Existem diversos materiais a respeito da vida em grupo, de modo especial da vida num grupo de jovens. Alguns se arriscam em fórmulas, modelos e estruturas prontas que servem para ser replicadas. Em alguns casos isso funciona. A prática, no entanto, indica que quanto mais fechado o modelo, quanto mais rígida a fórmula, quanto menos adaptativa a estrutura, menor chance de dar certo.
Isto, de fato, é verdade quando consideramos que cada realidade possui variáveis que devem ser levadas em conta. Cada grupo, cada paróquia, cada comunidade tem uma história, um contexto e desafios próprios. Não há fórmula ou receita que dê conta disto.
Não vamos, porém, partir para o extremo oposto e achar que não há como aprendermos com a experiência do outro já que ele não "calçou a nossa bota" ou "pisou no nosso chão". Acreditar nisso é bobagem. Existe uma grande riqueza na aprendizagem com a observação. E a capacidade do ser humano de se adaptar é imensa.
Se você reparou no título do texto, deve estar se perguntando: Para que esta introdução tão longa? Porque estas dicas chegam com este pano de fundo. Não são receitas prontas, nem fórmulas mágicas. Precisam ser adaptadas de acordo com a história do grupo, sua realidade atual, suas dificuldades e suas perspectivas. E se você acompanha um grupo, coordena ou anima encontros, estas dicas são para você.






