sábado, 28 de dezembro de 2013

Retrospectiva 2013

Os jornais fazem. Os canais de televisão também. As emissoras de rádio, idem. Os grandes e pequenos portais entraram no embalo. Como é uma coisa boa, acabei fazendo de novo. Seguindo os passos do ano passado, vai aqui a Retrospectiva dos artigos publicados neste blog durante 2013.

No total, foram trinta e cinco textos publicados no ano (com este aqui são trinta e seis). Com esta produção, o blog chega a 185 artigos. É uma quantidade boa. Se você quiser, pode acessar os textos deste ano por aqui mesmo e os anteriores pelas pesquisas por temática, por palavra chave ou pelas sugestões na coluna lateral. Mas vamos às descrições

segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

Sobre questões linguísticas e de interpretação

Já participei de muitas formações a respeito da Pastoral da Juventude. Muitas delas eu ajudei a preparar. Talvez tenha sido um erro da minha parte, mas eu sempre apostei que as obviedades não precisariam estar na pauta dos temas.

Dou um exemplo. Havia uma apresentação muito comum (ainda há quem a faça) de diferenciar Pastoral DA Juventude de uma tal Pastoral DE Juventude. Fora os malabarismos gramáticos e morfológicos, eu aprendi que a essência desta discussão não estava no uso ou não do artigo A junto com a preposição DE, mas sim no Protagonismo Juvenil.

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Vivendo de reunião

Uma das maiores queixas dos pejoteiro é o excesso de reuniões. E outra grande queixa é a da falta de compromisso com as reuniões. E nesta linha ainda, o povo se lamenta demais com a falta de objetividade no resultado das mesmas.

Será que tem jeito? Será possível que possamos sair de uma reunião cujo maior fruto não tenha sido a marcação de outra reunião? Como fazê-las ser mais produtivas? Como não perder o foco e termos resultados melhores? Quero partilhar alguns pensamentos nesta linha.

domingo, 20 de outubro de 2013

Uma PJ que caminha no deserto

Pois é. A PJ chegou aos quarenta. Como sabemos este é um número extremamente simbólico. Já tratamos disso aqui por algumas vezes. Gostaria de me prender um pouco mais ao exemplo bíblico dos quarenta anos em que o povo de Deus caminhou no deserto em busca da terra prometida.

Há uma marca forte neste número que é a da transformação. Ao acompanhar a narrativa bíblica veremos que o povo que iniciou a caminhada passou por poucas e boas até chegar ao seu destino e por outras tantas quando se instalou por lá.

Se a vida começa aos quarenta, não é de se estranhar que somos fruto de todas as decisões tomadas e de todos os percalços sofridos até chegarmos a esta data. Esta é uma das lições que eu tomo ao me deparar com a travessia bíblica.

domingo, 22 de setembro de 2013

Dez maneiras de fazer seu grupo fracassar

Como existe gente de todo tipo a frente dos nossos grupos de jovens, coordenações de pastoral e das instâncias mais diversas, creio que seja conveniente dar umas dicas para aquela turma que amanhece todos os dias com a intenção (ainda que não explícita) de acabar com o próprio grupo. Recebi estas dicas há muito tempo atrás de uma fonte fora da PJ e resolvi adaptá-las ao nosso universo pastoral. Não sei de quem foi a autoria original, mas eu agradeço esta pessoa agora e quero dividir esta minha adaptação com você.

Sim você meu amigo, minha amiga que tem o desejo não revelado, mas implicitamente praticado de ir minando aos poucos o seu grupo, eu tenho algo a lhe dizer: chega de sofrer. Seja uma pessoa esclarecida, aja com fundamentação teórica. Compreenda o que faz e por que faz. Estão aí. Dez dicas para que seu grupo não vá para frente.

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Já estou acostumado

Quando foi a última vez que você deu um salto no escuro? Quando foi última vez que experimentou um sabor desconhecido? Qual foi a última vez que fez a experiência da novidade pelo simples fato de ser algo novo?

Quando se atinge certa estabilidade, as novidades vão ficando mais raras. O desconhecido só entra na nossa vida por indicação. A gente se acostuma com o que é previsível e acaba caindo no roteiro da rotina, da mesmice, da repetição.

Se você concorda comigo, sinto que a sua juventude está indo pro brejo. Os adultos são os que pensam assim. Eles é que estão acostumados. Eles é que tem as respostas (hahaha... que bobagem essa!!). Jovens são, por definição (se é que se pode definí-los), experimentadores, instáveis e caçadores das novidades. No entanto, há tanto jovem acostumado por aí...

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Esse dia não é hoje

“Filhos de Gondor! De Rohan! Meus irmãos. Vejo em seus olhos o mesmo medo que tomou meu coração. Poderá vir um dia em que a coragem dos Homens termine, quando deserdarmos os nossos amigos e trairmos os laços de amizade, mas este dia não é hoje. Uma hora de lobos e escudos despedaçados, quando a era do Homem for destruída, mas esse dia não é hoje! Hoje nós lutamos. Por tudo que amam nesta bela terra, eu peço que resistam, Homens do Ocidente!”

O trecho acima é de uma das cenas do filme “O Retorno do Rei”, terceiro filme da trilogia de “O senhor dos anéis”. Diante da falta de coragem dos soldados perante um inimigo muito mais poderoso, Aragorn os convoca e os motiva para a luta. É um dos discursos mais bonitos do filme, em minha opinião.

Pensei nesta passagem quando ouvi notícias de desarticulações pastorais, desânimo de boas lideranças, dificuldades de toda ordem de grandeza, fossem elas financeira, de quadros, de apoio ou de outros recursos. Claro que não é fácil encarar uma dificuldade. Por mais que elas carreguem em si a marca da dureza ou do tropeço, também apresentam o lado da oportunidade.