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sábado, 28 de maio de 2016

Cinco conselhos às lideranças pejoteiras

Nestes anos todos na pastoral da juventude, conheci muita gente engajada nas diversas instâncias e em muitos serviços. Muitas lideranças de grupos de base, muitas/os jovens e assessores das instâncias estaduais e nacionais. Alguns dos textos deste blog foram direcionados a uns, a outras, mas poucos foram para todo mundo.

Já vi gente falhar em coisas básicas que por vezes eu também caí. Coisas que estão no nosso DNA e que, na teoria, não deveríamos falhar. Coordenadores/as, assessores/as e lideranças tropeçando neste ou naquele aspecto.

Por isto resolvi escrever este textinho. Cinco conselhos bem básicos, mas que eu acho fundamentais. Cinco ideias que, revendo agora depois de escritas, podem ser aplicadas com as devidas adaptações a qualquer grupo.

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Dez atitudes a serem tomadas antes da próxima JMJ

Com este texto, encerro minhas reflexões sobre a Jornada Mundial da Juventude de 2013, ocorrida em julho no Rio de Janeiro. Os números desta JMJ impressionam, as estatísticas são fabulosas. Há inúmeros relatos positivos de gente de pastoral, comprometida e que se sentiu tocada por estar num evento assim. Talvez, por conta disto, muitos destes, entre tantos outros, já começaram a se preparar para a próxima JMJ, que ocorrerá desta vez em 2016 em Cracóvia, na Polônia.

É legítimo o direito de desejar estar em eventos como estes. Mas é preciso que se tome um cuidado para que nossa ação pastoral não fique esvaziada no período entre jornadas e que a JMJ não se torne um gigantesco EJP (Encontro de Jovens com o Papa), sem o devido pensamento pastoral de engajamento. Como disse Francisco, é preciso que os jovens saiam para as ruas, é preciso evangelizar, é preciso revolucionar.

terça-feira, 24 de julho de 2012

Dez conselhos para uma coordenadora diocesana da PJ

Ela faz parte da coordenação de uma PJ diocesana há menos de um ano. Comprometida e séria, ela quer fazer um trabalho bem feito. Mas tem uma série de questões sobre como fazer o trabalho de uma maneira mais eficaz e sobre seu próprio papel na coordenação. Ela veio me procurar. Começamos uma conversa e não conseguimos termina-la. Minha cara, desculpe-me se uso deste espaço para dar continuidade ao nosso papo, mas acho que pode servir a outras pessoas que estão na mesma situação.

Sei que você quer fazer bem o seu papel e que a equipe que está na coordenação junto com você também tem esse desejo. Assumir uma coordenação diocesana carrega alguns desafios e precisa de algumas posturas novas também. E acredite que não há receita pronta. Há coisas que a gente vai descobrindo no caminho. Com o tempo de vida que eu tenho, eu descobri algumas delas. Quem sabe uma ou outra possa servir para você?

quarta-feira, 4 de maio de 2011

O segredo do sucesso das organizações

Em tempos de auto-ajuda empresarial, onde qualquer dica simples vira “o desvendar do mito” que pode “render milhões”, foi provocativo e intencional colocar um título como este neste artigo. Que bobagem! Ao final da leitura, qualquer texto publicado na internet deixaria de ser segredo. A intenção era ser um título atrativo.

A palavra “segredo”, por conta disto, possui a sua magia. Quem coloca um título com esta palavra, disseram-me os entendidos em textos de internet, atrai muito mais visitas. Não duvido disso não. Aliás, até creio que eles estejam com a razão. Este é um teste!

Mas como um texto não se faz somente com o título, é preciso que tenha algum conteúdo também! E não pode ser um conteúdo mentiroso ou enganador. Se eu quero partilhar um “segredo de sucesso”, tem de ser algo valha a pena o sacrifício da leitura.

