Dentro das reflexões do Dia Nacional da Juventude sobre “Que vida vale a pena ser vivida”, gostaria de trazer alguns pensamentos a respeito do tema “felicidade”. Quero partir de alguns exemplos que eu presenciei para podermos discutir nossas opções pastorais.
Cena 1:
É uma classe do então 3º colegial (que hoje se chama ensino médio). Aula de língua portuguesa. A professora que chegara à sala iria solicitar que os alunos escrevessem uma redação. Antes, porém, ela pediu a eles que desenhassem um círculo na folha do caderno, de modo que coubesse uma ou mais palavras dentro e fora do desenho. Dentro do círculo estava o objetivo principal da sua vida, ao redor do círculo, objetivos secundários e mais distante do círculo estavam as metas para alcançar os objetivos mencionados. A partir do desenho, eles iriam escrever uma redação. Um aluno travou. O que ele iria colocar como objetivo principal da sua vida. Nunca havia pensado nisso em seus dezessete anos de vida. Objetivo principal seria a última linha de chegada. Não, não era sucesso profissional, não era constituir família, não era viajar o mundo, nem aprender a nadar. Todas estas coisas deveriam ser etapas para conseguir alcançar algo maior. E então ele teve uma epifania. Estes objetivos secundários todos serviriam para alcançar sua felicidade. Seu objetivo principal na vida era ser feliz.

