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segunda-feira, 12 de outubro de 2020

Ele vem pra me dar a mão

O ano era 2017, finzinho do mês de maio. Entre uma e outra mensagem que acabo recebendo ou sendo marcado no Facebook, uma chamou minha atenção. Dias antes, eu havia brincado com a Bianca e disse para ela que queria um desenho exclusivo, feito por ela, para mim. E ela fez. É a imagem que ilustra este texto. E é também o pontapé inicial para a nossa conversa.

Na mensagem que ela me encaminhou pelo Facebook, junto a imagem, ela postou também o começo da música “Bola de Meia, Bola de gude” de Mílton Nascimento e Fernando Brant, que dizia: “Há um menino, há um moleque morando sempre no meu coração. Toda vez que o adulto balança, Ele vem pra me dar a mão.” Fiquei bem impactado com a mensagem, que para mim dizia bem mais do que texto e imagem transmitiam naquele primeiro instante. E isso me fez pensar muito nos dias seguintes.

sábado, 14 de agosto de 2010

Vida em comunidade - parte 2

Você conhece aquela pessoa que reclamava tanto da própria comunidade (ou grupo, ou emprego, ou relacionamento) e achava que para resolver este problema deveria se afastar? Sim, conhece. E digo que muitas destas pessoas de fato se afastam. Mas isto não resolve seu problema, pois ela sente que ainda resta um vazio. Então procura preencher este vazio entrando numa nova comunidade (ou grupo, ou emprego ou relacionamento). No começo tudo é lindo, até que um dia começa a perceber que existem pequenos detalhes neste novo ambiente que a incomodam muito. Então os detalhes começam a ficar cada vez maiores e cada vez mais insuportáveis. E a pessoa passa a reclamar deste novo ambiente...

Onde está o problema? É fácil culpar a pessoa. Talvez o problema seja ela mesma. Talvez a maneira como ela cria expectativas sobre os ambientes e relações esteja errado. Talvez até as outras pessoas não saibam lidar com ela. O fato, na verdade, não é procurar culpados, porque este só foi um exemplo. O enrosco todo está no fato de que em qualquer sociedade há pontos de vista diferentes e isto leva a conflitos de interesses. O outro sempre é um desafio. É possível viver saudavelmente em grupos sem desanimar? Vamos a algumas idéias sobre isto nas duas perguntas a seguir. Boa leitura.

terça-feira, 27 de abril de 2010

Espiritualidade tem a ver com Espírito Santo...

Assumir a postura de luta pelo Reino, exige uma mudança interior. E nos diz o texto evangélico que ninguém se transforma ou se converte se não for motivado pelo Espírito. (Cf. Jo 3,5). É Ele a luz que nos ilumina, o vento que nos empurra, o fogo que nos esquenta e que provoca o entendimento entre as pessoas (Cf. At 2,1-11).