E é um segredo simples, uma dica até meio óbvia, mas que os compromissos e atividades cotidianas por vezes nos fazem esquecer ou deixar para trás. E olhando para nossa atividade pastoral, sinto que em alguns casos este segredo não chega a ser secreto. É apenas esquecido ou engolido pelas tarefas e estruturas que temos e pelas que são criadas.

quarta-feira, 13 de abril de 2011

10 semelhanças entre blogar e pejotar (e 1 diferença)


Dia 21 de abril próximo, este blog completará um ano de existência. Muitas coisas eu aprendi sobre esta ferramenta. Várias delas dizem respeito à própria técnica, outras foram dicas para escrever melhor e para atingir o público, outras ainda diziam respeito a adereços e instrumentais que eu poderia acrescentar ao blog para que ele fosse mais atrativo e funcional.

Vi tantas semelhanças entre a maneira de produzir um blog e o nosso agir pastoral que resolvi compartilhar estas semelhanças com vocês. Mas há uma diferença fundamental que separa uma prática da outra. E elas estão aqui apresentadas para que possamos aprender uns com os outros.

sábado, 26 de março de 2011

Reflexões pastorais – 2


Continuando o artigo da semana passada, seguem hoje mais três dicas/reflexões para nossa caminhada pastoral.


5.    Entenda para quem você está falando. Adapte-se ao seu receptor. Mas não o subestime.

quinta-feira, 17 de março de 2011

Reflexões pastorais - 1

O povo gosta de dicas. Eu já disse isso por aqui. E o bom delas é que não são orientações rígidas ou fechadas. Dá para qualquer um de nós adaptá-las de acordo com a própria realidade. Eu também gosto de dicas.

Embora muitas delas sejam bem básicas, a gente sempre pode aprender um pouco mais. Eu gosto de fuçar pela internet e, vez ou outra, acabo achando umas páginas básicas com sugestões e ideias que eu ainda não havia pensado. Que surpresas boas se podem encontrar por aí.

E como estamos sempre aprendendo, partilho hoje com vocês algumas reflexões (minhas e de tanta gente que colaborou na minha caminhada) que acho que podemos crescer juntos. Eu dou o primeiro chute e fico esperando as devolutivas de vocês (nos comentários ou nos e-mails)!

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Sete pecados capitais da assessoria

O assunto de hoje é ligado aos pecados da assessoria. Para tratarmos disto, vamos pensar um pouco nas palavras. Entender a origem delas ajuda inclusive a melhorar a percepção que temos do seu uso no cotidiano. Pela nossa formação cristã, entendemos pecado como tudo aquilo que nos afasta de Deus. Mas na origem da palavra “pecar” encontramos tropeçar, mancar. Então pecado é o tropeço, as mancadas que damos no caminho para o advento do Reino de Deus.

A tradição cristã aponta sete pecados capitais, ou principais, que materializam as formas de tropeço que podemos encontrar nesta caminhada. A idéia de hoje é apresentar como a ira, a inveja, a luxúria, a avareza, a gula, a preguiça e o orgulho aparecem dentro do ministério da assessoria, não no sentido de ficarmos apontando as mancadas desta ou daquela pessoa, mas para tentarmos crescer, aprendendo como os erros.

domingo, 10 de outubro de 2010

Capacitação

“É dever também da própria liderança jovem poder trabalhar e melhorar a própria atividade apostólica e pastoral”. Foi esta uma das frases que utilizei no artigo sobre liderança. É claro que o ambiente ajuda, o coordenador é importante, um clima participativo na pastoral é fundamental, mas sem um empenho pessoal na própria formação e caminhada, nada disso adianta. É sobre este aspecto pessoal que quero tratar no texto de hoje.

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

É possível ser feliz sozinho? – parte 3


Este é o terceiro artigo em que trabalho a idéia de que um grupo não deve querer ficar isolado. A frase título destes três últimos textos (“É possível ser feliz sozinho?”) é propositalmente provocativa. E volto a repetir o que disse no primeiro dos três artigos: há momentos em que a solidão é necessária, mas isto não pode ser a regra. Somos seres sociais e interdependentes, por isto criamos grupos. Há grupos que tendem a um isolamento e que acham que por si só se bastam. Eu creio que não seja possível também esta proposta. Há quem ache, então, que a solução é fazer parte de algo maior: no caso dos grupos de jovens, fazer parte da Pastoral da Juventude. Será que isto basta? Vamos, neste artigo, tentar ampliar os horizontes. Boa leitura.

