Mostrando postagens com marcador protagonismo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador protagonismo. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Somos gente de princípios



Num outro artigo, comentava sobre a decisão que a Coordenação Regional da Pastoral da Juventude do Sul 1 (estado de SP) tomou em relação aos grupos de trabalho criados na última assembleia regional. Estes grupos de trabalho (GT’s) estão a serviço não da coordenação regional, mas sim dos grupos de pastoral da juventude (paróquias, dioceses e sub regiões) deste estado. E eles foram criados sob a inspiração dos projetos nacionais aprovados na última ampliada nacional. Cada GT recebe um nome de um dos projetos e procura desenvolver trabalhos a partir das motivações destes mesmos projetos.

Pois bem, a decisão que a CRPJ Sul 1 tomou diz respeito às orientações que estes GT’s terão para poder desenvolver o próprio caminhar. Foram dadas duas prioridades pastorais: “Nucleação de Grupos de Jovens” e “Trabalhar e Fortalecer a Identidade da PJ”. Isto significa que toda ação que estes GT’s tomarem tem que ter como objetivo último estas duas prioridades.

A pergunta que caberia fazer aqui é se vale qualquer ação para dar conta destas prioridades? A resposta clara é não! A CRPJ do Sul 1 elencou doze princípios pastorais que servem para balizar estas prioridades. E é sobre metade delas que falaremos hoje. Antes, vale ressaltar que estas dicas são direcionadas para os GT’s, mas podem ser utilizadas por qualquer grupo de pastoral que esteja interessado.

domingo, 9 de janeiro de 2011

Sete maravilhas da PJ

Quando falamos em “maravilha” pensamos em algo que nos desperta uma grande admiração por causa daquilo que é capaz de fazer ou por sua perfeição, grandeza ou beleza. Há uma lista já bem difundida de sete maravilhas do mundo antigo (As Pirâmides de Gizé, os Jardins suspensos da Babilônia, o Farol de Alexandria, o Colosso de Rodes, o Mausoléu de Halicarnasso, a Estátua de Zeus em Olímpia e o Templo de Ártemis em Éfeso) e de outras sete maravilhas do mundo moderno (Muralha da China, Petra na Jordânia, Cristo Redentor no Rio de Janeiro, Machu Picchu em Cuzco no Peru, Chichén Itzá em Yucatán no México, o Coliseu em Roma e o Taj Mahal na Índia).

As duas listas com as sete maravilhas são de locais importantes seja por sua história, por sua arquitetura ou por serem locais de grande visitação, devoção ou memória. Há algumas outras listas de sete maravilhas espalhadas por aí. Todas elas valorizam o que se julga ser aquilo que há de mais importante, relevante ou notável.

Como listas são coisas totalmente discutíveis e eu não quero abrir mão de uma boa discussão (porque aprendemos sempre com quem pensa diferente), lanço aqui no último artigo da série “Os Sete” as “Sete maravilhas da PJ”. São elas que diferenciam a PJ de outras formas de organização juvenil e, por causa delas, eu estou na PJ até hoje. Vamos a elas.

domingo, 3 de outubro de 2010

Liderança

Em uma visita a qualquer livraria de médio ou grande porte, podemos encontrar diversos livros tratando do assunto “liderança”. De fato, existem muitas publicações que tratam sobre como despertar, entender e aprimorar as qualidades daqueles que são considerados líderes. A provocação que quero oferecer neste texto é sobre o cuidado com as lideranças jovens de nossos grupos. Há muitos assuntos dentro deste tema e que eu gostaria de escrever a respeito, mas por enquanto vamos ficar com estas duas questões abaixo.

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Protagonismo juvenil

Até o artigo passado, falamos bastante sobre o papel do grupo, sua organização, relações, metodologia e princípios. No texto de hoje e nos próximos dois também, a ideia é dar um olhar mais atento para a pessoa que está em nosso grupo, no sentido de que é importante que seus dons sejam valorizados e ela cresça como pessoa e interaja com o grupo e com a sociedade.

O presente texto é em boa parte inspirado num artigo de Regina Magalhães de Souza, chamado “Protagonismo juvenil: o discurso da juventude sem voz”, bem como nos textos clássicos do Pe. Jorge Boran. Percebo uma necessidade de se discutir mais sobre o que significa protagonismo juvenil, porque muito se fala e se escreve sobre esta expressão. E há um bocado de gente utilizando-se dela num sentido contrário ao que a Pastoral da Juventude vem utilizando desde a década de 1980.