Mostrando postagens com marcador CF. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador CF. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 8 de abril de 2013

Eu estou aqui. Pode me enviar


Era assembleia da Pastoral da Juventude daquela diocese. A turma iria modificar a coordenação diocesana e apontar as prioridades do ano seguinte. Assembleias sempre são momentos importantes na vida pastoral, decisivos mesmo. Era a primeira assembleia em que ele era delegado. Desde o tempo em que participava do grupo de jovens ouvia falar da importância destes momentos. Agora estava ali, vivendo a história.

Sua vida pastoral sempre fora paroquial, nunca havia ido para uma instância além daquela. Portanto ali, tudo parecia novidade, tudo parecia grande. Ele observava e se sentia meio intimidado. E se dissesse algo que estivesse fora do contexto? Falta de experiência é fogo. Decidira que ficaria só observando.

domingo, 3 de março de 2013

A tal opção preferencial pela juventude

Documentos da Igreja a apontam. Pessoas repetem a afirmação por aí. E neste ano de 2013 será especialmente citada. Mas será que todos os que ouvem tal afirmação tem a mesma interpretação? O que significa de fato a Igreja afirmar que fez uma opção preferencial pela juventude?
 
Num artigo anterior, já discutimos sobre as diferentes razões apresentadas pelas pessoas para investir (ou não) na juventude. A realidade da pessoa, seu histórico, sua visão de juventude e de Igreja são a base para responder a esta questão do investimento. Mas será que elas também servem para explicar os entendimentos que possam aparecer a respeito da opção preferencial pela juventude?
 
O padre Jesuíta João Batista Libânio disse certa vez que para ajudar a entender uma frase ou expressão, podemos começar analisando palavra por palavra, suas origens e significados para depois entendê-las todas juntas e posteriormente no contexto citado. Achei uma boa dica. E será como faremos neste texto.

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Para que investir na juventude?


Em tempos de “ano da juventude”, vale a reflexão sobre as respostas que são dadas quando se questionam os motivos, razões ou necessidades de se investir na juventude. E investimento não é só financeiro, é também doação do tempo, da escuta, do aconselhamento, dos recursos materiais, humanos e afetivos. 

Muito se ouve a respeito deste tema. Há afirmações positivas, negativas, de desconfiança ou todas juntas e misturadas. Qual a ideia que se esconde atrás de cada colocação? Que visões de mundo e de juventude estas respostas revelam? 

É preciso que se diga, novamente, que nenhuma delas é uma indireta a esta ou àquela situação específica. Na verdade é uma coletânea. Muita coisa se diz por aí. E muita gente acaba repetindo frases sem ao menos parar para refleti-las. Vejamos dez tipos de respostas:

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

13 dicas colocar a CF 2013 em ação


Se você é um coordenador, assessor ou liderança de grupo ou está ligado pastoralmente à articulação juvenil, não tem como desconhecer que o ano de 2013 tem como marca um olhar da Igreja para a juventude. Sim, certamente teremos aqueles que farão um ano somente para cumprir protocolos e obrigações. Mas, pessoalmente, considero esta uma oportunidade fantástica para colocarmos a mão na massa e nos organizarmos mais para a missão pastoral.

Certamente, entre muitos de nós, há aqueles que, com tantas possibilidades, não sabem por onde começar. E, claro, não há uma dica prática que sirva para todos. Pensando nisso, diante do pouco tempo que temos para o início da Campanha da Fraternidade, lanço 13 dicas para botar a CF 2013 em ação. Alguma delas talvez sirva para você. Adapte se for o caso. Sinta-se livre para criar também, caso alguma lhe dê inspiração. Vamos a elas.

quarta-feira, 11 de julho de 2012

É hora de botar a CF 2013 na rua

Depois de 21 anos, a Igreja no Brasil traz de volta a reflexão do tema “juventude” em 2013 durante a Campanha da Fraternidade (CF). Vivi intensamente o ano de 1991, preparando a CF do ano seguinte. Tenho em meu coração um espaço de saudade daqueles anos. Eu havia conhecido a PJ em 1989. Tínhamos na paróquia uma assessoria efetiva e afetiva dos salesianos e salesianas. E pudemos ir preparando o terreno para uma boa organização paroquial da PJ por lá.