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Dando passos de qualidade

A avaliação é um dos processos mais ricos dentro da caminhada de um grupo de jovens. Se for bem feita, pode ajudar com que o grupo melhore significativamente a sua ação pastoral e o seu próprio envolvimento enquanto grupo. Este artigo visa apontar três preocupações: quando fazer a avaliação, como trabalhar os momentos de tensão e conflito durante as avaliações e apresentar algumas dicas. Vamos às questões.

sábado, 19 de junho de 2010

Grupos de jovens - parte 3

Nos conceitos básicos para os grupos de jovens, este é o terceiro e último artigo. A partir do próximo, a ideia é trabalhar a respeito de planejamento de reuniões. Quanto a este, temos aqui três perguntas bem relevantes. Sabendo trabalhar os aspectos aqui apresentados e adaptando-os à realidade em que você vive, acredito que terá bons frutos. Vamos a eles.

segunda-feira, 14 de junho de 2010

Grupos de jovens - parte 2

Dando continuidade ao artigo anterior, a ideia é aprofundar mais duas questões bem comuns no dia a dia e nas problemáticas dos grupos de jovens: identidade e união. São questões pertinentes em várias etapas da vida de um grupo de jovens, mas em especial quando ele está começando.

sábado, 12 de junho de 2010

Grupos de jovens - parte 1

Passando por alguns grupos, paróquias, dioceses, movimentos e encontros juvenis, há alguns questionamentos que sempre aparecem. Em listas pela internet ou comunidades de PJ em sites como orkut há sempre problemas comuns. Penso que falar sobre eles e lançar algumas alternativas seja uma boa proposta para tratarmos aqui. Digo novamente, não quero dar fórmulas prontas, porque elas não existem. Cada um conhece a sua realidade e pode aplicá-las ou não de acordo com a criatividade que se tem e como a necessidade pedir.

Você que está lendo agora, pode até achar que algumas destas perguntas não tem propósito nenhum. Mas não se engane. Muitos jovens já se questionaram a respeito de alguns destes temas. E creio que hoje alguns ainda estão se questionando. É uma contribuição minha e sua, na medida em que você que está lendo também pode comentar. Fique a vontade.

sexta-feira, 4 de junho de 2010

Para ser um bom coordenador de PJ - Parte 2

Dando continuidade ao artigo anterior, continuo aqui a apresentação dos outros "10 mandamentos de um bom coordenador", texto adaptado da obra do Pe. Jorge Boran de seu livro "Juventude, o grande desafio". Mais do que mandamentos, estas são dicas para ajudar a lembrar que toda a coordenação é um serviço prestado e como tal deve ser bem feito para dar bom resultado.

segunda-feira, 31 de maio de 2010

Para ser um bom coordenador de PJ - Parte 1

Uma coisa que eu sempre notei nos cursos que dou é que o povo adora dicas! E dicas com números parecem que são coisas mágicas!!! Quando eu falo: "Agora vou apresentar cinco pontos que todo assessor deve prestar atenção para exercer bem seu ministério", o povo se arruma nas cadeiras e presta mais atenção. É nítido. E bem bacana também.

Isso não é novidade. Basta ver os 10 mandamentos. É uma forma rápida e prática de se guardar conceitos importantes. O Pe. Jorge Boran também percebeu isso e lançou num de seus livros, "Juventude, o grande desafio", de 1982, os 10 mandamentos de um bom coordenador. Se você colocar num site de buscas qualquer esta expressão deve encontrar o texto do Pe. Boran, talvez sem os créditos. Mas se quiser ir direto a uma fonte confiável clique aqui.

Tomo a liberdade de pegar este texto original e dar uma versão minha a ele. Para o artigo aqui não ficar muito grande, reproduzo hoje somente os cinco primeiros. Numa outra data, mando os próximos cinco. Claro que cada um destes "mandamentos" dariam um artigo bem bacana para ser aprofundado. Quem sabe ainda não possamos fazer isto juntos?