>https://profiles.google.com/108669675731056659230</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-TyrrSk5pJ8E/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAEf0/E_yoVEC_7Zk/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-4bZPfxRf5gs/TiGjM3avVjI/AAAAAAAAEbM/AirB5jQ0DnE/s72-c/martires.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8994675472344404784.post-6887862859814015458</id><published>2011-07-09T18:57:00.000-03:00</published><updated>2011-07-09T18:57:34.000-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='assessoria'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pastoral'/><title type='text'>Coisas que aprendi na assessoria da PJ</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-unkFhhcEGPo/ThjJ9GIlbRI/AAAAAAAAEaM/PRi2vN6mZsI/s1600/coaching.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://3.bp.blogspot.com/-unkFhhcEGPo/ThjJ9GIlbRI/AAAAAAAAEaM/PRi2vN6mZsI/s200/coaching.jpg" width="183" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não quero lançar meu currículo pela internet, nem dizer que sou bom numa coisa ruim em tantas e tantas outras. Quem me conhece sabe das minhas qualidades e dos muitos defeitos. Mas não é isso que vem ao caso agora. Em tempos de dicas e de tentativas de mostrar caminhos possíveis, acho que este é um bom momento para dar um testemunho, como dizem nas igrejas por aí, e falar do aprendizado que tive nesta minha vida de assessor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todos os pontos que vou colocar abaixo são realmente coisas que aprendi. Nem todos eu consegui vivenciar plenamente, mas estou na busca de aprimorar. E, se testemunhos valem, digo que por tudo que está exposto aí, vale muito acompanhar os jovens. Vamos aos itens!&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;ol&gt;&lt;li&gt;Você é um acompanhante da juventude, não o coordenador deles. Sua &lt;b&gt;palavra&lt;/b&gt; tem um peso grande para eles. Portanto, use-a com cuidado e sabedoria.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Os dons que você tem estão a serviço, ajude o &lt;b&gt;jovem a crescer&lt;/b&gt;... É preciso que ele apareça e você diminua.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Não se &lt;b&gt;angustie&lt;/b&gt; por não ser perfeito e poder contribuir o tempo todo. Há diversas formas de ajudar a juventude. Não dá para ter todas as respostas em todos os campos.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Saiba que você também precisa de &lt;b&gt;um tempo&lt;/b&gt;. Seu corpo tem limites. Se você trabalha de segunda a sexta-feira e no fim de semana está na pastoral, que tempo lhe sobra pra família, amigos, lazer e descanso?&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Sinta-se parte do grupo que você assessora. &lt;b&gt;Cuide&lt;/b&gt; dele. Cuide das relações entre as pessoas. Cuide das pessoas. E ajude que todos no grupo cresçam nesta consciência de cuidado uns para com os outros.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Abrace. &lt;b&gt;Abrace&lt;/b&gt; bastante. O contato físico, o calor humano e a proximidade são marcas fortes da PJ. Muito se diz só com um abraço afetuoso. &lt;/li&gt;&lt;li&gt;Não descuide da sua &lt;b&gt;relação com Deus&lt;/b&gt;. Seja uma pessoa de comunidade. Celebre a eucaristia. Que as pessoas olhem para você e se sintam contagiadas pelo amor de Deus que você transmite.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Você é um &lt;b&gt;vocacionado&lt;/b&gt;. Não é qualquer um que serve como assessor. Não é um cargo, portanto, no qual qualquer um pode ser encaixado. &lt;/li&gt;&lt;li&gt;Ser assessor não lhe serve de&lt;b&gt; status&lt;/b&gt;. Se isso um dia lhe passou pela cabeça, esqueça! Vocação é doação! Você foi chamado para um ministério e o poder que lhe cabe é o do serviço!&lt;/li&gt;&lt;li&gt;A você cabe a guarda da &lt;b&gt;memória histórica&lt;/b&gt;. Não deixe que ela morra ou enfraqueça no tempo. Passe para frente. Aprendemos com o passado.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Estude. &lt;b&gt;Estude&lt;/b&gt; sobre juventude, sobre Igreja, sobre Jesus, sobre metodologia, sobre o mundo em que vivemos, sobre a fé que professamos. &lt;/li&gt;&lt;li&gt;Provoque. &lt;b&gt;Provoque&lt;/b&gt; mesmo. O método da provocação ajuda a questionarmos e entendermos melhor nossos valores e crenças. Mas não crie confusão que não saiba resolver depois.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;E nessa mesma linha, lance &lt;b&gt;desafios&lt;/b&gt; aos jovens. Desafios geram novos olhares e provocam em muitos o comprometimento com a causa.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Comprometa-se com o seu serviço de acompanhamento e assessoria. Você será respeitado, querido e ouvido pelos jovens se eles enxergarem em você um &lt;b&gt;testemunho&lt;/b&gt; autêntico de doação.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Goste dos jovens. &lt;b&gt;Ame a juventude&lt;/b&gt;. Não de maneira forçada, mas de coração. Quem ama e demonstra estabelece um laço de união que não se rompe. E maravilhas se fazem a partir daí.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Na medida do possível, &lt;b&gt;não seja assessor sozinho&lt;/b&gt;. Tenha um grupo com o qual possa contar, partilhar vida, experiências, frustrações e alegrias. A gente cresce com isso.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Conheça gente com várias experiências. &lt;b&gt;Tenha bons contatos&lt;/b&gt;. Eles podem lhe ajudar quando você estiver perdido com algum assunto.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Não marque compromissos demais. Você não é super herói. E nem é Deus que pode estar em vários lugares ao mesmo tempo. &lt;b&gt;Priorize&lt;/b&gt;!!!&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Tem que ter &lt;b&gt;paciência&lt;/b&gt;. Nem sempre os processos acontecem no devido tempo. E é preciso que se aprenda com estes erros.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Quando a coisa desandar, você é &lt;b&gt;um ponto&lt;/b&gt; que deve se manter &lt;b&gt;firme&lt;/b&gt;. Tenha um olhar otimista, mas pautado na realidade. Coisas boas serão colhidas daí. &lt;/li&gt;&lt;li&gt;Desafios não faltam. E assessor da PJ encara &lt;b&gt;desafios&lt;/b&gt; como combustível para a criatividade do grupo. E precisamos de combustível para chegarmos à Terra sem Males.&lt;/li&gt;&lt;/ol&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8994675472344404784-6887862859814015458?l=pejotando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pejotando.blogspot.com/feeds/6887862859814015458/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://pejotando.blogspot.com/2011/07/coisas-que-aprendi-na-assessoria-da-pj.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8994675472344404784/posts/default/6887862859814015458'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8994675472344404784/posts/default/6887862859814015458'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pejotando.blogspot.com/2011/07/coisas-que-aprendi-na-assessoria-da-pj.html' title='Coisas que aprendi na assessoria da PJ'/><author><name>Rogerio Oliveira</name><uri>https://profiles.google.com/108669675731056659230</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-TyrrSk5pJ8E/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAEf0/E_yoVEC_7Zk/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-unkFhhcEGPo/ThjJ9GIlbRI/AAAAAAAAEaM/PRi2vN6mZsI/s72-c/coaching.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8994675472344404784.post-5942496280002537380</id><published>2011-07-02T15:02:00.001-03:00</published><updated>2011-07-02T15:06:34.247-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='JMJ'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pastoral'/><title type='text'>A JMJ com um ar pejoteiro</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-3rEyahPAJ7U/Tg9c2QdlDbI/AAAAAAAAEaI/cKqisbGgzes/s1600/caminhar.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://1.bp.blogspot.com/-3rEyahPAJ7U/Tg9c2QdlDbI/AAAAAAAAEaI/cKqisbGgzes/s200/caminhar.jpg" width="171" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Caminhar sempre foi uma marca forte dentro da Pastoral da Juventude. Há a memória bíblica da caminhada do povo de Deus para a Terra Prometida e há a associação deste peregrinar com a nossa luta diária, cercada de desafios, alegrias, tropeços e sonhos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da mesma maneira que o povo da Bíblia, nós também não caminhamos para qualquer lado, como se fôssemos baratas tontas. Pejoteiros bem formados caminham com o olhar para um horizonte, com objetivos e metas concretas. Não andam por andar. E por onde passam, deixam suas marcas, as pegadas de suas histórias para servir de guia ou indicativos para quem vem depois.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estamos às vésperas de uma nova peregrinação. Trata-se da Jornada Mundial da Juventude. Este ano ela acontecerá em Madri no mês de agosto. Reunirá centenas de milhares de jovens. Entre estes, muitos jovens da Pastoral da Juventude.&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;E como o povo da PJ não parte para uma peregrinação, para uma nova caminhada sem a devida preparação, quero fazer lembrança de alguns pontos que, creio, são importantes serem considerados para esta jornada:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Não considere a semana que você estará em Madri como o término ou ponto alto de uma preparação. A JMJ é um evento importante para reafirmar sua fé em Jesus Cristo e também nosso jeito de fazer pastoral. Contribui demais também o fato de saber que existem muitas formas diferentes de seguir a proposta de Jesus. A JMJ é um marco, mas o ponto alto é quando você volta para sua realidade e ajuda na propagação da proposta de Jesus no meio em que você vive.&amp;nbsp;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;A JMJ não é um encontro com o Papa. É um encontro onde o Papa estará. O foco é o encontro com Jesus e sua proposta. Isto não diminui a figura do pontífice. É um sinal de que a Igreja quer que a juventude seja portadora desta novidade de Jesus. &lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Esteja aberto à experiência e ao contato com diferentes culturas. E não se esqueça de partilhar nosso jeito latino-americano e pejoteiro de ser e de viver.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Há experiências dentro da Igreja que podem causar estranheza pela forma, pelo conteúdo ou pela maneira de envolvimento. Estas experiências podem aparecer em alguns momentos da sua vivência da JMJ. Olhe para isto e relembre que nem todos entendem a nossa vivência pejoteira. Então, em primeiro lugar, cabe o respeito e o não julgamento destas experiências.&amp;nbsp;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Nossa experiência privilegia o contato pessoal e o trabalho em pequenos grupos. Por isto, se lá você puder partilhar com outros jovens a prática e o jeito de ser da PJ, como forma de “encontro com Deus, de compromisso com a verdade e a justiça, de avanço na caridade” (citado em &lt;a href="http://is.gd/p9l0tC"&gt;http://is.gd/p9l0tC&lt;/a&gt;) já teve uma excelente experiência.&amp;nbsp;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;E não se esqueça, viva intensamente a experiência de estar lá. É algo que pode ser único e irrepetível. Mas a vida continua aqui e precisa ser enriquecida com aquilo que você viveu, aprendeu e experimentou por lá. &lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;br /&gt;E aproveito para lançar outras duas lembranças já ditas anteriormente &lt;a href="http://is.gd/AL9bPS"&gt;aqui no blog&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Trabalhar com as multidões de jovens é algo bonito, mas se não for pensado um caminho metodológico para atingi-los, penso que é uma prática não muito alinhada com os nossos princípios. Os jovens acabam sendo justamente isso: massa. E na multidão você é um anônimo, não há lugar para protagonistas.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Fazer eventos de massa só pelo número, para aparecer, fazer notícia não é atitude pejoteira. Há outras maneiras de se aproximar dos jovens que não conhecem nosso jeito de trabalhar e nem a proposta de Jesus. Contudo, se estes eventos grandes forem grandes celebrações, com jovens conscientes do porquê estão ali, é algo fantástico. É ação pejoteira.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;br /&gt;Boa Jornada Mundial da Juventude para quem estará lá. Estaremos rezando por vocês e esperando boas notícias e bons frutos a serem colhidos.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8994675472344404784-5942496280002537380?l=pejotando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pejotando.blogspot.com/feeds/5942496280002537380/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://pejotando.blogspot.com/2011/07/jmj-com-um-ar-pejoteiro.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8994675472344404784/posts/default/5942496280002537380'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8994675472344404784/posts/default/5942496280002537380'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pejotando.blogspot.com/2011/07/jmj-com-um-ar-pejoteiro.html' title='A JMJ com um ar pejoteiro'/><author><name>Rogerio Oliveira</name><uri>https://profiles.google.com/108669675731056659230</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-TyrrSk5pJ8E/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAEf0/E_yoVEC_7Zk/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-3rEyahPAJ7U/Tg9c2QdlDbI/AAAAAAAAEaI/cKqisbGgzes/s72-c/caminhar.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8994675472344404784.post-2985521539298026262</id><published>2011-06-29T22:01:00.000-03:00</published><updated>2011-06-29T22:01:58.244-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pastoral'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='história'/><title type='text'>Não foi um sonho sonhado só</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-4HlNfga3mDc/TgvI_q9TC0I/AAAAAAAAEaE/iT-Q4BhSoaM/s1600/Modelo02-1024x768.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://2.bp.blogspot.com/-4HlNfga3mDc/TgvI_q9TC0I/AAAAAAAAEaE/iT-Q4BhSoaM/s320/Modelo02-1024x768.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Normalmente este blog tem os textos voltados para a Pastoral da Juventude de forma geral. São partilhas, reflexões, ideias, pistas, questionamentos, histórias que tem a proposta de ajudar àqueles que topam seguir o jeitão pejoteiro. Mas o texto de hoje tem um olhar diferente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A cada três anos, a pastoral da juventude do estado de São Paulo se reúne para olhar sua caminhada, refleti-la à luz da proposta de Jesus e lançar proposições para os anos seguintes. A esta reunião damos o nome de assembleia regional. Em nossa história local já aconteceram 30 destas assembleias. A última foi entre os dias 23 e 26 de junho de 2011 e aconteceu na cidade de Bragança Paulista. Foi a 10ª assembleia que eu participei. Mas foi a primeira enquanto assessor regional. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que eu gostaria de partilhar com vocês são algumas impressões pessoais deste momento singular da Pastoral da Juventude deste estado. Não é uma opinião da equipe de coordenação, porque não se passou nem uma semana desta assembleia e não sei a opinião de todos. Não nos reunimos para avaliar esta atividade e as implicações decorridas a partir dela. Mas eu tenho algumas intuições do que vem por aí...&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;Éramos compostos de uma mistura interessante. Tinha gente de coordenação diocesana? Tinha. E de coordenação de sub região? Também. E de grupos de jovens? Assessores padres, irmãos, irmãs, leigos e leigas? Bispo, monsenhor, corinthiano, são paulino, palmeirense e santista? Gente da antiga e gente bem nova? Gente de institutos e da assessoria nacional? Tinha, tinha, tinha... Era uma riqueza de misturas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E se a diversidade era tanta, o que unia este povo? Gente comprometida com a causa. Era basicamente isso. A metodologia ajudou, a espiritualidade foi marcante e motivadora, as festas foram bem animadas. Mas nada disso contribuiria se o povo fosse apático e desinteressado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Digo, sem querer parecer presunçoso, que esta foi a melhor entre as 10 assembleias que já participei. Havia um clima orante no ar. A passagem da representação nacional da Roberta, da diocese de Limeira, para o Júlio, de Bragança Paulista, correu de forma tranquila, transparente e consensual. Houve um dia inteiro (sexta feira) para reflexão da prática e da espiritualidade dos participantes. Este dia se encerrou com uma belíssima celebração do serviço e da partilha, com os presentes lavando os pés uns dos outros e depois partilhando o pão que eles mesmos fizeram durante a tarde. Ouso dizer que a celebração da noite foi um ato concreto da reflexão feita durante o deserto, com a leitura orante do Pai Nosso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este clima de oração e comprometimento, porém, foi fruto da reflexão sobre a realidade, ocorrida na quinta feira, dia de Corpus Christi. Quatro assessores puderam partilhar temas bem pertinentes para o nosso trabalho pastoral: realidade da PJ e sua relação com a Igreja, políticas públicas para juventude, cultura juvenil e as propostas aprovadas na Ampliada de Imperatriz. As discussões quentes que saíram dali puderam encontrar reflexo nas tendas das sub regiões, cercadas por luzes, cores e sombras. As necessidades e desafios apresentados então motivaram o dia de oração seguinte e os projetos feitos durante o sábado e domingo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E digo com o coração cheio de alegria que os projetos apresentados foram muito bem feitos. Quase todos tinham um olhar e uma preocupação clara com os grupos de base e com a juventude em geral. Todos eles seguiram como complementos e com um olhar para nossa realidade a partir das iluminações e desafios pautados nos projetos nacionais. Dali saíram pistas, projetos regionais, desafios, com motivações, linhas de ação, situações existentes e desejadas, responsáveis, prazos, métodos e recursos. Coisa de gente grande, comprometida, visionária, apaixonada e pejoteira. Quero, desejo e sonho que em breve estes projetos estejam nas mãos das coordenações e lideranças deste nosso regional, ajudando a iluminar seus trabalhos pastorais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos momentos de descontração, a turma mostrou também que era bem festeira. Dia 24/06, dia de São João, fizemos fogueira, quadrilha, comida e bebida desta época e dançamos, rimos e festejamos. Coisa boa e bonita. Sinal do Reino de Deus que sonhamos e vivemos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não há como não agradecer também ao povo que esteve gastando seus dias nas equipes de trabalho. A grande maioria deles era de jovens. Lindo, lindo, lindo. Que empenho maravilhoso e que dedicação. Seja na infra, na secretaria, na espiritualidade, na animação, na comunicação ou na assessoria estavam todos imbuídos de um mesmo espírito pastoral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desejei tanto viver este momento. Sonhei tanto com isto. E posso dizer sem medo: não foi um sonho sonhado só. Sonhamos juntos, com tanta gente presente em carne e espírito. Com tantas sintonias feitas e projetadas. Foi um despertar. Um horizonte novo desponta para a PJ neste regional. Caminhemos para ele. Com ousadia e compromisso.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8994675472344404784-2985521539298026262?l=pejotando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pejotando.blogspot.com/feeds/2985521539298026262/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://pejotando.blogspot.com/2011/06/nao-foi-um-sonho-sonhado-so.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8994675472344404784/posts/default/2985521539298026262'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8994675472344404784/posts/default/2985521539298026262'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pejotando.blogspot.com/2011/06/nao-foi-um-sonho-sonhado-so.html' title='Não foi um sonho sonhado só'/><author><name>Rogerio Oliveira</name><uri>https://profiles.google.com/108669675731056659230</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-TyrrSk5pJ8E/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAEf0/E_yoVEC_7Zk/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-4HlNfga3mDc/TgvI_q9TC0I/AAAAAAAAEaE/iT-Q4BhSoaM/s72-c/Modelo02-1024x768.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8994675472344404784.post-1194682712106727216</id><published>2011-06-15T10:37:00.000-03:00</published><updated>2011-06-15T10:37:26.226-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='mensagem'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='formação'/><title type='text'>…E todos nós bebemos de um único Espírito</title><content type='html'>&lt;i&gt;Para os amigos e amigas que acompanham este blog, segue um texto escrito desta vez pelo Henderson, um nobre companheiro da PJ do tempo em que militávamos na diocese de São Miguel Paulista. Vale a pena ler. É um texto cheio de memórias e mensagens. Obrigado Henderson.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;+-+-+-+-+-+-+-+-+-+-+-+-+-+-+-+-+&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-5jozR993wyw/Tfi1SwyHynI/AAAAAAAAEaA/P_cGDb4h3D4/s1600/penta1.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://4.bp.blogspot.com/-5jozR993wyw/Tfi1SwyHynI/AAAAAAAAEaA/P_cGDb4h3D4/s200/penta1.jpg" width="171" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;Todo Domingo de Pentecostes é assim. Minha memória volta a uma gelada sexta feira, 11 de fevereiro de 2000, nos arredores da Estação Corinthians-Itaquera, extremo da região leste de São Paulo. Era de lá que saía, a cada três meses, o ônibus que levaria a galera para um dos encontros da edição do &lt;a href="http://sites.google.com/site/insitutopaulistadejuventude/home/eu-sou-7-x-7"&gt;Projeto Eu Sou Mais 7 X 7&lt;/a&gt;, da então Pastoral da Juventude da Diocese de São Miguel Paulista.&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;Naquela sexta-feira, ocorreria o segundo encontro do Grupo Pentecostes, mas o primeiro que eu participava. Até então, eu nem sabia que havia Pastoral da Juventude Diocesana – era apenas mais um que, na companhia de outros quatro amigos, tentava organizar o grupo de jovens na Paróquia São José Operário, no Conjunto José Bonifácio, mais conhecida como a Cohab 2.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Estava ansioso. Ficava imaginando que a galera toda já estava para lá de integrada e eu seria o único calouro do time. E o Pentecostes se revelou, logo de cara, ser um grupo de formação diferente. Nunca havia encontrado, na vida, gente tão parecida comigo, em termos de história, de conflitos, da mais sincera e honesta amizade. &lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Mas como todo garoto entre seus 18 e 19 anos, e sem passar pelos problemas que um jovem de periferia geralmente passava, eu via a vida de uma maneira meio torta. Nunca tinha ouvido falar de &lt;a href="http://diplomatique.uol.com.br/artigo.php?id=26&amp;amp;PHPSESSID=2992afb2cd65c8594faad2ff286459fc"&gt;Teologia da Libertação&lt;/a&gt; e sinceramente acreditava que Deus não estava a favor dos pobres, mas dos “escolhidos” por Ele. Foi necessária muita discussão, uma série de conflitos e até uma transformação de valores para eu deixar de ser o pelego que era até então. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;O momento mais importante da minha transformação foi quando eu assumi a mística do Anel de Tucum. Interiormente, eu havia definido que aquele seria o ponto determinante: se o anel não coubesse no meu dedo, era sinal de que eu estava no grupo errado, deveria juntar minhas tralhas e dar adeus ao Pentecostes. E qual não foi a minha surpresa que, numa cesta com uma variedade imensa de anéis, o primeiro que peguei coube perfeitamente no meu dedo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOGGER-youtube-video" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0" data-thumbnail-src="http://0.gvt0.com/vi/0iJKVjWes7g/0.jpg"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/0iJKVjWes7g&amp;fs=1&amp;source=uds" /&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF" /&gt;&lt;embed width="320" height="266" src="http://www.youtube.com/v/0iJKVjWes7g&amp;fs=1&amp;source=uds" type="application/x-shockwave-flash"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Daí, como todo grande amor que transforma a sua vida, foi a vez de assumir todo o compromisso que aquilo representava. Quando dei por mim, já era membro da Coordenação Diocesana e preparava a terceira edição do Eu Sou Mais 7 X 7, o Kairós. E dava minha contribuição para a formação de novos líderes de Pastoral da Juventude. Jovens que estavam na periferia da maior cidade brasileira, mas que também estão espalhados por várias periferias de outros estados, de outros países latinoamericanos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Todos nós estamos fazendo, cada qual ao seu modo, a construção do Reino de Deus em nosso meio, com o próprio jovem trazendo a Palavra da Libertação a outro jovem. Mostrando a importância da Vida a esse novo jovem. Vida que vai além dos desejos naturais que todos da nossa idade temos e que remetem à Libertação e que levam ao encontro com o Amor Maior, aquele que lhe renova, que lhe enche de orgulho a ponto de querer que todos ao seu redor conheçam e também se encantem por este amor que vem do Espírito Santo de Deus.&amp;nbsp; E, mesmo que não estejamos juntos, estaremos sempre em unidade. Como escreveu o próprio São Paulo à comunidade de Coríntios: “Como o corpo é um, embora tenha muitos membros, e como todos os membros do corpo, embora sejam muitos, formam um só corpo, assim também acontece com Cristo” (1º Coríntios 12, 12). &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8994675472344404784-1194682712106727216?l=pejotando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pejotando.blogspot.com/feeds/1194682712106727216/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://pejotando.blogspot.com/2011/06/e-todos-nos-bebemos-de-um-unico.html#comment-form' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8994675472344404784/posts/default/1194682712106727216'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8994675472344404784/posts/default/1194682712106727216'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pejotando.blogspot.com/2011/06/e-todos-nos-bebemos-de-um-unico.html' title='…E todos nós bebemos de um único Espírito'/><author><name>Rogerio Oliveira</name><uri>https://profiles.google.com/108669675731056659230</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-TyrrSk5pJ8E/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAEf0/E_yoVEC_7Zk/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-5jozR993wyw/Tfi1SwyHynI/AAAAAAAAEaA/P_cGDb4h3D4/s72-c/penta1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8994675472344404784.post-4610467437417886734</id><published>2011-06-11T18:43:00.000-03:00</published><updated>2011-06-11T18:43:34.895-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='representantes'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='grupo de jovens'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='coordenação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='articulação'/><title type='text'>O papel das representações</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-vrV17aFDHL0/TfPhIkI4S-I/AAAAAAAAEZ8/0JuNIeHFMS8/s1600/piramide.JPG" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="160" src="http://2.bp.blogspot.com/-vrV17aFDHL0/TfPhIkI4S-I/AAAAAAAAEZ8/0JuNIeHFMS8/s320/piramide.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;Sim, há quem diga que o grande problema da pastoral da juventude hoje é a pouca atenção que se dá aos grupos de base. Imagino que esta não seja uma realidade em todo canto. Mas já ouvi isto de bocas diversas e li isto vindo de e-mails e chat’s diferentes também. Penso que os grupos de jovens são uma das prioridades sim e não se deve esquecer deles em nossos planejamentos pastorais. Já comentei sobre isto recentemente no artigo “&lt;a href="http://pejotando.blogspot.com/2011/05/ha-que-se-cuidar-do-broto.html"&gt;Há que se cuidar do broto&lt;/a&gt;”. Contudo creio que existam outros itens a serem considerados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma amiga me disse outro dia que o problema é que os jovens dos grupos vão para as “instâncias” e esquecem da base. Digo que isto pode acontecer e que já vi com mais de um representante. E também já vi o contrário, gente muito comprometida com os grupos, como também presenciei momentos de falta de preocupação com as bases de gente séria e responsável. Ou seja, neste universo que é a representação de instâncias e na nossa organização pastoral nos diversos níveis, há de tudo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por “instâncias”, quero dizer desde a paróquia, onde o grupo de jovens vai se fazer representado, até a coordenação nacional da PJ. Por incrível que pareça, há perfis de representações que se repetem nestes níveis. Como entender que papéis existem e como trabalhar com eles? Não é minha intenção falar de todos os perfis, mas contribuir com algumas reflexões. Vamos a elas.&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;O representante “passa recado”&lt;/b&gt;: É preciso entender que a instância (paróquia, setor, diocese, regional, nacional, por exemplo) é uma coordenação. E mesmo que exista a figura do coordenador daquele grupo, o representante não está lá simplesmente para passar o recado da sua base para os demais companheiros e nem só de retornar para sua origem com os informes daquela instância. Ele é também coordenador. Tem a responsabilidade de conduzir os trabalhos específicos daquela instância. Numa diocese, se ele é representante de uma paróquia, ele é tão responsável pela articulação dos grupos de outras comunidades que estão com o trabalho fraco quanto o representante das mesmas. Se ele não aprendeu isto antes, é preciso ir explicando durante o processo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;O representante “presidente”&lt;/b&gt;: Existe, por outro lado, o sujeito que acha que instâncias pastorais são como escadas de mão única: só subindo. O que esta pessoa quer é aparecer. “Subir graus de representação” significa um status maior. Contudo, nem todos eles são ruins. Alguns são excelentes articuladores e/ou motivadores. Para outros, entretanto, o negócio é só holofotes e glamour. O que se faz com um representante com estas características? O que eu já vi de pessoas assim é que eles respeitam bem que está “acima” deles, seja um padre, assessor ou alguém de outra instância além daquela que ele está. Numa conversa e num acompanhamento pessoal são estas pessoas que conseguiriam um melhor resultado. É preciso que ele entenda que representação não é poder. É serviço. E muito serviço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;O representante “só sobrou você”&lt;/b&gt;: Já vi situações em que a localidade não tinha ninguém bem capacitado para mandar como representante seja porque a maioria do grupo era formada de iniciantes ou porque quem poderia ir estava sobrecarregado de serviços. Isto é muito comum acontecer. Aponta que não estamos acompanhando adequadamente nossas coordenações (seja na capacitação ou na fomentação de novas lideranças). O sujeito que ficou com a “batata quente” da representação acaba se capacitando no processo e quando está “no ponto”, termina o tempo de serviço nesta instância. E é importante que acabe mesmo. Ninguém pode ser representante para sempre, como veremos abaixo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;O representante “o que estou fazendo aqui”&lt;/b&gt;: Este é uma variação do representante “só sobrou você”. É o sujeito que diante do “problema” que lhe caiu no colo se sente totalmente deslocado na nova instância e não sabe o que fazer e não se sente à vontade no novo grupo. Embora a novidade da instância seja algo que, a princípio, assuste a maioria, é preciso lembrar da importância do acolhimento do grupo para com esta pessoa. E cabe também uma reflexão importante para o devido acompanhamento da instância que indicou este representante: se estamos tão carentes de lideranças, o que se poderia fazer para reverter isto?