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domingo, 18 de janeiro de 2026

Cinco maneiras de ajudar um grupo a crescer

Existem diversos materiais a respeito da vida em grupo, de modo especial da vida num grupo de jovens. Alguns se arriscam em fórmulas, modelos e estruturas prontas que servem para ser replicadas. Em alguns casos isso funciona. A prática, no entanto, indica que quanto mais fechado o modelo, quanto mais rígida a fórmula, quanto menos adaptativa  a estrutura, menor  chance de dar certo. 

Isto, de fato, é verdade quando consideramos que cada realidade possui variáveis que devem ser levadas em conta. Cada grupo, cada paróquia, cada comunidade tem uma história, um contexto e desafios próprios. Não há fórmula ou receita que dê conta disto.

Não vamos, porém, partir para o extremo oposto e achar que não há como aprendermos com a experiência do outro já que ele não "calçou a nossa bota" ou "pisou no nosso chão". Acreditar nisso é bobagem. Existe uma grande riqueza na aprendizagem com a observação. E a capacidade do ser humano de se adaptar é imensa.

Se você reparou no título do texto, deve estar se perguntando: Para que esta introdução tão longa? Porque estas dicas chegam com este pano de fundo. Não são receitas prontas, nem fórmulas mágicas. Precisam ser adaptadas de acordo com a história do grupo, sua realidade atual, suas dificuldades e suas perspectivas. E se você acompanha um grupo, coordena ou anima encontros, estas dicas são para você.

sábado, 28 de maio de 2016

Cinco conselhos às lideranças pejoteiras

Nestes anos todos na pastoral da juventude, conheci muita gente engajada nas diversas instâncias e em muitos serviços. Muitas lideranças de grupos de base, muitas/os jovens e assessores das instâncias estaduais e nacionais. Alguns dos textos deste blog foram direcionados a uns, a outras, mas poucos foram para todo mundo.

Já vi gente falhar em coisas básicas que por vezes eu também caí. Coisas que estão no nosso DNA e que, na teoria, não deveríamos falhar. Coordenadores/as, assessores/as e lideranças tropeçando neste ou naquele aspecto.

Por isto resolvi escrever este textinho. Cinco conselhos bem básicos, mas que eu acho fundamentais. Cinco ideias que, revendo agora depois de escritas, podem ser aplicadas com as devidas adaptações a qualquer grupo.

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Vivendo de reunião

Uma das maiores queixas dos pejoteiro é o excesso de reuniões. E outra grande queixa é a da falta de compromisso com as reuniões. E nesta linha ainda, o povo se lamenta demais com a falta de objetividade no resultado das mesmas.

Será que tem jeito? Será possível que possamos sair de uma reunião cujo maior fruto não tenha sido a marcação de outra reunião? Como fazê-las ser mais produtivas? Como não perder o foco e termos resultados melhores? Quero partilhar alguns pensamentos nesta linha.

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

E ainda vem me dizer que é pejoteiro?

Sujeito estufa o peito e diz que ama a Pastoral da Juventude. Seria bonito. Sim, seria. Mas uma coisa é a frase isolada, perdida e deslocada do seu contexto. E outra coisa bem diferente é perceber esta mesma frase junto de outras frases ou emparelhada com as atitudes. Não. Não bate, não cola, não dá liga.

O que pretende um sujeito cuja coerência e cujo testemunho não ajudam a aliar o que se prega e o que se vive? Há alguns que agem por ignorância, por desconhecimento. Estes tem jeito ainda. Formação e acompanhamento ajudam a dar clareza e apontam um caminho bom para seguir. Outros querem pontuar questões e buscam a provocação e a reação. Estes são os que buscam provocar acabam por abrir espaço para o debate. Eu gosto deles.  Outros, no entanto, agem por má-fé mesmo. São os que agem sem ética. Estes mereceriam ter o nome apagado do livro da História. Mas quero me deter um pouco sobre eles.

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Precisa acabar assim?


Há tempos ele já vinha percebendo que a relação não estava lá aquelas coisas. Ela exigia muito e ele sempre dando muito. Os momentos de satisfação que eles partilhavam eram cada vez em menor número. Ele sentia que estava vivendo um período de obrigações e não de entrega verdadeira.

Ela, por outro lado, era de fato bem exigente. Não era consumista, narcisista, egoísta ou qualquer outro “ista” que você possa imaginar. Seu lado exigente estava em querer atenção e dedicação. 

Eles tinham sonhos em comum quando a relação começou. Ela apontava um mundo novo, de possibilidades e de encantamentos. Ele tinha um vigor juvenil que o tempo e a história foram consumindo.

Para alguns amigos dele, ele dizia que queria dar um tempo, afastar-se dela. Viver outras experiências, tentar sentir saudades. Alguns deles tentaram movê-lo desta ideia. Propuseram a ele que tentasse novamente o diálogo. Dissesse a ela seus problemas e dificuldades. Ele confirmou que já havia até tentado fazer isto anteriormente. Mas as obrigações e a rotina diária acabaram por matar o assunto.

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Você sabe trabalhar em grupo?

Vou partir do princípio de que você que lê este texto participa de um grupo e que quer que ele progrida e alcance seus objetivos. Vou acreditar também que você contribui para que as pessoas do seu grupo também participem cada vez mais e sejam de fato protagonistas de sua ação.

Partirei da ideia de que você não é, necessariamente, o coordenador deste grupo, podendo ser uma boa liderança do mesmo. Se for o coordenador do grupo, ótimo também.

