Com este texto, encerro minhas reflexões sobre a Jornada Mundial da Juventude de 2013, ocorrida em julho no Rio de Janeiro. Os números desta JMJ impressionam, as estatísticas são fabulosas. Há inúmeros relatos positivos de gente de pastoral, comprometida e que se sentiu tocada por estar num evento assim. Talvez, por conta disto, muitos destes, entre tantos outros, já começaram a se preparar para a próxima JMJ, que ocorrerá desta vez em 2016 em Cracóvia, na Polônia.
É legítimo o direito de desejar estar em eventos como estes. Mas é preciso que se tome um cuidado para que nossa ação pastoral não fique esvaziada no período entre jornadas e que a JMJ não se torne um gigantesco EJP (Encontro de Jovens com o Papa), sem o devido pensamento pastoral de engajamento. Como disse Francisco, é preciso que os jovens saiam para as ruas, é preciso evangelizar, é preciso revolucionar.