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;O representante de si mesmo&lt;/b&gt;: Há instâncias que praticamente “faliram”, fracassaram no seu objetivo pastoral. Mas para manter a estrutura organizativa em pé, pessoas que não representam mais ninguém acabam indo fazer parte da instância maior. Infelizmente isto é até comum. Há duas alternativas que eu vejo aqui: ou se mantém o representante como um incentivador da realidade pouco articulada ou não se aceita a representatividade vazia e a equipe se compromete em reanimar a localidade desarticulada. No meu modo de ver, isto depende do perfil deste representante e da capacidade do grupo em assumir seus compromissos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;O representante eterno&lt;/b&gt;: Representações não são para um longo período. Tem que estar delimitado. Não queremos pequenos reinados nas coordenações. É um princípio básico da Pastoral da Juventude. Um bom coordenador é aquele que prepara outra pessoa bem capacitada para ficar em seu lugar. Não se é jovem para sempre. Situações assim têm que ser cortadas. Por melhor que seja a pessoa, é preciso um tempo delimitado para ela. Isto é importante para a pessoa e seu projeto de vida e rico para a Pastoral que vê aí a importância de sempre termos novas lideranças.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E, se vale como observação, digo que há muito da característica pessoal nos papéis de representação. Eu já passei por “instâncias” diversas e sei que dei algumas mancadas. É preciso que quem esteja neste papel saiba da sua importância dentro da missão pastoral. E que não se esqueça que o trabalho é feito em grupo e que neste grupo, embora todos sejam diferentes, somos todos companheiros.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8994675472344404784-4610467437417886734?l=pejotando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pejotando.blogspot.com/feeds/4610467437417886734/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://pejotando.blogspot.com/2011/06/o-papel-das-representacoes.html#comment-form' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8994675472344404784/posts/default/4610467437417886734'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8994675472344404784/posts/default/4610467437417886734'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pejotando.blogspot.com/2011/06/o-papel-das-representacoes.html' title='O papel das representações'/><author><name>Rogerio Oliveira</name><uri>https://profiles.google.com/108669675731056659230</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-TyrrSk5pJ8E/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAEf0/E_yoVEC_7Zk/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-vrV17aFDHL0/TfPhIkI4S-I/AAAAAAAAEZ8/0JuNIeHFMS8/s72-c/piramide.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8994675472344404784.post-1235456883049139433</id><published>2011-06-07T23:23:00.000-03:00</published><updated>2011-06-07T23:23:20.820-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='setor juventude'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='JMJ'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='desafios'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pastoral'/><title type='text'>Os nós de uma relação: eles e nós</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-my0j-yoMY8I/Te7c51aFeGI/AAAAAAAAEZ0/bi9hkuZjH6k/s1600/grupos_icon.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="174" src="http://2.bp.blogspot.com/-my0j-yoMY8I/Te7c51aFeGI/AAAAAAAAEZ0/bi9hkuZjH6k/s200/grupos_icon.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Imagine um casal de namorados. Imagine agora que eles brigaram e se separaram. Além disso, esta separação se deu por algo mal resolvido. Se você é amigo de um dos dois, sabe que quando encontrá-lo ou encontrá-la, o assunto do outro ou da outra aparece na pauta de conversa entre vocês e o papo fica girando em torno dos mesmos assuntos. Fica um ambiente ruim e que você sabe que isto não vai resolver nada. Conseguiu imaginar esta situação?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E em um ambiente da Igreja, isto seria possível? Não entre pessoas, mas entre grupos? Sim, isso acontece. E confesso que pessoalmente tenho cada vez menos paciência com isso. Criam-se inimizades como se os grupos fossem rivais lutando por um mesmo espaço. Claro que existem diferenças, e elas são importantes, mas em nome destas diferenças tenta-se matar o diferente.&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Essa minha ideia só veio firmar-se mais quando eu li no livro “&lt;u&gt;Para onde vai a juventude&lt;/u&gt;?” de João Batista Libânio as seguintes linhas: “&lt;i&gt;Preocupa-nos o surgimento de grupos fechados, vulgarmente chamados de tribos urbanas. Tais grupos tendem a acentuar preconceitos e disputas. O espaço da multiplicidade torna-se espaço da intolerância. &lt;/i&gt;(...)&lt;i&gt; Constituem-se grupos herméticos de relacionamento intenso entre eles, com linguagem e estilo de vida próprios&lt;/i&gt;”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por vezes, eu vejo isso na relação da PJ com alguns grupos. E de alguns grupos para com a PJ também. Seria a Pastoral da Juventude uma tribo urbana, conforme João Batista Libânio disse acima? Somos um grupo fechado? Entramos nestas disputas por espaço? Temos preconceito ou intolerância com o diferente? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Responder a tais questões tem se tornado algo importante a ser feito, em especial nos últimos dez anos, por conta da criação e implantação do Setor Juventude em muitas dioceses no Brasil. Seria o setor juventude o novo inimigo que a PJ deveria combater?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando algumas dioceses o adotaram, eu confesso que achava aquilo bem estranho. Para mim era um saco onde se jogavam experiências juvenis diferentes, distintas e divergentes em alguns pontos. Não haveria como fazer algo em comum. Com o documento 85 da CNBB tentou-se regulamentar e oficializar esta organização. Mas ainda há muito que se acertar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lembra do exemplo do início deste texto? Aquele do casal de namorados que terminou o relacionamento e ficaram falando mal um do outro indefinidamente? Pois bem, este exemplo vale para grupos que rivalizam entre si, mas não para a relação entre a PJ e o setor juventude. Porque, oficialmente, a PJ faz parte do Setor Juventude. Não é, portanto, figurativamente falando, a briga entre irmãos, mas a indisposição de um filho para com o resto da família. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Onde está o erro aí? Há alguns pontos, como eu disse, que precisam ser acertados. Senhores bispos e padres precisam aplicar a concepção do setor juventude que está no documento 85. É um local de partilha e de crescimento de seus integrantes. Excepcionalmente é um agrupamento que deva pensar atividades. Por quê? Porque é um conjunto de grupos, pastorais e movimentos com vida própria e que não podem se anular para dar conta de uma agenda de atividades do setor. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sei de dioceses em que a PJ foi extinta para dar lugar ao setor juventude. É um erro! Sei de outros lugares em que a PJ deixou de ser quem é porque as atividades do setor a sugavam completamente. Outro erro. Como se pode acertar? Tendo a clareza de que uma coisa é uma coisa e outra coisa é outra coisa, como diria um amigo meu. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A diocese que quer ter um bom trabalho de evangelização com a juventude, tem que respeitar os diferentes carismas e formas de trabalhar de grupos, pastorais, movimentos e comunidades. E se não respeita o jeito de ser da PJ ou não permite que ela faça parte do setor juventude, comete um erro terrível: impede (ou dificulta) o acesso de muitos jovens a uma experiência belíssima de contato e vivência do projeto de Jesus.&amp;nbsp; A PJ, por outro lado, se quiser ser respeitada, tem que manter sua identidade, não se deixar levar pelas ondas de modismos e fazer o seu trabalho bem feito, sem que precise ficar criticando este ou aquele grupo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aí podem me perguntar, por exemplo, da Jornada Mundial da Juventude. Sim, é uma atividade organizada pelo Setor Juventude e conta com a ajuda da PJ. E eu acho certo que seja assim. A JMJ é uma atividade extraordinária, ou seja, fora da nossa ordem comum de atividades. É um evento mundial e que envolve milhares de jovens. A PJ tem de pensar com carinho na Jornada e para além dela, em especial, como um trabalho que vai fazer olhares se voltarem para a juventude. Podemos dar um enfoque pejoteiro para a JMJ. E isto vale para qualquer uma das atividades que o setor juventude organize e que a PJ esteja envolvida também. Como diria o Pasquale, é isso. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8994675472344404784-1235456883049139433?l=pejotando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pejotando.blogspot.com/feeds/1235456883049139433/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://pejotando.blogspot.com/2011/06/os-nos-de-uma-relacao-eles-e-nos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8994675472344404784/posts/default/1235456883049139433'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8994675472344404784/posts/default/1235456883049139433'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pejotando.blogspot.com/2011/06/os-nos-de-uma-relacao-eles-e-nos.html' title='Os nós de uma relação: eles e nós'/><author><name>Rogerio Oliveira</name><uri>https://profiles.google.com/108669675731056659230</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-TyrrSk5pJ8E/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAEf0/E_yoVEC_7Zk/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-my0j-yoMY8I/Te7c51aFeGI/AAAAAAAAEZ0/bi9hkuZjH6k/s72-c/grupos_icon.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8994675472344404784.post-1691926483704600313</id><published>2011-06-03T23:56:00.000-03:00</published><updated>2011-06-03T23:56:56.767-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='desafios'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='utopia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pastoral'/><title type='text'>Alimentar diariamente a utopia</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-H8L49LafxSI/TemeTj0qDXI/AAAAAAAAEZc/szCX55RhlSk/s1600/utopia.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="133" src="http://3.bp.blogspot.com/-H8L49LafxSI/TemeTj0qDXI/AAAAAAAAEZc/szCX55RhlSk/s200/utopia.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Repercutiu de uma maneira interessante o &lt;a href="http://pejotando.blogspot.com/2011/05/o-negocio-e-curtir-o-momento-o-resto-e.html"&gt;texto sobre o “&lt;i&gt;curtir o momento&lt;/i&gt;”&lt;/a&gt;, publicado aqui no blog. Recebi alguns e-mails e comentários de amigos que me encontraram pessoalmente. Algumas reações foram de desconforto, outras de impotência, outras de desafio. E fico realmente feliz com isso. Alguma reação foi gerada. Não foi um texto morno. Que bom. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas tenho para mim que o simples olhar para a realidade não basta somente. É preciso dar um passo além. Diante do incômodo, desconforto, impotência e desafio que o texto ou o cotidiano real nos apresenta, que postura eu devo tomar? Se a minha linguagem não comunica o que desejo a quem precisa, não é necessário rever a linguagem ou a maneira de me comunicar, por exemplo? &lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Há quem desanime quando se depara com uma realidade desafiadora. Há quem não enxergue aí as oportunidades de crescimento pessoal e pastoral, por exemplo, em razão de tantos obstáculos a serem superados. Se um esportista olhasse para as durezas que uma competição proporciona não existiriam marcas a serem superadas, nem atletas que se destacassem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pode ser que um atleta entre numa competição pela questão da fama, do dinheiro, do sustento ou pelo prazer de competir. Contudo, um jovem que ama a pastoral, não o faz por estas razões. Quem faz pastoral tem em sua atitude, postura e testemunho o mesmo princípio daquele jovem de Nazaré. O seu ideal aponta sempre para a concretização, mesmo que nas pequenas ações, da frase evangélica: “&lt;i&gt;O Reino de Deus está no meio de vós&lt;/i&gt;”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E esta é a primeira pista para a resposta ao incômodo gerado pelo artigo citado lá no início. Você não convence ninguém se não estiver convencido. E a sua convicção tem que estar além das palavras. Dizer coisas da boca para fora é algo fácil de fazer. “Palavras comovem, mas testemunhos arrastam”, já dizia um pensamento que li certa vez e que me acompanha desde então. Pois é esta sua maneira de lidar com o mundo de acordo com a sua fé e suas convicções que vai mostrar àqueles que não partilham dos mesmos ideais que você tem algo diferente a dizer ou oferecer. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aquele texto também apontava para duas descrenças de parte da geração atual: o descrédito do passado e a pouca (ou nenhuma) importância do futuro. Comecemos pelo passado. No livro “&lt;i&gt;Ler, Pensar, Escrever&lt;/i&gt;”, Gabriel Perissé diz que: “&lt;i&gt;O passado é aquilo que não passou. É aquilo que permanece em forma de influência, de lembrança, de conselho, de saudade, de lição&lt;/i&gt;”. Para quem me diz que o passado pouco importa, eu respondo que a gente é resultado daquilo que optamos e dos caminhos que fizemos. E a reflexão a respeito destes desvios, trilhas e túneis que percorremos damos o nome de experiência. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto ao futuro, penso que é tão importante quanto passado ou presente. É incerto, desafiador, mas é aí que estão as grandes oportunidades. O futuro começa no agora. E no caso da pastoral isto significa ter ações no presente que já sejam sinais para a sociedade do quão revolucionária é a proposta de Jesus. Um mundo de relações fraternas, uma sociedade onde caibam todos, onde o verdadeiro poder é o serviço ao outro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No documentário “&lt;i&gt;Dom Helder Câmara – em busca da profecia&lt;/i&gt;”, há um depoimento de Marcelo Barros, monge beneditino e que foi ordenado padre por Dom Helder. Poucos dias antes da morte do arcebispo emérito, em 1999, o monge foi visitá-lo e pediu-lhe uma palavra. Dom Helder, com certo esforço acabou sussurrando-lhe: “&lt;i&gt;Não deixe cair a profecia&lt;/i&gt;”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sim, nós aprendemos com o passado e projetamos e caminhamos para o futuro. Contudo, é no presente que as decisões são tomadas. E não podemos descuidar do momento no qual vivemos. Alimentar a utopia é tarefa do dia a dia. Vivenciar a profecia é testemunho a ser dado em cada relação que travamos no nosso cotidiano. E como eu disse num &lt;a href="http://pejotando.blogspot.com/p/sobre-o-autor.html"&gt;outro texto do blog,&lt;/a&gt; “&lt;i&gt;Fazer parte da Pastoral da Juventude é uma escolha. Escolha diária&lt;/i&gt;”. Que façamos parte da PJ sim, alimentando todo os dias a utopia que nos faz caminhar e sendo testemunhas desta profecia que foi a prática vivida por Jesus.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8994675472344404784-1691926483704600313?l=pejotando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pejotando.blogspot.com/feeds/1691926483704600313/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://pejotando.blogspot.com/2011/06/alimentar-diariamente-utopia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8994675472344404784/posts/default/1691926483704600313'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8994675472344404784/posts/default/1691926483704600313'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pejotando.blogspot.com/2011/06/alimentar-diariamente-utopia.html' title='Alimentar diariamente a utopia'/><author><name>Rogerio Oliveira</name><uri>https://profiles.google.com/108669675731056659230</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-TyrrSk5pJ8E/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAEf0/E_yoVEC_7Zk/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-H8L49LafxSI/TemeTj0qDXI/AAAAAAAAEZc/szCX55RhlSk/s72-c/utopia.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8994675472344404784.post-8422266619136492947</id><published>2011-05-26T23:17:00.000-03:00</published><updated>2011-05-26T23:17:34.821-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='juventude'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='desafios'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='utopia'/><title type='text'>O negócio é curtir o momento. O resto é resto.</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-COaOFGMML_w/Td8I15x43XI/AAAAAAAAEZM/-z-rMQ4SuXw/s1600/curticao.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://4.bp.blogspot.com/-COaOFGMML_w/Td8I15x43XI/AAAAAAAAEZM/-z-rMQ4SuXw/s200/curticao.jpg" width="199" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;blockquote&gt;“&lt;i&gt;O ontem já era. O amanhã não é certeza. O que temos de real é só o hoje. Ou talvez nem isso. O que temos mesmo é o momento de agora. Curto mesmo. Eu tenho mesmo é que aproveitar. Bobagem pensar que existe algo além daquilo que se vive no aqui e no agora. É o instante! Piscou, já foi. Virou sombra na neblina.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;E o que está feito, está feito. Não há como consertar ou voltar atrás numa atitude tomada. É bobagem se arrepender. Para que existe a culpa? Só para te deixar com um sentimento de peso e de remorso. Bobagem, novamente, bobagem, eu digo. Quem se arrepende do que faz, tem medo de viver; viva e deixe acontecer, eu sempre repito.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;E o futuro? Ah! Quem pode adivinhar o que o futuro nos reserva? Outra bobagem. Para quê se preocupar tanto com o dia de amanhã, com a próxima hora, se você pode ter um ataque do coração e cair durinho daqui a cinco minutos? Quem garante o que te espera? E quem é que diz se algo te espera? É tudo ilusão, meu chapa. Se você vive preocupado com tudo isso, você não vive o agora. Se você gasta seus neurônios sobre como as pessoas vão reagir, você perde tempo. Faça o que você quer. E assuma o que você faz.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Não há futuro deprimente ou utopia a ser construída. Pouco me importa as gerações futuras. Ninguém me garante que elas existirão. Para que eu vou me privar de viver e de gozar a vida em plenitude por conta delas?&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Tenho amigos que são religiosos. De várias seitas e denominações. De várias linhas, doutrinas e enganações. Respeito a ignorância e a ilusão deles. Afinal cada um vive (ou deixa de viver) como quiser. Mas já deixei claro. Não venham tentar me convencer desse papo de Deus, de Evangelho, de Juízo Final, de Reino ou de pastoral. Cada um na sua, eu penso. Nem dou abertura para a conversa.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Cara que segue religião é muito reprimido. Não curte as coisas boas. É tudo pecado. Não pode sexo, não pode bebida, não pode ter ambição, não pode querer se dar bem. E se for pra se dar bem, que seja de maneira ética. Ah! Para com isso, né? Se o sujeito está me atrapalhando para eu me sair bem, eu chego com os dois pés no peito. Não venham com conversinha mole. Se tiver uma vaga e estamos ele e eu na disputa, nunca ninguém vai me ver dar a vez. Dou rasteira, derrubo e piso na cabeça. É uma oportunidade boa? É minha. &lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;E eu gosto de coisas boas sim. Não entro nesse negócio de comércio popular não. Minhas coisas são de grife, porque curto qualidade. E além disso, a marca faz o homem. Não dá para catar mulher vestido que nem um Zé Mané qualquer. Absurdo pensar diferente disso.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Academia? Claro, né? Eu me vendo para o mundo por aquilo que eu sou. E o que eu sou está na minha aparência. E se precisar tomar umas bombas, por que não? Tem camarada que ficou forte que nem cavalo. Vou logo eu querer ficar para trás?&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;É isso então que eu queria dizer para vocês. Não se enganem, portanto. E volto a repetir: não há futuro; passado já era; presente é o que vale. Gozem e gastem a vida além dos limites. Ela é só uma mesmo e tem que aproveitar!&lt;/i&gt;”.&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;Penso que um grande desafio pastoral que temos é trabalhar este tipo de conceito e discurso que existe sobre as juventudes. Não há como negar que existam jovens que pensem assim, como não há também como acreditar que sejam todos desta maneira. Como disse bem João Batista Libânio no excelente livro “&lt;a href="http://www.paulus.com.br/para-onde-vai-a-juventude_p_2711.html"&gt;Para onde vai a juventude&lt;/a&gt;”, o que existem são tendências.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E, se são tendências, são possíveis de serem trabalhadas. Quais respostas seriam possíveis para o jovem fictício da história acima? Será possível fazer com que ele enxergue além dos limites da própria de visão? Como fazê-lo perceber os valores históricos do passado, a utopia a ser construída no futuro e os valores éticos para o presente? E nós, da Pastoral da Juventude, estamos preparados para dialogar com este perfil de jovem?&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8994675472344404784-8422266619136492947?l=pejotando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pejotando.blogspot.com/feeds/8422266619136492947/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://pejotando.blogspot.com/2011/05/o-negocio-e-curtir-o-momento-o-resto-e.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8994675472344404784/posts/default/8422266619136492947'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8994675472344404784/posts/default/8422266619136492947'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pejotando.blogspot.com/2011/05/o-negocio-e-curtir-o-momento-o-resto-e.html' title='O negócio é curtir o momento. O resto é resto.'/><author><name>Rogerio Oliveira</name><uri>https://profiles.google.com/108669675731056659230</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-TyrrSk5pJ8E/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAEf0/E_yoVEC_7Zk/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-COaOFGMML_w/Td8I15x43XI/AAAAAAAAEZM/-z-rMQ4SuXw/s72-c/curticao.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8994675472344404784.post-7942104272629669814</id><published>2011-05-21T17:04:00.000-03:00</published><updated>2011-05-21T17:04:59.761-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='setor juventude'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='JMJ'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='desafios'/><title type='text'>E quanto à Jornada Mundial da Juventude?</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-lEKmLElanjg/TdgaZBwtgsI/AAAAAAAAEZI/NasQDfo7biA/s1600/logo_jmj_madrid_2011_3.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://3.bp.blogspot.com/-lEKmLElanjg/TdgaZBwtgsI/AAAAAAAAEZI/NasQDfo7biA/s200/logo_jmj_madrid_2011_3.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;Num &lt;a href="http://pejotando.blogspot.com/2011/01/ta-na-base-ou-ta-na-massa.html"&gt;outro artigo deste blog&lt;/a&gt;, eu defendi que é preferível que trabalhemos, enquanto Pastoral da Juventude, com os grupos de base ao invés de preferir os eventos de massa. Contudo, esta relação não pode ser de exclusividade, ou seja, uma coisa ou outra coisa. Há de se encontrar um ponto pacífico de convivência entre estas duas formas de trabalho. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste mesmo artigo também há a ideia de que eventos de massa só são válidos se for feito um trabalho prévio com os grupos, sobre a proposta do encontro, sobre como se preparar para ele e sobre como ele pode ser útil pastoralmente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se já foi dito isto, por que voltar ao assunto? Porque o assunto voltou à pauta, mas agora com algumas outras variáveis que não estavam no artigo original. Não estamos falando de um evento de massa qualquer. Trata-se da Jornada Mundial da Juventude que acontecerá este ano em Madri e, possivelmente, em 2013 no Brasil. No que é que isto implicará?&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Há algumas coisas meio óbvias a respeito da JMJ, mas que são necessárias serem ditas para que fique claro e que ninguém tenha uma ideia ingênua demais e nem restritiva demais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As JMJ’s, no Brasil, são organizadas pelo setor juventude da CNBB, do qual a PJ faz parte. Existe uma comissão deste setor responsável pela preparação dos jovens para a jornada de Madri. E há membros das PJ’s nela. Sobre o setor juventude, quero opinar mais num próximo artigo, mas é claro que é um ambiente onde a PJ é uma parte e não maioria (como nenhum dos grupos ali o é) e precisa usar de um potencial argumentativo maior para poder apresentar suas opiniões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na realidade local ou diocesana de vocês também pode estar havendo alguma movimentação em torno desta e/ou da próxima JMJ. Neste caso é difícil dar uma opinião genérica, que valha para todos os casos, pois corro o risco de opinar sobre uma situação que não conheço. Mas, mesmo assim, opino. De um modo geral, onde for possível participar, seria muito bom que a PJ estivesse nas organizações destas etapas prévias (sejam jornadas diocesanas da juventude, sejam momentos celebrativos e de catequese com a juventude local), junto com outros movimentos juvenis e novas comunidades. Por que “onde for possível”? Porque sabemos que em muitos lugares ou não há PJ organizada ou não há abertura para a PJ ajudar em eventos como estes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E por que eu acho que é importante estar juntos nesta organização? Por dois simples motivos: se não estamos, certamente não haverá possibilidade do evento ter nenhuma característica pejoteira. Contudo, mesmo que estejamos juntos, tal garantia não existe, podem argumentar outros. Pessoalmente, acho que vale mais errarmos por termos tentado do que por não termos. E, segundo, porque PJ também é Igreja.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;JMJ não é uma atividade da PJ. Diretamente não é. Mas é uma atividade que vai marcando terreno a cada ano que passa e com a possibilidade do Brasil entrar no roteiro e na história, sediando uma jornada, não há como negar a importância e o impacto pastoral que isto trará. Temos o direito de abrir mão de uma oportunidade como esta? E estamos preparados para contribuir à nossa maneira?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como a PJ pode contribuir e ter um bom aproveitamento pastoral com uma atividade como a JMJ? Trazendo a reflexão nas atividades prévias (sejam aquelas organizadas pelo setor juventude ou organizadas pela própria PJ) da importância da evangelização juvenil e seu caráter na caminhada para o Reino de Deus. Procurando contribuir para que estas atividades tragam também o debate sobre a realidade juvenil e as cruzes e ressurreições da vida cotidiana do jovem. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A JMJ é o ponto alto de uma preparação. É momento celebrativo, de congraçamento entre realidades culturais, juvenis e eclesiais diferentes e de catequese também. Mas, como dizem, o bom da festa não é a festa, mas sua preparação, que consigamos dar um rosto também pejoteiro às JMJ’s. E que não percamos o foco de que o objetivo é &lt;i&gt;“manifestar como a fé em Cristo nos faz todos filhos do único Pai que está nos céus e construtores da civilização do amor&lt;/i&gt;” (&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Bento XVI, Ângelus, 27 de julho de 2008&lt;/span&gt;). Que saibamos dar um rosto pejoteiro a tudo isto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quer saber mais? É só clicar para saber &lt;a href="http://www.jmjbrasil.com.br/jmj/index.php?option=com_content&amp;amp;view=article&amp;amp;id=121&amp;amp;Itemid=2"&gt;sobre os símbolos&lt;/a&gt; ou também &lt;a href="http://www.jmjbrasil.com.br/jmj/index.php?option=com_content&amp;amp;view=article&amp;amp;id=119&amp;amp;Itemid=41"&gt;sobre a história das JMJ’s&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8994675472344404784-7942104272629669814?l=pejotando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pejotando.blogspot.com/feeds/7942104272629669814/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://pejotando.blogspot.com/2011/05/e-quanto-jornada-mundial-da-juventude.html#comment-form' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8994675472344404784/posts/default/7942104272629669814'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8994675472344404784/posts/default/7942104272629669814'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pejotando.blogspot.com/2011/05/e-quanto-jornada-mundial-da-juventude.html' title='E quanto à Jornada Mundial da Juventude?'/><author><name>Rogerio Oliveira</name><uri>https://profiles.google.com/108669675731056659230</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-TyrrSk5pJ8E/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAEf0/E_yoVEC_7Zk/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-lEKmLElanjg/TdgaZBwtgsI/AAAAAAAAEZI/NasQDfo7biA/s72-c/logo_jmj_madrid_2011_3.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8994675472344404784.post-3075947818606216952</id><published>2011-05-18T22:38:00.000-03:00</published><updated>2011-05-18T22:38:19.518-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='grupo de jovens'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='desafios'/><title type='text'>Há que se cuidar do broto</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-gEWD4GeQc6c/TdRzboGt-6I/AAAAAAAAEZE/6d92ryTolG0/s1600/semente2.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="148" src="http://1.bp.blogspot.com/-gEWD4GeQc6c/TdRzboGt-6I/AAAAAAAAEZE/6d92ryTolG0/s200/semente2.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Eu nunca fui atrás do significado original da música “Coração de Estudante”. E não é porque eu não goste de fazer isto, aliás gosto muito de ir atrás das raízes das músicas das quais eu gosto. Mas no caso desta canção, gosto dos múltiplos sentidos que ela me proporciona. Um deles tem a ver com o nosso trabalho pastoral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“&lt;i&gt;Mas renova-se a esperança / Nova aurora, cada dia / E há que se cuidar do broto / Pra que a vida nos dê flor e fruto&lt;/i&gt;”. Não há como negar a importância dos brotos. Não há árvore que dure para sempre. Algumas podem até duram longos anos, mas não são a maioria. O cultivo das pequenas mudinhas garantiram alimentação e sobrevivência dos seres humanos e diversidade no universo agrícola.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E no nosso mundo pejoteiro, também não há como não fazer uma associação imediata aos "brotos", aos grupos de jovens. Eles estão esparramados e articulados pelo país; não há PJ que se sustente ou que se legitime sem eles. Não sou um “basista”, porque acredito que a PJ não é só grupos de base, mas não há como nenhum pejoteiro negar que eles são uma das peças principais deste mundo da PJ.&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Há uma preocupação muito grande, demonstrada em vários documentos de diversas instâncias pastorais, a respeito dos grupos de jovens. Estão perdendo a identidade? Estão com integrantes desanimados? Durando menos do que poderiam? Sem maiores integrações? Há menos grupos hoje vivendo a experiência pejoteira? Que fazer? Só há uma resposta: É preciso fomentar e animar os grupos de jovens. É preciso cuidar do broto. Vamos partilhar algumas dicas? Eu começo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Não há grupos de jovens. Por onde começar a convocação?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;a)&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A partir do crisma&lt;br /&gt;Todos os anos muitos jovens recebem o sacramento da confirmação. Para a maior parte deles, há uma formação sistematizada. Uma boa alternativa é que jovens pejoteiros assumam esta catequese, incluindo entre os conteúdos obrigatórios aqueles ligados à ação pastoral e realizando os encontros formativos dentro da proposta da PJ.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;b)&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A partir de experiências culturais&lt;br /&gt;Música, teatro e esportes costumam atrair muitos jovens. Se entre os agentes culturais que promovem estas práticas houver algum pejoteiro, há uma possibilidade aberta para uma articulação com os demais jovens extrapolando a experiência cultural.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;c)&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A partir de contatos nas escolas&lt;br /&gt;Formar núcleos de PJE nas escolas públicas/particulares é também uma possibilidade de formação de grupos e de descoberta de boas lideranças. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;d)&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A partir de encontros massivos de jovens&lt;br /&gt;Encontros de jovens com Cristo, por exemplo, reúnem muitos jovens, mas não tem uma grande articulação no pós-encontro. Aí entraria a PJ na organização de pequenos grupos vindos dos encontros e fazendo uma parceria bem interessante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Temos grupos, mas ele está bem desanimado. Que fazer?