Olho para o cartaz da CF 92 e muitas recordações vem em minha mente. Uma delas é de que, pela primeira vez, eu ouvia falar de juventude na Igreja como um elemento renovador. Era “o novo”, falávamos e líamos nos documentos. Os cantos litúrgicos e de animação tocavam neste ponto.Tantas iniciativas. Tantos cursos. Tantas palestras. Tantos festivais. Tantos shows. Teve até escola de Samba falando no tema! Era o ano da juventude. Foi um despertar!

Pois então, vinte e um anos depois, nós estamos novamente às vésperas de outro “ano da juventude”. 2013 chega anunciando nova CF sobre juventude e pela primeira vez a Jornada Mundial da Juventude acontecendo no Brasil. Aqui nas terras paulistas, também estaremos celebrando 40 anos de organização pejoteira. É um ano bonito e cheio de desafios.

quarta-feira, 20 de junho de 2012

Vamos conversar sobre nossa organização?

Quantos de vocês não olham para suas realidades e pensam: “Isso aqui poderia estar um pouco mais organizado...”. Sim, é possível que este pensamento já tenha passado pela cabeça de vocês. Contudo, quantos já colocaram o dedo na ferida (não para ser um sádico cruel, mas com o cuidado de quem quer limpar e tratar para melhorar)? Quantos já arregaçaram as mangas e colocaram a mão na massa? Quantos já pararam para se planejar de forma mais eficiente, eficaz e efetiva?

Quer um exemplo? Ano que vem a Campanha da Fraternidade é sobre juventude. O que você e o seu grupo (seja na comunidade, paróquia, setor, forania, região, diocese ou sub região) tem feito a respeito? Meu caro, minha querida, este é um momento único e privilegiado! Não podemos nos contentar a fazer uma Campanha meia boca por alguns dias da quaresma e ponto final. É preciso pensar na vida da juventude e ajudar as nossas comunidades a refletir sobre isso também. É preciso falar de culturas juvenis, abrir as portas das nossas igrejas para um diálogo franco com elas. É preciso denunciar todo sistema de morte que cerca e ronda a juventude. É preciso buscar e expor os porquês dos jovens serem vítimas e agentes da violência. É preciso escancarar e deixar claro e nítido porque a proposta de Jesus é uma boa nova para os jovens também. É necessário mostrar porque nos apaixonamos por esta causa e porque somos pejoteiros.

Vocês já conversaram sobre isso?

domingo, 24 de abril de 2011

Vamos falar da CF 2013?

Sabemos que a época da Quaresma é período propício de reflexão e conversão pessoal, em vista da Páscoa. E sabemos também que durante este tempo, a Igreja no Brasil realiza a Campanha da Fraternidade, a cada ano com uma temática específica.

O tema da juventude foi tratado em 1992 e, incrivelmente, eu me lembro disto, porque eu era jovem nesta época! Lembro que em 1989 recolhemos assinaturas no grupo em que eu era crismando, num abaixo assinado pedindo que a CF-91 fosse sobre juventude. Não conseguimos porque naquele ano de 1991 a campanha foi sobre o mundo do trabalho, em comemoração pelo centenário da encíclica “Rerum Novarum”, escrita em 1891 pelo Papa Leão XIII e que foi a primeira carta papal a tratar da realidade do operariado.

Mas o tal do abaixo assinado que passou pelo meu grupo rendeu frutos pelo Brasil. Foram 457 mil assinaturas, colhidas em 187 dioceses. E a campanha acabou mesmo acontecendo em 1992. Desde o ano anterior eu vi pipocar em diversos lugares cursos, assembleias, formações e até escola de samba. “Juventude, caminho aberto” era o lema desta campanha. Deu um ar de novidade, foi muito bem trabalhada na minha realidade e fez com que o tema da campanha ficasse colado com a ideia de um trabalho pastoral.