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sexta-feira, 30 de junho de 2017

Sobre privilégios

Voltava outro dia para casa, vindo de transporte público. Na passarela eu me dei conta que eu era mais alto do que a maioria das pessoas que ali estavam na multidão. Isso era bom para mim, pois me permitia ver mais longe e saber, antecipadamente onde estavam as aglomerações ou algum problema adiante e poder desviar.

Eu voltava para casa, vindo do meu serviço. Vinha bem vestido. Roupa limpa, alinhada, confortável. Houve quem já me dissesse que aquela era "roupa de patrão". (Patrão andando de transporte público, enfim... Mas continuemos).  O que significaria essa expressão? Que, assim como a altura, eu estivesse acima da média no padrão de vestimenta. Talvez fosse isso. Ou, provavelmente, mais do que isso.

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Vivendo de reunião

Uma das maiores queixas dos pejoteiro é o excesso de reuniões. E outra grande queixa é a da falta de compromisso com as reuniões. E nesta linha ainda, o povo se lamenta demais com a falta de objetividade no resultado das mesmas.

Será que tem jeito? Será possível que possamos sair de uma reunião cujo maior fruto não tenha sido a marcação de outra reunião? Como fazê-las ser mais produtivas? Como não perder o foco e termos resultados melhores? Quero partilhar alguns pensamentos nesta linha.

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Somos gente de princípios



Num outro artigo, comentava sobre a decisão que a Coordenação Regional da Pastoral da Juventude do Sul 1 (estado de SP) tomou em relação aos grupos de trabalho criados na última assembleia regional. Estes grupos de trabalho (GT’s) estão a serviço não da coordenação regional, mas sim dos grupos de pastoral da juventude (paróquias, dioceses e sub regiões) deste estado. E eles foram criados sob a inspiração dos projetos nacionais aprovados na última ampliada nacional. Cada GT recebe um nome de um dos projetos e procura desenvolver trabalhos a partir das motivações destes mesmos projetos.

Pois bem, a decisão que a CRPJ Sul 1 tomou diz respeito às orientações que estes GT’s terão para poder desenvolver o próprio caminhar. Foram dadas duas prioridades pastorais: “Nucleação de Grupos de Jovens” e “Trabalhar e Fortalecer a Identidade da PJ”. Isto significa que toda ação que estes GT’s tomarem tem que ter como objetivo último estas duas prioridades.

A pergunta que caberia fazer aqui é se vale qualquer ação para dar conta destas prioridades? A resposta clara é não! A CRPJ do Sul 1 elencou doze princípios pastorais que servem para balizar estas prioridades. E é sobre metade delas que falaremos hoje. Antes, vale ressaltar que estas dicas são direcionadas para os GT’s, mas podem ser utilizadas por qualquer grupo de pastoral que esteja interessado.

sexta-feira, 14 de maio de 2010

Por que falar de PJ?

Tenho achado esta experiência de fazer um blog muito interessante. Colegas com mais tempo de estrada me mandaram mensagens de incentivo. Outros me deram dicas. O blog tem seguidores que nunca vi pessoalmente. Isto certamente não se deve aos meus belos olhos castanhos ou ao fato de que eu seja o pai de um lindo garotinho de quase três anos. E é claro que não foi por nada disso. E nem foi por isso que eu tive esta iniciativa.

quinta-feira, 29 de abril de 2010

O ser Pastoral

Quando falamos em pastoral, a primeira reflexão a ser feita é tirada do Evangelho de João (Jo 10,1-15). Nela é apresentada a figura do Bom Pastor, em contraposição ao mercenário. Há al-gumas características do Bom Pastor que valem a pena serem ressaltadas para início de conversa:

quarta-feira, 21 de abril de 2010

O que é mesmo Espiritualidade Pejoteira?

Procure um jovem e pergunte para ele o que ele entende por espiritualidade. Muitos não darão nenhuma resposta cheias de discursos teológicos. Outros dirão que tem a ver com “as coisas de Deus” ou que seria fazer a experiência de Deus. Os discursos podem não ser os mais completos, mas a intuição do que seja está bem clara. Eu mesmo já fiz esta experiência com alguns jovens e recebi respostas bem bacanas. Houve jovens que me disseram que espiritualidade é ver, julgar, agir segundo o Evangelho, seguindo aquilo que o Espírito Santo nos inspira, vivendo como filhos de Deus, sentindo a Deus presente em nossa vida por meio de Jesus Cristo.