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a)&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Capacitando novas coordenações&lt;br /&gt;Veja alguns artigos a respeito deste tema. &lt;a href="http://pejotando.blogspot.com/search/label/coordena%C3%A7%C3%A3o"&gt;Clique aqui.&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;b)&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Capacitando novos assessores&lt;br /&gt;Veja alguns artigos a respeito deste tema. &lt;a href="http://pejotando.blogspot.com/search/label/assessoria"&gt;Clique aqui.&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que vocês acham? Há outras possibilidades? Deixe seu comentário aqui no artigo ou mande no twitter deste blog: @pejotando. Aguardo sua contribuição!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8994675472344404784-3075947818606216952?l=pejotando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pejotando.blogspot.com/feeds/3075947818606216952/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://pejotando.blogspot.com/2011/05/ha-que-se-cuidar-do-broto.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8994675472344404784/posts/default/3075947818606216952'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8994675472344404784/posts/default/3075947818606216952'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pejotando.blogspot.com/2011/05/ha-que-se-cuidar-do-broto.html' title='Há que se cuidar do broto'/><author><name>Rogerio Oliveira</name><uri>https://profiles.google.com/108669675731056659230</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-TyrrSk5pJ8E/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAEf0/E_yoVEC_7Zk/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-gEWD4GeQc6c/TdRzboGt-6I/AAAAAAAAEZE/6d92ryTolG0/s72-c/semente2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8994675472344404784.post-4108257737835132677</id><published>2011-05-15T20:00:00.000-03:00</published><updated>2011-05-15T20:00:21.912-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='desafios'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='santidade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pastoral'/><title type='text'>Roteiro de santidade</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-qfti8E1UWLM/TdBaf2jGG2I/AAAAAAAAEYg/CS86ljxUtR0/s1600/domboscojovens.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="168" src="http://4.bp.blogspot.com/-qfti8E1UWLM/TdBaf2jGG2I/AAAAAAAAEYg/CS86ljxUtR0/s200/domboscojovens.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quando se participa de uma comunidade católica, normalmente se tem uma devoção ou carinho especial pelo santo padroeiro que o povo daquela localidade homenageia. Há mais santos e santas catalogados do que dias no ano. Histórias belíssimas de alguns. Histórias estranhas para nossa cultura se olharmos a vida de outros. Há santos com vários títulos e dias distintos voltados a sua lembrança, como é o caso de Maria, mãe de Jesus, ou mesmo de são José (19 de março e 1° de maio), por exemplo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas há uma observação que faço na Pastoral da Juventude, que não sei ainda se é puramente uma falsa impressão ou uma realidade estranha. Com exceção à figura de Nossa Senhora, não percebo uma devoção explícita aos santos e santas apontados pela Igreja. Será isso mesmo?&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Não sei se você concorda ou não comigo. E creio realmente que uma pessoa não precisa ser devota de santo algum para ser considerada participante ativa de uma comunidade. Contudo, independente desta crença, eu sou devoto das figuras de Nossa Senhora e de São João Bosco, admiro São Francisco e São João Batista e torço muito que um dia Oscar Romero, Luciano Mendes de Almeida, Zilda Arns e Helder Câmara cheguem aos altares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E, sem precisar dar detalhes da vida destas pessoas (porque não é o motivo deste texto), digo que creio em suas santidades porque elas viveram aquilo que acreditavam. E pessoas assim nos servem de exemplo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O contato primeiro que muitas pessoas têm com a “Palavra de Deus” não é quando elas lêem a Bíblia, mas sim quando encontram alguém com coerência entre fé e vida. Deus fala através da vida das pessoas, não de maneira impositiva, mas com a nossa permissão. E este primeiro contato com a “palavra viva” certamente faz com muitos queiram entender mais porque estas pessoas são como são.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se a moça ou o rapaz que participa da PJ tem algum santo de devoção, creio que certamente admire a maneira como esta pessoa viveu a sua fé. Porém, o mais importante nesta questão devocional, não é a admiração em si, mas como olhamos para ela e dela nos servimos para espelhar nossa própria vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não me engano em afirmar que existem muitos santos e santas andando hoje por aí. Santos adultos, santas velhas e uma juventude muito santa também. Gente que serve de exemplo para outros, gente que motiva, que levanta a galera, que aponta erros que podem ser corrigidos, gente que aconselha, gente que batalha, luta, se esforça, gente que reclama para que as coisas sejam melhores e gente que não reclama quando percebe que há horas em que é melhor parar, rezar e meditar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E tenho a convicção claríssima ao dizer que muitos destes santos e santas jovens estão vivendo sua santidade dentro da Pastoral da Juventude. Trabalhar bem as cinco dimensões da formação integral, ter claro qual é o próprio projeto de vida e viver bem aquilo em que se acredita são pontos que eu vejo na vida de muito pejoteiro e muita pejoteira por aí. Aprendo demais com essa turma. Muitos são exemplo e motivação para mim. Há tanto testemunho de santidade florescendo dentro da PJ.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu entendo devoção como amizade. Tenho alguns amigos e amigas santas no céu e um bocado deles aqui na terra. Gente que vive e que me cutuca com o próprio testemunho de vida. Creio que praticamente todos estes santos e santas pejoteiros e pejoteiras não tenham dimensão da santidade de suas vidas e até achem que é alguma brincadeira se alguém os chamar de santos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porém, mesmo que eles creiam nisto, acredito que o propósito de vida apresentado na Pastoral da Juventude é sim um roteiro de vida voltado para a santidade. Aliar este processo de educação na fé à compreensão da vida de tantos santos santas, canonizados ou não, vivos na eternidade ou esbarrando conosco no dia a dia, é como um límpido espelho na construção da própria vocação do jovem e da jovem pejoteira. Pensemos mais nisto.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8994675472344404784-4108257737835132677?l=pejotando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pejotando.blogspot.com/feeds/4108257737835132677/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://pejotando.blogspot.com/2011/05/roteiro-de-santidade.html#comment-form' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8994675472344404784/posts/default/4108257737835132677'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8994675472344404784/posts/default/4108257737835132677'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pejotando.blogspot.com/2011/05/roteiro-de-santidade.html' title='Roteiro de santidade'/><author><name>Rogerio Oliveira</name><uri>https://profiles.google.com/108669675731056659230</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-TyrrSk5pJ8E/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAEf0/E_yoVEC_7Zk/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-qfti8E1UWLM/TdBaf2jGG2I/AAAAAAAAEYg/CS86ljxUtR0/s72-c/domboscojovens.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8994675472344404784.post-1830638945098170464</id><published>2011-05-10T00:00:00.000-03:00</published><updated>2011-05-10T00:00:14.140-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='desafios'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='articulação'/><title type='text'>Quer ser mais um na multidão?</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Toda a semana, religiosamente por dez vezes eu faço a mesma experiência. De segunda a sexta-feira, duas vezes por dia. Normalmente por volta das oito da manhã e das cinco e meia da tarde. Não posso considerar uma experiência científica porque os resultados não se repetem. Normalmente inicio imaginando algumas possibilidades, mas vira e mexe sou surpreendido. Confesso não é algo muito agradável de ser feito na maioria das vezes, mas geralmente é algo inspirador. Tanto isto é verdade que esta experiência me motivou a iniciar o texto de hoje.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-_5PncNA-vv0/Tcip0sVQTzI/AAAAAAAAEYc/f7xyCnSixBY/s1600/Muldit%25C3%25A3o.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="212" src="http://2.bp.blogspot.com/-_5PncNA-vv0/Tcip0sVQTzI/AAAAAAAAEYc/f7xyCnSixBY/s320/Muldit%25C3%25A3o.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Todos os dias de segunda a sexta feira eu utilizo o transporte público de São Paulo para ir trabalhar e para voltar para casa. Eu e milhares de pessoas. Todos estes dias eu faço a experiência de ser um na multidão. E sei que encontrarei pessoas que nunca mais verei na vida. Somos uma multidão de iguais, mesmo sendo muito diferentes.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Você já fez uma experiência semelhante? Já andou numa rua cheia de gente desconhecida, apressada? Já pegou ônibus ou avião em véspera de feriado? E, caso tenha feito algo semelhante a isto, já reparou que pouca gente repara nos outros? Eu reparo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E tem algo fascinante nisto tudo. A maioria das pessoas não quer chamar a atenção, mas gosta de (ou opta por) se apresentar bem. E se apresentar bem é seguir o senso comum daquilo que é socialmente bem aceito. Mas o fascinante ao qual me referi não é o senso comum, mas a ruptura. Não há quem não repare em um penteado, um vestido, um piercing, uma camiseta ou qualquer peça ou postura que pareça fora do padrão. Não digo que estas pessoas (maioria jovens) se utilizem destes recursos para chocar. Alguns até se chocam. Mas creio que eles queiram marcar sua presença numa sociedade de “iguais”.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E, por falar em pastoral, o que uma coisa tem a ver com a outra? Ah sim. Dá para começar uma conversa boa com isto. E a continuidade desta conversa vai depender da reação que você vai ter com este texto.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Vamos começar pela motivação que me fez escrever este texto. É até uma lógica bem simples (ou simplória, depende de você). A pessoa se torna mais uma na multidão porque segue a norma, o padrão aceito e/ou o comum. Quando se foge disto, quem o faz é notado. Alguns gostam, muitos criticam, mas a pessoa alcança visibilidade e um certo reconhecimento.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Por que a PJ não tem seus trabalhos (que são muitos) reconhecidos pela massa da Igreja e da sociedade? Eu penso que um dos fatores é a falta de visibilidade. Somos pouco notados. Em alguns lugares somos abafados. Em outros tantos lugares acabamos falando para nós mesmos, quando não falamos e nem a gente mesmo se entende.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O problema é de comunicação? Não. O problema é de estratégia. Comunicar, a gente até que comunica bem. Aparecer, em muitos lugares a gente aparece. Chocar, tem quem seja especialista nisto. Mas a pergunta é “Comunicar, aparecer ou chocar visando qual passo seguinte?”.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Há tantos blogs, sites, listas, twitters, páginas pessoais e pastorais em redes sociais que fazem um bem danado para a PJ, mas que são mal divulgados, pouco acessados, com poucos seguidores, assinantes ou leitores. Trabalhamos em rede ou separados? Colaboramos uns com os outros ou disputamos o mesmo espaço virtual?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Estamos em muitos conselhos municipais de juventude por este país. Marcamos presença forte no Conselho Nacional Juventude. Temos uma bonita campanha contra a violência e o extermínio da juventude, mas poucas de nossas comunidades e grupos conhecem estas iniciativas. Por quê?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Temos uma metodologia rica, eficaz. Temos multidões de jovens extremamente criativos nos grupos. Normalmente lidamos bem com nosso corpo e discutimos todas as dimensões do ser humano. Temos uma espiritualidade libertadora. Muitas vezes isto choca alguns. Como fazemos do choque, uma mola para uma discussão sadia, franca, aberta e sem ressentimentos?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sim, a proposta hoje não era dar respostas, mas abrir canal para uma boa conversa. A PJ precisa aparecer mais. Temos potencial para isto. Mas e depois que conseguirmos audiência, qual nossa estratégia para avançarmos? Como transformar mais este desafio em oportunidade?&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8994675472344404784-1830638945098170464?l=pejotando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pejotando.blogspot.com/feeds/1830638945098170464/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://pejotando.blogspot.com/2011/05/quer-ser-mais-um-na-multidao.html#comment-form' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8994675472344404784/posts/default/1830638945098170464'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8994675472344404784/posts/default/1830638945098170464'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pejotando.blogspot.com/2011/05/quer-ser-mais-um-na-multidao.html' title='Quer ser mais um na multidão?'/><author><name>Rogerio Oliveira</name><uri>https://profiles.google.com/108669675731056659230</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-TyrrSk5pJ8E/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAEf0/E_yoVEC_7Zk/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-_5PncNA-vv0/Tcip0sVQTzI/AAAAAAAAEYc/f7xyCnSixBY/s72-c/Muldit%25C3%25A3o.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8994675472344404784.post-9098583655920368642</id><published>2011-05-04T21:50:00.000-03:00</published><updated>2011-05-04T21:50:20.026-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='organização'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='desafios'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='articulação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='dicas'/><title type='text'>O segredo do sucesso das organizações</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-P2YzAxFlk_4/TcHzxDzLEAI/AAAAAAAAEYY/56SE4Fk0vXo/s1600/sucesso_segredo.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://4.bp.blogspot.com/-P2YzAxFlk_4/TcHzxDzLEAI/AAAAAAAAEYY/56SE4Fk0vXo/s200/sucesso_segredo.jpg" width="137" /&gt;&lt;/a&gt;Em tempos de auto-ajuda empresarial, onde qualquer dica simples vira “o desvendar do mito” que pode “render milhões”, foi provocativo e intencional colocar um título como este neste artigo. Que bobagem! Ao final da leitura, qualquer texto publicado na internet deixaria de ser segredo. A intenção era ser um título atrativo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A palavra “segredo”, por conta disto, possui a sua magia. Quem coloca um título com esta palavra, disseram-me os entendidos em textos de internet, atrai muito mais visitas. Não duvido disso não. Aliás, até creio que eles estejam com a razão. Este é um teste!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas como um texto não se faz somente com o título, é preciso que tenha algum conteúdo também! E não pode ser um conteúdo mentiroso ou enganador. Se eu quero partilhar um “segredo de sucesso”, tem de ser algo valha a pena o sacrifício da leitura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E é um segredo simples, uma dica até meio óbvia, mas que os compromissos e atividades cotidianas por vezes nos fazem esquecer ou deixar para trás. E olhando para nossa atividade pastoral, sinto que em alguns casos este segredo não chega a ser secreto. É apenas esquecido ou engolido pelas tarefas e estruturas que temos e pelas que são criadas.&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;E o “segredo” é: “conhecer bem os níveis e organizações e pessoas com as quais trabalhamos”. Como é que é? Simples. Você está na coordenação de uma área pastoral? Já visitou as comunidades desta área? Conhece os grupos e lideranças locais? Sabe as particularidades de cada um destes grupos e coordenações? Tem ideia do que fazer para ajudar a pastoral da juventude a se desenvolver ali?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E sou bem sincero com você que lê este meu texto agora. Parece simples, mas não é. Enquanto escrevo, estou no serviço de assessoria da PJ no regional Sul 1. Olho para o mapa do estado de São Paulo e digo que não tenho como conhecer todos os grupos em todas as comunidades. Mas posso conhecer as coordenações diocesanas (ou arquidiocesanas ou regionais, dependendo da realidade). E este é um dos desafios ao qual eu estou me colocando para os próximos três anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conhecer quem está em cada nível da estrutura pastoral não é dar mais valor à estrutura. Não podemos nos deixar sufocar pela estrutura. Ela é instrumento para a missão. E conhecer as pessoas que estão na organização pastoral é meio de animar esta missão. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No último artigo comentei que a pastoral se dá na articulação dos grupos. E acrescento agora, além dos grupos, das pessoas. Conheço muita gente fantástica que não está mais na estrutura pastoral, mas que faz um bem danado para a PJ. Mesmo de fora, essa turma continua fazendo pastoral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E o que isso tem a ver? Contatos, respondo eu. Vou exemplificar. Você está lá na coordenação diocesana. Está bem articulado com as bases, os grupos e as lideranças locais. Sua diocese está bem articulada também com a sub região. Ou seja, estão indo muito bem naquilo que o “segredo” deste artigo trata. Pode-lhe faltar, entretanto, contato de assessoria perita, com quem tratar sobre um tema específico e importante para a caminhada pastoral. E nisso ex militantes da PJ, ex coordenadores, membros de institutos, casas e centros da juventude, por exemplo, tem muito a oferecer. Tem que conhece-los também. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A grande sacada deste “segredo” é que fazendo tudo direitinho, ganharemos conhecimento, faremos contatos, conheceremos realidades diferentes, saberemos lidar com elas e cresceremos pastoralmente. Não é uma promessa vã. Digo isto como testemunho de quem já passou por uma situação como esta numa realidade bem desarticulada. Quem encara este desafio e o leva adiante saberá lidar com boa parte dos casos que podem parecer complicados a princípio. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8994675472344404784-9098583655920368642?l=pejotando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pejotando.blogspot.com/feeds/9098583655920368642/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://pejotando.blogspot.com/2011/05/o-segredo-do-sucesso-das-organizacoes.html#comment-form' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8994675472344404784/posts/default/9098583655920368642'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8994675472344404784/posts/default/9098583655920368642'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pejotando.blogspot.com/2011/05/o-segredo-do-sucesso-das-organizacoes.html' title='O segredo do sucesso das organizações'/><author><name>Rogerio Oliveira</name><uri>https://profiles.google.com/108669675731056659230</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-TyrrSk5pJ8E/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAEf0/E_yoVEC_7Zk/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-P2YzAxFlk_4/TcHzxDzLEAI/AAAAAAAAEYY/56SE4Fk0vXo/s72-c/sucesso_segredo.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8994675472344404784.post-3364708890418194867</id><published>2011-04-26T20:04:00.000-03:00</published><updated>2011-04-26T20:04:23.410-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='organização'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='desafios'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pastoral'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='identidade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='articulação'/><title type='text'>Identidade e articulação</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-aR-HsGK1Kvs/TbdPOTPWLPI/AAAAAAAAEYU/PRuf8ukkPcM/s1600/Logo_Pastoral_da_Juventude.png" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://2.bp.blogspot.com/-aR-HsGK1Kvs/TbdPOTPWLPI/AAAAAAAAEYU/PRuf8ukkPcM/s200/Logo_Pastoral_da_Juventude.png" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É fato conhecido que um grupo de jovens sozinho não é Pastoral da Juventude. “&lt;i&gt;Como não??? A base da PJ são os grupos!!&lt;/i&gt;”, pode questionar um leitor. A este leitor eu peço que releia a frase. Um grupo de jovens SOZINHO não é Pastoral da Juventude. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se ainda assim, meu caro amigo não entender a mensagem, explico de um jeito diferente. Pastoral se dá na articulação, da mesma forma que uma pessoa sozinha não é comunidade e até para rezar do jeito cristão é necessário que existam pelo menos duas pessoas (Mateus 18,20). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“&lt;i&gt;Espere aí! Meu grupo está numa região onde não existe mais Pastoral da Juventude. Nós nos identificamos com a proposta. Então não somos PJ?&lt;/i&gt;”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;Aí esta a grande questão! Identificar-se com a proposta. Identidade. Conheço tantos companheiros e tantas companheiras ligados e ligadas à PJ que teimam e batem o pé falando que é preciso, necessário e urgente que a Pastoral da Juventude rediscuta a sua própria identidade. Como assim, meus caros? “&lt;i&gt;E, Rogério, o que tem uma coisa (isolamento) a ver com a outra (identidade)? Isso está me parecendo o samba do pejoteiro louco&lt;/i&gt;”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Explico. Olhe para a realidade pejoteira que você vive e aquela que você conhece. Você acha que somos uma pastoral de gabinete, de escritório, de umas poucas cabeças pensantes, de uma elite que pensa para a massa executar? Há gente que pensa que somos assim, mas digo que estão errados. Você pode até achar uma ou outra liderança pejoteira sem a devida formação e com uma prática não condizente com isto, mas eles não são maioria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Reafirmo que não somos uma pastoral de escritório. E poderia dar uma série de exemplos neste sentido. Mas dou um só para não me alongar. Já ouviram falar de casos de dioceses que tiveram suas coordenações de PJ cassadas? Sim. E, ouviram falar que depois desta degola, outra coordenação tão pejoteira quanto a anterior assumiu a coordenação? Se sim, eu lhe digo que a coordenação anterior fez bem a lição de casa. E respeitou um princípio básico da identidade pejoteira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que princípio é este? Boas coordenações são aquelas que preparam outros para assumirem seu lugar. Isto eu aprendi no meu primeiro ano de PJ, lá atrás, nos tempos das cavernas (rs). E uma boa coordenação de PJ articula forças e grupos em rede, de modo que o trabalho não pereça se um ou outro núcleo fracassarem, mas que os outros núcleos próximos os auxiliem a se reerguer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E quem definiu este princípio de identidade? A Igreja? Um grupo de assessores místicos? Não e não! A prática, meu caro! É assim com a vida humana e é assim com a vida pastoral. A gente aprende quem a gente é e o que a gente quer ser, vivendo e experimentando, ouvindo e experimentando, aprendendo e experimentando. O que eu quero dizer? Que identidade se faz na prática.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há duas observações aí, portanto: os princípios da PJ, como grupos pequenos, assessoria, tempos de coordenação, revisão de vida, formação integral, por exemplo, não são dogmas inquestionáveis. Pode-se experimentar variações nestes temas. Mas são termos consagrados pelo uso. Se alguém faz diferente e mostra um bom resultado, é o caso de estudar este caso. A identidade se faz na prática. A gente aprendeu a ser PJ contando com a experiência vivida por tantos jovens e assessores antes da gente. Eles nos deram nossa marca, eles nos deram nossa experiência. E a gente vai deixar uma marca e uma experiência também para as gerações futuras continuando a fazer pastoral a partir da realidade que nos cerca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A segunda observação remete ao início deste texto. O grupo isolado que se identifica com a causa da PJ não fica isolado. Não pode e não consegue estar sozinho sob o risco de se extinguir. Quem já comeu do fruto da &lt;a href="http://pejotando.blogspot.com/2011/02/arvore-pejoteira.html"&gt;árvore pejoteira&lt;/a&gt; se sente impelido a levar a proposta adiante. E acaba descobrindo justamente o que eu já disse: a identidade com a PJ vai se firmar na prática, seja ela prática missionária ou prática de articulação. Vai ter dificuldades? Claro! Mas são justamente as vitórias sobre as dificuldades que dão o tempero especial na nossa vida, em todos os sentidos!&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8994675472344404784-3364708890418194867?l=pejotando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pejotando.blogspot.com/feeds/3364708890418194867/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://pejotando.blogspot.com/2011/04/identidade-e-articulacao.html#comment-form' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8994675472344404784/posts/default/3364708890418194867'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8994675472344404784/posts/default/3364708890418194867'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pejotando.blogspot.com/2011/04/identidade-e-articulacao.html' title='Identidade e articulação'/><author><name>Rogerio Oliveira</name><uri>https://profiles.google.com/108669675731056659230</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-TyrrSk5pJ8E/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAEf0/E_yoVEC_7Zk/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-aR-HsGK1Kvs/TbdPOTPWLPI/AAAAAAAAEYU/PRuf8ukkPcM/s72-c/Logo_Pastoral_da_Juventude.png' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8994675472344404784.post-2934447013015272091</id><published>2011-04-24T08:59:00.000-03:00</published><updated>2011-04-24T08:59:12.154-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='desafios'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pastoral'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='CF'/><title type='text'>Vamos falar da CF 2013?</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-fzhOGy2uBPQ/TbQP1uQV8GI/AAAAAAAAEYQ/inqhKBX3ZKg/s1600/cf_1992_juventude.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://4.bp.blogspot.com/-fzhOGy2uBPQ/TbQP1uQV8GI/AAAAAAAAEYQ/inqhKBX3ZKg/s200/cf_1992_juventude.jpg" width="150" /&gt;&lt;/a&gt;Sabemos que a época da Quaresma é período propício de reflexão e conversão pessoal, em vista da Páscoa. E sabemos também que durante este tempo, a Igreja no Brasil realiza a Campanha da Fraternidade, a cada ano com uma temática específica. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O tema da juventude foi tratado em 1992 e, incrivelmente, eu me lembro disto, porque eu era jovem nesta época! Lembro que em 1989 recolhemos assinaturas no grupo em que eu era crismando, num abaixo assinado pedindo que a CF-91 fosse sobre juventude. Não conseguimos porque naquele ano de 1991 a campanha foi sobre o mundo do trabalho, em comemoração pelo centenário da encíclica “&lt;i&gt;Rerum Novarum&lt;/i&gt;”, escrita em 1891 pelo Papa Leão XIII e que foi a primeira carta papal a tratar da realidade do operariado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o tal do abaixo assinado que passou pelo meu grupo rendeu frutos pelo Brasil. Foram 457 mil assinaturas, colhidas em 187 dioceses. E a campanha acabou mesmo acontecendo em 1992. Desde o ano anterior eu vi pipocar em diversos lugares cursos, assembleias, formações e até escola de samba. “Juventude, caminho aberto” era o lema desta campanha. Deu um ar de novidade, foi muito bem trabalhada na minha realidade e fez com que o tema da campanha ficasse colado com a ideia de um trabalho pastoral.&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Temos uma nova oportunidade semelhante agora, para o ano de 2013, de atualizarmos esta mesma proposta e trabalharmos com uma geração nova e diferente daquela de 1992. E novamente ela acontece através de um abaixo assinado. Há a proposta de se conseguir um milhão de assinaturas. O acesso ao texto pode ser conseguido no endereço &lt;a href="http://www.jovensconectados.org.br/arquivos/documentos/file/12-petio-para-a-campanha-da-fraternidade-de-2013"&gt;http://www.jovensconectados.org.br/arquivos/documentos/file/12-petio-para-a-campanha-da-fraternidade-de-2013&lt;/a&gt;. (&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Se você ainda não participou, corra! O envio do material é só até a primeira semana depois da Páscoa de 2011&lt;/span&gt;).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“&lt;i&gt;Mas Rogério, a quaresma é um tempo tão pequeno. Como podemos fazer esta Campanha engrenar, faze-la acontecer de verdade, fazer com que a Igreja se entusiasme pela proposta e que seus frutos possam ser colhidos além dos muros eclesiais?&lt;/i&gt;”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não foi uma única pessoa que me perguntou isso. Senti esta preocupação com muitos colegas, alguns deles vindos de uma realidade onde a juventude não recebe muito apoio eclesial. É de fato um desafio. Corre-se o risco de ser uma campanha que não desperte o entusiasmo de alguns ou que caia num discurso moralista com outros. Há ainda quem não se atente àquilo que diz o texto base de estudos da campanha e comece a destilar sua raiva e ressentimento sobre a juventude, como se ela fosse totalmente culpada pela realidade em que se encontra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas aí é que está! Onde alguns veem desafios, outros enxergam oportunidades. Onde uns percebem só problemas, outras sentem o vento da virada chegando. É possível, desejável e oportuno que a temática da CF extrapole o tempo quaresmal. E quem vai tocar isto é quem se entusiasma com a proposta. Quem tem outras prioridades, claro, vai levar estas outras adiante.&amp;nbsp; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há muita coisa que pode ser feita. Em nível local, pode ser feito um levantamento da realidade juvenil. Há jovens desempregados, fora da escola, em situação de risco, casados, seguindo alguma religião, com oportunidades de lazer? Podem ser feitos debates para sensibilizar a comunidade sobre o tema. Atividades culturais são também um forte agregador. E se juntar música, poesia, espiritualidade, dança, esporte, testemunho de vida e debates, teremos uma chance daquela localidade se aproximar da juventude e poder aprender e ensinar junto com eles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Num nível mais amplo (cidade, região ou estado) também se pode fazer muita coisa. Creio que a principal delas é capacitar bem as boas lideranças a respeito da temática juvenil. E eu tenho claro para mim que uma das grandes forças neste sentido de capacitação e debate é a Pastoral da Juventude. Além disto, é uma outra tarefa importante dialogar com o poder público, levando as demandas e necessidades dos jovens para a busca de alternativas e soluções.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Claro que tudo isto pode ser feito independente da Campanha da Fraternidade ser ou não a respeito da juventude. Contudo, não há dúvidas de que ela ajuda a reunir forças. Talvez seja uma boa oportunidade (ou a melhor dos últimos anos) de fazer com que nós, enquanto Igreja, consigamos compreender melhor o universo juvenil e dialogarmos com ele num processo mútuo de evangelização e conversão ao projeto de Jesus.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8994675472344404784-2934447013015272091?l=pejotando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pejotando.blogspot.com/feeds/2934447013015272091/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://pejotando.blogspot.com/2011/04/vamos-falar-da-cf-2013.html#comment-form' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8994675472344404784/posts/default/2934447013015272091'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8994675472344404784/posts/default/2934447013015272091'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pejotando.blogspot.com/2011/04/vamos-falar-da-cf-2013.html' title='Vamos falar da CF 2013?'