Mostrando postagens com marcador DNJ. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador DNJ. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Lugar de gente feliz

Dentro das reflexões do Dia Nacional da Juventude sobre “Que vida vale a pena ser vivida”, gostaria de trazer alguns pensamentos a respeito do tema “felicidade”. Quero partir de alguns exemplos que eu presenciei para podermos discutir nossas opções pastorais.

Cena 1:
É uma classe do então 3º colegial (que hoje se chama ensino médio). Aula de língua portuguesa. A professora que chegara à sala iria solicitar que os alunos escrevessem uma redação. Antes, porém, ela pediu a eles que desenhassem um círculo na folha do caderno, de modo que coubesse uma ou mais palavras dentro e fora do desenho. Dentro do círculo estava o objetivo principal da sua vida, ao redor do círculo, objetivos secundários e mais distante do círculo estavam as metas para alcançar os objetivos mencionados. A partir do desenho, eles iriam escrever uma redação. Um aluno travou. O que ele iria colocar como objetivo principal da sua vida. Nunca havia pensado nisso em seus dezessete anos de vida. Objetivo principal seria a última linha de chegada. Não, não era sucesso profissional, não era constituir família, não era viajar o mundo, nem aprender a nadar. Todas estas coisas deveriam ser etapas para conseguir alcançar algo maior. E então ele teve uma epifania. Estes objetivos secundários todos serviriam para alcançar sua felicidade. Seu objetivo principal na vida era ser feliz.

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Tá na base ou tá na massa?

Há tempos eu venho participando de comunidades, listas, perfis, grupos virtuais, blogs, fóruns e tudo que possa ser ligado à Pastoral da Juventude seja por e-mails, páginas ou redes sociais da Internet. Tem muita gente boa fazendo coisas fantásticas por aí. É só dar uma busca e você vai achar um bocado de coisas interessantes.

Mas nestes mesmos lugares onde encontramos tantas maravilhas, também encontramos muita gente querendo começar alguma coisa ligada a PJ sem saber direito como fazê-lo. Há jovens aprendendo na tentativa e erro. Há outros buscando fora da PJ experiências que nada tem a ver com a nossa prática pastoral. E, pior, chamando esta nova prática de grupo da pastoral da juventude.

Este blog nasceu com alguns objetivos. Um deles era partilhar o que é básico na PJ para tanta gente que tenta realizar esta prática pastoral, mas não sabe direito por onde começar. Um dos conceitos básicos da PJ que vem se perdendo por aí, até de gente pejoteira com mais tempo de caminhada, é o trabalho com pequenos grupos.

domingo, 9 de janeiro de 2011

Sete maravilhas da PJ

Quando falamos em “maravilha” pensamos em algo que nos desperta uma grande admiração por causa daquilo que é capaz de fazer ou por sua perfeição, grandeza ou beleza. Há uma lista já bem difundida de sete maravilhas do mundo antigo (As Pirâmides de Gizé, os Jardins suspensos da Babilônia, o Farol de Alexandria, o Colosso de Rodes, o Mausoléu de Halicarnasso, a Estátua de Zeus em Olímpia e o Templo de Ártemis em Éfeso) e de outras sete maravilhas do mundo moderno (Muralha da China, Petra na Jordânia, Cristo Redentor no Rio de Janeiro, Machu Picchu em Cuzco no Peru, Chichén Itzá em Yucatán no México, o Coliseu em Roma e o Taj Mahal na Índia).

As duas listas com as sete maravilhas são de locais importantes seja por sua história, por sua arquitetura ou por serem locais de grande visitação, devoção ou memória. Há algumas outras listas de sete maravilhas espalhadas por aí. Todas elas valorizam o que se julga ser aquilo que há de mais importante, relevante ou notável.

Como listas são coisas totalmente discutíveis e eu não quero abrir mão de uma boa discussão (porque aprendemos sempre com quem pensa diferente), lanço aqui no último artigo da série “Os Sete” as “Sete maravilhas da PJ”. São elas que diferenciam a PJ de outras formas de organização juvenil e, por causa delas, eu estou na PJ até hoje. Vamos a elas.