terça-feira, 28 de setembro de 2010

Protagonismo juvenil

Até o artigo passado, falamos bastante sobre o papel do grupo, sua organização, relações, metodologia e princípios. No texto de hoje e nos próximos dois também, a ideia é dar um olhar mais atento para a pessoa que está em nosso grupo, no sentido de que é importante que seus dons sejam valorizados e ela cresça como pessoa e interaja com o grupo e com a sociedade.

O presente texto é em boa parte inspirado num artigo de Regina Magalhães de Souza, chamado “Protagonismo juvenil: o discurso da juventude sem voz”, bem como nos textos clássicos do Pe. Jorge Boran. Percebo uma necessidade de se discutir mais sobre o que significa protagonismo juvenil, porque muito se fala e se escreve sobre esta expressão. E há um bocado de gente utilizando-se dela num sentido contrário ao que a Pastoral da Juventude vem utilizando desde a década de 1980.

domingo, 26 de setembro de 2010

A PJ e a Ampliada Nacional

Nas últimas semanas vínhamos falando sobre questões que envolvem os grupos de jovens e como a Pastoral da Juventude vê e trabalha estas questões. Hoje eu quero abrir uma brecha neste nosso tópico para falar um pouco sobre encontro histórico que vai acontecer no ano que vem e que vai dar novos rumos na caminhada da PJ. Se você é participante de grupo de jovens, membro de uma equipe diocesana da PJ, assessor, militante pastoral ou padre, pode contribuir para que este processo tenha o rosto da sua realidade e um pouco da sua experiência. Não vamos perder o trem da história. O momento é agora!

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Ética na Pastoral

Parcerias. Para alguns é a salvação da lavoura. Para outros é uma canoa furada. No último artigo, defendi que elas são importantes. Mas será que podemos ir mergulhando de cabeça em toda parceria que nos pareça vantajosa? Claro que todos cometemos erros e deveríamos aprender com eles. Mas isto nos permitiria errar? Como o grupo deve ultrapassar a linha que divide o isolamento da abertura plena? Buscar parceiros, dentro ou fora da Igreja, repito, é importante, mas...

28.    Toda parceria é válida?

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

É possível ser feliz sozinho? – parte 3


Este é o terceiro artigo em que trabalho a idéia de que um grupo não deve querer ficar isolado. A frase título destes três últimos textos (“É possível ser feliz sozinho?”) é propositalmente provocativa. E volto a repetir o que disse no primeiro dos três artigos: há momentos em que a solidão é necessária, mas isto não pode ser a regra. Somos seres sociais e interdependentes, por isto criamos grupos. Há grupos que tendem a um isolamento e que acham que por si só se bastam. Eu creio que não seja possível também esta proposta. Há quem ache, então, que a solução é fazer parte de algo maior: no caso dos grupos de jovens, fazer parte da Pastoral da Juventude. Será que isto basta? Vamos, neste artigo, tentar ampliar os horizontes. Boa leitura.

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

É possível ser feliz sozinho? – parte 2

Grupos isolados tendem a achar que são autossuficientes. Dependendo da realidade e do tempo de caminhada, esta experiência pode durar até mais que outras, mas tende a morrer mais cedo ou mais tarde. Parte das justificativas para esta afirmação estão dispostas no artigo “É possível ser feliz sozinho – parte 1”. O artigo de hoje vem apresentar uma alternativa aos grupos de jovens que querem buscar uma forma de manterem a identidade da própria caminhada, contando com o auxílio de uma estrutura que deve ser leve e dinâmica para cumprir sua finalidade.