/><author><name>Rogerio Oliveira</name><uri>https://profiles.google.com/108669675731056659230</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-TyrrSk5pJ8E/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAEf0/E_yoVEC_7Zk/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-fzhOGy2uBPQ/TbQP1uQV8GI/AAAAAAAAEYQ/inqhKBX3ZKg/s72-c/cf_1992_juventude.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8994675472344404784.post-6465979278532791091</id><published>2011-04-16T11:12:00.000-03:00</published><updated>2011-04-16T11:12:45.596-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='índice'/><title type='text'>E por falar em pastoral... Um ano pejotando</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-TyHHWXxYiK4/TamjgXyUUFI/AAAAAAAAEYM/TYYPK7Puoyc/s1600/um+ano.JPG" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="183" src="http://1.bp.blogspot.com/-TyHHWXxYiK4/TamjgXyUUFI/AAAAAAAAEYM/TYYPK7Puoyc/s200/um+ano.JPG" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;Sabe aquela história de que parece que foi ontem que qualquer coisa aconteceu? Parece que foi ontem que eu te conheci, parece que foi ontem que o Corinthians foi campeão, parece que foi ontem que a gente fez aquele concurso, parece que foi ontem... Pois é. Parece que foi ontem que eu comecei a postar alguns textinhos na internet e a consultar amigos se aquilo estava bom, claro e se serviria para alguma coisa...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parece que foi ontem... Mas faz um ano. Foi em 21 de abril de 2010 que o primeiro artigo foi postado. Depois dele foram dezenas de outros. E hoje chegamos ao artigo número sessenta e quatro. E como em toda boa virada de ano, é chegado o momento de uma retrospectiva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não dá para destacar aqui todos os outros sessenta e três artigos. O que dá para fazer é uma retomada por temáticas, temas tão pessoais que você pode até discordar – e eu adoraria que discordasse, mas são aquilo que eu acho hoje. Vamos a elas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;i&gt;Artigo “E o Oscar vai para...” – o mais acessado&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://pejotando.blogspot.com/2010/11/quaresma-grupal.html"&gt;Quaresma grupal &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Graças a muitos amigos que esparramaram o link da quaresma grupal, hoje este é o artigo mais acessado do blog. Foi um trabalho bem grande. Até hoje eu recebo mensagens de companheiros sugerindo que esse material seja publicado. Quem sabe, não é?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Artigo “Todo mundo só fala nisso” - com mais comentários&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://pejotando.blogspot.com/2010/06/pensando-as-reunioes-parte-1.html"&gt;Pensando as reuniões – Parte 1 &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Foram seis comentários. Não é muito se compararmos aos blogs irmãos que também falam de pastoral. Eu imagino que isso se deva a novidade em se preparar uma série de artigos voltados para grupos de jovens. Foi, realmente, algo interessante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Artigo “pizza de frango com catupiry” – o mais gostoso de escrever&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://pejotando.blogspot.com/2011/02/arvore-pejoteira.html"&gt;A árvore pejoteira &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Esse artigo foi fruto de uma assessoria realizada na assembleia da PJ da sub região Campinas, mas a história é um pouco mais antiga. Foi num retiro em que participei que o pregador falou que somos como árvores e que nossa raiz pivotante (aquela central, que vai bem profundo na terra) deve buscar a Jesus. Lembrei dessa história quando fui convidado para a assessoria da assembleia. Incrementei a fala e o resultado saiu bom. Cheguei em casa e aumentei mais o conto. Ficou gostoso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Artigo “mamão com açúcar” – o mais fácil de escrever&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://pejotando.blogspot.com/2011/03/lembrando-de-dom-helder.html"&gt;Lembrando de Dom Hélder &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Não teria nem dúvidas que este seria o artigo mais fácil, afinal, de autoria minha, só o enunciado do artigo. As demais frases todas são do grande Dom Helder. Achei que valeria a pena publicar um artigo assim pela inspiração que tais frases nos trariam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Artigo “Racha cuca” – o mais difícil de escrever&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://pejotando.blogspot.com/2010/12/sete-virtudes-para-vivencia-nos-grupos.html"&gt;Sete virtudes para vivência nos grupos &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Demorei alguns dias para escrever este artigo. Quando planejei a série “Os sete” queria tratar da referência que este número tem em nossa cultura e no pensamento coletivo. E não era minha intenção tratar das virtudes num sentido moralista, mas num sentido construtivo. Por isso a ideia de trazê-lo para o cotidiano dos grupos. Achar a palavra certa e a melhor expressão foi um duro exercício.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Artigo “Filhão do papai” - que orgulho que me dá&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://pejotando.blogspot.com/2010/09/protagonismo-juvenil.html"&gt;Protagonismo juvenil &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Este aqui saiu de uma consulta que uma amiga me fez. Ela precisava trabalhar um texto sobre protagonismo juvenil, mas entendia pouco do assunto. Então me pediu ajuda. Ela me encaminhou o texto e me pediu uma explicação. Fiz um pequeno resumo para ela, explicando o que eu havia entendido. Mas gostei tanto do material que ela havia me encaminhado que resolvi adaptar este resumo para uso na pastoral. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Artigo “filho rebelde” – o incompreendido&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://pejotando.blogspot.com/2011/02/parabola-dos-dois-irmaos.html"&gt;Parábola dos dois irmãos &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Escrevi este texto num crescente, sem pausas e só fui lê-lo quando coloquei o ponto final. A proposta, para mim, era tão boa e tão polêmica que achava que no dia seguinte sairiam comentários e gente me contestando. Nem uma coisa e nem outra. Daí então eu pedi para a Débora, minha esposa e crítica dos meus textos, para rever o material publicado. Ela foi direta dizendo que o texto não fazia o meu estilo. Ainda vou voltar no tema, com uma outra abordagem.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Artigo “era uma boa ideia, mas...”&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://pejotando.blogspot.com/2011/01/os-sete.html"&gt;Os sete &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Talvez por ter ficado na sombra da “Quaresma Grupal”, a outra série “Os sete” não tenha tido tanto “sucesso”. Já tive relatos, entretanto, de colegas que usaram alguns destes textos para uso em grupos e reflexões pastorais. Fico feliz por isso. A intenção, como disse antes, era tratar deste número na nossa pastoral e perceber o quanto ele faz parte da nossa cultura. Isso eu não consegui medir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Artigo “um estranho no ninho”&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://pejotando.blogspot.com/2010/11/alguns-pensamentos-sobre-o-advento.html"&gt;Alguns pensamentos sobre o advento &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Não diz diretamente sobre nossa realidade de pastoral da juventude, mas trata da vida cristã e desse período litúrgico importante da Igreja. Foi pouco acessado e sem comentários. Acho que, de fato, destoava do perfil do blog.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Artigo “De volta pra minha terra” – onde tudo começou&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://pejotando.blogspot.com/2010/04/o-que-e-mesmo-espiritualidade-pejoteira.html"&gt;O que é mesmo espiritualidade pejoteira &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Três razões basicamente me motivaram a começar este blog. A necessidade de formação que as lideranças pastorais tem até hoje, além do fato de algumas delas desconhecerem até os princípios básicos da PJ; a chance de deixar alguns textos e documentos disponíveis para que o pessoal que conhece a pastoral possa descarregar e ler, além de ser um material complementar para algumas assessorias que faço; e a chance de disponibilizar um material que eu tenho em casa e dividir experiências com assessores e jovens. Comecei falando de espiritualidade porque achei que esta era uma marca importante de nossa identidade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;O melhor artigo&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;Olha o clichê: “Aquele que ainda vou escrever!!”&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8994675472344404784-6465979278532791091?l=pejotando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pejotando.blogspot.com/feeds/6465979278532791091/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://pejotando.blogspot.com/2011/04/e-por-falar-em-pastoral-um-ano.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8994675472344404784/posts/default/6465979278532791091'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8994675472344404784/posts/default/6465979278532791091'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pejotando.blogspot.com/2011/04/e-por-falar-em-pastoral-um-ano.html' title='E por falar em pastoral... Um ano pejotando'/><author><name>Rogerio Oliveira</name><uri>https://profiles.google.com/108669675731056659230</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-TyrrSk5pJ8E/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAEf0/E_yoVEC_7Zk/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-TyHHWXxYiK4/TamjgXyUUFI/AAAAAAAAEYM/TYYPK7Puoyc/s72-c/um+ano.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8994675472344404784.post-2336859006462601109</id><published>2011-04-13T22:40:00.000-03:00</published><updated>2011-04-13T22:40:30.271-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pastoral'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='dicas'/><title type='text'>10 semelhanças entre blogar e pejotar (e 1 diferença)</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-tl27PLmUS10/TaZPVRkatSI/AAAAAAAAEYI/hnQBrzT6Tco/s1600/blogar.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="132" src="http://3.bp.blogspot.com/-tl27PLmUS10/TaZPVRkatSI/AAAAAAAAEYI/hnQBrzT6Tco/s200/blogar.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Dia 21 de abril próximo, este blog completará um ano de existência. Muitas coisas eu aprendi sobre esta ferramenta. Várias delas dizem respeito à própria técnica, outras foram dicas para escrever melhor e para atingir o público, outras ainda diziam respeito a adereços e instrumentais que eu poderia acrescentar ao blog para que ele fosse mais atrativo e funcional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vi tantas semelhanças entre a maneira de produzir um blog e o nosso agir pastoral que resolvi compartilhar estas semelhanças com vocês. Mas há uma diferença fundamental que separa uma prática da outra. E elas estão aqui apresentadas para que possamos aprender uns com os outros.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;1-&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;O que te motiva a escrever um blog?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem sabe onde quer chegar, caminha com mais segurança e tem mais chances de evitar tropeços. Este blog, por exemplo, nasceu com a intenção de partilhar alguns saberes sobre a PJ. Quem faz pastoral também tem de ter esta motivação por trás. &lt;a href="http://pejotando.blogspot.com/2011/02/por-que-voce-caminha.html"&gt;(Leia mais a respeito) &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;2-&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;Quem você pretende atingir?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Qualquer blog que queira ter algum público precisa saber de verdade quem é que ele pretende atingir. Quanto mais genérico, mais abrangente é o blog, quanto mais específico, mais seleto é o grupo. Escreva sempre pensando no seu público. E no agir pastoral, claro que ele deve ser feito pensando no resultado trabalho que se tem, mas não se pode perder de vista que estamos trabalhando com, pela e para a juventude. &lt;a href="http://pejotando.blogspot.com/2010/11/o-que-e-ser-lider.html"&gt;(Leia mais a respeito)&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;3-&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;Fale uma linguagem correta, simples e se faça entender.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A menos que seja um blog com este perfil, os erros ortográficos são um ponto negativo na escrita de um blog. Porém, pior do que eles, são os erros de interpretação. O blogueiro escreve uma coisa e o público entende outra (ou não entende nada). Atenção! O simples é, geralmente, o melhor caminho. E é assim também com a juventude. Uma linguagem direta, franca e próxima. Não precisa muito mais do que isso. &lt;a href="http://pejotando.blogspot.com/2011/03/reflexoes-pastorais-2.html"&gt;(Leia mais a respeito)&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;4-&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;Pense e planeje antes de escrever&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu já comecei tantos textos e parei no caminho. Queria publicá-los, mas não estava com a ideia madura para que fosse partilhado. Estão salvos no micro, esperando uma intuição maior para que tenham continuidade. Eles normalmente têm alguma sequência lógica no blog, mas não é necessário que seja sempre assim. No grupo, porém, é preciso que os temas que sejam tratados tenham uma ligação entre si, para que se tenha uma ideia de continuidade e de aprofundamento. E para que isso aconteça, é importante planejar. (&lt;a href="http://pejotando.blogspot.com/search/label/planejamento"&gt;Leia mais a respeito) &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;5-&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;Estude, leia, compare.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem se preocupa em fazer um blog cada vez melhor, procura boas referências. Se aperfeiçoa no assunto que o próprio blog trata, lê textos ligados a este tema ou a temas similares. Lê também textos sem ligação alguma com o assunto do blog. E aí percebe que há estilos e abordagens diferentes que ele poderia usar no próprio texto. Na pastoral também é assim. Pejoteiro de verdade está sempre se capacitando, lendo, estudando. &lt;a href="http://pejotando.blogspot.com/2010/10/capacitacao.html%20"&gt;(Leia mais a respeito) &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;6-&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;Não copie simplesmente. Seja original&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Plagiadores não estão com nada quando o assunto é blogar. Mas há tanta gente copiando postagens!! Quando surge uma novidade, os blogs com o mesmo público alvo têm a tentação de reproduzir a mesma notícia, da mesma maneira. Isto é vantagem para quem for o primeiro a publicar. Numa segunda pesquisa sobre o tema, o segundo a publicar a notícia não vai ter um público tão atento, pois eles já leram esta história. Uma abordagem diferente chama a atenção. Ofereça um novo olhar, analise o fato por um ângulo ainda não visto. Vai chamar a atenção. E isso também vale para a pastoral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;7-&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;Interaja. Tenha uma rede com outros blogueiros&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De que adianta ter um blog se ninguém o lê? E como fazer para que o mundo conheça as maravilhas que você escreve? Há tantas dicas!! E a primeira delas é buscar contato com quem já publica na internet. Nas redes sociais há comunidades sobre o tema. Nos blogs com o mesmo público que o seu há tantas outras pessoas que podem ser suas parceiras. Não tenha vergonha, entre nas redes sociais, siga outros blogs, comente nas postagens que lhe interessarem. E também na pastoral, ninguém é uma ilha! Pejoteiro se encontra em grupos, nas articulações, nas celebrações e nas festas. Interagindo. &lt;a href="http://pejotando.blogspot.com/2010/09/e-possivel-ser-feliz-sozinho-parte-2.html"&gt;(Leia mais a respeito) &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;8-&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;Respeite e aprenda com os comentários&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abra seu blog para comentários. Incentive que seus leitores comentem seus artigos. Todo comentário vale um aprendizado maior para você. Um olhar diferente para seu próprio texto pode fazer com que você cresça mais no assunto. Pejoteiro que é pejoteiro já aprendeu essa lição. &lt;a href="http://pejotando.blogspot.com/2011/01/gente-se-ve-na-luta.html"&gt;(Leia mais a respeito)&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;9-&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;Existe vida fora do blog&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois é, existe vida off line. Vá a um cinema, passeie num parque, ouça uma música, leve os sobrinhos ou primos pra brincar de gangorra ou escorregador, dê um mergulho no mar ou no rio, faça uma escalada, vá acampar, tire fotos, faça filmes, conte estórias, acenda uma fogueira, plante uma árvore, faça caminhada, assobie uma canção, duas se estiver disposto, tente pular corda, arrisque uma cesta de três pontos, dê risada de si mesmo, tente arrumar aquela prateleira que há muito tempo você adia, leia um livro sem a obrigação de prestar contas depois, visite um amigo de longa data que você não vê a muito tempo. Ligue para um parente distante. Experimente fazer um bolo ou pudim seguindo uma receita. Há tantas coisas para se fazer... E tudo isso também vale para a vida fora da pastoral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;10-&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;Saiba divulgar seu blog&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quer ter mais visitas? Divulgue seus artigos no orkut, twitter, facebook, na centralblogs, no diHITT, nos blogs amigos, nas comunidades virtuais, nas listas de e-mails. Coloque no seu blog o link para que as pessoas te sigam nestas redes sociais. Coloque um e-mail para correspondência. Crie uma página com dados sobre você. E na pastoral precisamos urgentemente aprender a nos promover. E isso não é uma vaidade. Promover a pastoral não é promover pessoas, mas a proposta, o ideal, o objetivo. &lt;a href="http://pejotando.blogspot.com/2010/08/vida-em-comunidade-parte-1.html"&gt;(Leia mais a respeito)&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E, por fim &lt;b&gt;a diferença derradeira&lt;/b&gt;!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pastoral se faz no mundo real. Olho no olho. Com cheiros, texturas, sabores e saberes. A internet é um instrumento, mas pejotar de verdade só com os pés no chão!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8994675472344404784-2336859006462601109?l=pejotando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pejotando.blogspot.com/feeds/2336859006462601109/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://pejotando.blogspot.com/2011/04/10-semelhancas-entre-blogar-e-pejotar-e.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8994675472344404784/posts/default/2336859006462601109'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8994675472344404784/posts/default/2336859006462601109'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pejotando.blogspot.com/2011/04/10-semelhancas-entre-blogar-e-pejotar-e.html' title='10 semelhanças entre blogar e pejotar (e 1 diferença)'/><author><name>Rogerio Oliveira</name><uri>https://profiles.google.com/108669675731056659230</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-TyrrSk5pJ8E/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAEf0/E_yoVEC_7Zk/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-tl27PLmUS10/TaZPVRkatSI/AAAAAAAAEYI/hnQBrzT6Tco/s72-c/blogar.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8994675472344404784.post-7048641051804234619</id><published>2011-04-03T22:26:00.001-03:00</published><updated>2011-04-04T10:18:30.781-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='organização'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Igreja'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pastoral'/><title type='text'>Você me daria a mão?</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-7z4Y52QpaBk/TZkdI1LP1nI/AAAAAAAAEYE/XCM6SrjXcHw/s1600/uniaoermelino.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="150" src="http://2.bp.blogspot.com/-7z4Y52QpaBk/TZkdI1LP1nI/AAAAAAAAEYE/XCM6SrjXcHw/s200/uniaoermelino.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para quem sempre acompanha este blog, segue uma “curiosidade”: poucos foram os artigos que eu escrevi que não tiveram a inspiração de uma pessoa, situação ou grupo. Alguns leram e logo se identificaram, outros sabiam que era deles os exemplos que eram dados, mais alguns ainda viveram ou ouviram dizer das situações ali relatadas. Pois bem, o texto de hoje não foge a esta regra. A exceção é que eu hoje eu vou apresentar a motivação por trás deste artigo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Recebi esta semana um e-mail relatando que mais uma equipe diocesana de PJ neste país havia sido convidada a se desmanchar depois de algum tempo de caminhada. Vivi na pele estes mesmos sentimentos e sei o quanto é difícil este momento para os companheiros e companheiras de lá.&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Este mesmo e-mail me trazia o questionamento do que era possível se fazer em casos assim. Há tantas dioceses, paróquias, comunidades com suas lideranças jovens e pejoteiras sendo “convidadas” a saírem. Já participei de vários momentos de análise desta conjuntura pastoral. Muitos destes momentos apontavam para um novo modelo de Igreja que era mais centralizador e menos pastoral. Outras análises apontavam para algumas posturas das próprias lideranças pejoteiras que inviabilizavam o diálogo com o clero e com os movimentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não quero colocar se a culpa é desta ou daquela postura, se está com os jovens ou com o clero. Há tantas variáveis que podem ser colocadas aqui, que acabaria por tornar infindável esta discussão. Gostaria de tratar de um único aspecto, que não resolve o problema, mas que ajuda a clarear alguns possíveis rumos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entra agora o segundo personagem que motivou este artigo: os companheiros do projeto “Eu sou + 7 x 7”, promovido pelo &lt;a href="http://www.ipejota.org.br/"&gt;Instituto Paulista de Juventude&lt;/a&gt;. Boa parte deste pessoal veio da mesma experiência de “convite para sair” da estrutura diocesana. Toda a turma sofreu, rezou, meditou, levantou, sacudiu a poeira e entrou na batalha por um novo agir pastoral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi doloroso, mas sair da estrutura diocesana e hierárquica que fazemos entre as instâncias eclesiais deu uma nova luz a respeito deste agir. Antes, tínhamos um olhar segmentado e departamentalizado (se é que essa palavra existe) sobre representações e sobre nossa própria organização. Não era culpa nossa. A estrutura na qual estávamos inseridos também era assim: do grupo vai para a PJ da paróquia, daí para a PJ do setor, daí para a PJ da diocese, daí para a PJ da sub-região, daí para a PJ regional, daí para a PJ nacional. Hierarquia pura. Cada “PJ” no seu departamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há tempos já sabíamos que a solução para fugir deste esquema piramidal era uma organização em redes, que extrapolava a dimensão de paróquia, setor ou diocese. Onde tivesse um grupo precisando de apoio, outro grupo, independente se da mesma localidade, poderia apadrinhá-lo. As representações eram por núcleos, não pela estrutura que aquela localidade já fazia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo aquilo era muito bonito, mas não se encaixava na nossa prática pastoral. Estávamos, como eu já disse, com a cabeça na organização eclesial, não na organização em rede. Mas isto tudo mudou quando começamos a trabalhar no IPJ. Ele não está amarrado às estruturas. Passamos a lançar as sementes e a cuidar desta rede de relacionamentos e de pastoral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tem dado certo. Tenho aprendido muito. Não importa se a menina é lá do Valo Velho ou se o garoto é de Ermelino Matarazzo e nem se o assessor vem lá da Baixada Santista ou se nos reunimos num sítio em Jarinu. Não. Nós nos sentimos PJ e enquanto PJ nós realizamos este trabalho pastoral em rede. A situação que percebemos hoje pede que nossa proposta seja esparramada, conhecida e vivida. Pede que grupos sejam formados e bem acompanhados. Pede que não nos deixemos derrotar pelo sentimento de tristeza, mas que levantemos a cabeça e continuemos o trabalho. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Queridos e queridas jovens desta e de tantas dioceses, paróquias e grupos que foram convidados a se retirar: peço que não desanimem. Vocês não estão sozinhos e sozinhas. Há muita juventude que precisa conhecer a PJ e há muita juventude disposta a apresentá-la. Tanto eu quanto vocês nos encantamos um dia com esta proposta. Não deixemos este amor primeiro findar. Há uma canção da Bruna Caram que as minhas amigas do IPJ me ensinaram a gostar e a refletir que se chama “&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=CybFAalDP_w"&gt;Palavras do coração&lt;/a&gt;”. Diz assim alguns de seus versos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Sonhos, aventuras, juras, promessas, dessas que um dia acontecerão. Você me daria a mão?”. Todos nós já vivemos estas experiências de aventuras, já partilhamos sonhos, promessas e juras. Somos um povo de esperança, mas não de uma esperança solitária. Pejoteiro não vive sozinho. Pejoteiro sabe que para viver este sonho novo, esta promessa de um novo Reino, é preciso que estejamos juntos. É preciso que nos demos as mãos. É preciso mão com mão companheirada. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você me daria a mão?&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8994675472344404784-7048641051804234619?l=pejotando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pejotando.blogspot.com/feeds/7048641051804234619/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://pejotando.blogspot.com/2011/04/voce-me-daria-mao.html#comment-form' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8994675472344404784/posts/default/7048641051804234619'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8994675472344404784/posts/default/7048641051804234619'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pejotando.blogspot.com/2011/04/voce-me-daria-mao.html' title='Você me daria a mão?'/><author><name>Rogerio Oliveira</name><uri>https://profiles.google.com/108669675731056659230</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-TyrrSk5pJ8E/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAEf0/E_yoVEC_7Zk/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-7z4Y52QpaBk/TZkdI1LP1nI/AAAAAAAAEYE/XCM6SrjXcHw/s72-c/uniaoermelino.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8994675472344404784.post-6609923395274652536</id><published>2011-03-26T17:40:00.000-03:00</published><updated>2011-03-26T17:40:50.746-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Jesus Cristo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='formação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='dicas'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='comunicação'/><title type='text'>Reflexões pastorais – 2</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh4.googleusercontent.com/-NwuNl2okBcQ/TY5O2gHjXHI/AAAAAAAAEX4/6yt-CoWRJ_s/s1600/reflex%25C3%25B5es.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="150" src="https://lh4.googleusercontent.com/-NwuNl2okBcQ/TY5O2gHjXHI/AAAAAAAAEX4/6yt-CoWRJ_s/s200/reflex%25C3%25B5es.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Continuando o artigo da semana passada, seguem hoje mais três dicas/reflexões para nossa caminhada pastoral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;5.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Entenda para quem você está falando. Adapte-se ao seu receptor. Mas não o subestime. &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;Conheci muitas lideranças jovens que, ao assumirem as coordenações de seus grupos, deram pouca ou nenhuma atenção ao aspecto da comunicação. Conheci também muita gente boa que havia passado por este processo de vida nos grupos e que frequentemente era convidado por algumas coordenações para trocar umas ideias com a juventude. E, mesmo estes, com mais tempo de caminhada, também pouca atenção dispensavam ao aspecto da comunicação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nenhuma pessoa ou grupo é um repositório de conteúdo para um palestrante ou coordenador vir e despejar nela tudo o que sabe (ou acha que sabe). Informação, e principalmente a boa informação, deve ser mastigada, saboreada e, se possível, ruminada, antes de ser absorvida. Informação despejada sem critério lembra muito estas redes de lanches rápidos, que saem rapidamente, comemos de maneira ligeira e pouco nutriente foi aproveitado deles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Saiba com quem você está falando, conheça seu público, conheça seu grupo, fale numa linguagem que eles entendam. E, se não souber de antemão como são eles, interaja, dialogue com a turma. Mude o discurso no meio da fala, se for necessário. Quantas palestras eu já não tive que mudar o rumo porque senti que o povo estava absorvendo pouco do que eu dizia? Várias vezes. É preciso mudar a estratégia para alcançar o objetivo, em casos assim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contudo, não seja simplista demais quando for falar. O jovem já aguenta comer alimentos sólidos, não precisa vir com a mesma papinha de sempre. Gosto de me sentir desafiado quando vou falar num grupo. E um bom desafio só parte de gente que quer ir além daquilo que você diz. Desafie a si mesmo e ao grupo em que for falar. Há bons resultados que podem sair daí.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;6.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; O centro da nossa fé é a prática e a mensagem de Jesus Cristo.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já falei e escrevi isto aqui tantas vezes, mas não custa repetir. Não há nada mais central na fé de um jovem pejoteiro que a pessoa, a prática e a mensagem de Jesus. Aquilo que ele viveu e pregou movem o jovem a uma mudança de postura diante da realidade. Não dá para se acomodar diante de tanta cultura de morte. E não há como não se encantar com as coisas mais simples que a obra de Deus nos apresenta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se um jovem pejoteiro não faz diferença no meio em que vive é porque não entendeu a profundidade que é ser chamado de cristão. E cristão é aquele que acredita e mostra porque acredita na mensagem evangélica. A boa notícia é vida plena. E se consegue esta vida plena mostrando que ela é possível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É esta a prática da nossa fé. Sem a ação transformadora, só com o discurso, acabamos por “matar” Jesus novamente. Quando pregamos uma fé desencarnada da realidade, acabamos por pregar outra pessoa, mas não o Jesus que viveu em Nazaré e Cafarnaum. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para o pejoteiro autêntico, todas as outras coisas, como a devoção ao santo padroeiro, a vida em comunidade, grupo de jovens, grêmio estudantil, partido político ou qualquer outro é um segundo passo. Eles só são dados com sinceridade e real discernimento se reconhecermos que foi a prática e a mensagem de Jesus que os inspirou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;7.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; O jovem é inteiro. A PJ tem que valorizar a formação integral.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Não esqueça disto. O “negócio” da PJ não é só com o espírito do jovem. Muito menos é cuidar das relações dos jovens. Ou ainda vigiar para que ele não apronte. Ou, quem sabe, formá-lo para que seja um militante político ou agente de pastoral. São visões muito segmentadas e que partem de quem não conhece a PJ de verdade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A PJ lida com o jovem como um ser inteiro, pleno e em relações. Relação consigo, com o outro, com o mundo, com a fé e com a experiência. Não dá para pensar num jovem “segmentado”: isto é para o espírito, isto é para o estudo, isto é para a profissão, isto é para casa, isto é para a solidão do quarto, isto é para...