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quarta-feira, 24 de janeiro de 2018

Será que eu sou pejoteiro?

O que te faz pejoteiro? Que marca é essa que você identificou em sua jornada e que lhe fez abraçar com alegria ser aquilo que você é? Eu estava falando outro dia com uma pejoteira sobre as opções que fazemos em nossa vida, sobre aquilo que nos identifica e das quais não abrimos mão.

Também conversei na semana passada com uma outra pessoa sobre as mudanças que fazemos, as concessões que abrimos, para ser deste ou daquele grupo, para podermos ser aceitos ou para que esta ou aquela ideia seja aprovada. Até onde vai nossa negociação, sem que a gente corra o risco de se corromper, de vestir máscaras ou de perder a própria identidade?

Tenho comigo algumas impressões sobre o que nos faz sermos pejoteiros. Fatores e opções que nos marcam, sejamos nós do grupo de base, da coordenação, da assessoria ou de quaisquer outras estruturas e serviços. Partilho com você que lê este texto apenas 12 destas características identitárias. E coloco em link no título alguns dos textos que já escrevi aqui que podem ajudar a aprofundar a ideia.

sábado, 28 de dezembro de 2013

Retrospectiva 2013

Os jornais fazem. Os canais de televisão também. As emissoras de rádio, idem. Os grandes e pequenos portais entraram no embalo. Como é uma coisa boa, acabei fazendo de novo. Seguindo os passos do ano passado, vai aqui a Retrospectiva dos artigos publicados neste blog durante 2013.

No total, foram trinta e cinco textos publicados no ano (com este aqui são trinta e seis). Com esta produção, o blog chega a 185 artigos. É uma quantidade boa. Se você quiser, pode acessar os textos deste ano por aqui mesmo e os anteriores pelas pesquisas por temática, por palavra chave ou pelas sugestões na coluna lateral. Mas vamos às descrições

quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

Retrospectiva 2012


Inspirado nestes programas televisivos (e agora também nos portais da internet), resolvi também dar uma revisada em tudo que aconteceu neste ano no Blog “E por falar em pastoral...”. Foi uma viagem para mim. Espero que seja para você também. Quem quiser rever o texto, é só clicar no link correspondente. Vamos lá.

O ano começou falando da importância de um evento pejoteiro que estava para acontecer: o X Encontro Nacional da Pastoral da Juventude. Falou-se também de um dos símbolos mais comuns que carregamos e do seu sentido: o anel de tucum. Terminamos o primeiro mês perguntando se todo mundo pode ser pejoteiro.

sábado, 16 de abril de 2011

E por falar em pastoral... Um ano pejotando

Sabe aquela história de que parece que foi ontem que qualquer coisa aconteceu? Parece que foi ontem que eu te conheci, parece que foi ontem que o Corinthians foi campeão, parece que foi ontem que a gente fez aquele concurso, parece que foi ontem... Pois é. Parece que foi ontem que eu comecei a postar alguns textinhos na internet e a consultar amigos se aquilo estava bom, claro e se serviria para alguma coisa...

Parece que foi ontem... Mas faz um ano. Foi em 21 de abril de 2010 que o primeiro artigo foi postado. Depois dele foram dezenas de outros. E hoje chegamos ao artigo número sessenta e quatro. E como em toda boa virada de ano, é chegado o momento de uma retrospectiva.

Não dá para destacar aqui todos os outros sessenta e três artigos. O que dá para fazer é uma retomada por temáticas, temas tão pessoais que você pode até discordar – e eu adoraria que discordasse, mas são aquilo que eu acho hoje. Vamos a elas.

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Os Sete

No Instituto Paulista de Juventude temos um projeto de formação de lideranças chamado “Eu sou + 7 x 7”. É um grupo de cinquenta jovens (por isso do nome “sete vezes sete mais um”) onde a mística do número sete é bem valorizada.

Conforme já havia dito antes, esta invenção não é nossa. O número sete é valorizado em várias culturas, sociedades, religiões e entidades. Da nossa parte, recebemos esta herança dos escritos bíblicos e de influências que a própria sociedade atual nos presenteou.

Deus criou o mundo em seis dias e no sétimo descansou. Pedro queria saber se sete vezes era um bom limite para se perdoar. Jesus disse que era setenta vezes sete. Sete homens foram escolhidos para serem diáconos e ajudar na Igreja primitiva. Sete pessoas foram as únicas que se salvaram juntamente com Noé, das águas do dilúvio. Sete são as igrejas da Ásia que João relata em sua visão. João viu na mão de Deus um livro selado com sete selos.

Tanto sete assim na Bíblia deve ter algum significado. E tem. O sete é o número da perfeição, daquilo que é completo, daquilo que se completa. A ideia deste artigo foi trazer o número sete para as relações juvenis e para a Pastoral da Juventude, refletindo alguns temas que lhe são importantes. O que falta a estes grupos? Como melhorar em seus propósitos? Segue a lista dos artigos.

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Quaresma grupal

Encerrada a série com as quarenta perguntas sobre os grupos de jovens, trago aqui um resumo que pode facilitar a localização das questões dentro do blog. Além de facilitar a busca, este artigo ajudará a quem estiver nos acompanhando a ter uma visão mais geral desta série.

Não quis chamar este artigo de resumo ou índice por conta do simbolismo em torno do número 40. “Quaresma grupal” soou como um nome melhor para mim justamente pelo aspecto de reflexão que as questões podem nos trazer. São quarenta perguntas que podem ajudar na conversão de alguns grupos, lideranças, coordenações ou assessorias. São quarenta indagações que podem contribuir na preparação de uma nova páscoa grupal.

Vamos a elas.