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segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

Sobre questões linguísticas e de interpretação

Já participei de muitas formações a respeito da Pastoral da Juventude. Muitas delas eu ajudei a preparar. Talvez tenha sido um erro da minha parte, mas eu sempre apostei que as obviedades não precisariam estar na pauta dos temas.

Dou um exemplo. Havia uma apresentação muito comum (ainda há quem a faça) de diferenciar Pastoral DA Juventude de uma tal Pastoral DE Juventude. Fora os malabarismos gramáticos e morfológicos, eu aprendi que a essência desta discussão não estava no uso ou não do artigo A junto com a preposição DE, mas sim no Protagonismo Juvenil.

terça-feira, 7 de junho de 2011

Os nós de uma relação: eles e nós

Imagine um casal de namorados. Imagine agora que eles brigaram e se separaram. Além disso, esta separação se deu por algo mal resolvido. Se você é amigo de um dos dois, sabe que quando encontrá-lo ou encontrá-la, o assunto do outro ou da outra aparece na pauta de conversa entre vocês e o papo fica girando em torno dos mesmos assuntos. Fica um ambiente ruim e que você sabe que isto não vai resolver nada. Conseguiu imaginar esta situação?

E em um ambiente da Igreja, isto seria possível? Não entre pessoas, mas entre grupos? Sim, isso acontece. E confesso que pessoalmente tenho cada vez menos paciência com isso. Criam-se inimizades como se os grupos fossem rivais lutando por um mesmo espaço. Claro que existem diferenças, e elas são importantes, mas em nome destas diferenças tenta-se matar o diferente.

sábado, 21 de maio de 2011

E quanto à Jornada Mundial da Juventude?

Num outro artigo deste blog, eu defendi que é preferível que trabalhemos, enquanto Pastoral da Juventude, com os grupos de base ao invés de preferir os eventos de massa. Contudo, esta relação não pode ser de exclusividade, ou seja, uma coisa ou outra coisa. Há de se encontrar um ponto pacífico de convivência entre estas duas formas de trabalho.

Neste mesmo artigo também há a ideia de que eventos de massa só são válidos se for feito um trabalho prévio com os grupos, sobre a proposta do encontro, sobre como se preparar para ele e sobre como ele pode ser útil pastoralmente.

Se já foi dito isto, por que voltar ao assunto? Porque o assunto voltou à pauta, mas agora com algumas outras variáveis que não estavam no artigo original. Não estamos falando de um evento de massa qualquer. Trata-se da Jornada Mundial da Juventude que acontecerá este ano em Madri e, possivelmente, em 2013 no Brasil. No que é que isto implicará?

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

A gente se vê na luta

Não. Não dá mais para pensar que a PJ tem todas as respostas para todas as juventudes. E nem que seus questionamentos servem para todos os jovens. Confesso que eu tive esta ilusão quando estava em meus primeiros anos na pastoral. Mas este é um fato que hoje eu compreendo melhor. Agradeço, pois, ao tempo e às muitas divergências com quem pensava diferente de mim em tantos e tantos aspectos.

Deixei de lado também a versão maniqueísta de que a PJ é o bem e quem não caminha ao nosso lado é o mal. Como se perdem oportunidades e contatos maravilhosos com tantas e tão boas lideranças por causa desta visão estreita!