Partilho com vocês hoje um relato sobre uma moça que conheci. Ela era pejoteira e tinha uma enorme dedicação ao seu trabalho pastoral. Em todas as atividades nas quais era possível ela estar, ela estava. Tomava a frente das reuniões, debatia, assumia responsabilidades, dividia serviços, delegava tarefas. Era certeza sempre encontrá-la na dianteira das atividades ou cuidando da infraestrutura. Era muito perfeccionista. Ela dizia que a vida só vale se se está a serviço.
De repente, ela passou a frequentar pouco as reuniões, encontros, assembleias. Não foi de uma vez, foi lentamente. Quanto os colegas perceberam, ela não vinha mais. Alguns foram atrás de notícias. Afinal, quem assumiria a responsabilidade de tocar para frente “aquela” próxima atividade?