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lidamos com jovens. Sabemos que não há distinção entre o que vivem aqui e ali. É preciso que lembremos disto na nossa prática pastoral. Ele é inteiro e a formação integral o trata assim. Mesmo que para estuda-la nós a separemos em cinco aspectos, ela é para ser vivida como um todo. Da mesma forma como o jovem vive a sua vida. Intensa e integralmente.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8994675472344404784-6609923395274652536?l=pejotando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pejotando.blogspot.com/feeds/6609923395274652536/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://pejotando.blogspot.com/2011/03/reflexoes-pastorais-2.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8994675472344404784/posts/default/6609923395274652536'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8994675472344404784/posts/default/6609923395274652536'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pejotando.blogspot.com/2011/03/reflexoes-pastorais-2.html' title='Reflexões pastorais – 2'/><author><name>Rogerio Oliveira</name><uri>https://profiles.google.com/108669675731056659230</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-TyrrSk5pJ8E/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAEf0/E_yoVEC_7Zk/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='https://lh4.googleusercontent.com/-NwuNl2okBcQ/TY5O2gHjXHI/AAAAAAAAEX4/6yt-CoWRJ_s/s72-c/reflex%25C3%25B5es.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8994675472344404784.post-6603027227664355424</id><published>2011-03-17T22:43:00.001-03:00</published><updated>2011-03-17T22:48:20.962-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pastoral'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='dicas'/><title type='text'>Reflexões pastorais - 1</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh3.googleusercontent.com/-4rHTp-1JJDI/TYK5uIc45dI/AAAAAAAAEXw/awtMdBfFR5c/s1600/dicas.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="https://lh3.googleusercontent.com/-4rHTp-1JJDI/TYK5uIc45dI/AAAAAAAAEXw/awtMdBfFR5c/s200/dicas.jpg" width="199" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;O povo gosta de dicas. Eu já disse isso por aqui. E o bom delas é que não são orientações rígidas ou fechadas. Dá para qualquer um de nós adaptá-las de acordo com a própria realidade. Eu também gosto de dicas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Embora muitas delas sejam bem básicas, a gente sempre pode aprender um pouco mais. Eu gosto de fuçar pela internet e, vez ou outra, acabo achando umas páginas básicas com sugestões e ideias que eu ainda não havia pensado. Que surpresas boas se podem encontrar por aí.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E como estamos sempre aprendendo, partilho hoje com vocês algumas reflexões (minhas e de tanta gente que colaborou na minha caminhada) que acho que podemos crescer juntos. Eu dou o primeiro chute e fico esperando as devolutivas de vocês (nos comentários ou nos e-mails)!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;b&gt;1.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Afetos e relações: caminho para o amadurecimento&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É fato que nascemos para a convivência. E grupos pastorais são lugares, por excelência, de boas relações. E, se não são, deveriam ser. Há tantos relatos de jovens que só passam a frequentar grupos por conta do interesse individual em outras pessoas que também frequentam aquele espaço. Creio que todos nós teríamos uma história deste tipo para contar. Haverá, certamente, memórias de fatos que deram certo, como outros que foram engraçados e alguns que causaram constrangimento ou dor. Não se deve fugir deles. Todos, se bem acompanhados, ajudam no amadurecimento da pessoa. E creia: quando se faz parte de um grupo, a gente não está sozinho, mesmo quando estamos a dois! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;2.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Conflitos são inevitáveis&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há quem fuja dos conflitos como o Cascão da água. Que bobagem imensa. Quando não há conflito, há a paz dos cemitérios. Somos diferentes. Viemos de realidades diferentes. Fazemos coisas diferentes. Nosso DNA é semelhante em muita coisa, mas no fim das contas também é diferente e único. Por que razão, motivo ou circunstância haveríamos de concordar sempre e em tudo, sem nenhum pontinho de vista diferente? É justamente ele que nos faz repensar a caminhada e pegar um caminho melhor na volta para a casa: o diferente. O outro te contradiz, ele te faz meditar e remoer ideias. Por isso ele é importante. Mesmo que no final vocês cheguem a um bom e desejável consenso, bom para todas as partes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;3.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Cuide bem de você e dos seus companheiros de pastoral&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah! Como é importante que não fiquemos somente na ação, ação e ação. Acabamos muitas vezes nos encobrindo de tantas tarefas, compromissos e necessidades, que esquecemos que o companheiro ou companheira que nos ajuda também é gente e que tem sentimentos. “Ah! Mas a Pastoral é importante!”. Claro que é. E ela não se torna menos importante quando valorizamos quem a ajuda a tocar. Muito pelo contrário! Há quem precise de uma visitinha, há quem está com a mãe doente, há quem perdeu o namorado, há quem passou na faculdade, há quem deseje um ombro amigo para desabafar. Há tantos e tantas que precisam de um carinho, de atenção, de força e de cuidado. Isso dá um gás para a caminhada. Acredite.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;4.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; É preciso não desviar os olhos da juventude, em especial daquela mais empobrecida.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se fazemos pastoral e pastoral da juventude é porque é neles que depositamos nossas forças. Não é no status, no turismo pastoral, nos possíveis afetos ou em qualquer outra vantagem que se possa acreditar adquirir. Sim, há gente que eu conheci que tinha outros interesses na ação pastoral. Mas graças a Deus, eles eram bem poucos. A maioria não desviava o olhar da juventude e da sua articulação em grupos. Faz parte da nossa pedagogia. Está no nosso DNA pastoral. E, quando olhamos para a grande intuição evangélica, que foi no contato com os pobres e pequenos que a mensagem de Jesus floresceu, nós nos sentimos mais animados em caminharmos ao lado de quem é deixado de lado pelo sistema de morte. São os jovens que trazem consigo a mensagem de Jesus que não nos deixa acomodar. E são os pobres que nos apontam que há ainda algo errado com grande parte do mundo que se diz cristão, mas que mata, massacra e explora. Os jovens mais pobres são os portadores da grande novidade.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;i&gt;(continua...)&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8994675472344404784-6603027227664355424?l=pejotando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pejotando.blogspot.com/feeds/6603027227664355424/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://pejotando.blogspot.com/2011/03/reflexoes-pastorais-1.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8994675472344404784/posts/default/6603027227664355424'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8994675472344404784/posts/default/6603027227664355424'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pejotando.blogspot.com/2011/03/reflexoes-pastorais-1.html' title='Reflexões pastorais - 1'/><author><name>Rogerio Oliveira</name><uri>https://profiles.google.com/108669675731056659230</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-TyrrSk5pJ8E/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAEf0/E_yoVEC_7Zk/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='https://lh3.googleusercontent.com/-4rHTp-1JJDI/TYK5uIc45dI/AAAAAAAAEXw/awtMdBfFR5c/s72-c/dicas.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8994675472344404784.post-2057747419209472907</id><published>2011-03-11T20:51:00.001-03:00</published><updated>2011-03-13T08:01:48.634-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='diferença'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='comunidade'/><title type='text'>Sua ação faz diferença?</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh3.googleusercontent.com/-EfflGrnZlTU/TXq1LgWOwzI/AAAAAAAAEXs/a2JTTHtCaS8/s1600/Diferen%25C3%25A7a.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="198" src="https://lh3.googleusercontent.com/-EfflGrnZlTU/TXq1LgWOwzI/AAAAAAAAEXs/a2JTTHtCaS8/s200/Diferen%25C3%25A7a.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Há pessoas de ação! E como! Estão sempre correndo de um lado para o outro. Não param. Conversam com um, estão debatendo com outra, ligam para fulano, marcam encontro com beltrana. Estão sempre na ativa. Enquanto fazem uma coisa, já estão pensando em outras duas ou três que são necessárias. Mas e aí? Qual o resultado de tanta correria? Que diferença isso tudo faz?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conheço muita gente de ação na PJ. Muita gente assim nas comunidades em que passei. Gente que faz e que fez muita coisa. Gente querida e gente amável. Gente sempre presente e gente atuante. Mas qual o fruto de tudo isso? E, se houve fruto, quem se beneficiou deles?&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Dizem que a gente vive a lógica dos resultados hoje em dia. Só é bom o que produz algo palpável e que possa ser medido, mensurado e que traga benefícios. Será que é assim mesmo? Em todos os ambientes?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Eu trago esta “lógica do mercado” neste texto como pura provocação. Aliás, pensei este texto como um cutucão mesmo. Primeiro porque sei que muitos pejoteiros são extremamente críticos a qualquer ideia que lembre uma lógica mercadológica ou capitalista. E deixamos de aproveitar ou filtrar boas ideias só porque elas já foram utilizadas “para o mal” ou corrompidas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quando eu era criança, um professor me ensinou que para entender a importância de alguma coisa, bastava pensar no mundo se aquela coisa não existisse. O que seria de um mundo sem a PJ? Para muitos não fariam diferença. Para você que é pejoteiro e que lê este texto, acredito que faria muita falta, como a mim também faria. Mas não estamos tratando de nós, porque não fazemos pastoral para a gente, não é?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No fundo, a provocação é essa mesma: o que nós fazemos, de fato, faz alguma diferença? Qual o resultado da nossa ação pastoral? Há frutos desta ação? E, se há, quem os colhe?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não há resposta pronta se a nossa ação faz ou não diferença, mas há alguns sinais que podemos perceber naquilo que fazemos e algumas perguntas que podemos responder para ajudar a iluminar esta questão.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quem almeja “subir posições” nas estruturas pastorais corre o risco de não deixar bons frutos pelo caminho. É o caso do sujeito que é coordenador da PJ na paróquia dele, mas que quer ir pra equipe diocesana, ou de lá para a sub região ou para o regional. Na cabeça dele, são posições de destaque e status, não de serviço e disponibilidade. Quem pensa assim esquece que a estrutura existe para servir a missão e não o contrário&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quem não busca seguir os passos de Jesus de Nazaré, no anúncio do Reino, na companhia da juventude, em especial a menos valorizada, na denúncia da cultura de morte, na valorização da vida, na partilha e celebração de vivência em comunidade e na atuação em diversos espaços sociais, sendo engajados e comprometidos, não dá um exemplo bom para futuras gerações. Não deve fazer tanta diferença assim no fim das contas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quem acompanha a juventude e trabalha com ela a formação integral, faz revisão de vida e prática, ajuda na elaboração de seus projetos de vida, faz uma diferença enorme na caminhada destes jovens.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E para fugir da lógica do mercado, onde somente se cobram resultados mensuráveis, há de se pensar noutra provocação: a diferença que fazemos é justamente sermos diferentes. Ser diferente não é algo que se possa medir. Mas é justamente o que se pede de um povo realmente cristão. Se um jovem pejoteiro é igual a qualquer outro jovem, sob qualquer aspecto que se observe, será que ele realmente pode fazer a diferença?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É preciso estar no meio da juventude sim, claro, sem dúvida. Mas como disse Jesus, como fermento. Querem nos tornar massa, somente. Não podemos nos conformar em ser massa. Uma pitada de fermento, umas boas batidas e mexidas, com um tempinho para descansar, fazem toda a diferença!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8994675472344404784-2057747419209472907?l=pejotando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pejotando.blogspot.com/feeds/2057747419209472907/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://pejotando.blogspot.com/2011/03/sua-acao-faz-diferenca.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8994675472344404784/posts/default/2057747419209472907'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8994675472344404784/posts/default/2057747419209472907'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pejotando.blogspot.com/2011/03/sua-acao-faz-diferenca.html' title='Sua ação faz diferença?'/><author><name>Rogerio Oliveira</name><uri>https://profiles.google.com/108669675731056659230</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-TyrrSk5pJ8E/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAEf0/E_yoVEC_7Zk/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='https://lh3.googleusercontent.com/-EfflGrnZlTU/TXq1LgWOwzI/AAAAAAAAEXs/a2JTTHtCaS8/s72-c/Diferen%25C3%25A7a.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8994675472344404784.post-4673947216015842886</id><published>2011-03-03T23:35:00.001-03:00</published><updated>2011-03-03T23:45:15.224-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='santidade'/><title type='text'>Lembrando de Dom Helder.</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Outro dia, vindo para casa, vi que um rapaz lia muito interessado um livro de citações. Dei uma espiada sobre os ombros e pude conferir algumas delas. Umas eram interessantes, outras nem tanto. Isto me fez recordar que vira e mexe, eu também recebo algumas frases assim por e-mail de tanta gente que eu conheci virtualmente e pessoalmente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="https://lh5.googleusercontent.com/-lHX32JZ83Uo/TXBSEuV2QAI/AAAAAAAAEXo/3-LchG3qpzA/s1600/131418443_8871928278_m.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="https://lh5.googleusercontent.com/-lHX32JZ83Uo/TXBSEuV2QAI/AAAAAAAAEXo/3-LchG3qpzA/s200/131418443_8871928278_m.jpg" width="179" /&gt;&lt;/a&gt;Pequenas frases e citações são como pequenos impulsos que podem fazer a diferença no começo de um dia ou num momento de maior reflexão. São textos inspiradores que servem de epígrafes (aquelas frases curtas dos inícios de documentos e que resumem a ideia a ser apresentada por ele) para vários documentos, inclusive os da Pastoral da Juventude. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre os muitos bons oradores que me inspiraram, um deles teria feito 102 anos em fevereiro passado, mas Deus quis dar por cumprida sua tarefa terrena há doze anos. Trata-se de Dom Helder Câmara. Ele nos brindou com algumas frases bem marcantes e que eu acabei recolhendo de um e-mail que recebi por ocasião de sua morte. Compartilho, portanto, este texto com vocês.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;ul style="text-align: justify;"&gt;&lt;li&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;A fome dos outros condena a civilização dos que não têm fome. &lt;/li&gt;&lt;li&gt;A lei consiste em amar a Deus e amar o próximo. Ora, quem ama o próximo já cumpriu metade da lei. &lt;/li&gt;&lt;li&gt;A maneira de ajudar os outros é provar-lhes que eles são capazes de pensar.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;A melhor definição que eu conheço da palavra companheiros é: Companheiros são os que repartem o mesmo pão.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;A pessoa que faz o bem jamais conhecerá a dimensão do bem que fez.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;A única guerra legítima é aquela que se declara contra o subdesenvolvimento e a miséria. &lt;/li&gt;&lt;li&gt;A violência precisa ser superada. Para isso, impõe-se a coragem de ir à fonte de todas as violências, pondo fim às injustiças sociais.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Acho um encanto, Senhor, que criaturas tuas, saídas diretamente de tuas mãos, - pássaros e o vento - carregam de planta a planta, de árvore a árvore sementes de amor.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Ah! Se a sede de ultrapassagem - comum a todos os volantes - levasse volantes e passageiros a aprenderem a ultrapassar-se. &lt;/li&gt;&lt;li&gt;Aprende com as ondas: recua, mas para voltar, para insistir, sem cansaço, sem desistência, noite e dia, enquanto a Mão Divina não der sinal de ter sido atingida a plenitude das grandes águas vivas.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;As pessoas te pesam? Não as carregue nos ombros. Leva-as no coração. &lt;/li&gt;&lt;li&gt;Basta que um botão erre de casa para que o desencontro seja total. &lt;/li&gt;&lt;li&gt;Diante do colar belo como um sonho, admirei, sobretudo, o fio que unia as pedras e se imolava anônimo para que todos fossem um. &lt;/li&gt;&lt;li&gt;É difícil dar. É necessário conquistar através do amor o direito de dar. &lt;/li&gt;&lt;li&gt;É graça divina começar bem. Graça maior persistir na caminhada certa. Mas a graça das graças é não desistir nunca&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;i&gt;É jovem quem tem uma razão para viver. &lt;/i&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Esperança é crer na aventura do amor, jogar nos homens, pular no escuro confiando em Deus. &lt;/li&gt;&lt;li&gt;Eu queria ser uma humilde poça d’água para refletir o céu...&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Faze com alma o que na vida forte dado fazer. Mas não te esqueças nunca de integrar-te nos grandes planos de Deus. &lt;/li&gt;&lt;li&gt;Feliz de quem atravessa a vida inteira tendo mil razões para viver!&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Feliz de quem entende que é preciso mudar muito para ser sempre o mesmo. &lt;/li&gt;&lt;li&gt;Melhor do que o pão é a sua partilha, sua divisão! &lt;/li&gt;&lt;li&gt;Na pobreza, existe apenas o indispensável, mas existe. Na miséria, nem o indispensável existe. &lt;/li&gt;&lt;li&gt;Não creio na violência, não creio no ódio, não creio em tempo de mudar a mentalidade. &lt;/li&gt;&lt;li&gt;Não te contentes em aceitar: recebe. E só sabe receber quem primeiro se dá. &lt;/li&gt;&lt;li&gt;O amor é o perfume das almas.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;O anti-amor é o egoísmo, é o fechamento em si que torna impossível qualquer encontro com quem quer que seja. Quem pensa e proclama que ama demais, ama de menos. &lt;/li&gt;&lt;li&gt;O grande embate dos nossos é a Miséria. E não se diga que ela é invencível. &lt;/li&gt;&lt;li&gt;O sopro do amor fará aumentar o talento.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Os homens gastam-se tanto em palavras que não podem entender o silêncio de Deus. Não te deixes dilacerar entre o ontem e o amanhã. Vive sempre e apenas o hoje de Deus. &lt;/li&gt;&lt;li&gt;Para além, muito dos egoísmos individuais, das egoísmos de classe, dos egoísmos nacionais, é preciso abraçar, sorrir, trabalhar &lt;/li&gt;&lt;li&gt;Pobreza ainda, miséria, não. &lt;/li&gt;&lt;li&gt;Por que não aproveitar a chegada de um Novo Milênio para levantar nosso Mundo contra a Miséria? &lt;/li&gt;&lt;li&gt;Quando os problemas se tornam absurdos, os desafios se tornam apaixonantes.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Quem dá aos pobres empresta a Deus. E como Deus paga mil por um! Milhões por um! &lt;/li&gt;&lt;li&gt;Quem me dera ser leal, discreto e silencioso como a minha sombra. &lt;/li&gt;&lt;li&gt;Se eu dou comida aos pobres, eles me chamam de santo. Se eu pergunto porque os pobres não têm comida, eles me chamam de comunista. &lt;/li&gt;&lt;li&gt;Sem arriscar, não vivemos a esperança.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Um dos meus anseios de chegar ao infinito é a esperança de que, ao menos de lá, as paralelas se encontrem! &lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8994675472344404784-4673947216015842886?l=pejotando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pejotando.blogspot.com/feeds/4673947216015842886/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://pejotando.blogspot.com/2011/03/lembrando-de-dom-helder.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8994675472344404784/posts/default/4673947216015842886'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8994675472344404784/posts/default/4673947216015842886'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pejotando.blogspot.com/2011/03/lembrando-de-dom-helder.html' title='Lembrando de Dom Helder.'/><author><name>Rogerio Oliveira</name><uri>https://profiles.google.com/108669675731056659230</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-TyrrSk5pJ8E/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAEf0/E_yoVEC_7Zk/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='https://lh5.googleusercontent.com/-lHX32JZ83Uo/TXBSEuV2QAI/AAAAAAAAEXo/3-LchG3qpzA/s72-c/131418443_8871928278_m.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8994675472344404784.post-3559771227940370174</id><published>2011-02-28T21:50:00.001-03:00</published><updated>2011-05-16T14:09:33.801-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Reino de Deus'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='utopia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Civilização do Amor'/><title type='text'>Por que você caminha?</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-uhxMFZJHbqM/TdFaMbj7XSI/AAAAAAAAEY0/1XxeQxTOFHk/s1600/caminhar-300x290.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="193" src="http://2.bp.blogspot.com/-uhxMFZJHbqM/TdFaMbj7XSI/AAAAAAAAEY0/1XxeQxTOFHk/s200/caminhar-300x290.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Há quem ache que o universo conspire em seu favor. Há quem acredite em destino. Há até gente que crê que quem espera tudo alcança. Como pejoteiro, não acredito nisto. Não condeno quem acredita, mas esta crença não faz parte do meu dia a dia. E explico o porquê.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;O que me faria mais merecedor do que outros a respeito dos benefícios que o universo poderia dar a mim? Imagine que você se descobre este sortudo. Pronto. Agora estaria tudo muito mais fácil. Não importa o que se fizesse. O universo todo iria se rearranjar para o seu benefício.Quem é pobre já entenderia sua situação. Não são as injustiças, a ganância de alguns ou a corrupção que o deixaram pobre. É o tal do universo que não conspirou a seu favor. O mesmo raciocínio vale para times que só perdem, pessoas com desilusões amorosas ou para povos que vivem longas ditaduras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É algo semelhante ao destino. Está traçado. Está escrito. Se assim fosse, meu caro e minha cara, você não teria opção. O que você faz, fez ou fará já estaria predeterminado. Se você ganhou na loteria é porque tinha que ganhar. Se sua mãe machucou o braço numa queda besta na calçada da padaria é porque ela já estava marcada. Não teríamos liberdade de escolher. Tudo seria destino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ou ainda o caso do “&lt;i&gt;tudo alcança quem espera&lt;/i&gt;”. Desculpe se eu o decepciono. Mas se vai esperar, espere sentado porque em pé doem as pernas. Aquele que vive a esperar corre o risco de ver passar o trem da história diante dos seus olhos e acabar não embarcando nele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jovem pejoteiro acredita na proposta de Jesus. Acredita no Reino de Deus e na Civilização do Amor. Elas não são palavras vazias ou sem sentido. É uma crença que rege as relações entre as pessoas. Não é algo pelo qual o universo conspire, ou que já esteja predestinado ou pelo qual se deva esperar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Reino de Deus é a utopia que nos anima a caminhar. Dizia Eduardo Galeano: “&lt;i&gt;Utopia [...] ella está en el horizonte. Me acerco dos pasos, ella se aleja dos pasos. Camino diez pasos y el horizonte se corre diez pasos más allá. Por mucho que yo camine, nunca la alcanzaré. Para que sirve la utopia? Para eso sirve: para caminar&lt;/i&gt;”. Em português: “A utopia está no horizonte. Me aproximo dois passos, ela se afasta dois passos. Caminho dez passos e o horizonte corre dez passos. Por mais que eu caminhe, jamais alcançarei. Para que serve a utopia? Serve para isso: para que eu não deixe de caminhar”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem não conhece a PJ dirá que esta é uma caminhada inútil ou que é algo como dizia Zeca Pagodinho “&lt;i&gt;Deixa a vida me levar&lt;/i&gt;”. Pejoteiro não deixa a vida o levar pelos rumos que o destino, o universo ou as casualidades possam apontar. Pejoteiro caminha em direção a sua utopia. E enquanto caminha, conversa, troca ideias, levanta o irmão caído, aponta onde a cultura de morte está prevalecendo, luta contra o comodismo, canta e dança as belezas da vida e é um exemplo contrário ao consumismo e às tentações que massificam o ser humano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O coração do jovem pejoteiro anseia pela &lt;a href="http://migre.me/3XW1M"&gt;Civilização do Amor&lt;/a&gt;. O fogo que arde dentro do peito da jovem pejoteira nos faz acreditar que os seus sonhos apontam para um &lt;a href="http://migre.me/3XW2C"&gt;Novo Sol&lt;/a&gt;. Perdoem-me os físicos e os céticos, mas eu creio que o que move o mundo são os sonhos que se buscam construir. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E se são os sonhos que fazem o mundo girar, que nós também não fiquemos parados. É na caminhada que se constrói o Reino. É andando que encontramos novas maneiras de andar. É no encontro com o outro que nos reconhecemos. E é amando que entendemos que isto tudo tem realmente um sentido.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8994675472344404784-3559771227940370174?l=pejotando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pejotando.blogspot.com/feeds/3559771227940370174/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://pejotando.blogspot.com/2011/02/por-que-voce-caminha.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8994675472344404784/posts/default/3559771227940370174'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8994675472344404784/posts/default/3559771227940370174'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pejotando.blogspot.com/2011/02/por-que-voce-caminha.html' title='Por que você caminha?'/><author><name>Rogerio Oliveira</name><uri>https://profiles.google.com/108669675731056659230</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-TyrrSk5pJ8E/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAEf0/E_yoVEC_7Zk/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-uhxMFZJHbqM/TdFaMbj7XSI/AAAAAAAAEY0/1XxeQxTOFHk/s72-c/caminhar-300x290.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8994675472344404784.post-1150224446425861571</id><published>2011-02-22T20:12:00.001-03:00</published><updated>2011-05-16T14:10:41.000-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='assessoria'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pastoral'/><title type='text'>A árvore pejoteira</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-ckcIZZD9pBk/TdFab4_iDKI/AAAAAAAAEY4/15NiB4ZkD_Y/s1600/arvore.gif" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://2.bp.blogspot.com/-ckcIZZD9pBk/TdFab4_iDKI/AAAAAAAAEY4/15NiB4ZkD_Y/s200/arvore.gif" width="188" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Existem muitos tipos de árvores. Há aquelas que são conhecidas por seus frutos, outras pelas belas flores, algumas pelo seu porte e outras tantas pela sombra gostosa que oferecem em dias de calor. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não sou especialista em árvores, mas gosto muito delas. Há uma, em particular, que em alguns lugares corre o risco de extinção, mas em outros cantos floresce e frutifica plenamente. Chama-se árvore pejoteira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;Como é que você pode identificar uma delas? Fácil, fácil! Árvores pejoteiras não são solitárias, quando elas brotam, estão sempre em grupo. É possível encontrar dez, doze ou quinze árvores pejoteiras numa região bem próxima.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há algumas árvores (que não são pejoteiras), que quando crescem num solo muito pobre, tendem a fazer crescer suas raízes mais horizontalmente, para aproveitar dos nutrientes que estão mais na superfície. Este emaranhado de raízes pouco profundas acaba impedindo que outras árvores cresçam ao redor da primeira. Ela se alimenta, mas vive sozinha, isolada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A árvore pejoteira não tem este “hábito”. Ela tanto pode crescer em terrenos com muitos nutrientes, como em terrenos pobres (embora eu acredite que ela se dá melhor em terrenos pobres mesmo). E você pode me perguntar sobre como ela consegue esta proeza. Sim, a árvore pejoteira é criativa! E muito forte também! Suas raízes vencem os terrenos difíceis e rochas. Ela tem uma raiz pivotante, central e que alcança os nutrientes mais profundos e mais especiais. Ela não fica só na superfície não. Ela vai fundo mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A árvore pejoteira oferece uma sombra gostosa, revigorante nos dias de calor. Suas flores são vermelhas e brancas. Mas o melhor dela são os frutos. Com uma casca branquinha e uma polpa bem vermelha, é um energético natural. Dizem até que uma delas basta para ter uma semana com pique total. E o melhor, não é calórica!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguns amigos meus que estudam este tipo de árvore me disseram que ela dá flores mais bonitas e frutos mais saborosos quando acompanhada de especialistas. Eles mesmos não se chamam “especialistas”, mas cuidadores ou acompanhantes. Acho bonito se chamarem assim. Dizem eles, que vez ou outra é preciso podar a árvore pejoteira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Podar é um momento difícil para a árvore, mas, diz o cuidador, que a poda estimula o crescimento. Podar um galho fraco no fim do inverno ou começo da primavera irá normalmente causar o novo crescimento que substitui o antigo para crescer mais rápido. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há quem não goste da árvore pejoteira, por achar que cresce demais ou que seus frutos são muitos energéticos. Pessoalmente não entendo como alguém não possa gostar dela, mas enfim, dizem que gosto não se discute (um amigo diz que gosto pode se lamentar...). Há também quem cometa o despropósito de cortar a árvore pejoteira ou poda-la em demasia para que não frutifique ou não cresça como deve. Tolos... Se tem uma coisa que eu descobri sobre estas árvores é que elas são extremamente adaptáveis à climas ruins e maus cuidadores. Quando se pensa que uma árvore pejoteira se foi, no lugar dela nasceram outras dez ou doze mudinhas... Ah! A natureza é sábia!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8994675472344404784-1150224446425861571?l=pejotando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pejotando.blogspot.com/feeds/1150224446425861571/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://pejotando.blogspot.com/2011/02/arvore-pejoteira.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8994675472344404784/posts/default/1150224446425861571'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8994675472344404784/posts/default/1150224446425861571'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pejotando.blogspot.com/2011/02/arvore-pejoteira.html' title='A árvore pejoteira'/><author><name>Rogerio Oliveira</name><uri>https://profiles.google.com/108669675731056659230</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-TyrrSk5pJ8E/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAEf0/E_yoVEC_7Zk/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-ckcIZZD9pBk/TdFab4_iDKI/AAAAAAAAEY4/15NiB4ZkD_Y/s72-c/arvore.gif' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8994675472344404784.post-7109359524084788535</id><published>2011-02-02T22:40:00.000-02:00</published><updated>2011-02-02T22:40:07.072-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='finanças'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='desafios'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pastoral'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='sustentabilidade'/><title type='text'>Parábola dos dois irmãos</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Havia um pai que criava dois filhos. No passado, eles eram de uma família muito importante, talvez a mais conhecida e respeitada daquela região. Pessoas vinham de longe para ouvir os conselhos do pai. Seus costumes serviam de inspiração e modelo para toda uma população. Mas isto foi em outros tempos. Outras famílias foram ganhando importância. A TV passou a ser a conselheira de muitos. E não restou outra alternativa ao pai e aos dois filhos a não ser se mudarem para um lugar mais distante, onde a riqueza dos outros não os ofuscasse e onde os conselhos do velho pai pudessem ter alguma serventia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Embora eles tivessem bens e imóveis na região central daquela região, o pai resolveu levar os filhos para um lugar mais afastado. Eles tinham uma casa num lugarejo distante, de poucos recursos e pouco acesso. O pai imaginou que ali seria um bom lugar para criar os filhos e tentar restabelecer a importância da sua família.