Já partilhei aqui neste espaço que as pessoas gostam de números e de dicas. Este texto poderia receber o título de “10 mandamentos de uma liderança participativa” e talvez recebesse muito mais visitas. Mas o título dado também vai direto ao ponto.

sábado, 11 de junho de 2011

O papel das representações

Sim, há quem diga que o grande problema da pastoral da juventude hoje é a pouca atenção que se dá aos grupos de base. Imagino que esta não seja uma realidade em todo canto. Mas já ouvi isto de bocas diversas e li isto vindo de e-mails e chat’s diferentes também. Penso que os grupos de jovens são uma das prioridades sim e não se deve esquecer deles em nossos planejamentos pastorais. Já comentei sobre isto recentemente no artigo “Há que se cuidar do broto”. Contudo creio que existam outros itens a serem considerados.

Uma amiga me disse outro dia que o problema é que os jovens dos grupos vão para as “instâncias” e esquecem da base. Digo que isto pode acontecer e que já vi com mais de um representante. E também já vi o contrário, gente muito comprometida com os grupos, como também presenciei momentos de falta de preocupação com as bases de gente séria e responsável. Ou seja, neste universo que é a representação de instâncias e na nossa organização pastoral nos diversos níveis, há de tudo.

Por “instâncias”, quero dizer desde a paróquia, onde o grupo de jovens vai se fazer representado, até a coordenação nacional da PJ. Por incrível que pareça, há perfis de representações que se repetem nestes níveis. Como entender que papéis existem e como trabalhar com eles? Não é minha intenção falar de todos os perfis, mas contribuir com algumas reflexões. Vamos a elas.

domingo, 10 de outubro de 2010

Capacitação

“É dever também da própria liderança jovem poder trabalhar e melhorar a própria atividade apostólica e pastoral”. Foi esta uma das frases que utilizei no artigo sobre liderança. É claro que o ambiente ajuda, o coordenador é importante, um clima participativo na pastoral é fundamental, mas sem um empenho pessoal na própria formação e caminhada, nada disso adianta. É sobre este aspecto pessoal que quero tratar no texto de hoje.

domingo, 3 de outubro de 2010

Liderança

Em uma visita a qualquer livraria de médio ou grande porte, podemos encontrar diversos livros tratando do assunto “liderança”. De fato, existem muitas publicações que tratam sobre como despertar, entender e aprimorar as qualidades daqueles que são considerados líderes. A provocação que quero oferecer neste texto é sobre o cuidado com as lideranças jovens de nossos grupos. Há muitos assuntos dentro deste tema e que eu gostaria de escrever a respeito, mas por enquanto vamos ficar com estas duas questões abaixo.

sexta-feira, 25 de junho de 2010

Pensando as reuniões – Parte 1

Há muitos grupos de jovens em nossas comunidades. Uma carência que percebo em muitos daqueles que conheço é o amadorismo de algumas lideranças e a falta de um planejamento. Quando falo amadorismo, eu me refiro a uma falta de preparação para coordenar um grupo. Normalmente são jovens excelentes e com muita boa vontade, mas sem uma visão de que o seu trabalho de evangelização está ligado a algo maior e que deve ser feito com uma melhor qualidade também. Uma das maneiras de melhorar esta qualidade no serviço da coordenação de um grupo é a elaboração de um planejamento bem feito. É sobre este assunto que iremos conversar neste e nos próximos três artigos.

sábado, 19 de junho de 2010

Grupos de jovens - parte 3

Nos conceitos básicos para os grupos de jovens, este é o terceiro e último artigo. A partir do próximo, a ideia é trabalhar a respeito de planejamento de reuniões. Quanto a este, temos aqui três perguntas bem relevantes. Sabendo trabalhar os aspectos aqui apresentados e adaptando-os à realidade em que você vive, acredito que terá bons frutos. Vamos a eles.

sexta-feira, 4 de junho de 2010

Para ser um bom coordenador de PJ - Parte 2

Dando continuidade ao artigo anterior, continuo aqui a apresentação dos outros "10 mandamentos de um bom coordenador", texto adaptado da obra do Pe. Jorge Boran de seu livro "Juventude, o grande desafio". Mais do que mandamentos, estas são dicas para ajudar a lembrar que toda a coordenação é um serviço prestado e como tal deve ser bem feito para dar bom resultado.

segunda-feira, 31 de maio de 2010

Para ser um bom coordenador de PJ - Parte 1

Uma coisa que eu sempre notei nos cursos que dou é que o povo adora dicas! E dicas com números parecem que são coisas mágicas!!! Quando eu falo: "Agora vou apresentar cinco pontos que todo assessor deve prestar atenção para exercer bem seu ministério", o povo se arruma nas cadeiras e presta mais atenção. É nítido. E bem bacana também.

Isso não é novidade. Basta ver os 10 mandamentos. É uma forma rápida e prática de se guardar conceitos importantes. O Pe. Jorge Boran também percebeu isso e lançou num de seus livros, "Juventude, o grande desafio", de 1982, os 10 mandamentos de um bom coordenador. Se você colocar num site de buscas qualquer esta expressão deve encontrar o texto do Pe. Boran, talvez sem os créditos. Mas se quiser ir direto a uma fonte confiável clique aqui.

Tomo a liberdade de pegar este texto original e dar uma versão minha a ele. Para o artigo aqui não ficar muito grande, reproduzo hoje somente os cinco primeiros. Numa outra data, mando os próximos cinco. Claro que cada um destes "mandamentos" dariam um artigo bem bacana para ser aprofundado. Quem sabe ainda não possamos fazer isto juntos?