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sábado, 12 de agosto de 2017

Você já pensou em seu projeto de vida?

Um dos grandes presentes que a Pastoral da Juventude me deu foi apresentar a ideia de desenvolver um projeto de vida. A sensação de ser levado pela maré, de seguir tendências, de não se ter o mínimo controle da própria existência é, no mínimo, preocupante.

A gente aprende desde cedo na PJ que é preciso que o/a jovem seja protagonista de sua própria história. Isto não pode ser tomado de uma maneira desconectada da realidade, sem um fundamento sólido, sem valores éticos e morais e sem entender as perspectivas que se apresentam diante de si.

A ideia de que “o futuro a Deus pertence” nos passa o sentimento de confiança espiritual, mas corre o risco de nos tirar a responsabilidade pelas nossas decisões. Fato é que tudo que fazemos ou deixamos de fazer apresenta, de certa forma, resultados nos passos que ainda serão dados.

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Precisa acabar assim?


Há tempos ele já vinha percebendo que a relação não estava lá aquelas coisas. Ela exigia muito e ele sempre dando muito. Os momentos de satisfação que eles partilhavam eram cada vez em menor número. Ele sentia que estava vivendo um período de obrigações e não de entrega verdadeira.

Ela, por outro lado, era de fato bem exigente. Não era consumista, narcisista, egoísta ou qualquer outro “ista” que você possa imaginar. Seu lado exigente estava em querer atenção e dedicação. 

Eles tinham sonhos em comum quando a relação começou. Ela apontava um mundo novo, de possibilidades e de encantamentos. Ele tinha um vigor juvenil que o tempo e a história foram consumindo.

Para alguns amigos dele, ele dizia que queria dar um tempo, afastar-se dela. Viver outras experiências, tentar sentir saudades. Alguns deles tentaram movê-lo desta ideia. Propuseram a ele que tentasse novamente o diálogo. Dissesse a ela seus problemas e dificuldades. Ele confirmou que já havia até tentado fazer isto anteriormente. Mas as obrigações e a rotina diária acabaram por matar o assunto.

domingo, 9 de janeiro de 2011

Sete maravilhas da PJ

Quando falamos em “maravilha” pensamos em algo que nos desperta uma grande admiração por causa daquilo que é capaz de fazer ou por sua perfeição, grandeza ou beleza. Há uma lista já bem difundida de sete maravilhas do mundo antigo (As Pirâmides de Gizé, os Jardins suspensos da Babilônia, o Farol de Alexandria, o Colosso de Rodes, o Mausoléu de Halicarnasso, a Estátua de Zeus em Olímpia e o Templo de Ártemis em Éfeso) e de outras sete maravilhas do mundo moderno (Muralha da China, Petra na Jordânia, Cristo Redentor no Rio de Janeiro, Machu Picchu em Cuzco no Peru, Chichén Itzá em Yucatán no México, o Coliseu em Roma e o Taj Mahal na Índia).

As duas listas com as sete maravilhas são de locais importantes seja por sua história, por sua arquitetura ou por serem locais de grande visitação, devoção ou memória. Há algumas outras listas de sete maravilhas espalhadas por aí. Todas elas valorizam o que se julga ser aquilo que há de mais importante, relevante ou notável.

Como listas são coisas totalmente discutíveis e eu não quero abrir mão de uma boa discussão (porque aprendemos sempre com quem pensa diferente), lanço aqui no último artigo da série “Os Sete” as “Sete maravilhas da PJ”. São elas que diferenciam a PJ de outras formas de organização juvenil e, por causa delas, eu estou na PJ até hoje. Vamos a elas.

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Dando passos de qualidade

A avaliação é um dos processos mais ricos dentro da caminhada de um grupo de jovens. Se for bem feita, pode ajudar com que o grupo melhore significativamente a sua ação pastoral e o seu próprio envolvimento enquanto grupo. Este artigo visa apontar três preocupações: quando fazer a avaliação, como trabalhar os momentos de tensão e conflito durante as avaliações e apresentar algumas dicas. Vamos às questões.