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;Os dois rapazes eram jovens e empreendedores. Ambos amavam o pai e admiravam a história da própria família. Mas talvez as semelhanças entre eles acabassem por aí. O irmão mais velho percebeu que aquela mudança poderia significar um retorno da sua família às raízes de sua história. Pelo que seus tios e avós contavam, os antigos, ao chegarem àquela região, eram um povo admirado não pela sua riqueza, mas pela maneira como partilhavam os bens. Não havia quem chegasse a sua casa e saísse de lá com fome. O que tinham era compartilhado com quem precisasse. E não havia necessitados entre eles. E olhando para a realidade em que se encontrava, o irmão mais velho achava que era a oportunidade perfeita para retomar a história.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O irmão mais novo também havia gostado da mudança. Talvez não tanto como o seu irmão, pois gostava da casa luxuosa que moravam no centro da cidade. Mas a oportunidade de começar de novo poderia reavivar os tempos de glória e importância da própria família. O tempo, que ele lembra, em que o pai era reverenciado por onde passava. O tempo em que cada palavra que o pai dizia era aplaudida. As pessoas se acotovelavam e se deliciavam com os seus conselhos, exemplos e histórias. Tal era o volume de pessoas que naquele tempo vinham ouvir o seu pai falar, que o pobre senhor teve que contratar gente para organizar a multidão. E em torno da figura daquele homem, a cidade foi crescendo. Ah sim. Era esta oportunidade que o filho mais novo vislumbrava.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em torno deste resgate do passado, os dois filhos começaram a trabalhar. O filho mais velho sabia que não poderia vir com receitas prontas. O passado de serviço que a sua família havia prestado precisaria ser adaptado, pois as necessidades que aquele povo vivia eram diferentes do que vivera no passado. Começou então a articular pequenos grupos, para que as pessoas se conhecessem melhor, pudessem criar confiança em partilhar suas vidas e necessidades e o irmão mais velho pudesse compreender a realidade em que estava se metendo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O irmão mais novo sabia que para restaurar o passado de glória da sua família precisaria chamar a atenção daquela comunidade para a importância histórica e liderança natural que era o seu pai. Partiu de volta para o centro da cidade onde ainda tinha alguns contatos antigos. Conseguiu uma banda, luzes, enfeites, fogos de artifício, um palco e montou uma grande apresentação onde a aparição do seu pai seria o ponto alto. O show teria propagandas também destes amigos do irmão mais novo que ajudaram a financia-lo. No fim, segundo ele, tudo se autofinanciaria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O irmão mais velho não tinha amigos tão influentes e com tantos recursos. E mesmo que tivesse, não faria algo como o que fez seu irmão, exaltar um passado de glórias para revive-lo. Ele tinha para si que as pessoas daquela localidade humilde precisavam de melhores condições de vida e não de show pirotécnico e de músicas que envolviam pelo ritmo e por letras que não saiam da cabeça. Mas por outro lado, aquele evento do irmão envolvia as pessoas que por um momento esqueciam-se de seus problemas, embaladas pelas palavras confortantes que o seu velho pai dizia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O irmão mais velho não queria confrontar o mais novo porque sabia que a briga deles desagradaria o seu pai. Sabia também que não poderia contar com uma ajuda financeira de nenhum deles para tentar organizar o povo, conforme as histórias que ouviu sobre o passado de partilha de sua própria família. E o seu próprio passado de empreendedor não era um mar de rosas. Por muitas vezes fez eventos e atividades com seus pequenos grupos mas que eram todas bancadas pelo pai. Por outras vezes elas não se autossustentavam financeiramente e o filho tinha que tirar de suas reservas para não ficar no vermelho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Qual a saída para este irmão se manter fiel ao seu propósito? Como bancar suas atividades sem depender do dinheiro do pai ou do irmão? &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8994675472344404784-7109359524084788535?l=pejotando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pejotando.blogspot.com/feeds/7109359524084788535/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://pejotando.blogspot.com/2011/02/parabola-dos-dois-irmaos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8994675472344404784/posts/default/7109359524084788535'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8994675472344404784/posts/default/7109359524084788535'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pejotando.blogspot.com/2011/02/parabola-dos-dois-irmaos.html' title='Parábola dos dois irmãos'/><author><name>Rogerio Oliveira</name><uri>https://profiles.google.com/108669675731056659230</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-TyrrSk5pJ8E/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAEf0/E_yoVEC_7Zk/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8994675472344404784.post-7828127701815940642</id><published>2011-01-30T11:52:00.000-02:00</published><updated>2011-01-30T11:52:13.926-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='santidade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pastoral'/><title type='text'>Dom Bosco e a PJ</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Como entender a vida de um santo, sem compreender suas motivações e o tempo em que ele viveu? E, se o tempo e a sua realidade de vida são tão importantes assim, como transportar para os dias de hoje o seu exemplo de vida, suas intuições e seus conselhos e exortações?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu achava, erroneamente, que aquilo que um santo dizia servia para todas as pessoas em todos os cantos do mundo em qualquer tempo que fosse. Acho que isso foi por “culpa” de Dom Bosco, um santo italiano do século 19 e que dedicou sua vida aos jovens e às crianças.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;Desde que o conheci, cerca de cem anos depois de sua morte, ele me parecera muito atual. Sua aproximação com a juventude, sua preocupação com a formação deles, fosse espiritual, fosse profissional, eram realmente cativantes. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É fácil gostar de Dom Bosco. Quando criança, ele via os padres todos sisudos, sérios e duros. Pensava que se ele fosse padre seria diferente. Sorriria, chegaria perto dos jovens, afagaria as crianças. Seria um padre diferente. E ele foi, mesmo tendo dificuldades, encontrando barreiras dentro e fora da esfera religiosa.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Foi por conta dos Salesianos de Dom Bosco (padres, irmãos e seminaristas) e das Filhas de Maria Auxiliadora (noviças e irmãs) que eu acabei conhecendo a Pastoral da Juventude. Eles me ajudaram muito a fazer meu itinerário de educação na fé e a minha opção de vida de trabalho com a juventude. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje, graças aos salesianos e salesianas, posso enxergar na vida de Dom Bosco alguns dos princípios que trabalho na Pastoral da Juventude. O primeiro deles é que é preciso gostar da juventude para poder trabalhar com eles. Gostar não. Amar. Dizia ele que "&lt;i&gt;Não basta que os jovens sejam amados; devem saber que são amados. Quem sabe que é amado e quem é amado obtém tudo, especialmente dos jovens&lt;/i&gt;".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dom Bosco era realmente um padre diferente. Suas atitudes com os jovens (boa parte eram órfãos de guerra) eram um ganho na aproximação e no contato com eles. Ele dava atenção, ouvia-os, acolhia-os, compreendia suas necessidades, conhecia seus gostos, sabia quando estavam tristes ou alegres. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por sua proximidade, acabou por descobrir (ou intuir) que a única maneira de se aproximar e ganhar o jovem é pela amabilidade. Disse uma vez que "&lt;i&gt;Tudo quanto eu sou, é para vós. Não quero outra coisa que procurar o vosso bem moral, intelectual e físico. Por vós estudo, por vós trabalho, por vós vivo e por vós estou até disposto a dar a vida&lt;/i&gt;". Mas não era um amor de novela. Era um amor que se traduzia em projetos concretos, em iniciativas envolventes, sem paternalismo, sem violência. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi pela vida e pelo exemplo de Dom Bosco que eu quis seguir na PJ. Ele queria formar “bons cristãos e honestos cidadãos”. Eu via na proposta da formação integral da Pastoral da Juventude a concretização deste ideal salesiano. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje falamos que é melhor prevenir do que remediar. Dom Bosco já aplicava isto com seu Sistema Preventivo, cujos pilares eram a Razão, a Religião e a Bondade. Na Pastoral da Juventude eu acabei tranquilamente associando isto ao método Ver, Julgar e Agir. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E ainda ele dizia que santidade é alegria, não melancolia e isolamento. Pessoas alegres atraem outras pessoas. Jovens alegres atraem outros jovens. Na alegria, partilhamos nossas esperanças e o nosso desejo de ver o mundo melhor. Afinal, como Dom Bosco dizia, e como eu aprendi também na Pastoral da Juventude, o Senhor colocou-nos no mundo para os outros. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;31 de janeiro – Memória a São João Bosco, pai e mestre da juventude.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8994675472344404784-7828127701815940642?l=pejotando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pejotando.blogspot.com/feeds/7828127701815940642/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://pejotando.blogspot.com/2011/01/dom-bosco-e-pj.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8994675472344404784/posts/default/7828127701815940642'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8994675472344404784/posts/default/7828127701815940642'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pejotando.blogspot.com/2011/01/dom-bosco-e-pj.html' title='Dom Bosco e a PJ'/><author><name>Rogerio Oliveira</name><uri>https://profiles.google.com/108669675731056659230</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-TyrrSk5pJ8E/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAEf0/E_yoVEC_7Zk/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8994675472344404784.post-593886707157916778</id><published>2011-01-27T20:57:00.001-02:00</published><updated>2011-01-27T20:57:46.185-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='DNJ'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='grupo de jovens'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='desafios'/><title type='text'>Tá na base ou tá na massa?</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Há tempos eu venho participando de comunidades, listas, perfis, grupos virtuais, blogs, fóruns e tudo que possa ser ligado à Pastoral da Juventude seja por e-mails, páginas ou redes sociais da Internet. Tem muita gente boa fazendo coisas fantásticas por aí. É só dar uma busca e você vai achar um bocado de coisas interessantes. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas nestes mesmos lugares onde encontramos tantas maravilhas, também encontramos muita gente querendo começar alguma coisa ligada a PJ sem saber direito como fazê-lo. Há jovens aprendendo na tentativa e erro. Há outros buscando fora da PJ experiências que nada tem a ver com a nossa prática pastoral. E, pior, chamando esta nova prática de grupo da pastoral da juventude.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este blog nasceu com alguns objetivos. Um deles era partilhar o que é básico na PJ para tanta gente que tenta realizar esta prática pastoral, mas não sabe direito por onde começar. Um dos conceitos básicos da PJ que vem se perdendo por aí, até de gente pejoteira com mais tempo de caminhada, é o trabalho com pequenos grupos.&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Você acha que não? Pois eu já vi muito coordenador de grupo reclamar porque as reuniões deles se restringiam a oito, dez pessoas. Espera lá, né? A palavra e a prática de Jesus se esparramou no mundo com um grupo pouco maior que este. Quanta coisa é possível fazer com um grupo pequeno!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A primeira delas é conhecer bem os integrantes do grupo. Ir na casa deles, conhecer a família, saber como estão nos estudos; indicar livros para ler, filmes para assistir; sair com a turma, ir num parque, no zoológico, na praia, num aniversário. Que coordenador de grupo tem saúde e tempo para fazer isto num grupo com trinta, quarenta ou cinquenta jovens?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A segunda coisa é consequência da primeira. Quando o grupo se conhece bem, há maiores chances de comprometimento, seja ele interpessoal, seja com alguma prática. E, por conta disto, um grupo comprometido tem uma possibilidade maior de ter jovens com um grau de amadurecimento bem próximo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, se são tão boas as vantagens, por que esta prática vem perdendo espaço em alguns lugares? É difícil dizer. Eu tenho uma teoria a respeito. Chama-se visibilidade pastoral. Há grupos que valorizam mais os eventos de massa e reuniões com muitos, muitos jovens porque chamam mais a atenção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Grandes números geram notícia. Tal movimento juntou um número “x” de jovens. E este número “x” está sempre na casa das centenas ou, por vezes, dos milhares. É bonito! Impressiona! Mas não é indicativo de uma qualidade de trabalho pastoral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas você pode pensar: “Isso é conversa de derrotado, de quem não consegue juntar mais do que meia dúzia de jovens”. Mas não é mesmo. Em muitas dioceses as comemorações do Dia Nacional da Juventude em outubro juntam dezenas, centenas ou milhares de jovens. Aqui em São Paulo, todo ano se realiza a Romaria da Juventude. Também um evento de massa. Sei de muitos outros eventos por aí pelo Brasil. Não é despeito, portanto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você pode achar contraditório a PJ ter eventos de massa como os que eu acabei de citar e criticar outros grupos que fazem a mesma coisa. Não há contradição. E não é a mesma coisa. Na Pastoral da Juventude, há uma orientação de trabalho nas bases, nos pequenos grupos, a respeito dos temas destes eventos massivos. O que se espera é que quem for participar deles, tenha recebido a orientação, tenha feito o trabalho em grupo, esteja por dentro da temática do evento. O encontro de massa é na verdade uma grande celebração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então não há nada de errado em fazer eventos com muitos jovens? É algo que se enquadra dentro da linha da Pastoral da Juventude? Acredito firmemente que o trabalho da PJ tem nos pequenos grupos uma enorme vantagem pastoral. É algo que está na nossa origem, é nossa marca. Isto não pode ser deixado de lado. Trabalhar com as multidões de jovens é algo bonito, mas se não for pensado um caminho metodológico para atingi-los, penso que é uma prática não muito alinhada com os nossos princípios. Os jovens acabam sendo justamente isso: massa. E na multidão você é um anônimo, não há lugar para protagonistas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fazer eventos de massa só pelo número, para aparecer, fazer notícia não é atitude pejoteira. Há outras maneiras de se aproximar dos jovens que não conhecem nosso jeito de trabalhar e nem a proposta de Jesus. Contudo, se estes eventos grandes forem grandes celebrações, com jovens conscientes do porquê estão ali, é algo fantástico. É ação pejoteira.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8994675472344404784-593886707157916778?l=pejotando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pejotando.blogspot.com/feeds/593886707157916778/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://pejotando.blogspot.com/2011/01/ta-na-base-ou-ta-na-massa.html#comment-form' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8994675472344404784/posts/default/593886707157916778'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8994675472344404784/posts/default/593886707157916778'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pejotando.blogspot.com/2011/01/ta-na-base-ou-ta-na-massa.html' title='Tá na base ou tá na massa?'/><author><name>Rogerio Oliveira</name><uri>https://profiles.google.com/108669675731056659230</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-TyrrSk5pJ8E/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAEf0/E_yoVEC_7Zk/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8994675472344404784.post-3836881852419259771</id><published>2011-01-19T19:17:00.000-02:00</published><updated>2011-01-19T19:17:58.452-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='setor juventude'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Reino de Deus'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='desafios'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pastoral'/><title type='text'>A gente se vê na luta</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não. Não dá mais para pensar que a PJ tem todas as respostas para todas as juventudes. E nem que seus questionamentos servem para todos os jovens. Confesso que eu tive esta ilusão quando estava em meus primeiros anos na pastoral. Mas este é um fato que hoje eu compreendo melhor. Agradeço, pois, ao tempo e às muitas divergências com quem pensava diferente de mim em tantos e tantos aspectos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deixei de lado também a versão maniqueísta de que a PJ é o bem e quem não caminha ao nosso lado é o mal. Como se perdem oportunidades e contatos maravilhosos com tantas e tão boas lideranças por causa desta visão estreita!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;Quantas vezes o meu preconceito fez com que eu me afastasse de alguns jovens só porque eles eram ativos em determinados movimentos de ordem mais espiritualista. Não compreendia que este meu afastamento deles gerava também a impossibilidade deles conhecerem um pouco mais das belezas da PJ.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aprendi com duas amigas da diocese de Santo Amaro que há muito da alma pejoteira em jovens que estão nos movimentos. Suspeito até que elas são mais pejoteiras que muito pejoteiro que tem por aí. Um colega que lê este texto agora pode se perguntar: “se elas são tão boas assim por que não estão na PJ?” A resposta é simples. Porque elas têm uma ligação afetiva com o movimento de origem. Porque elas se identificam muito com a proposta do movimento. E porque elas querem continuar atuando por lá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sinto em algumas lideranças pejoteiras este mesmo olhar de desconfiança com quem não carrega a cruz da PJ na camiseta, o anel de tucum no dedo ou tem o mesmo discurso que a gente. Gente, o que é isso? O Reino de Deus é muito maior do que a PJ. Infinitamente maior. Há duas posturas, portanto, que eu acredito que devamos ter e manter:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não atingimos todas as juventudes. E, como disse no início, nem é nossa pretensão atingi-las. Há muitos grupos na Igreja e fora dela que atingem parcelas que nós não temos contato. E há vários destes grupos dispostos ao diálogo e à troca de experiências. Por que não interagir com eles? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A segunda postura diz respeito justamente à interação. Interagir não significa deixar de ser o que se é para ser aquilo que o outro é. Há grupos que pensam e agem assim: “Eu só dialogo com vocês, se for nos nossos termos. Se não for, tchau e bênção”. Muitos grupos de PJ sofrem com isso, pois são vítimas deste tipo de intolerância. Mas, infelizmente, já vi grupos e lideranças pejoteiras agindo da mesma forma quando estão por cima da carne seca. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O medo do diferente é uma atitude comum no mundo adulto, do mundo das coisas estabelecidas. Eu aprendi com a Pastoral da Juventude que é justamente por isso que o jovem é sempre o portador das novidades, das diferenças. Quando acontece do jovem barrar o diferente, ou é porque a coisa é ruim (ou aparenta ser ruim) demais ou o jovem envelheceu. E quando o jovem envelhece, há menos disposição na luta pelo Reino de Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta conversa, inevitavelmente, nos leva ao tão falado Setor Juventude. Se a gente olhar o que está escrito no documento 85 da CNBB que trata da evangelização da juventude e que foi o texto oficial que lançou no Brasil o tal setor, veremos que ele não é uma iniciativa ruim. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando o documento fala em estruturas de acompanhamento, diz “186. Organizar uma articulação mais ampla — Setor Juventude — que envolva todas as forças que trabalham com jovens”. Ou ainda, mais adiante no texto diz no item 193 que cada organização que trabalhe com jovens tem sua organização e espaços de atuação e formação e que o Setor Juventude seria um espaço para unir e articular forças,&amp;nbsp; o que não significa colocar tudo num mesmo saco, pois todos estes organismos que compõe o Setor Juventude têm sua própria mística, metodologia, identidade e organização. E isso deve ser respeitado. Em algumas dioceses, porém, o Setor Juventude vem sendo implantado a custa da extinção da PJ. É um erro de interpretação do documento. O setor veio para somar, não para extinguir. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se conseguirmos caminhar juntos, ótimo. A PJ não é o Setor Juventude e não cabe a ela mudar sua identidade para este fim. E um setor juventude sem a PJ se torna capenga de uma experiência rica e de uma metodologia que dá certo a quase quarenta anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não nos esqueçamos, portanto: o Reino de Deus é muito maior do que a PJ. Fazemos parcerias ou somos autossuficientes? Se trabalhamos juntos, como é este trabalho? Deixamos de ter nossa identidade? Deixamos que o outro também a tenha? O que a PJ coloca na mesa para este trabalho comum? Podemos não estar no mesmo grupo e andar do mesmo jeito, mas se caminhamos para o mesmo lado e com o mesmo objetivo, uma hora ou outra nos encontraremos. E será sempre na luta pela e com a juventude. Sempre pela vida.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8994675472344404784-3836881852419259771?l=pejotando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pejotando.blogspot.com/feeds/3836881852419259771/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://pejotando.blogspot.com/2011/01/gente-se-ve-na-luta.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8994675472344404784/posts/default/3836881852419259771'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8994675472344404784/posts/default/3836881852419259771'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pejotando.blogspot.com/2011/01/gente-se-ve-na-luta.html' title='A gente se vê na luta'/><author><name>Rogerio Oliveira</name><uri>https://profiles.google.com/108669675731056659230</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-TyrrSk5pJ8E/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAEf0/E_yoVEC_7Zk/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8994675472344404784.post-526004564593886673</id><published>2011-01-12T07:00:00.018-02:00</published><updated>2011-12-23T18:34:34.083-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='sete'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='índice'/><title type='text'>Os Sete</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No &lt;a href="http://www.ipejota.org.br/" target="_blank"&gt;Instituto Paulista de Juventude&lt;/a&gt; temos um projeto de formação de lideranças chamado “Eu sou + 7 x 7”. É um grupo de cinquenta jovens (por isso do nome “sete vezes sete mais um”) onde a mística do número sete é bem valorizada. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conforme já havia dito antes, esta invenção não é nossa. O número sete é valorizado em várias culturas, sociedades, religiões e entidades. Da nossa parte, recebemos esta herança dos escritos bíblicos e de influências que a própria sociedade atual nos presenteou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deus criou o mundo em seis dias e no sétimo descansou. Pedro queria saber se sete vezes era um bom limite para se perdoar. Jesus disse que era setenta vezes sete. Sete homens foram escolhidos para serem diáconos e ajudar na Igreja primitiva. Sete pessoas foram as únicas que se salvaram juntamente com Noé, das águas do dilúvio. Sete são as igrejas da Ásia que João relata em sua visão. João viu na mão de Deus um livro selado com sete selos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tanto sete assim na Bíblia deve ter algum significado. E tem. O sete é o número da perfeição, daquilo que é completo, daquilo que se completa. A ideia deste artigo foi trazer o número sete para as relações juvenis e para a Pastoral da Juventude, refletindo alguns temas que lhe são importantes. O que falta a estes grupos? Como melhorar em seus propósitos? Segue a lista dos artigos.&lt;/div&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://pejotando.blogspot.com/2010/12/sete-cuidados-com-as-liderancas.html" target="_blank"&gt;Sete cuidados com as lideranças&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Cuidado consigo&lt;br /&gt;Cuidado com as relações (família / amizade)&lt;br /&gt;Cuidado com o grupo&lt;br /&gt;Cuidado com a espiritualidade&lt;br /&gt;Cuidado com o mundo (natureza / sociedade)&lt;br /&gt;Cuidado com a história e a cultura&lt;br /&gt;Cuidado com a militância&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://pejotando.blogspot.com/2010/12/sete-pecados-capitais-da-assessoria.html" target="_blank"&gt;Sete pecados capitais da assessoria&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Ira&lt;br /&gt;Gula&lt;br /&gt;Inveja&lt;br /&gt;Orgulho&lt;br /&gt;Avareza&lt;br /&gt;Preguiça&lt;br /&gt;Luxúria&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://pejotando.blogspot.com/2010/12/sete-virtudes-para-vivencia-nos-grupos.html" target="_blank"&gt;Sete virtudes para vivência nos grupos&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Caridade&lt;br /&gt;Castidade&lt;br /&gt;Diligência&lt;br /&gt;Generosidade&lt;br /&gt;Humildade&lt;br /&gt;Paciência&lt;br /&gt;Temperança&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://pejotando.blogspot.com/2010/12/sete-cores-da-wiphala.html" target="_blank"&gt;Sete cores da Wiphala&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Vermelho&lt;br /&gt;Laranja&lt;br /&gt;Amarelo&lt;br /&gt;Branco&lt;br /&gt;Verde&lt;br /&gt;Azul&lt;br /&gt;Violeta&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://pejotando.blogspot.com/2010/12/sete-lembrancas-da-vida-pejoteira.html" target="_blank"&gt;Sete lembranças da vida pejoteira&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;"Pai, perdoa-lhes, pois não sabem o que fazem"&lt;br /&gt;"Em verdade te digo: hoje estarás comigo no Paraíso". &lt;br /&gt;"Mulher, eis aí o teu filho. Filho eis aí a tua Mãe!"&lt;br /&gt;"Tenho Sede!"&lt;br /&gt;"Eli, Eli, lema sabachtani? - Meus Deus, meus Deus, por que me abandonastes?"&lt;br /&gt;"Tudo está consumado!" &lt;br /&gt;"Pai, em tuas mãos entrego o meu Espírito!"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://pejotando.blogspot.com/2011/01/sete-sinais-de-um-mau-planejamento.html" target="_blank"&gt;Sete sinais de um mau planejamento&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Não levar em conta o que já existe&lt;br /&gt;Não se preocupar com a história recente&lt;br /&gt;Não avaliar adequadamente os recursos&lt;br /&gt;Não fazer um bom encadeamento de ações/etapas&lt;br /&gt;Não estabelecer metas a serem alcançadas&lt;br /&gt;Não colocar momentos intermediários de avaliação&lt;br /&gt;Planejar uma situação final irrealizável&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://pejotando.blogspot.com/2011/01/sete-maravilhas-da-pj.html" target="_blank"&gt;Sete maravilhas da PJ&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;A formação integral&lt;br /&gt;O método ver julgar agir rever e celebrar&lt;br /&gt;Os pequenos grupos&lt;br /&gt;A revisão de vida e prática&lt;br /&gt;A espiritualidade do cotidiano&lt;br /&gt;O protagonismo juvenil&lt;br /&gt;O Dia Nacional da Juventude&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8994675472344404784-526004564593886673?l=pejotando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pejotando.blogspot.com/feeds/526004564593886673/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://pejotando.blogspot.com/2011/01/os-sete.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8994675472344404784/posts/default/526004564593886673'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8994675472344404784/posts/default/526004564593886673'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pejotando.blogspot.com/2011/01/os-sete.html' title='Os Sete'/><author><name>Rogerio Oliveira</name><uri>https://profiles.google.com/108669675731056659230</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-TyrrSk5pJ8E/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAEf0/E_yoVEC_7Zk/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8994675472344404784.post-7835372289445095226</id><published>2011-01-09T08:00:00.002-02:00</published><updated>2011-12-23T18:20:38.967-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='protagonismo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='sete'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='DNJ'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='grupo de jovens'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='metodologia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='formação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='RVP'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='espiritualidade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='RdP'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='RdV'/><title type='text'>Sete maravilhas da PJ</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quando falamos em “maravilha” pensamos em algo que nos desperta uma grande admiração por causa daquilo que é capaz de fazer ou por sua perfeição, grandeza ou beleza. Há uma lista já bem difundida de sete maravilhas do mundo antigo (As Pirâmides de Gizé, os Jardins suspensos da Babilônia, o Farol de Alexandria, o Colosso de Rodes, o Mausoléu de Halicarnasso, a Estátua de Zeus em Olímpia e o Templo de Ártemis em Éfeso) e de outras sete maravilhas do mundo moderno (Muralha da China, Petra na Jordânia, Cristo Redentor no Rio de Janeiro, Machu Picchu em Cuzco no Peru, Chichén Itzá em Yucatán no México, o Coliseu em Roma e o Taj Mahal na Índia).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As duas listas com as sete maravilhas são de locais importantes seja por sua história, por sua arquitetura ou por serem locais de grande visitação, devoção ou memória. Há algumas outras listas de sete maravilhas espalhadas por aí. Todas elas valorizam o que se julga ser aquilo que há de mais importante, relevante ou notável. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como listas são coisas totalmente discutíveis e eu não quero abrir mão de uma boa discussão (porque aprendemos sempre com quem pensa diferente), lanço aqui no último artigo da série “Os Sete” as “Sete maravilhas da PJ”. São elas que diferenciam a PJ de outras formas de organização juvenil e, por causa delas, eu estou na PJ até hoje. Vamos a elas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;b&gt;1- A formação integral&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Minha primeira formação na PJ foi sobre a formação integral, então creio que seja justo começar a lista por ela. O primeiro contato foi importante para perceber que havia algo sério e bem interessante ali. O jovem não era tratado por “pedaços” (lado espiritual, lado comunitário, lado individual), mas como um todo onde cinco aspectos interagem: pessoal, grupal, espiritual, social e de capacitação. Há tanto o que se possa falar sobre cada um deles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com o tempo, fui aprendendo que todos estes aspectos devem ser tratados com o mesmo e o devido respeito, mas com intensidades diferentes, dependendo do estágio em que o jovem se encontrasse. Por exemplo, no início da caminhada no grupo, há de se privilegiar o aspecto pessoal e de integração com os demais jovens.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conforme é dito no livro “&lt;u&gt;PJ: um jeito de ser e de fazer&lt;/u&gt;”: “&lt;i&gt;Todas essas dimensões são mediadas pela arte, pela beleza, pelo lúdico, com a transversalidade da ecologia, da comunicação e da atuação em rede. O lugar privilegiado para trabalhar as dimensões é o dia-a-dia do grupo de jovens. Um dos segredos, porém, para se viver e trabalhar as dimensões em passos crescentes é a maneira como as reuniões, encontros e assembleias são preparados. A grande ‘sacada’ é saber garantir em cada oração, reflexão e estudo, espaços para que os jovens possam viver cada uma destas etapas, ou seja, que ele/a pense na sua pessoa, nas suas relações, que ele/a se comprometa e tenha esperança, reforce sua fé e, finalmente, que seja capaz de adquirir e trabalhar suas potencialidades e dons&lt;/i&gt;”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;2- O método ver julgar agir rever e celebrar&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Minha segunda formação pejoteira foi sobre o método ver julgar agir rever e celebrar. Aprendi que método é o melhor caminho para chegar a um determinado fim. E que o “fim” para a PJ era o Reino de Deus. Pude tomar conhecimento também que o caminho deste método era formado por cinco etapas contínuas:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ver é fazer a análise dos problemas e avanços a partir de uma realidade concreta em que se vive. Ajuda se respondermos a algumas perguntas: Qual é a raiz do problema? Como começou a história? Que fatores a tornaram com o aspecto que tem agora? É possível apontar as consequências que este fato acarretará? Quais seriam? Quem está envolvido direta ou indiretamente a este problema? É importante indicar as causas dos problemas que se discutem, distinguindo as causas aparentes, as imediatas, as secundárias e a causa principal. As ciências sociais têm boas contribuições para podermos entender melhor as causas e consequências dos problemas analisados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O julgar já vem emaranhado nisso tudo. Qual nosso parâmetro diante de uma realidade com tantas portas. Que caminho escolher? Diante da realidade vista e analisada, você se sente incomodado enquanto cristão? Ver o que a Palavra de Deus e os documentos da Igreja têm a nos dizer sobre esse acontecimento é o nosso parâmetro como cristãos católicos. É antes de tudo não se deixar corromper pelo sistema vigente e tentar ver o problema pelos Olhos de Deus, para achar a solução mais adequada. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O agir acontece depois de analisarmos os fatos concretamente e julgá-los a partir da Palavra de Deus. É hora de vermos o que pode ser feito de concreto para solucionar o problema, ou para caminhar melhor em nossa estrada. Dependendo da análise no ver e julgar, nossa ação pode ser assistencialista (só desperta a pessoa para o problema), de solidariedade (atua nas consequências do problema) ou transformadora da realidade (ataca as causas). Não adianta querer atingir este ponto logo de início, sem antes passar pelos outros dois, pois não se teria feito uma análise correta dos fatos para uma resolução coerente. Quanto ao agir, vale lembrar que não se educa ninguém para a liberdade, para o amor e para a responsabilidade, se não acontecer a prática destes três itens. A teoria e a ação têm que caminhar juntas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O rever é a avaliação da atividade desenvolvida, é poder ver a realidade a partir de um outro ângulo, com o parâmetro de alguém que já vivenciou, que tem experiência. Ele abre novamente o círculo, pois na medida em que chegamos no agir, precisamos rever as atitudes, julgar novamente os procedimentos e voltar a agir. Cada erro corrigido significa um futuro acerto. Neste momento de avaliação é importante valorizar as conquistas, mesmo que pequenas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A cada ação nossa realizada devemos celebrar, a fim de agradecer a Deus sua presença animadora em nossa caminhada. E celebramos não só os momentos de alegria, mas os de tristeza também. De tudo é possível tirar uma lição. A celebração litúrgica é um elemento catequético significativo enquanto anuncia e alimenta a utopia cristã. Fortalece a fé e coloca o grupo e seus membros em contato com o Mistério central do cristianismo: a Paixão, Morte e Ressurreição de Jesus Cristo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O método ajuda a superar a passividade, a formar lideranças que pensam por si mesmos e que superam o comodismo e a falsa sensação de estar bem consigo mesmo e com Deus. Há um ganho na atividade pastoral, pois não se separa a fé da vida e se evita uma pastoral de ativismo, onde não se reflete sobre o que se faz. É muito utilizado na Igreja da América Latina como método de elaboração de documentos. É muito útil para os grupos de militantes que já alcançaram um processo de amadurecimento, entretanto, tem que se saber utilizá-lo de forma criativa, principalmente com iniciantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;3- Os pequenos grupos&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estudando a história da PJ aprendi que a Grupos de base são grupos onde se criam relacionamentos de irmãos, confrontando a vida com o evangelho e formando lideranças jovens para o engajamento na comunidade eclesial e na sociedade. Descobri também que a grande inspiração para que eles sejam desta maneira é o grupo de Jesus: os Doze. Um grupo pequeno, onde se pode partilhar vida e cultivar a amizade e prepará-los para a missão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Grupos grandes tem o atrativo de serem mais chamativos ou atraentes, mas correm alguns riscos: não concentrarem o foco (por conversas paralelas ou falta de interesse), não se conhecer bem todos os participantes, alguns dominarem e outros nada opinarem. Grupos pequenos tem a vantagem de se conhecerem melhor e aprenderem a lidar com as pequenas diferenças que surgem no relacionamento. Além disso, eles tem, normalmente, uma menor rotatividade de integrantes comparados com os grupos grandes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;4- A revisão de vida e prática&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já foi falado &lt;a href="http://pejotando.blogspot.com/2010/07/dando-passos-de-qualidade.html"&gt;aqui no blog sobre a Revisão de Vida e Prática&lt;/a&gt;. São instrumentos valiosos para que os jovens dos grupos (sejam de que grupos forem) poderem sentar e analisar suas vidas e suas práticas pastorais à luz da proposta evangélica e assim poderem melhorar ambos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando um grupo faz a Revisão de Vida (RdV) ou a Revisão de Prática (RdP) todo os integrantes sentam juntos, inclusive a coordenação. Pede-se que haja nestes momentos uma assessoria madura para ajuda-los. Normalmente as críticas e sugestões de mudança de postura não são coisas tão simples de serem ouvidas. Por vezes há comportamentos que são fruto de mal entendidos. Estes instrumentos são ótimos para resolver este tipo de problema. Contudo, é preciso deixar claro que quem participa de um RdV ou de uma RdP precisa estar disposto a melhorar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além da melhora individual estas duas práticas ajudam o jovem a se situar diante da história não só pessoal, mas da história da sociedade. Por isto o grupo que usa destes instrumentos precisa viver também uma espiritualidade encarnada, do cotidiano e que supere a consciência ingênua das coisas, a fim de se chegar a uma consciência crítica e objetiva da realidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;5- A espiritualidade do cotidiano&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O jovem pejoteiro cultiva a própria espiritualidade no cotidiano, nas relações diárias. São nestes campos de atuação que ele procura viver e fazer a experiência de Deus. É esta experiência que o anima a caminhar. Cursos e formações só dão os mapas e possibilidades de destinos. A vontade de prosseguir nos caminhos é uma vontade espiritual. E o caminhar pejoteiro é a vivência do projeto de Jesus neste dia a dia. Essa é a raiz de sustenta a nossa espiritualidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem vive a espiritualidade nesta busca por fazer acontecer o Evangelho de Jesus no cotidiano e e na experiência da presença de Deus na própria vida não faz com que a nossa mudança aconteça somente por dentro, mas também nas nossas relações sociais e no ambiente que nos cerca. Se percebemos a presença de Deus no dia a dia das pessoas, notamos que em muitos lugares não há os sinais de vida que estava em Seu plano original. É essa mesma espiritualidade que motiva e movimenta o ser humano à luta pela justiça, pelos direitos dos pobres, para tornar a sociedade mais fraterna e solidária.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O jovem que vive a Espiritualidade da Pastoral da Juventude tem prazer em celebrar esta fé. Fé que é enriquecida por muitas culturas, visualizada em muitas cores, cheiros e particularidades. Uma espiritualidade que acolhe e dá carinho às pessoas. Que nos move a estar a serviço, em comunhão, com profetismo em defesa da vida até as últimas consequências.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;6- O protagonismo juvenil&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já nos primeiros cursos que fiz, a expressão “protagonismo juvenil” já era utilizada. Explicavam os nossos assessores que esta era uma prática utilizada na PJ e incentivada pela Igreja. Era o “jovem evangelizando jovem”. Foi um despertar para mim, uma novidade. E com o mesmo grau de surpresa veio também a responsabilidade. Afinal eu era jovem também. Deveria ser protagonista, deveria ser evangelizador e deveria transmitir na minha vida o mesmo exemplo de Jesus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com o tempo fui entendendo que além de ser testemunho e prática pessoal, o protagonismo juvenil ia além. Para a PJ, protagonismo é algo além de ter o jovem a frente de uma iniciativa ou prática bacana, não é protagonista o mero executor de atividades. Se não é a juventude quem cria formulações a respeito de si própria, mas apenas adota, participa da formulação (a partir de algo prévio), implementa (algo também que não foi estabelecido por ela), então esta juventude não é protagonista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como foi dito no &lt;a href="http://pejotando.blogspot.com/2010/09/protagonismo-juvenil.html"&gt;artigo sobre protagonismo juvenil&lt;/a&gt;, “&lt;i&gt;Na PJ dizemos que o grupo de jovens é semente do Reino de Deus. As relações que se querem criar a partir do grupo precisam ser sinal deste Reino, apontando para onde as injustiças acontecem e para onde a vida floresce. E no entender da PJ o protagonismo juvenil remete a uma ação além dos interesses particulares. Ele é o momento preciso e precioso em que os próprios jovens podam criar, interferir na essência e elaborar políticas para defesa de seus direitos. É preciso, portanto, ressignificar a expressão protagonismo juvenil para que as juventudes não sejam portadoras de um discurso que os controla e domina&lt;/i&gt;”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;7- O Dia Nacional da Juventude&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ano de 1985 foi decretado pela ONU como o Ano Internacional da Juventude. Como gesto concreto, a Pastoral da Juventude assumiu a celebração do Dia Nacional da Juventude (DNJ). O DNJ é o evento mais marcante da Pastoral da Juventude.&amp;nbsp; e acontece em todo o país, em todos os estados. Foi pensado como um dia em mutirão, planejado antecipadamente, com a divisão de tarefas bem definida e uma boa avaliação ao final.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O DNJ é uma atividade que normalmente reúne a massa da juventude. Em algumas localidades, porém, as coordenações de PJ procuram tratar esta festividade com trabalhos em oficinas e grupos menores. É uma ação de evangelização e consciência crítica. O DNJ procura refletir sobre a situação da juventude na sociedade, sob diferentes aspectos, sempre buscando promover a paz e a dignidade humana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1996, o Projeto “Rumo ao Novo Milênio” da CNBB reconheceu oficialmente o Dia Nacional da Juventude, as Missões Jovens e a Semana da Cidadania. Atualmente, no Brasil, celebramos o DNJ no último domingo de outubro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nestes 25 anos de existência do DNJ muitos temas relevantes foram discutidos. Educação, saúde, paz, cultura, terra, participação, políticas públicas para a juventude, ecologia, vida foram alguns deles. A preparação que muitos grupos fazem para este dia traz discussões importantíssimas e ajuda muitos jovens a refletirem sobre a sua realidade e a sua condição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O DNJ, portanto, é mais do que um evento ou atividade. É um marco histórico da caminhada da PJ e uma de suas contribuições para a Igreja no Brasil. Ele quer despertar um processo de formação de “discípulos-missionários jovens” que possam ir ao encontro de todos os outros jovens ainda não atingidos pela mensagem cristã de esperança, dignidade humana, solidariedade e paz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Veja o restante da série "Os Sete" &lt;a href="http://pejotando.blogspot.com/2011/01/os-sete.html"&gt;clicando aqui&lt;/a&gt;.&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;/ul&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8994675472344404784-7835372289445095226?l=pejotando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pejotando.blogspot.com/feeds/7835372289445095226/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://pejotando.blogspot.com/2011/01/sete-maravilhas-da-pj.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8994675472344404784/posts/default/7835372289445095226'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8994675472344404784/posts/default/7835372289445095226'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pejotando.blogspot.com/2011/01/sete-maravilhas-da-pj.html' title='Sete maravilhas da PJ'/><author><name>Rogerio Oliveira</name><uri>https://profiles.google.com/108669675731056659230</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-TyrrSk5pJ8E/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAEf0/E_yoVEC_7Zk/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8994675472344404784.post-849782370056355538</id><published>2011-01-02T08:00:00.001-02:00</published><updated>2011-12-23T18:20:15.072-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='sete'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pastoral'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='planejamento'/><title type='text'>Sete sinais de um mau planejamento</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Elaborar um planejamento é montar um plano, roteiro ou programação para um determinado fim. Na Pastoral da Juventude, há uma boa preocupação de que esta atividade seja feita com cuidado e atenção. Contudo, nem sempre isto acontece.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há grupos, militantes, assessores, instâncias da PJ que por falta de tempo ou presença de outras pessoas não planeja adequadamente um próximo ano, um conjunto de atividades ou as etapas de uma formação, por exemplo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando um planejamento é feito, há alguns sinais que podem ser percebidos para saber se há a possibilidade dele dar certo ou não.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;b&gt;1- Não levar em conta o que já existe&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Pelo que nossa fé nos ensinou, só Deus criou algo a partir do nada. Todas as outras coisas foram concebidas a partir de algo que já existia. Ou seja, não dá para pensar um planejamento a partir do nada. Mesmo que o nada seja muito pouco, já é algo a ser levado em conta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Vamos montar um grupo de jovens aqui na comunidade porque não há jovens por aqui”. Já começou errado. Se não tem jovens, como montar um grupo com eles? Vão esperar as crianças crescerem um pouco mais? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se o plano for montar um grupo de jovens, além das motivações certas (a PJ, por exemplo, é constituída de grupos que tem por princípio formar integralmente os jovens para uma vida que faça a diferença no mundo, a partir do exemplo e proposta de Jesus), é preciso saber onde estão os jovens e o que oferecer para motivar a participação deles nesta proposta. Existe espaço adequado para reuni-los? Existem pessoas preparadas para acompanha-los? É preciso pensar e utilizar os recursos já existentes em qualquer planejamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;2- Não se preocupar com a história recente&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Este é um sinal profundamente ligado ao primeiro. Entre as coisas já existentes antes de fazer um planejamento está a história. Preparar um plano sem que ela seja levada em conta é um erro. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já visitei e conheci muitos locais em que a juventude queria organizar os grupos dentro da proposta da PJ. Eles faziam as reuniões, acertavam tudo e quando levavam ao conhecimento do padre, eram estranhamente barrados. Só depois de muito argumentarem é que ficaram sabendo que o padre era contrário à PJ. E o que normalmente só souberam depois é que esta implicância se deu em razão de um contato desastrado entre uma proposta localizada de PJ e o padre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Infelizmente o nome da PJ é associado a uma série de propostas desencontradas em razão da má formação de algumas lideranças e da influência de alguns militantes desacreditados com a Igreja. Claro que há também padres que veem na PJ jovens que estudam e questionam e que entendem que isso pode ser uma ameaça porque não gostam de discutir as decisões que tomam, mesmo que isto aconteça no mais alto grau de polidez e educação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que estes grupos deveriam fazer? PJ para mim é mais do que uma sigla. É uma proposta de ação e formação. Disse a eles e continuo a repetir: há padres e lideranças comunitárias que tiveram uma experiência ruim com a PJ e esse nome pode assusta-los. Se os jovens querem seguir a proposta da PJ e existe este empecilho na história, que usem das propostas sem utilizar a sigla.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;3- Não avaliar adequadamente os recursos&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Recurso remete a dinheiro, mas não está restrito a ele. Há recursos financeiros, materiais e humanos. Todos eles devem ser levados em conta num planejamento. É preciso sim planejar de onde virá o dinheiro a ser gasto em qualquer ação que o grupo faça, e o que fazer caso este evento, além de se autossustentar, ainda gere uma sobra. É preciso sim pensar em todos os materiais que serão utilizados no evento, para não ter aquela correria de última hora quando ninguém combinou quem traria o aparelho de DVD ou quando ninguém trouxe papel suficiente para as anotações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso eu aprendi quando eu ainda estava na PJ paroquial. Quando a gente esquecia qualquer um destes recursos era ao pároco que íamos recorrer. Ele nunca nos faltou, mas diante de tantos esquecimentos, ele por duas ou três vezes nos chamou de canto e soltou o verbo. “Se vocês sabiam que iriam utilizar um toca CD, porque não me avisaram antes?”, “Se iam precisar de tanto papel assim, poderiam ter me comunicado antes que ele já estaria aí”. Ninguém gosta de ser chamado a atenção. Em especial por coisas tão óbvias assim. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Recursos humanos normalmente são o item mais preocupante, primeiro porque não podemos tratar as pessoas como quem trata os objetos. Isto o mercado faz e o faz muito bem. Segundo porque o trabalho que as pessoas realizam em âmbito pastoral é um trabalho voluntário, na grande maioria dos casos. É preciso que elas sejam constantemente motivadas e esclarecidas da importância do que fazem, para que o comprometimento seja contínuo. Todos nós precisamos crescer como seres humanos no trabalho pastoral que fazemos. Ninguém o faz para ser engolido por ele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;4- Não fazer um bom encadeamento de ações/etapas&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Sabe aquele velho ditado de não colocar a carroça na frente dos bois? Num planejamento as ações, etapas ou temas de estudo devem ter uma sequência lógica, de um ligado a outro, de forma que ao final de um período aquilo tudo faça sentido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fui catequista de crisma por algumas vezes. Uma das coisas que a nossa equipe de catequistas se preocupava bastante era com a sequência de temas e atividades. Nós nunca adotamos os livros prontos com os encontros. Eles eram úteis para dar uma ideia, mas nem sempre estavam de acordo com a realidade da juventude com a qual trabalhamos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem adotar um livro, havia o risco de colocarmos dois temas seguidos sem uma ligação entre eles, ou esquecermos um tema importante e no meio do processo ter que encaixa-lo entre assuntos sem nexo com ele. Sim, é um risco. E isto mostra a importância de pensar bem o planejamento. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sabíamos, por exemplo, que algumas atividades previstas para quando o grupo tivesse quatro ou cinco meses precisariam de uma boa dose de integração entre os participantes. Por isso, “gastamos” uns cinco ou seis encontros no início para conseguir uma boa aproximação entre os jovens. Algumas coisas são possíveis de se prever.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;5- Não estabelecer metas a serem alcançadas&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Parece conversa de empresa de telemarketing. Fulano bateu a meta da semana e conseguiu este ou aquele prêmio. A conversa não é bem por aí, mas pode nos ser útil. Fulano quando bate a meta semanal, consegue sim uma vitória pessoal e ajuda a empresa a atingir seu objetivo no mercado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Num planejamento pastoral, no entanto, não há a questão do lucro que envolve as empresas no mundo capitalista em que vivemos, mas há um caminhar para os objetivos pastorais. Fui da coordenação diocesana da PJ em minha diocese entre os anos de 1996 e 1999. Estávamos reestruturando a PJ por aqui. Uma das metas para os anos de 1997 e 1998 foi ampliar a divulgação da ação da PJ por paróquias que não tínhamos contato. Todas nossas ações pastorais apontavam para isto, fossem as semanas de formação, os grupos de estudo, o Dia Nacional da Juventude. Terminamos este biênio bem conhecidos e com bons contatos em várias paróquias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tornar a PJ mais conhecida, contudo, não é um objetivo pastoral. É uma meta a ser alcançada. O objetivo está lá na frente ainda. Quem define as metas que seu grupo deve alcançar? Se você me perguntasse isso, eu lhe diria que é a sua realidade. Eu não posso indicar metas que vocês devam cumprir. Quem sabe das suas necessidades são vocês. Só posso indicar que não desviem o olhar do objetivo e que tracem metas ousadas, porém realizáveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;6- Não colocar momentos intermediários de avaliação&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;A PJ quando faz suas assembleias e planejamentos pensa em ações por um, dois ou três anos, por exemplo. Estas ações precisam apontar para a realização de seus objetivos pastorais, conforme foi colocado no item cinco. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um sinal de que este planejamento a médio ou longo prazo está doente é justamente a ausência de momentos intermediários de avaliação. Se em minha realidade, a PJ faz um planejamento anual, não é certo que em seis meses se faça uma parada de avaliação para corrigir a rota e celebrar os acertos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A cada três anos a PJ Nacional faz um momento de celebração e planejamento chamado “Ampliada Nacional”. Aquela que será feita em Janeiro de 2011 terá, entre outras coisas a montagem dos projetos nacionais para os próximos seis anos. A coordenação nacional em suas reuniões programadas faz sempre um momento de apresentação da caminhada destes projetos. É importante que faça. Mas a grande sacada está justamente num planejamento de seis anos com a possibilidade de reavaliação pela ampliada de 2014, ou seja, daqui a três anos. Este é um momento intermediário importantíssimo de reavaliação. Não se reconstrói tudo e também não se acata tudo, mas se avalia no meio de um processo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;7- Planejar uma situação final irrealizável&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;O primeiro e o sétimo sinais desta relação são também extremos de um erro bem comum no planejamento pastoral. Enquanto o primeiro falava em criar planos, o último aponta para os objetivos do planejamento. O erro do primeiro sinal é ignorar que exista algo já feito e que deva ser levado em conta. O erro do último sinal é superestimar o planejamento; é achar que ele vai resolver todos os problemas ou que com a sua realização vamos estar vivendo a plenitude do Reino de Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Colocar uma situação final em um projeto é algo óbvio, afinal planejamos algo para chegar em um determinado fim. Mas por melhor que seja o plano, a situação planejada deve ser factível e dentro das possibilidades daquela realidade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lembro disto quando numa assembleia que eu acompanhei um dos planos de ação era o mapeamento de todos os grupos de jovens do estado de São Paulo. Era uma ideia fantástica se fosse possível ser feita. Fizemos isto em minha diocese quando eu era assessor e tivemos um salto incrível na participação. Mas tínhamos uma equipe diocesana muito boa e colaboradores nos setores pastorais bem comprometidos. Como fazer isto num estado onde algumas dioceses nem sequer tem PJ organizada? Existe, portanto, um plano anterior ao mapeamento: o fortalecimento das equipes de PJ locais. No entanto isto só foi percebido por mim e pelos outros depois da assembleia e quando todos já estavam frustrados pela não realização do plano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Situação final é aquela possível de ser realizada no período proposto. Conforme foi colocado no final do quinto sinal, é preciso que ela seja realizável sim, mas não pode ser algo puramente para cumprir tabela ou tímido demais. Quem quer ver melhorias, precisa de ousadia, mas de pés no chão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Veja o restante da série "Os Sete" &lt;a href="http://pejotando.blogspot.com/2011/01/os-sete.html"&gt;clicando aqui&lt;/a&gt;.&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;/ul&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8994675472344404784-849782370056355538?l=pejotando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pejotando.blogspot.com/feeds/849782370056355538/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://pejotando.blogspot.com/2011/01/sete-sinais-de-um-mau-planejamento.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8994675472344404784/posts/default/849782370056355538'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8994675472344404784/posts/default/849782370056355538'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pejotando.blogspot.com/2011/01/sete-sinais-de-um-mau-planejamento.html' title='Sete sinais de um mau planejamento'/><author><name>Rogerio Oliveira</name><uri>https://profiles.google.com/108669675731056659230</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-TyrrSk5pJ8E/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAEf0/E_yoVEC_7Zk/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8994675472344404784.post-1973878628434869810</id><published>2010-12-26T08:00:00.010-02:00</published><updated>2011-12-23T18:19:55.312-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='sete'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Jesus Cristo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='espiritualidade'/><title type='text'>Sete lembranças da vida pejoteira</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O artigo de hoje quer tratar de sete lembranças para a espiritualidade de um jovem pejoteiro. É baseada numa tradição antiga da Igreja chamada de celebração das sete palavras de Jesus na cruz. O que estas palavras inspiram na vida pejoteira e na missão de tantos jovens envolvidos na causa de Jesus e do Reino de Deus? Eu acredito que muito. Então, vamos a elas.&lt;/div&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;b&gt;"Pai, perdoa-lhes, pois não sabem o que fazem"&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pejoteiro é o jovem que ama e perdoa. Perdoar é o ato supremo da doação. No alto do próprio sofrimento, Jesus é capaz de olhar as fragilidades do ser humano e mesmo assim pedir a Deus que perdoe aqueles que o afligem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No percurso da caminhada pejoteira há muita pedra de tropeço, muita gente que parece que está lá para nos atrapalhar. O senso comum pede que nos afastemos e não queiramos o bem delas. Mas o pejoteiro busca os seus princípios de ação nas palavras do Pai Nosso. "Perdoai-nos, assim como perdoamos", diz a oração. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pejoteiro sabe das próprias limitações e procura supera-las. É um jovem que aprendeu a se aceitar e com isso tem mais possibilidades de aceitar e amar o outro também em suas fragilidades e limitações. É um amor que corrige, perdoa e transforma. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;"Em verdade te digo: hoje estarás comigo no Paraíso". &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pejoteiro é jovem de esperança. Conhece aquela história do “confie em Deus, mas confie em você também”? Hoje o que se ouve mais é o “confie em você”, do que o “confie em Deus”. Apesar das próprias limitações, o jovem da PJ não se esquece deste pedido. “Lembra-te de mim”, como disse o “bom ladrão” é acrescido de tantas outras lembranças. “Lembra-te de fulano, de cicrano e de beltrano também”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A resposta de Jesus é clara. “Hoje mesmo”. Não é amanhã ou depois. O Reino de Deus acontece no agora, para aqueles que confiam. A esperança pejoteira é uma esperança atuante e militante. As pequenas manifestações do Reino que acontecem no nosso cotidiano devem ser celebradas, como antecipação do grande evento que estamos esperando e construindo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por fim, há um detalhe nesta passagem que é muito importante. Não é para o Jesus glorioso, espiritual que o pedido do “lembra-te de mim” é feito, mas para um Jesus quase desfigurado, tremendamente humilhado e fracassado. Isto deve dizer alguma coisa para nós.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;"Mulher, eis aí o teu filho. Filho eis aí a tua Mãe!"&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pejoteiro é jovem que é companheiro de Jesus, mesmo na adversidade da vida. Que dá o seu sim ao projeto como fez Maria. Há quem diga que historicamente não seria possível deixar que parentes ou outros se aproximassem do crucificado. Além do sofrimento físico a solidão acabava por ser uma humilhação social. Contudo, independente da veracidade histórica, eu acho muito bonita a imagem de Maria e João, além das outras mulheres, ao pé da Cruz em diálogo com Jesus. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há momentos em que nos sentimos abandonados ou largados à própria sorte, seja na vida pessoal, profissional ou pastoral. Pejoteiro legítimo não abandona a amizade com Jesus. Toma para si seu exemplo de vida e continua a viver, apesar das cruzes que vão sendo carregadas pelo caminho. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E toma também Maria como mãe e mestra de vida. Dá um sim ao projeto de Deus. Pejoteiro dá o seu sim em cada atividade que realiza, testemunhando a Boa Nova em cada ação que pratica. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;"Tenho Sede!"&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pejoteiro não se desliga das necessidades humanas quando quer se encontrar com o sagrado. No limite das suas forças, sabendo que tudo o que havia feito culminava naquele momento, ainda assim mostrava que era uma pessoa com as mesmas necessidades que nós.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há quem acredite que para se ter uma ligação com o lado espiritual da nossa existência é necessário abrir mão de toda nossa corporeidade e necessidades humanas. Pejoteiro não acredita nisso, pelo contrário. Acredita que é com o nosso ser completo que nos encontramos com Deus e contribuímos para o seu Reino junto a toda humanidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E esse ser completo é cheio de beleza, mas também tem suas limitações. São as nossas incompletudes que nos convocam a melhorar. E é cada uma de nossas características, deficiências, sonhos e necessidades que colocamos na mesa à disposição do Reino de Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;"Eli, Eli, lema sabachtani? - Meus Deus, meus Deus, por que me abandonastes?"&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pejoteiro é o jovem que procura encontrar a presença de Deus no cotidiano. Nos tropeços e pedras da vida, nas horas de angústia e solidão, quem não gostaria de um afago, um ombro amigo e uma presença de conforto? Há quem viva procurando sinais miraculosos de Deus em sua vida e nunca encontra aquilo que procura. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pejoteiros enxergam os milagres da vida nas pequenas coisas que a vida oferece. Deus não abandona a humanidade. São as pessoas que não enxergam a presença de Deus. Em momentos de dor e sofrimento é difícil racionalizarmos desta maneira. A natureza humana de Jesus padecia e Ele gritou pela presença de Deus. Quantas vezes nós também gritamos a mesma coisa, porém sem qualquer convicção de que Deus nos escuta?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A espiritualidade pejoteira é firmada no cotidiano, nas dificuldades e alegrias cotidianas. Cultivada no dia a dia, aprendemos que Deus se manifesta na presença do outro, no afago, no ombro amigo e na presença de conforto, como também na crítica que faz pensar, no confronto de ideias e nas disparidades que a vida apronta também.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;"Tudo está consumado!" &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jovem pejoteiro é aquele que contribui para o projeto de Jesus. E quando esta contribuição está consumada? Enquanto há vida, há ainda o que se fazer. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jesus não ficou na cruz. Foi sepultado, mas continua vivo. Sua proposta arde em nossos corações nos impulsionando a continuá-la em nossas vidas. Não é possível pensar numa aposentadoria espiritual. A cruz é sinal de que há muito por se fazer e este muito deve ser levado até o fim, até as últimas consequências. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;"Pai, em tuas mãos entrego o meu Espírito!"&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pejoteiro é o jovem que se deixa guiar pela vontade de Deus. Quando olhamos para o Calvário, não há como não refletir no gesto forte de levar a missão ao fim. Muitos de nós olham para Jesus e se perguntam se somos capazes de agir como Ele. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por nossa vontade, não é possível agir assim. Só é fiel a proposta do Reino quem se deixa levar por ela. Pai, em tuas mãos eu entrego meu espírito, meu coração, minhas mãos, meus pés, meu abraço, meus pensamentos e minha vida como um todo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Veja o restante da série "Os Sete" &lt;a href="http://pejotando.blogspot.com/2011/01/os-sete.html"&gt;clicando aqui&lt;/a&gt;.&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;/ul&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8994675472344404784-1973878628434869810?l=pejotando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pejotando.blogspot.com/feeds/1973878628434869810/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://pejotando.blogspot.com/2010/12/sete-lembrancas-da-vida-pejoteira.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8994675472344404784/posts/default/1973878628434869810'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8994675472344404784/posts/default/1973878628434869810'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pejotando.blogspot.com/2010/12/sete-lembrancas-da-vida-pejoteira.html' title='Sete lembranças da vida pejoteira'/><author><name>Rogerio Oliveira</name><uri>https://profiles.google.com/108669675731056659230</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-TyrrSk5pJ8E/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAEf0/E_yoVEC_7Zk/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8994675472344404784.post-9214832872421330609</id><published>2010-12-19T08:00:00.007-02:00</published><updated>2011-12-23T17:32:07.207-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='símbolo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='sete'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='wiphala'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cores'/><title type='text'>Sete cores da Wiphala</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Uma outra lembrança bem famosa do número sete nos faz lembrar a representação da aliança entre Deus e Noé, prometendo que não haveria mais outro dilúvio, o arco pintado no céu. (Gn 9,12-15). Geralmente dizemos que o arco-íris tem sete cores. É o mais comumente aceito. Estas cores são o Vermelho, Laranja, Amarelo, Verde, Azul, Anil e Violeta. Nesta ordem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O arco-íris tem sido usado por diversos grupos e movimentos. Geralmente, atribuem às cores alguns significados para enriquecer o uso do símbolo. Isto é perfeitamente aceitável desde que estes significados sejam também conhecidos de todos. Mas o artigo de hoje quer tratar da Wiphala.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;Símbolo dos povos andinos e, por extensão, símbolo de paz, resistência, liberdade, justiça na América Latina a Wiphala é uma bandeira muito utilizada em eventos ligados à Pastoral da Juventude. Como o arco-íris, ela também tem sete cores, mas ao invés do Anil ela tem o Branco. E diferente do arco-íris, suas cores são intercaladas em pequenos quadrados, quarenta e nove no total, formando uma bandeira de sete por sete quadrados. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_0Ez21DYzI0o/TQQOX9U8RcI/AAAAAAAAEXI/-gQc1lEwJbE/s1600/whipala.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://2.bp.blogspot.com/_0Ez21DYzI0o/TQQOX9U8RcI/AAAAAAAAEXI/-gQc1lEwJbE/s200/whipala.jpg" width="163" /&gt;&lt;/a&gt;A palavra Wiphala tem origem em outras duas palavras: Wiphay (que é uma expressão de alegria) e Phalax (que é o sonho produzido por conduzir uma bandeira). Há informações de que há mais de 2000 anos este símbolo já era utilizado. Foram encontrados restos de tecidos da wiphala em diferentes regiões que hoje compreendem o Equador, o Peru e a Bolívia. Durante os muitos anos dominação espanhola a metrópole proibiu o uso e as aparições da Wiphala. Hoje, porém, ela voltou a ser reconhecida e comprendida, a pesar de anos de perseguição com a intenção de manchar seu significado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para os povos andinos, a estrutura e a composição das cores da Wiphala como emblema cultural próprio, constitui uma forma simétrica e interconectada. A formação das sete cores é o reflexo cósmico que representa a organização do sistema comunitário e harmônico daqueles povos. Para eles há um sentido muito maior do que a representação das cores. A Wiphala tem quatro lados iguais e sete cores em igual proporção que significam a igualdade na diversidade dos povos andinos. Ela representa os meios de produção e distribuição de produtos a cada qual segundo suas necessidades e segundo as suas capacidades. Onde não se conhece nem fome nem miséria, nem ricos nem pobres e onde não há ambição de ouro e de prata. Onde não se conhece o enriquecimento ilícito e nem o espólio das riquezas para os interesses pessoais. Onde não se conhece o individualismo e o egoísmo, onde o homem não vive de falsas ilusões nem de fantasias que em nada beneficiam a cultura andina. Por conseguinte, a Wiphala é o símbolo da Unidade e Igualdade, da Organização e da Harmonia do sistema comunitário andino. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com os costumes e as tradições andinas, a Wiphala sempre está desfraldada em todos os acontecimentos sociais e culturais, nas festas solenes e nos atos cívicos e nas quatro festas anuais que comemoram os quatro períodos do ano: frio, calor, chuva e seca. Por fim, seguem os significados das cores da Wiphala, que é o mote deste artigo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;i&gt;Vermelho:&lt;/i&gt; Representa o Planeta Terra, é a expressão do homem andino, no aspecto intelectual, é a filosofia cósmica no pensamento e conhecimento dos Amawatas.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;i&gt;Laranja&lt;/i&gt;: Representa a sociedade e a cultura, é a expressão da cultura, também expressa a preservação e procriação da espécie humana, considerada a mais apreciada riqueza patrimonial da nação, a saúde e medicina, a formação e educação, a prática cultural da juventude dinâmica.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;i&gt;Amarelo:&lt;/i&gt; Representa a energia e força, é a expressão dos princípios morais do homem andino, é a doutrina de Pacha-Kama e Pacha-Mama: a Dualidade; são as leis e normas, as práticas coletivas da irmandade e solidariedade humana.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;i&gt;Branco:&lt;/i&gt; Representa o tempo, é a expressão do desenvolver e a transformação permanente do Quallana Marka sobre os andes, e o desenvolver da ciência e a tecnologia, e arte, e trabalho intelectual e manual que gera a reciprocidade e harmonia dentro da estrutura comunitária.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;i&gt;Verde&lt;/i&gt;: Representa a economia e produção andina, é o símbolo das riquezas naturais, da superfície e subsolo, representa terra e território, e assim mesmo a produção agropecuária, a Flora e Fauna, as reservas hidrológicas e minerais.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;i&gt;Azul:&lt;/i&gt; Representa o espaço cósmico, o infinito, é a expressão dos sistemas estrelares do universo e os efeitos naturais que estão sobre a terra, é a astronomia e a física, a organização socioeconômica, política e cultural, é a lei da gravidade, as dimensões e fenômenos naturais.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;i&gt;Violeta&lt;/i&gt;: Representa a política e ideologia andina, é a expressão de poder comunitário e harmônico dos andes, o instrumento do estado, como uma estância superior, que é a estrutura do poder, as organizações, sociais, econômicas e culturais e a administração do povo do país.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Veja o restante da série "Os Sete" &lt;a href="http://pejotando.blogspot.com/2011/01/os-sete.html"&gt;clicando aqui&lt;/a&gt;.&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;/ul&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8994675472344404784-9214832872421330609?l=pejotando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pejotando.blogspot.com/feeds/9214832872421330609/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://pejotando.blogspot.com/2010/12/sete-cores-da-wiphala.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8994675472344404784/posts/default/9214832872421330609'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8994675472344404784/posts/default/9214832872421330609'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pejotando.blogspot.com/2010/12/sete-cores-da-wiphala.html' title='Sete cores da Wiphala'/><author><name>Rogerio Oliveira</name><uri>https://profiles.google.com/108669675731056659230</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-TyrrSk5pJ8E/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAEf0/E_yoVEC_7Zk/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_0Ez21DYzI0o/TQQOX9U8RcI/AAAAAAAAEXI/-gQc1lEwJbE/s72-c/whipala.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8994675472344404784.post-7653828530758166975</id><published>2010-12-12T08:00:00.009-02:00</published><updated>2011-12-23T18:19:24.806-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='sete'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='grupo de jovens'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='virtudes'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='espiritualidade'/><title type='text'>Sete virtudes para vivência nos grupos</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Comentei num outro artigo sobre a relação dos sete pecados capitais e a assessoria. Hoje para fazer um contraponto, comento sobre as sete virtudes divinas para serem vividas nos grupos de jovens. Será simples viver a caridade, castidade, diligência, generosidade, humildade, paciência e temperança num grupo e como grupo de jovens?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; * Caridade&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si próprio. Isto resume toda a lei e todos os profetas, segundo disse Jesus. Paulo volta a tocar no assunto, quando diz que tudo passa, só a caridade, o ágape, não passa. Em nossa lista, a caridade faz oposição à inveja. E no grupo a caridade deve ser sinônimo de ajuda mútua no crescimento. O caridoso sente alegria pelo sucesso do outro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; O grupo que vive a caridade não se fecha em si, pois sabe que o amor rompe fronteiras. Ele olha para grupos que estão mais adiantados em alguns pontos e procura aprender com eles, não no sentido de imita-los, mas de melhorar a missão do próprio grupo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Há quem confunda caridade com assistencialismo como no caso de campanhas de alimentação das comunidades, sopões ou campanhas do agasalho. O assistencialismo alimenta, aquece, mas não transforma. É a famosa questão "dar o peixe ou ensinar a pescar". Ninguém deve negar a assistência a quem precisa, claro, mas nossas práticas grupais precisam ir além disto para serem ações caritativas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; * Castidade&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Castidade vem na lista de virtudes em oposição à luxúria. Enquanto esta quer dizer excesso, superabundância, aquela quer dizer pureza. Ambas estão associadas na tradição cristã católica à natureza sensual e sexual das pessoas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Na vida dos grupos não tratarei desta natureza de forma restrita, mas no sentido das relações entre as pessoas. Se castidade está ligada à pureza, podemos entender esta palavra como “algo que não se mistura” ou “algo que não se contamina”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; É meio contraditório dizer de uma religião que se denomina universal (católico quer dizer isto) e que pregaria a castidade como “algo que não se mistura”. Não somos um grupo a parte e nem vivemos num mundo só de anjos. Um grupo casto vive numa realidade diversa, mas o testemunho de vida de seus integrantes mostra que eles não se deixam contaminar pelas lógicas do ter, do poder e do prazer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Não se contaminar é chave. Um grupo que quer viver um testemunho de pureza cristã não joga na lógica do poder sobre os outros, nas imposições, medos e chantagens. Ele sabe que somos seres livres e abertos a todas as coisas. Porém é necessário discernimento e espírito crítico. Como disse São Paulo: “examinem tudo, fiquem com o que é bom” (I Ts 5,21).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; * Diligência&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Um grupo diligente é o oposto de um grupo preguiço. Eles buscam estar um passo adiante na divulgação da proposta de Jesus e no anúncio do Reino. Um grupo diligente se preocupa com a própria formação e busca estar atualizado com os temas sociais e as opiniões da Igreja, alinhadas com novidade do Evangelho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Um grupo diligente sabe onde quer chegar e se prepara para isto. Não deixa as decisões para depois. Faz muito, mas faz com capricho, zelo e cuidado. É um grupo que sempre avança, mas sabe quando é hora de diminuir a velocidade. Não se omite de dar sua opinião e procura se municiar de bons argumentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Não é um grupo apressado ou sem organização. Pelo contrário, sabe que estas qualidades são importantes para alcançar seu objetivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; * Generosidade&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Diz o dicionário que generosidade é virtude daquele que se dispõe a sacrificar os próprios interesses em benefício de outrem. A palavra na sua origem significa 'nobreza, boa qualidade’. A generosidade é uma virtude ligada ao dar e doar. Fazer justiça é dar ao outro o que é dele ou lhe pertence. Ser generoso é diferente. É dar ao outro aquilo que, mesmo sendo nosso, é necessário a ele e lhe faz falta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Um grupo generoso sabe que não pode acumular conhecimento, informação e boas práticas só para si. É um grupo que esparrama a proposta e a vivência do Evangelho e do Reino para outros grupos de forma criativa e cativante. É um grupo onde as pessoas têm confiança umas nas outras, partilham sentimentos e opiniões e querem ver todos os integrantes crescerem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; É preciso, entretanto, saber bem o que caracteriza a ação generosa. Ela não é uma ação quantitativa, que se possa medir em números, do tipo “sou mais generoso porque dou mais”. A partilha generosa entre grupos vale porque se quer ver aquele que recebe num estado melhor e não há outras intenções nesta relação. Aquele que é generoso&amp;nbsp; sabe também que é livre para agir bem e quer ser assim. É ser senhor de si e, por isso, não se têm desculpas nem se procura ter.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; * Humildade&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Humildade vem na oposição ao pecado do orgulho. Mas é preciso muita atenção. Há “humildes” que se auto depreciam para obter a piedade alheia, outros que ignoram seus próprios valores, outros que se rebaixam diante daqueles que consideram maiores, carregando em si ressentimentos ou inveja. Nenhum destes é de fato humilde. Ser humilde não é ser servil, fraco ou sem valor. É ter consciência daquilo que se é, sabendo de seus limites, capacidades, fraquezas e forças, sem sofrer ou se vangloriar por conta deles, mas se esforçando para ser melhor, tanto física quanto espiritualmente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Um grupo humilde sabe que isoladamente pouco ou nada faz pelo Reino de Deus. Fazer, mesmo que seja pouco, é importante, claro, mas o grupo sabe que pode dar um passo além. Tem clareza de que é preciso se aliar a outros com o mesmo objetivo para formar uma grande rede de grupos, onde um ajuda a sustentar o outro para não desanimar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Este grupo sabe que pode aprender com estas outras experiências de grupos. E sabe que pode ensinar também. Partilha, portanto, o que sabe, reconhece publicamente quem o ajuda e assume sua missão e seus erros sem resistência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; * Paciência&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Haja paciência num mundo tão complicado como o nosso... O que isto quer dizer? Que devemos nos resignar, porque este mundo não tem jeito, ou que devemos resistir e enfrentar os obstáculos para mudar a situação? A origem da palavra paciência não ajuda a clarear esta dúvida, pois ela tanto pode significar “capacidade de suportar, constância”, como “submissão, servilismo” ou ainda “faculdade de resistir”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Paciência é uma virtude oposta à Ira e isto nos ajuda a clarear como possa ser vivida no grupo. Um grupo paciente é um grupo que age com um controle emocional, que não perde a calma, mesmo nos momentos mais complicados. E que consegue persistir numa atividade difícil, apesar das adversidades. E que sabe esperar o momento certo para agir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Claro que num grupo nem todos os participantes são pacientes. Há jovens mais impetuosos. E é bom que seja assim, porque ajuda a não se acomodar numa apatia de eterna espera pelo melhor momento de agir. Um grupo paciente passa por diversos obstáculos para alcançar seu objetivo. Eles acabam aprendendo que todos os passos precisam ser bem planejados para que estes obstáculos possam ser superados durante a caminhada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; * Temperança&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Temperança tem a ver com moderação e sobriedade. É o ponto oposto à gula. A temperança é a virtude pela qual usamos com moderação dos bens temporais, quer eles sejam comida, bebida, sono, diversão, sexo, conforto, etc. Ela nos ensina a usar essas coisas na hora certa, no tempo certo, na quantidade adequada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Um grupo com moderação ou temperança não engole tudo a todo o momento. Saboreia os momentos e situações sem se submeter ou se viciar. É um grupo que sabe do seu potencial e o vive em sua plenitude, sem frustrações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; O grupo que vive segundo esta virtude é um grupo equilibrado, que conhece seus limites e age na medida certa. E a ação do grupo se baseia sempre na ação de Jesus. Na cerimônia do “lava-pés”, Ele nos ensina a medida certa do serviço: “se, pois eu o Senhor e Mestre vos lavaram os pés, vós devereis também vos lavar os pés uns dos outros”. (Jo 13,14). E quando se trata de amar, a medida certa é o próprio Jesus; “Como eu vos amei, vos também, amai-vos uns aos outros”. João 13,34&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Veja o restante da série "Os Sete" &lt;a href="http://pejotando.blogspot.com/2011/01/os-sete.html"&gt;clicando aqui&lt;/a&gt;.&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;/ul&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8994675472344404784-7653828530758166975?l=pejotando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pejotando.blogspot.com/feeds/7653828530758166975/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://pejotando.blogspot.com/2010/12/sete-virtudes-para-vivencia-nos-grupos.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8994675472344404784/posts/default/7653828530758166975'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8994675472344404784/posts/default/7653828530758166975'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pejotando.blogspot.com/2010/12/sete-virtudes-para-vivencia-nos-grupos.html' title='Sete virtudes para vivência nos grupos'/><author><name>Rogerio Oliveira</name><uri>https://profiles.google.com/108669675731056659230</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-TyrrSk5pJ8E/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAEf0/E_yoVEC_7Zk/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8994675472344404784.post-1622696047461793089</id><published>2010-12-08T13:27:00.000-02:00</published><updated>2011-12-23T18:18:56.548-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='sete'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='assessoria'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='dicas'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='dificuldades'/><title type='text'>Sete pecados capitais da assessoria</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O assunto de hoje é ligado aos pecados da assessoria. Para tratarmos disto, vamos pensar um pouco nas palavras. Entender a origem delas ajuda inclusive a melhorar a percepção que temos do seu uso no cotidiano. Pela nossa formação cristã, entendemos pecado como tudo aquilo que nos afasta de Deus. Mas na origem da palavra “pecar” encontramos tropeçar, mancar. Então pecado é o tropeço, as mancadas que damos no caminho para o advento do Reino de Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A tradição cristã aponta sete pecados capitais, ou principais, que materializam as formas de tropeço que podemos encontrar nesta caminhada. A idéia de hoje é apresentar como a ira, a inveja, a luxúria, a avareza, a gula, a preguiça e o orgulho aparecem dentro do ministério da assessoria, não no sentido de ficarmos apontando as mancadas desta ou daquela pessoa, mas para tentarmos crescer, aprendendo como os erros. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;b&gt;A IRA:&lt;/b&gt; Já conheci assessor irado, com uma agressividade exagerada. Normalmente eram pessoas bem detalhistas, que gostavam das coisas com perfeição e para quem as coordenações não acompanhavam os passos orientados com exatidão ou não tinham a capacidade de resolver de uma maneira "correta" os problemas. Não falo de uma natureza raivosa, mas de momentos em que isto acontece. Um assessor naturalmente irado não dura neste ministério. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É preciso que os assessores se policiem bastante, principalmente quando as coisas não estão caminhando como ele acredita que seja o melhor. Quando chega a sensação do “Eu quero assim e vocês precisam fazer assado” é um sinal de alerta. Sinal, inclusive de um ranço autoritário ou de pouca confiança no grupo que assessora. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um assessor com manifestações de ira intimida o grupo e não se dá a expor e compor com eles. Por vezes, suas manifestações são agressivas e chegam a ofender. E talvez esta seja sua intenção, pois o assessor irado acredita que não há outra maneira de fazer com que o grupo veja que está errando e volte a acertar. Há quem diga que por baixo de toda ira quase sempre detectamos medo: de errar, de expressar-se de outra maneira ou de perder espaço. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;A INVEJA: &lt;/b&gt;O invejoso sente um desgosto ou tristeza pelo sucesso  do outro. Sente-se injustiçado: “por que ele tem e eu não tenho?”. O  assessor invejoso sente um pesar quando vê que outros grupos reúnem  muitos mais jovens que o seu grupo, ou que eles tem tais e tais apoios e  ele não vê o mesmo na própria realidade, ou quando conhece um assessor  que fala empolgadamente ou escreve melhor ou cativa mais as pessoas, por  exemplo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Onde há a “mancada” e onde existe a possibilidade de salto qualitativo?  Temos a figura do pecado quando o assessor acaba deixando de lado as  virtudes do próprio grupo e fica só mirando e se lamentando porque o  outro grupo é melhor, maior ou mais bonito. É uma possibilidade de salto  qualitativo quando, ao olhar para o outro grupo que está numa condição  melhor, ele consegue enxergar onde pode melhorar o próprio grupo, dentro  de suas próprias características.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O assessor invejoso pode cair no erro de tentar ser como o objeto de seu  afeto; ele tenta imitar a criatividade e o talento de outro, mas quase  sempre é incapaz de atingir este objetivo. A imitação não leva em conta o  dom natural. Querer ser o outro ou fazer o que o outro faz acaba por  torna-lo uma cópia mal feita e que não tem originalidade. É uma ilusão.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;A LUXÚRIA:&lt;/b&gt; A palavra tem a mesma origem de “luxo”, que significa  excesso, superabundância. Acabou tendo seu significado ligado a uma  impulsividade desenfreada, um prazer pelo excesso, tendo também  conotações sexuais. Na assessoria, podemos entender a luxúria naquilo  que é o “poder de dominar”.&amp;nbsp; O assessor domina a coordenação, tem prazer  em saber que “manda”. Não é um João Batista que dizia a respeito do  Messias: “É necessário que ele cresça e eu diminua”.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b style="font-weight: normal;"&gt;Henry Kissinger disse uma vez que&amp;nbsp;não há nada mais afrodisíaco que o poder. Jesus nos ensina que o poder é serviço. O assessor luxurioso transforma o seu serviço em estratégia de prazer e o jovem, bem como o grupo num objeto para este fim&lt;/b&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;O assessor luxurioso gosta de estar entre jovens, não pelos valores  deles, mas pela quantidade. Ele quer muitos seguidores, mas não se  importa com a qualidade dos mesmos. Ele gosta mesmo é de se auto  promover. Mal sabe ele que os jovens desprezam a imposição e ele vai  terminar sozinho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;A AVAREZA:&lt;/b&gt; A origem da palavra aponta para “desejar  ardentemente”. É estar apegado a uma determinada coisa, com medo que ela  acabe. Está muito associada a questão financeira. Para o avarento, o  dinheiro deixa de ser um meio para conseguir outras coisas e se torna um  fim em si mesmo. É necessário para ele acumular e não dividir. Se  dividir, pode acabar. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O assessor avarento não é aquele que não paga a passagem de ônibus da  coordenação ou não leva o lanche numa confraternização. Ele é a pessoa  que quer acumular o conhecimento e a informação só para si. Não confia  no grupo ou na coordenação. Não expressa os próprios sentimentos e  poucas vezes emite alguma opinião sobre os projetos em que acaba  envolvido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É muito econômico em pensamentos, sentimentos ou ações. Tem dificuldade  em lidar com a diversidade, com a transparência. Normalmente chega nas  reuniões já num clima defensivo.&amp;nbsp; Não sabe dar dicas.&amp;nbsp;Não divulga conhecimento,&amp;nbsp; porque só tem dados acumulados. O assessor avarento é um tolo. Retem demais as coisas, mas não sabe o que fazer depois com elas.&amp;nbsp; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;A GULA:&lt;/b&gt; Gula vem de “garganta”, “goela”, acabou derivando para “boca” e chegou a nós como os excessos no comer e no beber. O guloso não experimenta, saboreia as comidas, simplesmente as engole, com voracidade. E quanto mais ele come, mais ele perde o controle, porque para aplacar sua ansiedade é preciso atacar, sem maiores reflexões, o seu objeto de prazer. Isto acaba desencadeando um sentimento de frustração, ansiedade e culpa, gerando assim uma grande insatisfação pessoal e também com o mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A gula não é só no sentido da comida, mas pode ter também o aspecto intelectual. Viver com esta pedra de tropeço, que é a gula, representa estar funcionando abaixo do próprio potencial, buscando sempre uma compensação pelo que acredita não se ter. A sensação é de não estar fazendo tudo que o que se pode, vivendo sem atender expectativas. A atitude mental básica é: necessito aprender tudo. Essa característica pode levar à necessidade de monopolizar, desejando o poder cada vez mais para si. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um assessor guloso pode acabar tendo um papel centralizador, que não confia ou que não quer confiar em no grupo que acompanha, porque, na verdade, não confia em si mesmo e em seu potencial. Todas as decisões têm que partir dele, ele precisa estar a par de todas as informações que tem ligação com grupo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A equipe passa a não decidir e fazer questão de não decidir nada. Todos os trabalhos são incompletos, pois o assessor ainda dará a opinião final. Então, é inútil concluí-los. Corre o risco ainda de passar a péssima impressão de ser um egoísta e um chato, e os participantes do grupo o abandonarem, deixando-o com a cara lambuzada e ainda com fome.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;A PREGUIÇA:&lt;/b&gt; No nosso cotidiano, relacionamos a figura do  preguiçoso àquele que não gosta de trabalhar (ou estudar) e quando o  faz, não liga para o capricho, fazendo a sua tarefa com desleixo,  lentidão ou negligência. A preguiça não se resume na preguiça física mas  também na preguiça de pensar, sentir e agir. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O assessor preguiçoso não quer aprender mais nada. Gosta de deixar as  decisões para depois. Quando bate a preguiça no assessor ele é sempre um freio e nunca um acelerador.  Não entra em conflito para não ter que discutir. Não interfere numa ação  que sabe que vai dar errada, porque isto iria implicar em ter que  estudar uma nova maneira de agir. Convive pouco com sua comunidade porque não quer se envolver.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O tropeço que a preguiça represente na vida de um assessor está também  na falta de coragem em divulgar a proposta do grupo. Ele não escreve,  não sistematiza, não comenta as ações, não checa os fatos, não dá novas  ideias. Afinal, para ele, isso dá muito trabalho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;O ORGULHO:&lt;/b&gt; Chamado também de soberba ou altivez, pode se traduzir
